Rapidamente, os seguidores da artista passaram a comentar no post: “Beleza de milhões!“, disse um. “Perfeita!“, falou outro. “Maravilhosa demais!”, escreveu um terceiro. Wanessa Camargo convoca o irmão caçula para trabalhar ao seu lado 

Recentemente, Wanessa Camargo revelou que chamou o irmão caçula, Igor Camargo, para trabalhar ao seu  lado e ajudá-la a cuidar de sua carreira, ficando responsável pela parte financeira de sua vida. 

caras.uol

Fachada da sede do Tribunal de Contas da União, em Brasília - Reprodução/TV Globo

O Ministério Público acionou o Tribunal de Contas da União(TCU) para barrar o pagamento de contracheques turbinados a militares ligados ao governo do presidente Jair Bolsonaro (PL). Conforme o Estadão revelou, os benefícios chegaram a R$ 926 mil para o general Walter Braga Netto, candidato a vice na chapada de Bolsonaro, em dois meses em 2020, no auge da pandemia de covid-19. Só de férias, foram R$ 120 mil pagos ao general em um único mês.

Outros militares do governo tiveram a folha de pagamento turbinada naquele ano. Estão na lista o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Luiz Eduardo Ramos, e o ex-ministro de Minas e Energia Bento Albuquerque. Para Ministério Público junto ao TCU, os pagamentos afrontam princípios da administração pública, mesmo que estejam respaldados legalmente.

“Ainda que fosse possível argumentar, de alguma maneira insondável, a compatibilidade dos pagamentos feitos com o princípio da legalidade, os pagamentos em questão permaneceriam incabíveis dada a total insensatez do período em que foi realizado (pandemia em que a população brasileira sofreu elevadas perdas econômicas), sendo completamente contrário às boas práticas administrativas, ao princípio da eficiência e ao interesse público”, escreveu o procurador Lucas Furtado, autor da representação. O TCU é responsável por fiscalizar a aplicação dos recursos da União. No caso dos militares, os benefícios pagos pelo governo levaram oficiais e pensionistas a ganhar até R$ 1 milhão na folha de pagamento em um único mês, conforme dados do Portal da Transparência. O deputado Elias Vaz (PSB-GO), autor do levantamento, protocolou um requerimento na Câmara, direcionado ao Ministério da Defesa, pedindo explicações sobre o que classifica como “supersalários” pagos aos militares.

Braga Netto tem um salário bruto mensal de R$ 31 mil como general da reserva do Exército, mas recebeu um montante de R$ 926 mil nos meses de março e junho de 2020 somados, sem abatimento do teto constitucional. Bento Albuquerque, almirante de esquadra reformado da Marinha, teve R$ 1 milhão em ganhos brutos nos meses de maio e junho somados, enquanto o salário habitual do ex-ministro é de R$ 35 mil por mês como militar. Luiz Eduardo Ramos, por sua vez, recebeu um montante de R$ 731,9 mil em julho, agosto e setembro de 2020, também somados, apesar de ganhar um salário de R$ 35 mil por mês em períodos “normais” como general.

Para o procurador, as remunerações representam “possível afronta aos princípios da moralidade e da economicidade”. O MP pede para o tribunal apurar os pagamentos e determinar ao comando do Exército “que se abstenha de realizar pagamentos em montantes exorbitantes até que o TCU conheça da matéria.”

O Exército afirmou que os valores foram pagos a título de indenização por férias e outros benefícios não recebidos ao longo da carreira. O governo Bolsonaro aumentou os benefícios para militares que saem da ativa e vão para a reserva. A indenização paga quando eles são transferidos para a reserva, por exemplo, subiu de quatro para oito vezes o valor do soldo após a aprovação da reforma dos militares, em 2019. O gasto com os salários dos integrantes das Forças Armadas e pensionistas aumentou de R$ 75 bilhões em 2019 para R$ 86 bilhões.

noticias.uol

Reprodução/Flickr MDB Nacional
Reprodução/Flickr MDB Nacional

O desembargador federal Néviton Guedes, do Tribunal Regional Federal da Primeira Região (TRF-1), rejeitou um recurso do Ministério Público Federal (MPF) para tornar sem efeito a decisão que suspendeu a inelegibilidade do ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha. A decisão aconteceu nesta quinta-feira (11), com a rejeição do pedido, o ex-presidente da Câmara pode disputar as eleições deste ano. No documento, o juiz entendeu que o tipo de ação apresentada pelo MPF é inadequada. “Não se verifica nesta decisão a ocorrência de nenhuma teratologia ou ilegalidade apta a ensejar o acolhimento da pretensão de se obter, pela presente via mandamental, de imediato, a suspensão de seus efeitos”, argumentou. Em julho, o desembargador Carlos Brandão, também do TRF-1, suspendeu os efeitos do processo de cassação da Câmara contra Eduardo Cunha. A determinação possibilitou a candidatura do ex-deputado.Cunha é candidato a deputado federal por São Paulo. Agora, a questão da inelegibilidade deve ser discutida na Justiça Eleitoral, já que o ex-parlamentar pediu registro na Justiça Eleitoral para se eleger.

Inúmeras pessoas ficam sem entender a justiça e diversos caso, é um prende e salta e muitos casos termina em nada, lamentável “

cultura.uol

 

Bolo Pão De Queijo

 

O bolo pão de queijo é uma receita bem rapidinha e prática, com ingredientes simples, mas cheia de sabor. Ótima opção para seu lanche da tarde ou para colocar na lancheira das crianças, o bolo pão de queijo é feito no liquidificador e você não precisa dispor de muito tempo para fazê-lo. Não deixe de fazer essa a maravilhosa para agradar quem você ama!

