Lojas Surya
Óticas Olhar Brasil
Farias Calçados

Supermercado
Seg Vida
 

 
TEXTO ÁUREO
“Mas, como é santo aquele que vos chamou, sede vós também SANTOS em toda a vossa maneira de viver.” (1 Pe 1.15).
 
 
VERDADE PRÁTICA
Cremos na necessidade e na possibilidade de termos uma vida santa e irrepreensível por obra do ESPÍRITO SANTO, que nos capacita a viver como fiéis testemunhas de JESUS CRISTO.
 
 
 

LEITURA DIÁRIA

Segunda – Lv 10.10 O profano é aquele que lida com as coisas sagradas como se fossem banais
Terça – Êx 26.33 SANTO é a separação daquilo que é de uso comum
Quarta – Lv 19.2 DEUS é santo

Quinta – Hb 9.14 O sangue de CRISTO nos santifica
Sexta – 1 Pe 1.16 DEUS nos chamou para a SANTIFICAÇÃO
Sábado – Hb 12.14 Sem a SANTIFICAÇÃO ninguém verá o Senhor

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE – 1 Pedro 1.13-22
13 – Portanto, cingindo os lombos do vosso entendimento, sede sóbrios e esperai inteiramente na graça que se vos ofereceu na revelação de JESUS CRISTO, 14 – como filhos obedientes, não vos conformando com as concupiscências que antes havia em vossa ignorância; 15 – mas, como é santo aquele que vos chamou, sede vós também SANTOS em toda a vossa maneira de viver, 16 – porquanto escrito está: Sede SANTOS, porque eu sou santo. 17 – E, se invocais por Pai aquele que, sem acepção de pessoas, julga segundo a obra de cada um, andai em temor, durante o tempo da vossa peregrinação, 18 – sabendo que não foi com coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados da vossa vã maneira de viver que, por tradição, recebestes dos vossos pais, 19 – mas com o precioso sangue de CRISTO, como de um cordeiro imaculado e incontaminado, 20 – o qual, na verdade, em outro tempo, foi conhecido, ainda antes da fundação do mundo, mas manifestado, nestes últimos tempos, por amor de vós; 21 – e por ele credes em DEUS, que o ressuscitou dos mortos e lhe deu glória, para que a vossa fé e esperança estivessem em DEUS. 22 – Purificando a vossa alma na obediência à verdade, para amor fraternal, não fingido, amai-vos ardentemente uns aos outros, com um coração puro.

1 Pedro 1.13-22 – BÍBLIA VIVA – 13 Portanto, agora vocês podem aguardar com calma e inteligência uma porção maior da bondade de DEUS para com vocês quando JESUS CRISTO voltar. 14 Obedeçam a DEUS porque vocês são filhos dele; não voltem atrás aos seus velhos caminhos – a prática do mal porque não conheciam nada melhor. 15 Mas agora, sejam SANTOS em tudo quanto fizerem, tal como é santo o Senhor, que os convidou para serem seus filhos. 16 O próprio Senhor disse: “Vocês têm de ser SANTOS, pois Eu sou santo”. 17 E lembrem-se que seu Pai Celestial, a quem vocês oram, não tem preferidos quando julga. Ele julgará vocês com perfeita justiça por tudo quanto fizerem; portanto, procedam com um respeitoso temor a Ele, desde agora até chegarem ao céu. 18 DEUS pagou um resgate para livrar vocês do insuportável caminho que seus pais tentaram seguir para chegar ao céu, e o resgate que Ele pagou não foi simplesmente ouro ou prata, como vocês sabem muito bem, 19 mas Ele pagou por vocês o precioso sangue de CRISTO, o Cordeiro de DEUS sem pecado e sem mancha. 20 DEUS O escolheu para este propósito muito antes do princípio do mundo, mas só recentemente foi que Ele manifestou isto publicamente, nestes últimos dias, como uma bênção para vocês. 21 Por causa disto, vocês podem pôr sua confiança em DEUS, que levantou a CRISTO dentre os mortos e Lhe deu grande glória. Agora, a fé e a esperança de vocês podem descansar somente nele.  22 Agora vocês podem ter amor verdadeiro por todos, porque as almas de vocês foram purificadas do egoísmo e do ódio quando confiaram em CRISTO, como seu Salvador; portanto, procurem amar na verdade uns aos outros ardentemente, de todo o coração.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Conceituar SANTIDADE;

Mostrar a necessidade de termos uma vida santa;

Apontar para a possibilidade de termos uma vida santa.

