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Foto: Marcello Casal Jr./ Agência Brasil

Foto: Marcello Casal Jr./ Agência Brasil

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – As inscrições para o Fies (Fundo de Financiamento Estudantil) do segundo semestre de 2021 começam nesta terça (27) e terminam na sexta (30).

O Fies é um programa de financiamento em instituições privadas de ensino superior para estudantes de baixa renda. Este ano serão oferecidas 69 mil vagas em 1.324 instituições. As inscrições devem ser feitas no portal do programa. Para se candidatar, o aluno precisa ter feito o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) entre os anos de 2010 e 2020, obtido média igual ou superior a 450 pontos e não ter zerado na redação. É necessário também comprovar renda familiar mensal bruta, por pessoa, de até três salários mínimos. O resultado dos pré-selecionados será divulgado a partir de 3 de agosto, quando começará o período para complementação da inscrição. Os candidatos que não forem pré-selecionados na chamada única poderão disputar uma das vagas oferecidas na lista de espera. Nesse caso, o prazo de convocação é de 4 até 31 de agosto. Em maio, o Senado havia aprovado a suspensão do pagamento de parcelas do Fies até 31 de dezembro deste ano. À época, o texto foi encaminhado para aprovação da Câmara dos Deputados. Em 2020, o MEC adiou por duas vezes as inscrições do programa por causa da pandemia. Naquele ano, o número de novos contratos firmados, sob o governo Jair Bolsonaro (sem partido) e em meio à pandemia de coronavírus, também foram o menor registrado desde 2009, como revelou a Folha na época. Apesar de anunciar 100 mil vagas para aquele ano, o governo federal registrou 47.082 novos contatos, segundo dados oficiais obtidos pela Folha de S.Paulo.

paraibaonline

Confira uma dessas receitas a seguir:

Bolo pé de moleque

Bolo pé de moleque — Foto: Mayssa Leão

Bolo pé de moleque 

Ingredientes

  • 1kg massa de mandioca
  • 200g de castanha
  • 200g de amendoim
  • 150g de café solúvel forte
  • 450g de açúcar
  • 1 coco seco passado no liquidificador com o mínimo de água
  • 500g de manteiga (ou margarina com mais de 80% de lipídio)
  • 10 ovos
  • 50g de cravo da Índia
  • 50g de erva doce triturado

Modo de preparo: bata bem o açúcar, os ovos inteiros e a margarina, acrescentando em seguida a massa já lavada e peneirada. Depois, triture a castanha, o cravo e o amendoim. Despeje os 3 dentro da massa e coloque o café, o leite de coco e a erva-doce. Reserve um pouco de castanha para enfeitar o bolo. Leve a mistura para a forma untada e enfeite com as castanhas. Pré-aqueça o forno a 180ºC, coloque o bolo. Para verificar o ponto, insira um palito no bolo, se estiver limpo pode retirar do forno. Tire da forma com ele morno.

g1.globo

Globo Rural do último domingo (11) mostrou como a tradição de receitas de doces foi passada pelas gerações da população pernambucana desde o Brasil Colônia, graças à importância do açúcar na economia local durante o período.

Bolo de macaxeira do engenho Jundiá

Bolo de macaxeira do engenho Jundiá — Foto: Reprodução / Globo Rural

Bolo de macaxeira do engenho Jundiá — Foto: Reprodução / Globo Rural

Ingredientes

  • 1,1kg de macaxeiras lavadas e raladas
  • Pitada de sal
  • 2,5 xícaras de açúcar
  • 600g de açúcar
  • 1 xícara de água.
  • 5 ovos
  • Gotas de limão
  • 200g de manteiga
  • 1 xícara de leite de coco puro
  • 1 xícara e meia de coco ralado bem fininho