Como fazer bolo pão de queijo

Os ingredientes que utilizaremos no bolo pão de queijo são: ovos, muçarela, leite, óleo, polvilho doce, fermento em pó e sal. Para começar o preparo do bolo pão de queijo, vamos pré-aquecer o forno a 180°C. No liquidificador bata: os ovos, a muçarela, o leite, o óleo e o sal, até que a muçarela fique bem triturada. Então, adicione o polvilho e volte a bater. Finalmente, coloque o fermento em pó, misturando com uma colher. Depois, despeje a massa numa forma de buraco central média, untada com óleo. Polvilhe a muçarela restante por cima. Leve ao forno pré-aquecido para assar por cerca de 30 minutos, até dourar. Retire do forno, espere amornar e desenforme. Agora é só servir o seu delicioso bolo pão de queijo e receber os elogios, pois todos vão amar!

 

Ingredientes da receita de bolo pão de queijo

 

  • 3 copos (americanos) cheios de polvilho doce
  • 300g de muçarela ralada
  • 1 copo (americano) cheio de leite integral
  • 3 ovos inteiros
  • ½ copo (americano) de óleo de soja
  • 1 colher (sopa) de fermento em pó
  • 1 colher (chá) de sal

Modo de preparo

  1. Pré-aqueça o forno a 180°C.
  2. Bata no liquidificador: os ovos, a muçarela, o leite, o óleo e o sal, até triturar bem a muçarela.
  3. Junte o polvilho doce, voltando a bater.
  4. Fora do liquidificador, adicione o fermento em pó e misture com uma colher.
  5. Despeje a massa em uma forma de buraco central média, untada com óleo.
  6. Polvilhe a muçarela restante por cima.
  7. Leve para assar até dourar (aproximadamente 30 minutos).
  8. Após retirar do forno, espere amornar e desenforme.
  9. Pronto, já pode servir o seu delicioso bolo pão de queijo!

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Nova ferramenta possibilita sair do grupo da família no WhatsApp discretamente

Provavelmente, você já entrou em algum grupo do WhatsApp que se tornou completamente inútil ou desinteressante, incluindo o da família. Nessa hora seria ótimo poder sair do bate-pao sem ser notado. É exatamente isso o que o WhatsApp está oferecendo em sua versão beta. Em outras palavras, os participantes não saberão que você simplesmente “abandonou o barco”. As informações sobre a novidade foram divulgadas pelo site especializado em WhatsApp, WABetaInfo. Quando o usuário decidir sair de uma conversa em grupos, aparecerá a seguinte mensagem na tela: “Apenas você e os administradores do grupo serão notificados que você deixou o grupo.” A novidade promete ser uma das mais interessantes dos últimos meses. Afinal, atualmente, é impossível sair de grupos do WhatsApp sem ser notado por todos os participantes. Uma mensagem sobre a partida fica estampada na tela da conversa. Com o recurso atualizado, essa indiscrição acabará e, com ela, a possibilidade de gerar mal-estar também reduz bastante. Assim, você vai poder pular do barco e sair do grupo da família que mal é usado.

Confira a data de lançamento da modificação

A novidade encontra-se em fase de desenvolvimento e testes para a versão beta do WhatsApp. No entanto, em breve ela deve ser liberada para a grande base de usuários. Esse é o processo padrão para qualquer nova ferramenta que a plataforma disponibiliza aos usuários. Sempre é necessário passar por uma bateria de testes com desenvolvedores e pessoas que têm acesso ao beta. A boa notícia é que a maioria dos testes são divulgados apenas quando entram em rota de lançamento. Portanto, pode se animar, pois logo poderá sair de grupos sem ser notado. Você não vai mais precisar dar explicações sobre o porquê de ter saído. Da mesma forma que aqueles usuários mais chatos terão menos argumentos para ficar comentando sua atitude e criando rumores descabidos e sem nenhum tipo de fundamento. 

editalconcursosbrasil

Atenção concurseiros! A Segurança Pública do Estado de Pernambuco (Segurança PE) terá editais em breve. A deputada estadual Gleide Ângelo afirmou que foram solicitadas 3,5 mil vagas para as Polícias Civil e Militar

Concurso Segurança PE: editais solicitado para duas corporações

deputada estadual Gleide Ângelo usou suas redes sociais para anunciar que foram realizados pedidos para novos editais em duas corporações da Segurança do Estado de Pernambuco.

Assim, o pedido é para preencher 3.500 vagas na Polícia Civil e Polícia Militar. Portanto, confira a divisão:

  • 1.000 vagas para agente de Polícia Civil
  • 2.500 vagas para soldado PM

Além disso, vale destacar que a informação foi repassada nesta quarta-feira (10/8). Agora falta autorização!Ademais, a deputada citou ainda que o Corpo de Bombeiros e a Polícia Científica também terão editais em breve.Entretanto, mais informações sobre as seleções, como o quantitativo de vagas, serão divulgadas apenas no próximo mês.Além disso, também em setembro os editais ganharão prazos para publicações, segundo o governador do estado. “Em setembro, quando fechar o quadrimestre, teremos outra reunião para que ele me passe as informações do lançamento do edital. Qualquer nova informação, repasso imediatamente”, informou a secretária.

Vagas reservadas para mulheres

Recentemente, a Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) aprovou o projeto nº 2026/2021, que reserva 20% das vagas dos concursos da Segurança do estado para mulheres.De acordo com o deputado Gustavo Gouveia, a cota será aplicada sempre que o número de vagas nos editais for igual ou superior a cinco.Assim, vale destacar que as reservas valem para os editais de polícia Civil, Militar e Penal.Dessa forma, as mulheres poderão concorrer nas vagas reservadas e também entre as oportunidades de ampla concorrência.Além disso, o objetivo do projeto  é oferecer um mecanismo de inclusão para que a mulher também possa ingressar nos cargos de segurança pública, uma vez que a maioria desses cargos são preenchidos por homens.

Veja detalhes do próximo concurso PM PE, o mais adiantado

Portanto, um novo concurso para a Polícia Civil do Estado de Pernambuco está cada vez mais perto, como previsto.