Resumo da Lição 9, A Necessidade de Termos uma Vida Santa

I – DEFININDO OS TERMOS


1. A SANTIDADE de DEUS.

  1. Significado.
  2. Exclusividade.

II – A NECESSIDADE DE TERMOS UMA VIDA SANTA

  1. Israel.
  2. A Igreja.
  3. Uma exigência natural.

III – A POSSIBILIDADE DE TERMOS UMA VIDA SANTA

  1. A SANTIFICAÇÃO posicional.
  2. A SANTIFICAÇÃO real.
  3. A SANTIFICAÇÃO futura.
  4. É possível ser santo?

SÍNTESE DO TÓPICO I – O nosso chamado para ser santo, isto é, afastar-se de tudo aquilo que é pecaminoso, está baseado na SANTIDADE de DEUS.

SÍNTESE DO TÓPICO II – Da mesma forma que DEUS separou Israel para ser santo, Ele separou a Igreja para ser santa.

SÍNTESE DO TÓPICO III – A SANTIFICAÇÃO tem uma perspectiva passada, presente e futura, destacando a suficiência do sacrifício de CRISTO.

PARA REFLETIR – A respeito da necessidade e da possibilidade de ter uma vida santa, responda:
Qual o significado de qadash e qual o sentido de SANTIFICAÇÃO? O verbo hebraico qadash,”ser santo”, e seus derivados “santo, santificar, dedicar, consagrar”, no Antigo Testamento, significam “separar”. 
O que é SANTIFICAÇÃO posicional? É o primeiro aspecto da SANTIFICAÇÃO, também chamado de SANTIFICAÇÃO passada ou instantânea. 
O que é SANTIFICAÇÃO real? É conhecida como a SANTIFICAÇÃO presente. 
O que é SANTIFICAÇÃO futura? É o terceiro aspecto da SANTIFICAÇÃO, conhecido também como “glorificação” (Fp 3.11).
Quais os três meios que DEUS disponibilizou para a SANTIFICAÇÃO? DEUS disponibilizou três meios para a SANTIFICAÇÃO: o sangue de JESUS; o ESPÍRITO SANTO (2 Ts 2.13) e a própria Palavra de DEUS (Jo 17.17; Ef 5.26).

Disponibilizamos novamente o cremos para que seja lido nas Escolas Bíblicas Dominicais.

Cremos (Confissão de Fé)

  1. Na inspiração divina verbal e plenária da Bíblia Sagrada, única regra infalível de fé e prática para a vida e o caráter cristão (2 Tm 3.14-17);
  2. Em um só DEUS, eternamente subsistente em três pessoas distintas que, embora distintas, são iguais em poder, glória e majestade: o Pai, o Filho e o ESPÍRITO SANTO; Criador do Universo, de todas as coisas que há nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, e, de maneira especial, os seres humanos, por um ato sobrenatural e imediato, e não por um processo evolutivo (Dt 6.4; Mt 28.19; Mc 12.29; Gn 1.1; 2.7; Hb 11.3 e Ap 4.11);
  3. No Senhor JESUS CRISTO, o Filho Unigênito de DEUS, plenamente DEUS, plenamente Homem, na concepção e no seu nascimento virginal, em sua morte vicária e expiatória, em sua ressurreição corporal dentre os mortos e em sua ascensão vitoriosa aos céus como Salvador do mundo (Jo 3.16-18; Rm 1.3,4; Is 7.14; Mt 1.23; Hb 10.12; Rm 8.34 e At 1.9);
  4. No ESPÍRITO SANTO, a terceira pessoa da Santíssima Trindade, consubstancial com o Pai e o Filho, Senhor e Vivificador; que convence o mundo do pecado, da justiça e do juízo; que regenera o pecador; que falou por meio dos profetas e continua guiando o seu povo (2 Co 13.13; 2 Co 3.6,17; Rm 8.2; Jo 16.11; Tt 3.5; 2 Pe 1.21 e Jo 16.13);
  5. Na pecaminosidade do homem, que o destituiu da glória de DEUS e que somente o arrependimento e a fé na obra expiatória e redentora de JESUS CRISTO podem restaurá-lo a DEUS (Rm 3.23; At 3.19);
  6. Na necessidade absoluta do novo nascimento pela graça de DEUS mediante a fé em JESUS CRISTO e pelo poder atuante do ESPÍRITO SANTO e da Palavra de DEUS para tornar o homem aceito no Reino dos Céus (Jo 3.3-8, Ef 2.8,9);
  7. No perdão dos pecados, na salvação plena e na justificação pela fé no sacrifício efetuado por JESUS CRISTO em nosso favor (At 10.43; Rm 10.13; 3.24-26; Hb 7.25; 5.9);
  8. Na Igreja, que é o corpo de CRISTO, coluna e firmeza da verdade, una, santa e universal assembleia dos fiéis remidos de todas as eras e todos os lugares, chamados do mundo pelo ESPÍRITO SANTO para seguir a CRISTO e adorar a DEUS (1 Co 12.27; Jo 4.23; 1 Tm 3.15; Hb 12.23; Ap 22.17);
  9. No batismo bíblico efetuado por imersão em águas, uma só vez, em nome do Pai, e do Filho, e do ESPÍRITO SANTO, conforme determinou o Senhor JESUS CRISTO (Mt 28.19; Rm 6.1-6; Cl 2.12);
  10. Na necessidade e na possibilidade de termos vida santa e irrepreensível por obra do ESPÍRITO SANTO, que nos capacita a viver como fiéis testemunhas de JESUS CRISTO (Hb 9.14; 1 Pe 1.15);
  11. No batismo no ESPÍRITO SANTO, conforme as Escrituras, que nos é dado por JESUS CRISTO, demonstrado pela evidência física do falar em outras línguas, conforme a sua vontade (At 1.5; 2.4; 10.44-46; 19.1-7);
  12. Na atualidade dos dons espirituais distribuídos pelo ESPÍRITO SANTO à Igreja para sua edificação, conforme sua soberana vontade para o que for útil (1 Co 12.1-12);
  13. Na segunda vinda de CRISTO, em duas fases distintas: a primeira — invisível ao mundo, para arrebatar a sua Igreja antes da Grande Tribulação; a segunda — visível e corporal, com a sua Igreja glorificada, para reinar sobre o mundo durante mil anos (1 Ts 4.16, 17; 1 Co 15.51-54; Ap 20.4; Zc 14.5; Jd 1.14);
  14. No comparecimento ante o Tribunal de CRISTO de todos os cristãos arrebatados, para receberem a recompensa pelos seus feitos em favor da causa de CRISTO na Terra (2 Co 5.10);
  15. No Juízo Final, onde comparecerão todos os ímpios: desde a Criação até o fim do Milênio; os que morrerem durante o período milenial e os que, ao final desta época, estiverem vivos. E na eternidade de tristeza e tormento para os infiéis e vida eterna de gozo e felicidade para os fiéis de todos os tempos (Mt 25.46; Is 65.20; Ap 20.11-15; 21.1-4).
  16. Cremos, também, que o casamento foi instituído por DEUS e ratificado por nosso Senhor JESUS CRISTO como união entre um homem e uma mulher, nascidos macho e fêmea, respectivamente, em conformidade com o definido pelo sexo de criação geneticamente determinado (Gn 2.18; Jo 2.1,2; Gn 2.24; 1.27).