Modo de preparo: coloque as macaxeiras em uma tigela com uma pitada de sal. Já aqueça o forno em 180ºC. Faça uma calda com o açúcar e a água. Misture bem e coloque gotas de limão. A calda é usada para caramelizar a forma, que deve ser a com um buraco no meio .Depois, faça outra calda com as 600g de açúcar em ponto de fio fino para escaldar a macaxeira, coloque também a manteiga e fazer uma calda quente. Mexa bem e acrescente os ovos. Por fim, adicione uma xícara de leite de coco puro e o coco ralado. Leve ao forno por cerca de 30 minutos ou espere o bolo ficar dourado. Faça o teste do palito, que tem que ficar ligeiramente úmido, quando espetado ao bolo. Desenforme em seguida.

g1.globo

A influenciadora exibiu corpo escultural na praia e arrancou elogios dos internautas

A influenciadora exibiu corpo escultural na praia e arrancou elogios dos internautas

CARAS Digital Publicado Ontem, às 17:18

A influenciadora exibiu corpo escultural na praia e arrancou elogios dos internautas. Nesta segunda-feira, 26, a influenciadora compartilhou fotos de um mergulho em Fernando de Noronha e chamou atenção mais uma vez com suas curvas perfeitas. Usando um biquíni estiloso, a famosa apareceu radiante nas águas cristalinas. “Indescritível a sensação e energia que as praias de Noronha tem! Foi lindo e extremamente especial esses dias literalmente ilhada em Fernando de Noronha, vocês curtem?”, escreveu ela na legenda. Nos comentários, os seguidores logo responderam à musa com elogios. “Cliques perfeitos”, admirou uma internauta. “Maravilhosa”, exclamaram outros.

Crédito: Ministério da Saúde/Divulgação

COLAPSO Pazuello na entrega de 30 leitos em Manaus, em 26/1: omissão, improbidade e negócios duvidosos (Crédito: Ministério da Saúde/Divulgação)

Não há personagem que represente melhor a alma do governo Bolsonaro do que o general Eduardo Pazuello. Alçado ao cargo para implementar as diretrizes negacionistas no Ministério da Saúde, em plena pandemia, também serviu como uma cunha para a entrada de militares na administração federal e, no caminho inverso, para a infiltração do bolsonarismo nos quartéis. Fez uma gestão medíocre marcada pela inação na compra de vacinas, carência de insumos básicos como oxigênio e distribuição de remédios sem eficácia contra a Covid. O que o País ainda não sabia, e descobriu escandalizado, é que o militar também transitava entre as tratativas que transformaram a pasta em um balcão de negócios escusos com a pandemia.
QUESTÃO MILITAR Ao participar de uma manifestação sem ser punido, Pazuello foi útil para Bolsonaro: Forças Armadas capitularam ao bolsonarismo (Crédito:WAGNER MEIER)

O papel mais abjeto do general até agora foi revelado por um vídeo gravado por ele mesmo em 11 de março, quando recebeu fora da agenda um grupo de empresários que oferecia 30 milhões de doses da Coronavac por um preço quase três vezes superior ao negociado pelo Instituto Butantan. O interlocutor de Pazuello, chamado de John, agradeceu as “portas abertas” do Ministério e disse que gostaria de negociar mais insumos, além da vacina. É ocioso lembrar, mas não custa: a Coronavac é a vacina que o Instituto Butantan oferecia desde julho de 2020 e Bolsonaro vetou, levando o próprio Pazuello a registrar essa recusa ao lado do presidente, na frase que resumiu a filosofia da gestão (“um manda, outro obedece”). Também é um imunizante negociado no Brasil com exclusividade pelo Butantan. Então qual era a credencial para atravessadores oferecerem com sobrepreço escandaloso dois meses depois de o próprio governo adquirir 100 milhões de doses do instituto paulista? Essa revelação deixou indignado o governador João Doria, que bancou o imunizante contra toda a pressão federal. “Uma vergonha nacional!”, afirmou. No dia seguinte à divulgação do vídeo, o general negou com veemência que tivesse negociado a compra da Coronavac com intermediários, apesar do vídeo mostrar que anunciou a assinatura de um memorando de entendimentos para concretizar o negócio “o mais rapidamente possível”. Pazuello divulgou uma nota que mais parece uma confissão de culpa — como mau gestor, no mínimo. “Após a gravação, os empresários se despediram e, ato contínuo, fui informado que a proposta era completamente inidônea e não fidedigna. Imediatamente, determinei que não fosse elaborado o citado memorando de entendimentos, assim como que não fosse divulgado o vídeo realizado”, divulgou.