Serão, então, ofertadas 2.500 vagas para soldados, caso o aval seja positivo para o pedido enviado.

“O Governador adiantou que foram solicitadas 1.000 (mil) vagas para agente de polícia e 2.500 (dois mil e quinhentos) vagas para soldado PM”, informou a secretária.O quantitativo está em análise pela Secretaria de Administração do Estado e deve ser definido até o final do segundo quadrimestre, no dia 31 de agosto.De acordo com o informado pelo governador, os aprovados serão chamados em diferentes turmas para o curso de formação. 

Cargos vagos aumentam

Enquanto isso, a Polícia Militar vê seu quadro de pessoal, que deveria ser de 27.672 servidores, continuar defasando. Atualmente, segundo dados da corporação, são 10.950 vacâncias na PM, ou seja, um número bem alto. Os dados são de julho deste ano.

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Ministro do STF André Mendonça | Foto: Reprodução/STF

Ministro do STF André Mendonça | Foto: Reprodução/STF

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça levou ao plenário da Corte os pedidos do Partido Novo e da Associação Brasileira de Imprensa (ABI) com relação a contestações sobre a Proposta de Emenda Constituição 123/2022 (PEC). A proposta ampliou, ainda neste ano eleitoral, diversos benefícios à população.

“Diante do contexto normativo relativo à presente ação direta, considero de todo conveniente que a análise judicial da controvérsia seja tomada em caráter definitivo”, disse Mendonça.

O ministro solicitou que os presidentes de ambas as Casas do Congresso Nacional prestem as informações solicitadas em até 10 dias. Depois, Bruno Bianco, Advogado-Geral da União; e Augusto Aras, Procurador-Geral da República, devem se manifestar em cinco dias. Mendonça foi escolhido para ser o relator dos casos. Em julho deste ano, o Novo pediu que o STF revertesse a decisão de entregar ao ministro a relatoria da ação. Para a sigla, “processos subjetivos não vinculam a distribuição de processos de controle de constitucionalidade”.A legenda questiona o “estado de emergência” estabelecido pela PEC, permitindo que os benefícios fossem entregues a menos de três meses do pleito deste ano. Conforme o Novo, existiu um vício na tramitação do projeto no Congresso.Já a ABI informa que a proposta, batizada de PEC dos Benefícios é um desvio de finalidade, pois, a medida foi anunciada a fim de enfrentar a crise que a alta dos combustíveis gerou. Mas que o real objetivo seria interferir no processo eleitoral. Promulgada em julho deste ano, a PEC dos Benefícios libera pouco mais de R$ 40 bilhões que não estavam previstos no Orçamento da União. O valor vai ser usado para custear o Auxílio Brasil, aumentar o vale-gás, criar auxílios para taxistas, caminhoneiros e diminuir o custo dos combustíveis.

revistaoeste

O economista Roberto de Oliveira Campos Neto, indicado pela presidência da República para o cargo de presidente do Banco Central, durante sabatina na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado
Marcelo Camargo/Agência Brasil

Não é um fato normal o presidente do Banco Central, a maior autoridade monetária do país, desmentir o presidente da República. Se ele tem razão, o presidente da República deveria explicar porque mentiu; se não tem, o presidente do Banco Central deveria pedir desculpas públicas a ele. Bolsonaro reagiu à adesão dos bancos aos manifestos em defesa da democracia dizendo que ela aconteceu por conta da criação do Pix e de uma eventual perda de receita. No final de julho, declarou:

“Você pode ver, esse negócio de carta aos brasileiros, à democracia, os banqueiros estão patrocinando. É o Pix que eu dei paulada neles, os bancos digitais que nós facilitamos”.“Não é verdade que os bancos perdem dinheiro com Pix. Na nossa visão, nunca é sobre quem tá perdendo e quem tá ganhando. O objetivo é que os bancos sejam um pedaço de uma torta muito maior. O objetivo é a bancarização”. Há quase um ano, Campos Neto queixou-se a mais de uma pessoa que Bolsonaro “só atrapalha” seus esforços de convencer investidores estrangeiros a seguirem apostando no Brasil.

metropoles

A doce vingança de Marília Arraes contra PT e PSB em Pernambuco

Ex-petista lidera a corrida ao governo do estado, segundo o Paraná Pesquisas, enquanto o candidato da frente de esquerda está em quinto lugar .Pernambuco com uma boa vantagem sobre os adversários mais próximos, enquanto a coalizão PSB-PT que governa o estado há dezesseis anos e que rejeitou a sua candidatura enfrenta muitas dificuldades.

Segundo feito pelo instituto Paraná Pesquisas entre os dias 7 e 11 de agosto e divulgado nesta sexta-feira, 12, Marília Arraes tem 31,5% das intenções de voto e lidera de forma isolada a corrida. Em um segundo pelotão, três candidatos aparecem empatados tecnicamente entre si: a ex-prefeita de Caruaru Raquel Lyra (PSDB), com 14,3%; o ex-prefeito de Jaboatão de Guararapes  Anderson Ferreira (PL), com 13,6%; e o ex-prefeito de Petrolina

headtopics.com

 

BRUNO CAMPOS/JC IMAGEM
Paulo Câmara, Governador de Pernambuco. 

Blog de Jamildo revelou, em primeira mão, que reunião, entre a Secretaria de Administração de Pernambuco (SAD) e Procuradoria Geral do Estado (PGE), debateu possíveis manobras jurídicas para adiar a implantação do piso da enfermagem para os profissionais da rede estadual de saúde.

O prazo para pagamento é 31 de dezembro deste ano de 2022. No documento, a entidade sindical diz que vai entrar na Justiça caso o Estado ultrapasse o prazo de dezembro. O piso é decorrente de lei sancionada recentemente pelo presidente Jair Bolsonaro (PL). O Sindicato dos Auxiliares e Técnicos de Enfermagem, categoria beneficiada pelo piso, já tinha protocolado um ofício, pedindo uma reunião com o Governo do Estado. Agora, o Sindicato protocolou um novo ofício, dizendo que poderá processar o governador Paulo Câmara (PSB), caso o gestor não implante o piso salarial.