 

 
 

Parte superior do formulário

Resumo Rápido do Pr. Henrique – Lição 9, A Necessidade de Termos uma Vida Santa

INTRODUÇÃO
Quando aceitamos a JESUS como Salvador e Senhor, somos justificados, regenerados, santificados e adotados como filhos na família de DEUS. A SANTIFICAÇÃO nos é concedida pelo ESPÍRITO SANTO no ato de nossa conversão. No decorrer de nossa vida cristã esta santificação passa a ser progressiva, quanto mais lugar dermos ao ESPÍRITO SANTO, mais nos tornamos SANTOS,ou seja, separados para uso exclusivo de DEUS. Portanto, podemos e devemos manter uma vida santa e irrepreensível na presençpa de DEUS, até a vinda do Senhor para nos buscar.

I – DEFININDO OS TERMOS


1. A SANTIDADE de DEUS.

Essa santidade é absoluta, pois DEUS é santo em seu caráter e essência, conforme disse o profeta Amós, em duas ocasiões: “Jurou o Senhor Jeová, pela sua santidade” e “Jurou o Senhor Jeová pela sua alma” (Am 4.2; 6.8). A santidade é característica fundamental de DEUS (Is 6.3; Ap 4.8). Ele é singular por causa de sua majestade infinita e também em virtude de se tratar de um Ser totalmente distinto e separado, em pureza, de suas criaturas (Sl 99.1-5). Essa santidade é a plenitude gloriosa da excelência moral de DEUS, que existe nEle e que nEle se originou, não tendo sido derivada de ninguém: “Não há santo como é o SENHOR […]” (1 Sm 2.2).

DivindadeComo DEUS é transcendente e independente do universo que criou (1 Rs 8.27), Ele está separado dos seus habitantes e é temido por eles (por exemplo, Êx 19.10-25; 20.18-21). Desta forma, a SANTIDADE torna-se equivalente à verdadeira Divindade, separando-o da impotência dos deuses dos egípcios derrotados (Êx 15.11). “Ó Senhor, quem é como tu entre os deuses? Quem é como tu, glorificado em SANTIDADE…?” O termo “SANTO”, em muitos trechos, é sinônimo de “divino”. “Não há santo [exclusivamente divino] como é o Senhor; porque não há outro fora de ti” (1 Sm 2.2; cf. SI 99.3,5,9; Is 40.25; He 3.3). Pelo fato do Senhor ser SANTO, o verdadeiro DEUS e, portanto, infinito, não é possível esquadrinhar seu entendimento (Is 40.28; SI 145.3). A SANTIDADE, portanto, é o que caracteriza DEUS, e ela inclui todos os seus outros atributos.