“Quando se fala em propina, é pelado dentro da piscina. Se fosse secreto, ele não dava entrevista” Jair Bolsonaro

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Jair Bolsonaro durante passeio de moto na cidade do Rio de Janeiro, no dia 23 de maio deste ano, quando o país somava 450 mil mortos – Alan Santos/PR

O Brasil superou nesta segunda-feira (26) a marca de 550 mil mortos por covid-19. Num período de 24 horas, entre as 16h de dominto e segunda, foram 578 vítimas notificadas pelo Conselho Nacional dos Secretários de Saúde (Conass). Em relação ao novos casos, foram 18.990 no período, totalizando 19.707.662 desde o início da pandemia, em março de 2020. Às segundas-feiras, os números são inferiores à realidade, já que existe menor número de trabalhadores no campo da medicina diagnóstica ativos aos domingos. O erro tende a ser corrigido nos períodos seguintes. Embora os dados sejam subnotificados, o avanço da vacinação segue apresentando resultados positivos no país. As faixas etárias mais elevadas seguem tendência de maior recuo em hospitalizações e mortes, conforme são vacinadas. Nos estados, o processo de imunização inicia-se dos mais velhos para os mais novos. Os bons resultados, contudo, ainda são reféns da lentidão no processo. Até o momento, 18,49% dos brasileiros, apenas, estão imunizados com duas doses, e 49,04% recebeu a primeira etapa da vacinação.

O sem noção e  os puxa-saco


Os números da pandemia de covid-19 no Brasil em 26 de julho de 2021 / Conass

Escassez

A Organização Mundial da Saúde (OMS) indica como ideal para controle da covid-19 uma porcentagem de imunização superior a 80%. Portanto, ainda há um longo caminho a ser percorrido. Hoje (26), oito capitais suspenderam a aplicação das primeiras doses por falta de imunizantes. São elas: Belém (PA), Campo Grande (MS), Florianópolis (SC), João Pessoa (PB), Maceió (AL), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA) e Vitória (ES). O médico e ex-presidente da Agência Nacional da Vigilância Sanitária (Anvisa) Gonzalo Vecina acredita que o coronavírus segue sua trajetória de alta letalidade no país: “Não temos perspectiva de voltar à normalidade. Enquanto não vacinarmos a população, a única alternativa são as medidas não farmacológicas”, disse, em entrevista promovida pelo Conselho Nacional de Saúde (CNS) nesta segunda. Vecina afirma não ver ações do governo do Brasil em políticas públicas para a superação da pandemia de covid. Enquanto o presidente Jair Bolsonaro adotou uma postura negacionista diante da covid-19, estados abandonaram em massa as proteções aos cidadãos, como isolamento social. “Uma pandemia como esta, nosso presidente acreditou que ela terminaria se todos tivessem a doença. Alguém convenceu o presidente que se todos pegarem, a pandemia acabava. Com isso, milhões morreriam. Não dá pra atingir imunidade de rebanho a partir de casos”, afirma.

Vacinação e prevenção

“Sabemos fazer vigilância epidemiológica. Devemos informar ocorrência de casos e fazer bloqueios. E não estamos fazendo. Bloqueio é lockdown, como dizem atualmente. Sempre que temos crescimento no número de casos, a única alternativa que temos é através do bloqueio”, completa Vecina.