Reprodução
Documento do sindicato da categoria pressiona Estado para que não deixe para o ano que vem o cumprimento da lei – Reprodução

“Solicita-se que todas as devidas iniciativas do poder executivo e legislativo sejam tomadas no sentido do ora requerido, sob pena de pleito judicial, que só irá deixar temporariamente em mora o direito já estabelecido constitucionalmente até sua ulterior resolução, além de todas as medidas judiciais que sejam necessárias e cabíveis face à qualquer omissão do poder executivo ou legislativo que porventura venha a ser realizada”, diz o ofício do Sindicato.

O Sindicato, no mesmo ofício, apresentou toda a sua argumentação jurídica, para o piso ser aplicado.O ofício, protocolado nesta quarta-feira (10), foi endereçado ao governador e também para a Secretaria de Administração do Estado e Secretaria de Saúde de Pernambuco.

Paulo Câmara é pressionado por hospitais

Nesta quinta, o Blog de Jamildo revelou que os hospitais, que funcionam como OSs, como se fossem privados, já começaram a cobrar a fatura do novo piso. Em apenas um deles, a elevaçao da folha chega a 1 milhão de reais.

Confira quando entra em vigor o PISO SALARIAL DA ENFERMAGEM

                                                                                 

“A preocupação de Paulo Câmara deve ser muito pouca, ele não fez no início do governo quanto mais agora que se encontra término.”

jc.ne10.uol

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), vive imbróglio com posseiros sobre a permanência deles em terras do interior de Pernambuco que o deputado reivindica como suas, mas que não declarou em suas listagens de bens entregues à Justiça Eleitoral antes da eleição de 2018. A área, no município de Quipapá (a 180 km do Recife), pertencia a uma antiga usina de cana que faliu na década de 1990. As terras chegaram a ser invadidas por um grupo de sem-terra em 2017, motivando ação de reintegração de posse na Justiça pernambucana por iniciativa de Lira.

No último domingo, a Folha mostrou documentos que apontam que ele deixou de declarar à Justiça Eleitoral em 2018 a aquisição dos direitos de outras duas fazendas no interior de Alagoas. Os registros mostram que o parlamentar desembolsou R$ 955 mil, em valores corrigidos, pelas duas propriedades.

A fazenda de Pernambuco, chamada de Engenho Proteção, tem 182 hectares (182 mil m²) e é utilizada hoje por Lira para pecuária. É vizinha à fazenda batizada de Estrela, presente em declaração de bens do candidato entregue em 2020 pelo pai de Lira, Benedito de Lira, atualmente prefeito de Barra de São Miguel, no litoral alagoano. À Justiça o deputado afirma criar no Engenho Proteção gado bovino puro de origem, utilizando “tecnologia genética e nutricional”. Na época da invasão dos sem-terra, em 2017, barracas foram montadas na propriedade, e plantações de subsistência começaram a ser cultivadas. Anteriormente, a área chegou a ser incluída em um planejamento de desapropriação para reforma agrária pelo Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária), mas o governo federal voltou atrás em 2016. Após a ordem de saída dos sem-terra, em 2017, o procedimento de reintegração continuou tramitando na Justiça pernambucana.

Por meio de um advogado da antiga gestão da Prefeitura de Quipapá, um dos moradores da localidade, José Marcelo da Silva, pediu que a restituição de posse fosse revista e argumentou que Lira jamais teve direito de fato ao imóvel rural.

Marcelo, 56, vive hoje com a família em uma casa erguida sobre uma construção de alvenaria remanescente da antiga usina de cana.

Ele acusa funcionários da fazenda de terem agido com violência, com agressões e disparos contra a sua casa, à época da invasão. “Destruíram tudo, quebraram tudo dentro da casa”, diz ele. Mesmo assim, voltou à moradia, onde cria galinhas. Analfabeto, sustenta-se com bicos e auxílio de programas sociais. A defesa de Lira respondeu à Justiça afirmando que Marcelo ocupa, na verdade, uma área vizinha, em terras pertencentes a uma antiga linha férrea da União. Também questionou a ficha criminal do posseiro, citando inclusive acusações anteriores de homicídio.

No fim de 2020, a Vara de Quipapá expediu decisão afirmando que os documentos apresentados por Lira não eram suficientes para comprovar a posse e encerrou a tramitação. Não houve recurso. Mas, na prática, as terras seguem sob mando do parlamentar.

“Vejam o objectivos deles para chegarem o poder e pior que  uma boa parte da população aceitar a caótica  situação de braços cruzados.”

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A pesquisa mensal realizada pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) apontou, mais uma vez, que o salário mínimo está muito abaixo do ideal. Atualmente, o piso nacional é de R$ 1212. De acordo com o levantamento, esse valor precisaria ser 5 vezes maior para atender as necessidades das famílias brasileiras. 

Em junho deste ano, o departamento já havia apontado como ideal R$ 6.527,67 o salário para uma família de quatro integrantes. Para o mês de julho, o valor ficou em R$ 6.388,55, um pequeno recuo devido à deflação apresentada no mês. 

Salário mínimo de acordo com a Constituição

Para a pesquisa são considerados os preços dos itens que compõem a cesta básica nas capitais brasileiras. Neste mês, em 9 delas, houve aumento no preço dos alimentos. Diante dessa realidade, o trabalhador que recebe um salário mínimo precisa trabalhar cerca de 120 horas para adquirir a cesta básica. De acordo com o Dieese, o estudo leva em consideração a Constituição Federal no que diz respeito ao salário mínimo. O valor determinado pelo governo para o piso nacional deve ser o suficiente para arcar com despesas com alimentação, moradia, saúde, vestuário, higiene, educação, transporte, previdência e lazer. Para a realização do levantamento, a cesta básica é o fundamental. Vale ressaltar que os preços mudam conforme as regiões do país. Em São Paulo, foi registrada a cesta básica mais cara do país, no valor de R$ 760,45. 