  1. Significado.

As palavras hebraicas qadosh, “santo”; qodesh, “SANTIDADE; e a palavra grega hagios e hagiosyne significam basicamente a separação do que é comum ou impuro, e a consagração a DEUS (Lv 20.24-26; At 6.13; 21.28). Da ideia básica da separação do profano (Lv 10.10; Ez 22.26) derivam três aspectos de SANTIDADE encontrados nas Escrituras:

a- Divindade – b- SANTIDADE cerimonial – c- SANTIFICAÇÃO (Batismal – Posicional – Experimental).

SANTO – Strong Português) – ????? – hagios – de hagos (uma coisa grande, sublime)
1) algo muito santo; um santo

SANTIFICAÇÃO – Strong Português – ???????? hagiasmos
1) consagração, purificação

2) o efeito da consagração 
2a) santificação de coração e vida

SANTIFICAÇÃO – ????????, ?? ?. (Léxico do NT Gingrich)

???????? (hagiasmos), ?? (ou) ? (ho). G38 gen. ??? santidade, santificação, consagração Rm 6.191 Tm 2.15. Outorgada por DEUS em (através de) CRISTO 1 Co 1.30.

Santidade, consagração, santificação, dedicação: ?????????, Je. 6:16Ro. 6:19Ro. 6:221 Co. 1:301 Ts. 4:31 Ts. 4:41 Ts. 4:72 Ts. 2:131 Ti. 2:15He. 12:141 Pe 1:2.

SANTIFICAÇÃO (Dicionário Almeida)

Ato, estado e processo de se tornar SANTO (Rm 6.19-22; 1Ts 4.1-7). É realizada na vida do salvo pela ação do ESPÍRITO SANTO (2Ts 2.13; 1Pe 1.2).

SANTIFICAÇÃO – Dicionário Teológico – Claudionor Correia de Andrade – [Do lat. sanctificatio]

Separação do mal e do pecado, e dedicação ao serviço do Reino de DEUS. É a forma pela qual o filho de DEUS aperfeiçoa-se à semelhança do Pai Celeste (Lv 11.44). A SANTIFICAÇÃO só é possível através da Palavra de DEUS e mediante o sangue de CRISTO (Jo 17.17I Jo 1.7).

  1. Exclusividade.

DEUS não aceita dividir o amor e a sua paternidade com outrem. Só nosso DEUS nos amou a ponto de enviar seu próprio filho para morrer por nós. Devemos manter exclusividade de nossa vida para DEUS. Vivamos em total submissão ao nosso PAI Eterno.

O que é sagrado não pode ter uso comum; o azeite da unção e o incenso do santuário não podiam ter outro uso (Êx 30.33,38).

O crente é instrumento de DEUS na Terra, É templo do ESPÍRITO SANTO e onde quer que esteja é representante de JESUS.

II – A NECESSIDADE DE TERMOS UMA VIDA SANTA

SANTIFICAÇÃO

Palavra derivada do lat. sanctus; do verbo heb. qadash, “ser separado, consagrado”; do substantivo grego hagiasmos, “consagração”, “purificação”, “SANTIFICAÇÃO”; do verbo hagiazo, “santificar”, “separar das coisas profanas ou consagrar”, “purificar ou santificar”. O breve catequismo de Westminster define a SANTIFICAÇÃO como “a obra da livre graça de DEUS, pela qual somos renovados na totalidade de nosso ser, conforme a imagem de DEUS, e nos tornamos cada vez mais capacitados a morrer para o pecado e viver para a justiça”. Esta definição, no entanto, apesar de útil ao chamar a atenção à graça soberana de DEUS, assim como à responsabilidade de cada cristão, tende a confundir a regeneração com a SANTIFICAÇÃO. As principais ideias relacionadas à SANTIFICAÇÃO são a separação daquilo que é pecaminoso, por um lado, e, por outro, a consagração àquilo que é justo e que está de acordo com a vontade de DEUS. A SANTIFICAÇÃO precisa ser distinguida da justificação. Na justificação, DEUS atribui ao crente, no momento em que recebe a CRISTO, a própria justiça de CRISTO, e a partir de então vê esta pessoa como se ela tivesse morrido, sido sepultada e ressuscitada em novidade de vida em CRISTO (Rm 6.4-10). É uma mudança que ocorre “de uma vez por todas” na condição legal ou judicial da pessoa diante de DEUS. A SANTIFICAÇÃO, em contraste, é um processo progressivo que ocorre na vida do pecador regenerado, momento a momento. Na SANTIFICAÇÃO ocorre uma cura substancial da separação que havia ocorrido entre DEUS e o homem, entre o homem e os seus companheiros, entre o homem e si mesmo, e entre o homem e a natureza.