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O valor de 5,7 bilhões de reais é suficiente para adquirir todas as vacinas que o país precisa
O valor de 5,7 bilhões de reais é suficiente para adquirir todas as vacinas que o país precisa – Foto: STF/Divulgação

A ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF), estabeleceu um prazo de dez dias para os presidentes Arthur Lira (PP-AL), da Câmara dos Deputados, e Rodrigo Pacheco (DEM-MG), do Senado, se manifestarem sobre o Fundo Eleitoral aprovado pelos parlamentares, de R$ 5,7 bilhões, que financiará a campanha eleitoral de 2022.A medida ocorreu após um mandado de segurança ajuizado por um grupo de parlamentares que pretende anular as votações ocorridas no dia 15 de julho, que encaminharam o Projeto de Lei (PLN 3/2021) para a sanção do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Os parlamentares defendem que a votação não seguiu o regimento interno do Congresso Nacional, uma vez que “não houve atendimento a um prazo razoável de deliberação quanto a uma mudança tão impactante”.O valor aprovado de R$ 5,7 bilhões é quase o triplo do registrado em anos eleitorais anteriores. Em 2018 e 2020, o valor era de R$ 2 bilhões. Inicialmente, o fundo proposto era de R$ 1,8 bilhõesOs parlamentares também afirmam, no mandado de segurança, que o valor está longe de ser o razoável em meio à pandemia de covid-19 que já matou cerca de 550 mil brasileiros. “O valor de 5,7 bilhões de reais é suficiente para adquirir todas as vacinas que o país precisa – mais de 350 milhões de doses”, escrevem os parlamentares. Entre os parlamentares que assinaram a peça, estão o senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) e os deputados federais Adriana Ventura (Novo-SP), Daniel Coelho (Cidadania-PE), Felipe Rigoni (PSB-ES), Tabata Amaral (PDT-SP), Tiago Mitraud (Novo-MG) e Vinicius Poit (Novo-SP). Nesta segunda-feira (26), Bolsonaro afirmou que o valor do fundo eleitoral pode ser de R$ 4 bilhões e que pretende vetar o restante.

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Ciro Nogueira
Ciro Nogueira (Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado
 247 – O senador Ciro Nogueira (PP-PI) acaba de postar em suas redes sociais que aceitou o convite de Jair Bolsonaro para assumir o comando da Casa Civil, num movimento que significa a entrega do governo ao chamado Centrão. Ciro é investigado por supostos esquemas de corrupção do PP, mas Bolsonaro passou agora a defender o estado de direito e disse que réu só é culpado depois de sentença transitada em julgado. 
brasil247

O novo Ministério do Emprego e Previdência, anunciado para acomodar o atual ministro da Secretaria de Governo, Onyx Lorenzoni, abrirá mais de 200 cargos que serão usados para nomeações políticas de sustentação do governo Bolsonaro

247 – O novo Ministério do Emprego e Previdência, anunciado para acomodar o atual ministro da Secretaria de Governo, Onyx Lorenzoni, abrirá pelo menos 202 cargos importantes, com poder de decisão, que poderão ser usados para indicações políticas, de acordo com informação publicada pelo jornal O Globo. A pasta garantiu o maior orçamento do governo (superior a R$ 700 bilhões). A ideia é que o ministério seja usado para abrigar aliados de Bolsonaro principalmente os indicados do Centrão, grupo de parlamentares fisiológicos alinhados com o governo no Congresso.

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O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Luís Roberto Barroso, no plenário da Câmara
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Luís Roberto Barroso, no plenário da Câmara Foto: Pablo Valadares / Câmara dos Deputados

BRASÍLIA — Enquanto Jair Bolsonaro questiona, sem provas, o processo eleitoral no Brasil, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) planeja avançar em ações envolvendo a chapa do presidente em 2018. A partir da volta do recesso, em agosto, o TSE analisará as provas compartilhadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) oriundas do inquérito das fake news. O objetivo é cruzar as informações com as apurações do suposto uso indevido de meios de comunicação e do suposto abuso de poder econômico em razão de disparos de mensagem em massa. Atualmente, tramitam no TSE quatro ações eleitorais, conhecidas como Aije (Ações de Investigação Judicial Eleitoral), envolvendo a chapa Bolsonaro-Mourão vencedora em 2018. Elas apuram desde o suposto uso fraudulento de nomes e CPFs de idosos para registrar chips de celular e garantir disparos em massa aos eleitores à suposta existência de uma “estrutura piramidal de comunicação” para disseminar desinformação.