No mês de julho, sete cidades apresentaram alta nos preços. Em contrapartida, quatro mostraram redução. Veja. 

  • Vitória: + 1,14%;
  • Salvador: + 0,98%;
  • Brasília: + 0,80%;
  • Recife: + 0,70%;
  • Campo Grande: + 0,62%;
  • Belo Horizonte: + 0,51%;
  • Belém: + 0,14%;
  • Natal: – 3,96%;
  • João Pessoa: – 2,40%;
  • Fortaleza: – 2,37%;
  • São Paulo: – 2,13%.

Variação no preço dos itens da cesta básica 

Apesar da deflação apontada pelo IPCA no mês de julho, o grupo de alimentos continua registrando alta. Dos 13 itens da cesta básica, 12 apresentaram aumento no período de 12 meses. Veja. 

  • Batata: + 66,82%;
  • Leite: + 66,46%;
  • Café: + 58,12%;
  • Banana: + 35,71%;
  • Feijão: + 28,57%;
  • Óleo: + 26,23%;
  • Açúcar: + 21,9%;
  • Farinha: + 19,94%;
  • Manteiga: + 19,74%;
  • Pão: + 16,95%;
  • Tomate: + 7,45%;
  • Carne: + 2,91%.

O único produto que apresentou redução no período foi o arroz, com queda de 7,93%. A alta nos preços desses itens essenciais afetam de forma mais preocupante as famílias de baixa renda. A última Pesquisa de Orçamento Familiar, publicada pelo IBGE, aponta que famílias com rendimento mensal de até R$ 1,9 mil tinham 22% da renda comprometida com produtos da área alimentícia.

” Constituição pede o salário mínimo seja de R$ 6.000, mais os corruptos não dão este direito. A constituição vêm perdendo o valor com tantas e tantas emendas e o resultado é pouco visto.”

Mariana Goldfarb (Foto: Reprodução/Instagram/@marianagoldfarb)

Recém-formada no curso de nutrição, Mariana Goldfarb tem uma visão clara do que a faz feliz na vida: o equilíbrio. É na rotina equilibrada que a apresentadora encontra prazer. Os hábitos saudáveis permeiam não só os cuidados com o corpo e alimentação, mas também a maneira como ela lida com a saúde mental, com seus relacionamentos e como encara a espiritualidade.Desde que passou a se dedicar mais ao estudo sobre uma vivência saudável, a artista mudou a maneira de encarar a vida. Nas suas redes sociais, Mariana traz assuntos relacionados à autoestima e autocuidado com frequência, abordando com honestidade, inclusive temas como o transtorno alimentar que enfrentou e como tenta desmistificar os padrões de beleza e as cobranças da fama. Foi pensando em expandir a conversa sobre esses temas tão necessários que a apresentadora planeja lançar um podcast sobre o assunto, que está com a produção iniciada.”Quero ter essa troca com outras pessoas para ampliar o conhecimento, então o podcast é para promover esse debate. Eu estava com essa vontade há muito tempo e estava trabalhando na análise, porque tinha aquele medo do erro, de falhar, que eu acredito que todo mundo tem, mas que é pior para nós, mulheres. Mas eu vou com a cara e a coragem, com a experiência dos meus 30 anos”, contou ela em entrevista exclusiva à Vogue.

Mariana Goldfarb (Foto: Reprodução/Instagram/@marianagoldfarb)

Mariana Goldfarb 

Abaixo, confira o bate-papo completo com a apresentadora sobre saúde, bem-estar e autoestima.

Vogue: Por que você decidiu cursar nutrição e como foi a sua experiência com o curso?
Mariana Goldfarb: A ideia de fazer nutrição veio depois que eu desenvolvi anorexia, foi uma forma de tentar entender. Eu faço terapia até hoje, mas eu queria ter o conhecimento do poder dos alimentos para ver se eu conseguir me curar e, ao mesmo tempo, fazer uma faculdade, porque eu queria ter uma formação, eu acho indispensável e eu não queria ser uma influenciadora que fala sobre vida saudável sem ter propriedade. Além disso, quero ajudar pessoas que passam ou passaram por por essa doença. A nutrição mudou a minha vida, me levou a aprofundar vários outros temas que eu considero que também fazem parte da minha nutrição como ser humano, me aproximou da espiritualidade, a minha conexão comigo e com a natureza cresceu bastante, então esse estudo só me trouxe benefícios. Mudou a vida também das pessoas à minha volta, dos meus pais, do meu marido, de quem convive comigo. Para mim, a nutrição é tudo: desde o que eu como, o que eu leio, assisto na TV e, até mesmo, as relações que eu quero manter para mim. Então mudou muito tudo ao meu entorno.

Vogue: Você fala muito de autoestima nas suas redes sociais. Como você lida com a sua própria?MG: 

As pessoas de fora olham e, quando eu converso sobre autoestima e digo que a minha também tem seus dias ruins nos quais eu batalho por ela, muita gente não acredita. Mas eu batalho por ela sempre. O que eu conquistei até hoje foi fruto de muito trabalho interno e de busca. Sinto que, quando falo de uma vulnerabilidade minha, isso mostra que a minha vida não é perfeita e que eu tento fazer o que é possível dentro do que é viável para mim. Então, eu não quero ser melhor do que ninguém, eu quero ser o que eu posso ser de melhor, e acredito que isso é comunicado para as pessoas que me acompanham e me aproxima delas. Para mim, quando nos apoiamos, uma coisa mágica acontece, as mulheres têm esse poder e acho que, por algum tempo, nos esquecemos disso. Mas temos o poder da autocura e de curar as outras também, por isso eu falo sobre o assunto e também falo das minhas vulnerabilidades. Com essa troca, eu acabo me curando e elas também.