  1. Israel.

Embora seja verdade que DEUS, como “o Alto e o Sublime” habita “em um alto e santo lugar”, Ele também está com “o contrito e humilde de espírito” (Is 57.15). Isto significa que DEUS compartilha sua SANTIDADE com aqueles que fazem parte do relacionamento da aliança com Ele. Eles também estão separados do mundo ao seu redor, porque foram trazidos para junto de DEUS (Ex 19.4-6; 33.16; Lv 11.44,45; 1 Rs 8.53). Desta forma, a SANTIDADE divina não é exclusiva, mas DEUS estende sua mão para alcançar outras pessoas e trazê-las ao seu estado, e à separação do mundo material que Ele criou. Israel, portanto, é uma nação santa (Êx 19.6) e no Novo Testamento os crentes são chamados de SANTOS (do grego hagioi, literalmente “SANTOS”, Romanos 1.7), e de “nação santa” (1 Pe 2.9). Os objetos cerimoniais também são classificados como SANTOS ou sagrados, dedicados inteiramente ao uso de DEUS. Assim, o Tabernáculo foi santificado pela glória shekinah de DEUS (Êx 29.43-45; 40.34,35; SI 93.5), especialmente o SANTO dos SANTOS (q.v.). Os sacerdotes tinham vestes santas (Êx 28.2). O lugar onde DEUS apareceu a Moisés na sarça ardente era um solo sagrado (ou uma “terra santa”; Êx 3.5). Tal SANTIDADE não possuía uma qualidade essencialmente moral. Como um exemplo extremo do significado da raiz da palavra hebraica, a prostituta do Templo de Canaã era chamada uma q’desha (Dt 23.17) porque ela era separada para este cerimonial religioso. As guerras eram “santificadas” (Jl 3.9), declaradas santas ou separadas para punir os inimigos de DEUS.

A SANTIDADE cerimonial poderia ser temível, pois a morte poderia seguir ao contato com DEUS (Êx 33.20; Jz 6.22ss.; 13.22ss.; Is 6.5). Os homens de Bete-Semes, golpeados por profanarem a arca por terem olhado para o seu interior, gritaram. “Quem poderia estar em pé perante o Senhor, este DEUS santo?” (1 Sm 6.20). Quando Davi estava trazendo a arca a Jerusalém, Uzá foi morto instantaneamente, simplesmente por ter tocado a arca para equilibrá-la (2 Sm 6.6,7).

Como parte do santo relacionamento da aliança com DEUS, Moisés prescreveu rituais de purificação preparatórios para as cerimônias sagradas (Êx 19.14; 29.4; Lv 12-15). Algumas das cerimônias e leis incluíam: (1) consagração do primogênito (Êx 13.2,12ss.; 22.29ss.), e oferta de todos os primeiros animais e dos primeiros frutos (Dt 26.1-11);

(2) distinção entre os alimentos puros e impuros (Lv 11; Dt 14);

(3) regras com respeito à SANTIDADE dos sacerdotes (Lv 21.1-22.16), dos levitas (Nm 8.5-26), e do lugar sagrado de adoração (Dt 12); e

(4) regras relativas às festividades e convocações sagradas (Lv 23). Os nazireus (q.v.), pelo seu voto de total separação ao Senhor, resumiam uma vida de SANTIDADE cerimonial (Nm 6). Os estudiosos que comparam as religiões atribuem muitas passagens qodesh das Escrituras ao conceito primitivo de um tabu: assuntos divinamente potentes que deveriam ser deixados à parte. Superstições como estas não são dignas do Antigo Testamento, mas algo parece ser verdade, os objetos sagrados permanentemente separados para DEUS, eram chamados de herem, ou coisas “dedicadas”. DEUS ordenou a Israel que tomassem aquilo que os de Canaã consideravam qodesh ou tabu para torná-los herem, “dedicados” seja à destruição ou, se valioso ao serviço do Senhor, para uso sagrado (Js 6.17-19); 

Pureza moral. Uma vez que essa associação cerimonial e essa comunhão trazida pela aliança estão relacionadas ao DEUS que também é justo e completamente isento de pecado, a SANTIDADE adquire o significado de separação do pecado (Is 52.11; 2 Cr 6.17) e conformidade com os padrões morais de DEUS (Lv 20.7,8; Mt 5.48; 1 Pe 1.15,16). Desde o início, a vontade de DEUS se opôs ao pecado e procurou a justiça na raça humana (Gn 6.5,6). E a integridade moral ou a pureza de DEUS que o leva a se separar totalmente do mal (He 1.13). Portanto, a SANTIDADE de DEUS é, por um lado, a total libertação do mal moral, e, por outro, é a absoluta perfeição moral. Sua maior revelação é sobre o caráter completamente isento de pecado, e a obra de JESUS CRISTO {veja os artigos a respeito de CRISTO). Pela SANTIDADE de DEUS não fica claro que Ele esteja sujeito a alguma lei ou a algum padrão de excelência moral e perfeição exterior a Si mesmo, mas que toda lei e perfeição moral têm sua base eterna e imutável na sua própria natureza. Neste sentido, os SANTOS cantarão sem restrições: “Porque só tu és santo” (Ap 15.3,4).