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Apresentadora Patrícia Poeta exibiu a boa forma com look justinho na orla da praia no Rio de Janeiro

Apresentadora Patrícia Poeta exibiu a boa forma com look justinho na orla da praia no Rio de Janeiro

CARAS 

Apresentadora Patrícia Poeta exibiu a boa forma com look justinho na orla da praia no Rio de Janeiro
Patrícia Poeta exibiu a boa forma na orla da praia – Divulgação/TV Globo. A apresentadora Patrícia Poeta não descuida da saúde. Adepta de uma rotina de atividades físicas regulares, a famosa está sempre de olho no seu bem-estar físico. Neste final de semana, a jornalista de 44 anos de idade foi clicada pelos paparazzi durante um passeio dela pela orla de Ipanema, no Rio de Janeiro. Com uma bela vista da praia ao fundo, a artista da TV Globo fez uma caminhada ao lado de uma amiga. Com um look justinho, ela exibiu a boa forma para a lente dos fotógrafos que também estavam por lá. Antes de sair de casa para tomar sol e se exercitar ao ar livre, Patrícia Poeta mostrou o visual para os seus seguidores e deixou um recadinho no Instagram dela. “Domingouuuu…. Começando bem a manhã… cheia de energia, fazendo o que gosto: esporte. Coisa boa!! Dia lindo por aqui! Ótimo domingo, pessoal! Vambora celebrar a saúde e a vida!”, escreveu a apresentadora na web.

VEJA A BOA FORMA E A BELEZA DA APRESENTADORA PATRÍCIA POETA!

Dois acontecimentos são esperados para os próximos em Brasília: a posse de Ciro Nogueira como ministro da Casa Civil e a apresentação do presidente Jair Bolsonaro de uma pessoa que irá provar uma fraude nas eleições de 2014 ocorrida por uma suposta fragilidade na segurança das urnas eletrônicas. O primeiro acontecimento é um fato que o tempo irá consumar, já o segundo é esperado com descrença até pela base bolsonarista. E para completar a “alegria” dos bolsonaristas, Ciro Nogueira é contra o voto impresso nas eleições 2022Como é possível afirmar isso sem nenhuma declaração em público feita pelo político? Simples, ele estava no grupo de 11 partidos políticos que decidiram se unir contra o voto impresso um mês atrás.

1.De confiança na segurança do voto eletrônico e contrários a quaisquer mudanças nas regras do jogo eleitoral;

2.E na falta de tempo hábil para implementação do voto impresso a pouco mais de 1 ano para as eleições.

A maioria dos presidentes dos 11 partidos confia nas urnas eletrônicas, enquanto que alguns fazem ressalvas quanto ao prazo somente. Ciro Nogueira está no segundo grupo, sem se mostrar hostil ao voto impresso e nem declarar confiança plena nas urnas eletrônicas. Político habilidoso e que transita tanto nos partidos de esquerda quanto de direita, estaria nessa postura a brecha para mudar de posição e declarar apoio ao voto impresso e agradar ao novo chefe? Ou manterá, ciente do enfraquecimento de Bolsonaro e do fortalecimento do Centrão, sua real posição sobre o voto impresso?

Os próximos dias devem mostrar a cara que Ciro Nogueira adotará para a posição de Ministro-Chefe da Casa Civil no governo Jair Bolsonaro.

revistaforum

O general Luiz Ramos, que está deixando a Casa Civil para dar o lugar ao Centrão, de Ciro Nogueira, recebeu R$ 111,2 mil – o maior valor entre eles.

