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A Escola Parque, no Rio, é uma das signatárias do documento Foto: Brenno Carvalho / Agência O Globo
A Escola Parque, no Rio, é uma das signatárias do documento
Foto: Brenno Carvalho / Agência O Globo

    RIO- Escolas de alto padrão de três estados divulgaram uma carta com duras críticas ao ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez. No documento, publicado na internet na semana passada, as instituições, que seguem uma filosofia construtivista, acusam o governo de tirar o foco de problemas graves da educação brasileira e colocar como prioridade o combate a ideologias de esquerda, o que, para elas, prejudica o aprimoramento do sistema educacional. “Não concordamos que — num país em que muitos alunos não chegam a aprender a ler — se tenha como meta principal vigiar professores e criar Conselhos de Ética, nas escolas, para “zelarem pela “reta” educação moral dos alunos”. Excelência, escola é lugar de falar de alfabetização, comunicação, pensamento lógico, científico, humanidades, moral, tudo o que fundamenta o acervo cultural da humanidade”, diz um trecho da carta.

O documento é assinado pelo grupo “Critique”, que reúne quatro escolas de elite: Escola Parque, no Rio de Janeiro; Escola Balão Vermelho/Colégio Mangabeiras Parque, em Belo Horizonte; Escola da Vila e Escola Viva, ambas em São Paulo.

As escolas citam um texto chamado “Um roteiro para o MEC”, escrito pelo ministro para seu blog pessoal, no qual ele fala sobre uma estrutura armada para desmontar valores tradicionais da sociedade. As instituições rebatem dizendo que o que existe é falha na aprendizagem e destacam: “os professores não necessitam de vigilância, mas de formação e de valorização”. O texto rebate ainda o projeto Escola Sem Partido, colocado pelo ministro como uma prioridade, e critica a postura de Vélez em relação ao Enem. Segundo o ministro, o Exame deve avaliar “realmente os conhecimento” e nada mais. “Não consideramos que conhecimento são conteúdos memorizados e descontextualizados. Quanto ao receio de o aluno de ser reprovado deve-se à má qualidade da educação escolar e não a intenções perversas de quem corrige as provas”, diz a carta. O grupo finaliza dizendo que, até o momento, a postura do ministro “deixa a desejar” e pede que o gestor do MEC tenha um plano que prepare de fato os estudantes brasileiros para os desafios futuros.

oglobo.globo

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