O castigo para as infrações morais do homem, em última análise, deriva do fato da SANTIDADE de DEUS (Ez 38.16,23; Am 4.2). A maior perda com tal castigo é sua separação do favor e da presença divina. No chamado de Isaías, a reação natural do profeta à SANTIDADE de DEUS (Is 6.3) foi a de experimentar a convicção sobre seu próprio pecado e a consciência de ser imperfeito (v. 5), de estar perdido, excluído ou arruinado (em hebraico, nidmeti). No entanto, sua submissão resultou no seu perdão e na imputação de uma SANTIDADE moral sobre sua pessoa através da expiação (“a tua iniquidade foi tirada, e purificado o teu pecado [heb. tfkuppar]”, v. 7).

  1. A Igreja.

O Novo Testamento ensina que o crente é santificado de uma forma posicionai perante DEUS, com a SANTIDADE de CRISTO imputada a si, na ocasião da sua conversão, pela virtude do seu ser apresentado “em CRISTO” (1 Co 1.2,30). Ele está sendo santificado experimentalmente ao continuar contando com sua posição em CRISTO, recusando-se a permitir que os seus membros pequem, e apresentando-se a DEUS (Rm 6.11-13). Ele deve deliberadamente seguir “a paz com todos e a SANTIFICAÇÃO, sem a qual ninguém verá o Senhor” (Hb 12.14). Em última instância, ele será santificado no sentido de uma completa conformidade com CRISTO na glorificação (Rm 8.30,31). Veja SANTIFICAÇÃO. Como consequência, a SANTIDADE é a marca característica de um crente, tanto no Antigo quanto no Novo Testamento. Aquele que está no lugar santo para adorar a DEUS deve ter as mãos limpas e um coração puro, e não deve ter jurado enganosamente (SI 24.3,4). Para habitar no monte santo de DEUS – em Sua presença – o crente deve caminhar com integridade (praticar a justiça) e não fazer mal ao seu próximo (SI 15). DEUS “nos elegeu nele [em CRISTO] antes da fundação do mundo, para que fôssemos SANTOS e irrepreensíveis diante dele” (Ef 1.4). A nossa SANTIFICAÇÃO é a vontade direta e perfeita de DEUS para nós (1 Ts 4.3). Dessa forma, qualquer atividade da vida torna-se santa para os cristãos e também para Israel. Pois, quando o objetivo de um homem é o de estar em conformidade com a vontade de DEUS, que executa a justiça moral sem parcialidade, a vida não pode ser dividida entre o que é secular e o que é sagrado. Semelhantemente, CRISTO tratou os mandamentos como sendo um único. “Amarás ao Senhor, teu DEUS, de todo o teu coração… e ao teu próximo como a ti mesmo… faze isso…” (Lc 10.27,28), e ilustrou seu ensino com a parábola do Bom Samaritano. A motivação que determina a nossa conduta ética e religiosa deve ser aquela que nos leva a responder à graça de DEUS, uma motivação que não é voltada a uma recompensa, mas que visa a gratidão.

  1. Uma exigência natural.

É uma exigência natural de DEUS a santificação de seus escolhidos. Os filhos devem se parecer com seu pai. A possibilidade de termos uma vida santa é clara, pois temos o ESPÍRITO SANTO morando em nós.

Mas, como é santo aquele que vos chamou, sede vós também santos em toda a vossa maneira de viver, porquanto escrito está: Sede santos, porque eu sou santo” (1 Pe 1.15,16)

Devemos manter distância das práticas pecaminosas dos povos a nossa volta. Idolatria e prostituição não devem ser nem mencionados em nosso arraial, se referindo a crentes.

