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Cortes no orçamento da Capes já levaram ao bloqueio de quase 12 mil novas concessões na pós-graduação

O ministro da Educação Abrahan Weintraub, um dos responsáveis pelos cortes - Créditos: Marcelo Camargo | Agência Brasil
O ministro da Educação Abrahan Weintraub, um dos responsáveis pelos cortes / Marcelo Camargo | Agência Brasil

Em sua cruzada contra a ciência e o conhecimento, o governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL) anunciou nesta segunda-feira (2) o corte de mais 5.613 bolsas de estudos para pesquisas de pós-graduação – referentes a trabalhos de mestrado, doutorado e pós-doutorado.As bolsas seriam concedidas pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), fundação ligada ao Ministério da Educação (MEC). Fundada em 1951, a Capes tem se destacado na formulação de políticas para a pós-graduação e pelo fomento a especialistas e pesquisadores dos diversos ramos do conhecimento.Nesse período de quase 70 anos a Capes cresceu, se diversificou e se tornou referência obrigatória para área. Sob Bolsonaro, no entanto, a política de financiamento já sofreu três cortes. Em apenas oito meses de governo, os bloqueios chegam 11.811 bolsas.O governo afirma que não haverá interrupção de pagamento para bolsistas com pesquisas em andamento e que a medida atinge apenas bolsas de pesquisadores que já finalizaram seus estudos, e que não serão repassadas para outros alunos.Especialistas argumentam, no entanto, que a decisão prejudica estudos que dependem de continuidade, nos quais um pesquisador conclui seu período de bolsa e repassa o trabalho para outro.Em 2019, a Capes teve R$ 37,8 milhões contingenciados, ou 19% do orçamento aprovado, que era de R$ 819 milhões.No próximo sábado (7), a União Nacional dos Estudantes (UNE) fará novos protestos em todo o país contra o desmonte da educação pública promovido pelo governo Bolsonaro. Será a quarta grande manifestação do ano. As anteriores – ocorridas em 15 de maio30 de Maio e 13 de agosto – levaram milhões de estudantes, professores e outros trabalhadores às ruas.

“É o governo que só sabe falar em cortes. Confiscar o dinheiro dos corruptos e corruptores para colocar nos programas sociais ele não fala. É um governo sem compromisso com o crescimento do país”.

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