Mariana Goldfarb (Foto: Reprodução/Instagram/@marianagoldfarb)

Mariana Goldfarb 

Vogue: Como você lida com a cobrança da fama sobre a aparência?
MG: Eu já estou muito melhor. No início, eu apanhei muito mesmo, tanto que, além da anorexia, eu tive dificuldade de me enxergar, eu apliquei muita coisa no rosto, eu tive um dismorfismo da minha imagem, porque eu não estava com meu cerne bem estruturado e, quando isso acontece, nos deixamos influenciar pelas outras pessoas, viramos marionete ao invés de tomar nossas próprias decisões. Eu não sou contra cirurgia plástica ou procedimentos estéticos, nada disso, desde que isso seja por você, porque você está com vontade de fazer, e não porque outros dizem. O que me assusta é que todo mundo está igual, tem uma padronização surreal das coisas, e o que temos de mais especial é a nossa individualidade. É claro que podemos fazer coisas para nos sentir melhor, mas desde que seja um desejo genuinamente seu. Muitas vezes, só de olhar o Instagram já somos tão bombardeados por uma estética que isso começa a entrar na nossa cabeça. Eu parei de seguir muita gente e volta e meia eu faço essa limpa, melhora muito a minha saúde mental, porque o ambiente que vivemos pode nos deixar doentes ou nos curar. Se procuramos só a estética, vai ser mais difícil sair da bolha. É preciso saber do que você quer se alimentar.

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Atividades comuns da infância como brincar, ir para a escola e ser alfabetizado estão distantes da realidade de pelo menos 160 milhões de jovens em todo o mundo, que se encontram no trabalho infantil. Quanto mais cedo um indivíduo entra no mercado de trabalho, menor é a renda obtida ao longo da sua vida adulta, conforme aponta o Plano Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil e Proteção ao Adolescente Trabalhador. No entanto, a realidade vivida pela camada mais carente da população mostra uma desigualdade de oportunidades de acesso à educação, trazendo um outro problema como consequência: a evasão escolar. Nos últimos quatro anos houve aumento de 8,4 milhões de crianças e adolescentes trabalhando, segundo dados do relatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF). Se nada for feito para minimizar a situação, até o final do ano mais 8,9 milhões de jovens correm o risco de ingressar no trabalho infantil, segundo a organização.

O relatório Child Labour: Global estimates 2020, trends and the road forward (Trabalho infantil: Estimativas globais de 2020, tendências e o caminho a seguir – disponível somente em inglês) aponta que 79 milhões de crianças e adolescentes de 5 a 17 anos realizam trabalhos perigosos que podem prejudicar a saúde, segurança ou sua moral. Além do que, quase 28% das crianças de 5 a 11 anos e 35% dos meninos e meninas de 12 a 14 anos nessas condições estão fora das escolas.

“Estamos perdendo terreno na luta contra o trabalho infantil e o ano passado não tornou essa luta mais fácil. Instamos os governos e bancos internacionais de desenvolvimento a priorizar os investimentos em programas que podem tirar as crianças e os adolescentes da força de trabalho e levá-los de volta à escola, e em programas de proteção social que podem ajudar as famílias a evitar essa escolha em primeiro lugar”, disse a diretora executiva do UNICEF, Henrietta Fore.

Mais trabalho, menos estudos 

No Brasil, em 2021, cerca de 244 mil crianças e adolescentes entre 6 e 14 anos estavam fora da escola, segundo relatório do Todos Pela Educação. A estimativa indica um aumento de 171% em comparação a 2019, quando 90 mil crianças não estavam estudando.

A necessidade de trabalhar cedo levou 39,1% dos jovens brasileiros a abandonarem a escola, seja por pressão dos pais ou iniciativa própria para ajudar a família. Para reverter essa situação, diversas iniciativas estão sendo adotadas por educadores, instituições de ensino, iniciativas públicas e privadas como estratégias.Para o líder de políticas educacionais do Todos pela Educação, Gabriel Corrêa, “o que vai acontecer nos próximos meses e anos enquanto resposta do poder público é o que vai ditar o futuro dessas crianças e jovens e, consequentemente, o futuro do Brasil”.

Em São Paulo, a profissional de Recursos Humanos Silvana Cotrim se dedicou a ir nas escolas do seu município para falar sobre a importância da educação para um futuro melhor. Assim como ela, outras pessoas se uniram em prol da causa. Em 2020, a ONG Sonho Grande tomou a iniciativa de enviar frases de texto com motivações para mais de 15 mil estudantes de Goiás, para evitar a evasão escolar durante a pandemia, e a intervenção teve um impacto de 43,7% na redução do abandono. 

Entre as iniciativas de alcance global, a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, da Organização das Nações Unidas (ONU), indica que “as nações signatárias devem focar em prioridades para transformar o mundo”. Dentre os seus objetivos estão: assegurar a Educação inclusiva e de qualidade, com oportunidades de aprendizagem para todos e gerar crescimento econômico com emprego pleno e trabalho decente para promover a justiça social.

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Governo de Pernambuco anunciou o pagamento dos precatórios do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef) aos profissionais do magistério da educação básica que atuaram na Rede Estadual de Ensino entre 1997 e 2006. O valor recebido por Pernambuco é de R$ 4,3 bilhões, e 40% deste total, ou seja, R$ 1,7 bilhão, serão pagos este ano.A partir da próxima segunda-feira (8), será disponibilizado um sistema em que os beneficiários do precatório do Fundef poderão checar os valores a receber. Ao todo, 62.500 vínculos serão contemplados com o rateio. Deste total, 52 mil são servidores, sendo 35 mil com vínculo ativo com o Estado e 17 mil sem vínculo ativo.A verba faz parte de uma dívida da União com Pernambuco e terá que ser paga ao Estado, conforme decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). O processo refere-se a um erro no cálculo do repasse ao Fundef do Estado entre 1997 e 2006. Os professores receberão cerca de R$ 2,3 bilhões. O resto do montante será investido em ações de manutenção e desenvolvimento do ensino, como a requalificação de escolas e outras.