III – A POSSIBILIDADE DE TERMOS UMA VIDA SANTA

Santificação é um ato divino que também ocorre dentro do homem, refletindo logo em seu exterior. Daí a diferença entre santidade – um estado – e justiça – santidade prática, de vida (Lc 1.75). Na operação divina da conversão, a santidade de CRISTO passa a ser a nossa santidade (Cl 2.10; 1Co 2.30; Hb 10.10,14 e Rm 8.2). Seus méritos são creditados à nossa conta. Estamos tratando da santificação posicional em CRISTO, não da santificação progressiva, no viver diário do crente, como mostrada em 2 Coríntios 7.1 e Apocalipse 22.1. O resultado da santificação, operada na conversão, é a mudança de vida. A salvação considerada sob estes três aspectos simultâneos é perfeita. É a salvação no sentido objetivo. Estamos em CRISTO (2Co 5.17 e Jo 15.4). Nunca seremos mais salvos do que somos agora. CRISTO não fará mais nada para salvar-nos além do que já fez. Ele já fez tudo o que era preciso e possível. Aí está o perigo do pecador rejeitar a CRISTO, pois não haverá outro plano divino de Salvação. O atual é eterno (2Tm 1.9 e Ef 3.11). Nem mais outro sacrifício expiatório terá lugar, pois o de JESUS foi perfeito e completo (Hb 9.26; 10.10,12). Pela santificação em CRISTO, o crente é declarado santo. Por ela, o crente entra em boas relações com DEUS quanto à sua na¬tureza, pois Ele é santo (1Pe 1.16 e 2Tm 2.21).
Estas três bênçãos – justificação, regeneração e santificação – são simultâneas, no sentido objetivo. As três constituem a plena Salvação em CRISTO (2Co 5.17).

A Salvação na experiência humana

Quando falamos de salvação na experiência humana, estamos falando de salvação no sentido subjetivo. O homem como recipiendário e DEUS como o doador. É salvação vista na experiência humana. Considerada a salvação sob este aspecto, ela tem três tempos: no passado, justificação; no presente, santificação; no futuro, glorificação.
a) No passado – justificação: É a salvação da condenação do pecado. O crente foi salvo da condenação do pecado. A Bíblia descreve este fato como ato passado (Rm 5.1 e 1Co 6.11). Justificação é o que DEUS fez por nós. O crente foi justificado uma só vez. Daí em diante o que ocorrerá é a purificação (1Jo 1.9 e Jo 13.10).

  1. b) No presente – santificação: É a salvacão do domínio e influência do pecado. Santificação bíblica significa basicamente separação para uso e posse de DEUS. Uma boa definição é a de Paulo em Atos 27.23: “…do Senhor, de quem sou e a quem sirvo”. Santificação não é apenas a pessoa pertencer a DEUS, mas também servi-lo. Se o leitor é um santo de DEUS, certamente está servindo a DEUS. Há muita santificação por aí que pode ser tudo, menos bíblica.

A santificação posicional, deve tornar-se experimental no viver diário do crente. A santificação é primeiramente interna, isto é, pureza interior, purificação do pecado, refletindo isso em nosso exterior, traduzido em separação do pecado e dedicação a DEUS. É um termo ligado ao culto a DEUS e consagração ao seu serviço, conforme se vê no livro de Levítico, através de pessoas e coisas, sacerdotes, templo, objetos etc. Quem pensa ser santo deve ser separado do mal e dedicado a DEUS para seu uso (2Tm 2.21). A santificação, como acabamos de ver, tem um lado posicional e outro prático: um santo viver.

A justiça é comparada a um vestido (Jó 29.14 e Is 59.17). Mas o corpo, que recebe esse vestido, como deve estar? É razoável um vestido limpo em corpo sujo?

A santificação é o que DEUS faz em nós. Nesse sentido, a salvação é progressiva. Uma criança nova é perfeita, mas não é adulta. Uma frutinha é também perfeita ao formar-se, mas não é madura (Ef 4.13). Tendo sido justificado, o crente progride e prossegue para a perfeição, de que em seguida nos ocuparemos. Portanto, ao estudarmos a santificação precisamos vê-la quanto à posição do crente em JESUS CRISTO, e quanto ao estado do crente em si mesmo.

  1. c) No futuro – glorificação: Será a salvação da presença do pecado em nossa vida. A glorificação é a inteira conformação com JESUS CRISTO (Rm 8.23 e 1Jo 3.2). É a perfeição do crente. Na glorificação, a salvação envolverá o corpo físico, então glorificado. Estaremos ressuscitados. Estaremos no Céu (Rm 13.11; 2Co 5.2,4; Fp 2.12 e Hb 9.2). Será redenção do corpo (Rm 8.23).

A glorificação será o que DEUS fará conosco. Pr. Antônio Gilberto – CPAD

  1. A SANTIFICAÇÃO  posicional.

Todos aqueles que são regenerados ou salvos são posicionalmente vistos como totalmente santificados em CRISTO. Por esta razão, embora o apóstolo Paulo tenha censurado o cristianismo dos coríntios, classificando-o como carnal (1 Co 5.1; 6.1-8), ele ainda diz que eles são santificados em JESUS CRISTO e chamados de SANTOS (1 Co 1.2; 6.11; cf. At 20.32; Hb 10.10; 1 Pe 1.2; Jd 1). O livro aos Hebreus funciona como uma ponte entre este aspecto e a SANTIFICAÇÃO experimental que vem a seguir (Hb 2.17; 9.13ss.; 12.14). Uma vez que o conhecimento da SANTIFICAÇÃO posicional depende de uma compreensão mental da verdade bíblica, ele possui uma natureza instantânea, “de uma vez por todas”, como ocorre na percepção de todos os outros conhecimentos, os quais alguns confundem com a própria perfeição.

