Supermercado Compre Bem
Judivan Contábil
 
Mari Gonzalez (Foto: Gabriel Gardinni/Divulgação)

Mari Gonzalez

Mari Gonzalez viu aquele filminho de toda trajetória de luta que teve passar por sua cabeça, quando recebeu a notícia de que comandaria ao lado de Gominho Eu Não Vou Embora, atração ao vivo do canal Música Multishow no Youtube, que todas às terças tem entrevistas exclusivas e bastidores do Música Boa ao Vivo, de Ivete Sangalo. A baiana, de 27 anos, conta que há anos se prepara para a oportunidade profissional. “Trabalho há muito tempo e tudo o que eu conquistei é fruto de muita dedicação. Acho que esse convite é a confirmação de que estou fazendo as escolhas certas, de que estou seguindo o meu caminho com sabedoria. Venho me preparando há muito tempo para este momento. É uma alegria e responsabilidade enorme estar num projeto tão bem-sucedido e querido pelo público”, celebra.

Mari Gonzalez (Foto: Gabriel Gardinni/Divulgação)

Mari Gonzalez

A jovem, que ganhou destaque na TV como assistente de palco do Pânico na TV, no qual permaneceu por três anos, relembra que teve que enfrentar o machismo para seguir adiante com o seu sonho de ser apresentadora. “Impossível você ser mulher e não sentir o machismo. Já lidei muito com ele e presenciei várias situações também. Fico muito feliz de ver o avanço que nós, mulheres, estamos conquistando. Principalmente nesse aspecto de não permitir que atitudes machistas sejam normalizadas. Já passei por situações desconfortáveis e, na época, a gente não tinha essa corrente de apoio e união. Hoje em dia, passaria por essas situações de outra maneira. Não deixo, por exemplo, mais homem perto de mim com atitudes machistas”, explica.“Vivemos numa sociedade machista e o assédio, até pouco tempo atrás, era visto como algo normal. Infelizmente, o homem podia fazer o que ele quisesse. A mim, sempre coube seguir os meus valores e a minha criação. E me blindar desse tipo de situação. Nem sempre é possível, você ouve umas ‘gracinhas’, mas eu me fechava ao máximo. Hoje, estamos com uma voz muito ativa, potente e denunciando cada vez mais esse tipo de conduta. Mas, ainda assim, eu recebo umas mensagens no meu direct que são vergonhosas, perfis fakes.”

Mari Gonzalez (Foto: Gabriel Gardinni/Divulgação)

Mari Gonzalez 

Quando começou a trabalhar na TV, seu desejo era proporcionar uma vida melhor para sua família. Com uma vida estabelecida e em uma união bem-sucedida com Jonas Sulzbach, Mari tem a meta agora de crescer ainda mais profissionalmente.“A minha intenção era dar uma vida melhor aos meus pais. Eu sempre me preocupei muito com eles. Queria fazer algo para a minha família. A TV foi entrando naturalmente na minha vida. E eu me apaixonei pelo ofício, eu amo me comunicar. Eu estou sempre me aperfeiçoando”, diz ela, que no campo pessoal ainda deixa a maternidade para os planos futuros.”A gente conversa muito sobre casamento e filhos também. É um desejo, mas nada com data certa. Vamos por partes (risos). No momento, eu estou muito focada no trabalho, na minha carreira.”

Jonas e Mari (Foto: @lezalez)

Jonas e Mari (Foto: @lezalez)

Quando surgiu o desejo de ser apresentadora?
Eu adoro me comunicar. Adoro essa possibilidade de criar pontes e ser uma conexão com as pessoas. Acho que é daí o meu desejo. Agora, como repórter, eu estou amando fazer esse papel de trocar com os convidados, de fazer o público conhecer ainda mais aquelas pessoas. Acho que o ‘Pânico’ foi uma porta inicial, uma possibilidade de aprender TV.

Você buscou uma preparação especial ou tem buscado para esse programa?
Gosto de estudar, de me preparar para as oportunidades que surgem. Às vezes, a oportunidade chega e a gente não está pronta para ela. É preciso estar sempre estudando e buscando se reinventar, assim como acompanhar as mudanças. Comunicação é fluída, ela vai mudando a cada dia. Novos meios, novas formas de se comunicar… Eu já faço fonoaudióloga há algum tempinho e comecei a fazer coach também.

Mari Gonzalez (Foto: Gabriel Gardinni/Divulgação)

Mari Gonzalez (Foto: Gabriel Gardinni/Divulgação)

Como é trabalhar com a Ivete?
É uma alegria enorme trabalhar com a Ivete. É um reencontro muito gostoso. Eu me lembro lá atrás, quando tinha 18 anos, e trabalhei com ela pela primeira vez. Ivete é carinhosa, solar, coloca a gente pra cima. É muito bom tê-la como colega nesse trabalho. Eu sou fã!

Você foi dublê da Ivete, né?
Sim, eu fui (risos). Trabalhava numa agência de modelos e acabei sendo contratada para ser stand-in dela. O que eu fazia? Eu chegava, por exemplo, num set em que ela iria fotografar e já marcava a luz com fotógrafo. Adiantava coisas para facilitar a agenda dela, que tem muitos compromissos entrelaçados. Temos um biotipo parecido.

Ivete Sangalo e Mari Gonzalez (Foto: Divulgação)

Ivete Sangalo e Mari Gonzalez (Foto: Divulgação)

Sua estreia na TV nacionalmente foi como panicat. Sua família aceitou de boa sua entrada para a TV?
Era um trabalho e uma possibilidade de entender esse mundo da TV. Eu aprendi muito. Minha família sabe a criação que me deu e eles sempre estiveram do meu lado. Minha família sempre foi um lugar de acolhimento e de apoio pra mim.

Procurar novos trabalhos após o Pânico foi um desafio? Sente que teve que provar seu talento ao dobro?
Ah, para ser sincera, eu segui com a minha vida, estudando, me dedicando… Sabia que meu esforço me traria frutos. Não fiquei pensando no que os outros poderiam pensar e tal. Acho que isso nos limita e nos impede de ir além.

Você tem um relacionamento longo com o Jonas. Qual o segredo para uma união dar certo?
Acho que é preciso ter parceria e admiração. A gente só consegue ficar com alguém se a gente admira essa pessoa. E temos isso um em relação ao outro. Mas acho que cada casal encontra a sua forma, a sua maneira. Não existe um segredo ou fórmula milagrosa. Temos um ciuminho normal. Bem pouco! Mas temos muita confiança. Temos uma relação sólida.

Mari Gonzalez (Foto: Gabriel Gardinni/Divulgação)

Mari Gonzalez 

revistaquem