Por conta da PEC dos Precatórios, que fracionou o pagamento das dívidas do Fundef, a expectativa é receber 40% em 2022, mais 30% em 2023 e os 30% restantes em 2024. 

Por mais que as dívidas com bancos, como cartão de crédito ou empréstimos não pagos prescrevam em cinco anos, a conta não deixa de existir após esse prazo e a sua vida financeira continua prejudicada. O tempo máximo que o CPF e o nome do devedor podem ficar negativados é de cinco anos, segundo o Código de Defesa do Consumidor e o Código Civil. Contudo, os juros da dívida continuam correndo e o banco pode continuar cobrando o devedor pelo resto da vida.Ademais, ainda que esteja com nome limpo, o devedor pode ficar com ele marcado para sempre, o que pode dificultar ou impedir tentativas futuras de ter acesso a crédito.

A dívida prescreveu, e agora?

Em síntese, o nome fica limpo novamente e a dívida não pode mais ser cobrada na Justiça, segundo a Serasa. Assim, essas situações, que são as consequências mais duras que um inadimplente pode enfrentar, desaparecem após a prescrição.O banco pode enviar o nome do devedor, a qualquer momento a partir da data do vencimento, para a lista de negativados de birôs de crédito como a Serasa e o SPC Brasil. Dessa forma, o consumidor terá vários problemas, como conseguir empréstimos e contratar um cartão de crédito.

Dívida cobrada na Justiça

A cobrança judicial ocorre quando o credor aciona a Justiça para exigir o pagamento a que tem direito. Entretanto, essa cobrança só pode ser feita dentro do prazo de cinco anos. Caso ultrapasse este prazo, o credor não poderá mais cobrar a dívida na Justiça.Dessa forma, caso o inadimplente não pague a dívida, está descumprindo uma ordem da Justiça. Em casos extremos, o tribunal estabelece o bloqueio dos bens até que o máximo do débito seja coberto.

O que acontece depois dos 5 anos?

Depois de cinco anos, a instituição financeira não pode mais cobrar judicialmente. Todavia, pode continuar cobrando o devedor por meio de cartas, ligações ou propostas de renegociação, desde que não ocorram de forma abusiva.Assim, em todas as tentativas, o consumidor pode alegar que sua dívida já prescreveu e que não irá pagar.De acordo com a Serasa, depois que a dívida prescreve, ela não influencia mais o score, que é a pontuação calculada pelas casas de crédito e que mede o grau de inadimplência do consumidor.Portanto, é possível que o score aumente depois da dívida prescrever, pois não haverá mais pendências no cadastro do consumidor.

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Começam, nesta terça-feira (9), as inscrições para concurso público com 596 vagas para os cargos de analista em gestão educacional, de nível superior, e assistente administrativo educacional, de nível médio. As oportunidades são destinadas a diversas gerências regionais de ensino do Estado.Interessados devem se inscrever no site da banca organizadora do certame, o Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe), até o dia 2 de setembro. Para o cargo de analista em gestão educacional,são ofertadas 500 vagas divididas nas especialidades geral, biblioteconomia, ciências contábeis, direito, fonoaudiologia, nutrição, pedagogia, psicologia, serviço social, e o salário inicial é de R$ 3.236,44, acrescida de gratificação de R$ 681,32. Já para o cargo de assistente administrativo educacional, são 96 vagas com remuneração de R$ 2.238,14. A jornada de trabalho é de 40 horas semanais para ambas as oportunidades.As provas custam R$ 130 para o cargo de ensino superior e R$ 90 para o ensino médio. A seleção será realizada por meio de prova objetiva, discursiva e de avaliação de títulos para as vagas de analista em gestão educacional; e de duas provas objetivas – uma de conhecimentos gerais e outra de específicos – para o cargo de assistente administrativo educacional. As provas serão realizadas no dia 9 de outubro, em 13 cidades do Estado: Recife, Afogados de Ingazeira, Araripina, Arcoverde, Caruaru, Floresta, Garanhuns, Limoeiro, Nazaré da Mata, Palmares, Petrolina, Salgueiro e Vitória de Santo Antão.“Este concurso é muito importante para a nossa Rede Estadual de Ensino. São vagas necessárias para o nosso quadro efetivo já que o último concurso que foi realizado foi em 2015. Importante ressaltar que essas oportunidades são para as 16 gerências regionais e também para a sede da Secretaria de Educação e Esportes, no Recife. É mais uma chance para os que estão se preparando há tanto tempo para ingressar na rede de Pernambuco”, afirma o secretário de Educação e Esportes de Pernambuco, Marcelo Barros.

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***ARQUIVO** BRASÍLIA, DF,  BRASIL,  18-05-2022 - O presidente da câmara dos deputados, deputado Arthur Lira (PP-AL), (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)
***ARQUIVO** BRASÍLIA, DF, BRASIL, 18-05-2022 – O presidente da câmara dos deputados, deputado Arthur Lira (PP-AL), (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O patrimônio do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), mais do que dobrou nos últimos quatro anos, segundo informou o deputado em sua declaração de bens à Justiça Eleitoral.

Em 2018, Lira, que é agropecuarista, disse possuir um total de bens de R$ 1,7 milhão (ou R$ 2,2 milhões corrigidos pela inflação do período). Em sua ficha de candidato deste ano, publicada no site da Justiça Eleitoral nesta terça-feira (9), a soma do patrimônio dele passou para R$ 5,965 milhões.

Parte dessa diferença se deve a uma casa que passou a ser declarada pelo candidato no valor de R$ 1,2 milhão. O segundo item de maior valor declarado do deputado é um depósito em conta-corrente no valor de R$ 827 mil.