  1. A SANTIFICAÇÃO  real.

Santificação Real ou Experimental. No desenvolvimento de uma vida santificada, os cristãos consideram sua posição em CRISTO da maneira como ela é expressa em algumas passagens como Romanos 6.2-10 e Colossenses 2.9-13 (cf. 2 Ts 2.13; 1 Pe 1.2). O próprio Senhor JESUS CRISTO expressa os ensinos básicos da SANTIFICAÇÃO em Mateus 5.17-48, e Paulo o faz em Romanos 6-8. O crente deve ser santo (Êx 19.6; Lv 11.44; 1 Pe 1.15), mas seu crescimento na SANTIFICAÇÃO repousa na dependência de sua posição, e em sua entrega, momento a momento, à vontade de DEUS e à disposição de andar no caminho do Senhor. Uma vez que DEUS escolheu deixar que o crente ainda tivesse em si mesmo a natureza caída (Rm 7; Gl 5.17ss.), nenhum de nós poderá alcançar a perfeição até que esta natureza seja finalmente removida; na melhor hipótese, o que cada cristão pode fazer é progredir em direção à perfeição. Só podemos crescer em santificação ao nos aproximar de DEUS. ELE é santo e nossa comunhão com ELE nos tornará cada dia mais santo.

  1. A SANTIFICAÇÃO  futura.

Futura ou Final. No momento em que o Senhor vier arrebatar sua Igreja, a natureza caída será completamente removida e cada crente receberá o corpo da ressurreição, será glorificado, e se tornará semelhante ao Salvador (Rm 8.29,30; 1 Jo 3.1-3; Jd 24).

  1. É possível ser santo?

Evidente que sim. Somos novas criaturas,. Somos nascidos de novo, devemos nos parecer com nosso salvador e pedirmos ajuda ao ESPÍRITO SANTO que em nós habita.

Já estou crucificado com CRISTO; e vivo, não mais eu, mas CRISTO vive em mim; e a vida que agora vivo na carne, vivo-a pela fé do Filho de DEUS, o qual me amou, e se entregou a si mesmo por mim. Gálatas 2:20

Meios de SANTIFICAÇÃO

O meio externo é a Palavra de DEUS. O Senhor JESUS CRISTO orou: “Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade” (Jo 17.17). Uma vez que Ele concedeu as Escrituras através de sua inspiração, Ele nunca trabalha contra, mas sim através delas. O meio interno é a presença e a direção do ESPÍRITO SANTO em nossos corações. É Ele quem mantém a lei de DEUS, assim como foi revelada por Ele mesmo, em nós e através de nós. “Porquanto, o que era impossível à lei, visto como estava enferma pela carne, DEUS, enviando seu Filho em semelhança da carne do pecado, pelo pecado condenou o pecado na carne, para que a justiça da lei se cumprisse em nós, que não andamos segundo a carne, mas segundo o ESPÍRITO” (Rm 8.3,4). Esta é a chave para o ESPÍRITO e a própria vida cheia do ESPÍRITO. Como conclusão, a suprema obra de DEUS pelo seu ESPÍRITO e pela ação responsiva do homem, devem ser combinados em uma visão adequada da SANTIFICAÇÃO (Fp 2.12,13).

 

CONCLUSÃO

A santidade de DEUS é completa e indiscutível. No NT a palavra hebraica é qadosh, “santo”; qodesh, “Santidade; e no NT a palavra grega é hagios e hagiosyne.  DEUS tem todo o direito de nos cobrar a santificação e a exclusividade de nossa vida para ELE, pois ELE é santo. Temos a necessidade de termos uma vida santa. Israel foi chamado e separado para DEUS que tinha em vista JESUS nascendo desta família. A igreja foi escolhida e capacitada para pregar o evangelho da salvação em JESUS. É uma exigência natural de DEUS a santificação de seus escolhidos.  A possibilidade de termos uma vida santa é clara, pois temos em nós o ESPÍRITO SANTO morando. A santificação posicional é instantânea e acontece no momento de nossa conversão. A santificação real é progressiva e exige de nós a separação de tudo o que não visa com a santidade de DEUS. A santificação futura ocorrerá no momento do arrebatamento, quando seremos transformados e estaremos daí para frente eternamente com DEUS. É possível ser santo? Evidente que sim. Somos novas criaturas,. Somos nascidos de novo, devemos nos parecer com nosso salvador e pedirmos ajuda ao ESPÍRITO SANTO que em nós habita.

 

Faça Sua Pesquisa no Google Aqui!
 
bove=""

 

Visitas
contador de visitas
Redes Sociais
Click e acesse
Zé Freitas no Facebook

Lições Bíblicas
Portal Correio-PB

 
CLIQUE E ACESSE!
Parceiros