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Segundo dados divulgados nesta quinta-feira (15) pelo IBGE, 3,347 milhões de desempregados procuram emprego há pelo menos 2 anos. A pesquisa também aponta que a taxa de desocupação recuou no segundo trimestre de 2019 para 12%, 0,7 pontos percentuais a menos que os primeiros três meses do ano.

(Foto: Reuters)

247 – No Brasil do golpe-Bolsonaro, o cenário é desolador para a classe trabahadora. Segundo dados divulgados nesta quinta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística  (15) (IBGE), 3,347 milhões de desempregados procuram emprego há pelo menos 2 anos.

A pesquisa também aponta que a taxa de desocupação recuou no Brasil no segundo trimestre de 2019 para 12%, 0,7 pontos percentuais a menos que os primeiros três meses do ano, conformedivulgou o jornal Folha de S.Paulo. No levantamento divulgado em maio, sobre janeiro, fevereiro e março, as maiores taxas de desocupação foram registradas no Amapá (20,2%), Bahia (18,2%) e Acre (18%). Na ocasião, aqueles que registraram os menores números foram Santa Catarina (7,2%), Rio Grande do Sul (8%), Paraná e Rondônia (8,9%).Segundo o IBGE, esses números são os maiores para um trimestre desde 2012. No 1º trimestre, eram 3,319 milhões de brasileiros nessa situação, que representavam 24,8% do total. A informaçãoé do Portal G1. Em um ano, houve acréscimo de 196 mil pessoas que estão à procura de emprego há dois anos ou mais.”Esse total era de 1,435 milhões de pessoas em 2015, um indicador com tendência de crescimento em função da dificuldade da inserção no mercado de trabalho a partir do início da crise econômica, em finais de 2014″, destacou o IBGE.

Austeridade e desigualdade 

A política de austeridade pós-golpe de Estado também trouxe um grave cenário de desigualdade no Brasil. A FGV Social, sob o comando de Marcelo Neri, lança nesta quinta-feira (15) uma pesquisa sobre a evolução da distribuição de renda brasileira. A pesquisa aponta que, nos últimos quatro anos, após o golpe contra Dilma Rousseff, em 2016, a desigualdade brasileira subiu todos os trimestres. A renda do trabalho da metade mais pobre caiu 18,1% em termos reais e a dos 1% mais rico aumentou 9,5%.

brasil247

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