Além da casa, aparecem na declaração ao menos outros três “bens imóveis” que não constavam há quatro anos. O deputado tentará em outubro o seu quarto mandato consecutivo na Câmara.Reportagem do jornal Folha de S.Paulo publicada no último fim de semana mostrou que documentos assinados em um cartório no interior de Alagoas indicam que Lira deixou de declarar à Justiça Eleitoral em 2018 a compra de direitos sobre duas fazendas adquiridos de um grupo de herdeiros no início daquele ano.Escrituras do negócio, no município de São Sebastião, afirmavam que os direitos de herança sobre imóveis rurais custaram R$ 728 mil (ou R$ 955 mil corrigidos pela inflação do período). Isso equivale a mais de 40% do que ele havia declarado à Justiça Eleitoral quatro anos atrás.Neste ano, a Justiça Eleitoral limitou a quantidade de informações sobre o patrimônio dos candidatos publicadas em seus canais oficiais. Não há mais o detalhamento sobre cada bem declarado, como nomes de empresas, localização de imóveis ou sócios de negócios. A medida, que teve como base a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados), motivou reclamações de entidades que atuam com transparência governamental, que pedem a volta do modelo anterior.
“A corrupção continua galopante, são mas 3,463 milhões pessoas que estão desempregada no Brasil.Enquanto inúmeros político se encontra nesta luxuria” A uma boa parte de culpa é de muitos brasileiros que sabem, mas continua votando neles (as) para deixarem os mesmos em situação privilegiadas
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Foto: Buda Mendes/Getty Images

O significado da maior festa cívica do país acabou sendo sequestrado ao longo das últimas décadas por vários governos, de acordo com o perfil e os interesses do poder à época. Exemplo disso foram os tons ufanistas que a comemoração do fim do domínio português sobre o Brasil ganhou no período da ditadura. Os militares transformaram o 7 de Setembro numa espécie de exibição do golpe da legalidade. No fim desse período de trevas, as batidas da fanfarra passaram a saudar a harmonia entre os poderes da República sob um regime civil. Na sua vez de comandar a celebração, infelizmente, Jair Bolsonaro preferiu atravessar o desfile democrático, notabilizando-se por converter a data num ato de afronta às instituições. Já ocorreu em 2021 e, tudo indica, se repetirá em 2022, numa escala maior. “Ele vai anunciando o ‘Independência ou Morte’ como um brado igual ao do príncipe que rompe com seu pai em 1822”, compara a historiadora e antropóloga da USP Lilia Schwarcz. “Bolsonaro seria esse príncipe mitificado que tem de romper com o pacto eleitoral do Brasil para impor a independência”, completa ela.

Fiel a esse enredo golpista justificado em seus discursos por teorias da conspiração relacionadas a uma inexistente vulnerabilidade das urnas eletrônicas, o presidente elevou nos últimos dias o tom bélico relacionado à celebração do próximo 7 de Setembro. A atual escalada coincide com as dificuldades do projeto de reeleição diante do atual favoritismo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva nas pesquisas. A senha foi dada no domingo, 24, durante convenção do PL no Ginásio do Maracanãzinho, no Rio de Janeiro. Na ocasião, sob o pretexto da “defesa da liberdade”, Bolsonaro convocou os militantes a ir às ruas defender seu governo. Sem citar nominalmente os ministros do Supremo e do TSE, falou em “fraude” e em “exigir transparência” aos “surdos de capa preta”.

“Será que ele que ser um semelhante de Trump ex-presidente dos Estados Unidos?”

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Crédito: Ruttinan/Pixabay

Por ora, fiscalização da Anatel terá caráter preventivo (Crédito: Ruttinan/Pixabay)

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) enviou notificação para Vivo, TIM e Claro avisando que vai começar a verificar se elas estão cumprindo os compromissos que assumiram no leilão da licenças para ativar o 5G.

As companhias já ativaram o sinal em Brasília, Belo Horizonte, Porto Alegre, João Pessoa e São Paulo. A iniciativa foi realizada antes mesmo do prazo máximo estabelecido pelo edital do leilão, que é 29 de setembro. Por ora, a fiscalização da Anatel terá caráter preventivo. Só a partir de 29 de setembro a agência reguladora poderá cobrar o cumprimento das metas e até mesmo aplicar sanções às empresas caso haja alguma irregularidade. A notificação enviada hoje foi para aviso de abertura do Processos de Acompanhamento e Controle (PAC). Lá na frente, em caso de as teles saírem da linha, pode ser aberto um Procedimento de Apuração de Descumprimento de Obrigações (Pado).

“A notificação de hoje aconteceu para as empresas terem ciência de que o PAC foi aberto”, explicou o conselheiro da Anatel, Moisés Queiroz Moreira, em entrevista. “Não é nada de multa. É um procedimento normal e obrigatório. Vai ficar aberto até elas cumprirem as obrigações do edital do leilão”. Mesmo que haja eventuais falhas de cobertura ou instalação de antenas abaixo da quantidade mínima exigida, só será possível uma sanção pela agência reguladora após 29 de setembro, esclareceu. “Não se pode falar agora que houve qualquer descumprimento. Elas têm até 29 de setembro para instalar um número mínimo de antenas. Aí sim a Anatel vai ver se os compromissos forem atendidos e se a cobertura está funcionando corretamente. E também se os planos comercializados estão dentro das regras do SMP (serviço móvel pessoal)”.

Nessa fase inicial de ativação do 5G, as operadoras têm instalado até mais antenas que o mínimo exigido pela Anatel, sinalizando que há uma corrida entre elas para fisgar os consumidores. A ativação do 5G aconteceu em São Paulo nesta quinta-feira, 4. Pelas regras do edital, as teles têm de instalar uma antena a cada 100 mil habitantes no início das operações. Portanto, eram esperadas 462 antenas neste começo (contando o total das três operadoras). Mas o número de licenças pedidas passou das 1.400, segundo informou o conselheiro da Anatel.

” Será que Anatel tem conhecimento que inúmeras cidade não tem nem o sinal dos planos que são realizado com as operados.”

istoedinheiro