O velho chavão da campanha, que prega o “fim da mamata” no governo federal, não passou de mais uma fake news de Jair Bolsonaro (Sem partido). A mamata continua com principalmente na caserna, onde os ganhos se acumulam desde que Bolsonaro chegou à Presidência. Além do ministro da Defesa, Walter Braga Netto, que recebeu R$ 100,7 mil em junho, ao menos outros três militares que estão no alto escalão do governo tiveram salários acima dos três digitos no mesmo mês. Segundo informações divulgadas pelo site O Antagonista, o general Luiz Ramos, que está deixando a Casa Civil para dar o lugar ao Centrão, de Ciro Nogueira, recebeu R$ 111,2 mil – o maior valor entre eles. Em seguida, vem o vice-presidente, general Hamilton Mourão (PRTB), que recebeu em sua conta R$ 107,2 mil. Já o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Augusto Heleno, recebeu R$ 107,2 mil.
revistaforum
Auxílio emergencial de 2021 é insuficiente, segundo governadores – Reprodução

Nesta quinta-feira (15), foi publicado no Diário Oficial da União, o calendário de pagamentos da quarta parcela do Auxílio Emergencial. Os depósitos em poupança social digital serão realizados a partir do próximo sábado (17) para quem não é do Bolsa Família. De acordo com o governo federal, todos os beneficiários receberão o crédito da 4ª parcela até o dia 30 de julho.  Vale lembrar que o Auxílio emergencial 2021 excluiu cerca de 22,6 milhões de brasileiros. Além disso, os valores foram reduzidos para R$ 150, R$ 250 e R$ 375. Na primeira fase do Auxílio, garantido pela oposição ao governo Bolsonaro no Congresso Nacional, 68,2 milhões de pessoas receberam o benefício de no mínimo R$ 600. Agora, somente, 45,6 milhões de pessoas recebem o valor. De acordo com uma projeção da Fundação Getúlio Vargas (FGV Social), 36% desses brasileiros, tiveram o auxílio emergencial como a sua única fonte de renda em 2020. A FGV Social aponta ainda que 27 milhões de pessoas começaram 2021 em situação de extrema pobreza. Cidadãos obrigados a sobreviver com R$ 8,20 por dia ouR$ 246 por mês

Atenção ao pagamento

Os trabalhadores podem consultar a situação do benefício por meio do aplicativo do auxílio emergencial no site auxilio.caixa.gov.br ou pelo https://consultaauxilio.cidadania.gov.br/. O pagamento será da seguinte forma: crédito em poupança social digital no dia 17 de julho para os cadastrados nascidos em janeiro, crédito no dia 18 de junho para quem nasceu em fevereiro e assim sucessivamente (veja o calendário no fim da matéria).  Já os saques e a autorização para transferência, por sua vez, serão liberados, somente, entre os dias 2 e 18 de agosto.

Nada muda para os beneficiados com o Bolsa Família

Para quem recebe o Bolsa Família não há alterações no pagamentos. Os valores serão depositados a partir do dia 19 de julho e seguem o calendário já estabelecido para o benefício, sempre nos últimos dez dias úteis de cada mês. Veja o calendário

  • Crédito em poupança social digital

  • Para quem nasceu em Janeiro: dia 17 de julho
  • Para quem nasceu em Fevereiro: dia 18 de julho
  • Para quem nasceu em Março: dia 20 de julho
  • Para quem nasceu em Abril: dia 21 de julho
  • Para quem nasceu em Maio: dia 22 de julho
  • Para quem nasceu em Junho: dia 23 de julho
  • Para quem nasceu em Julho: dia 24 de julho
  • Para quem nasceu em Agosto: dia 25 de julho
  • Para quem nasceu em Setembro: dia 27 de julho
  • Para quem nasceu em Outubro: dia 28 de julho
  • Para quem nasceu em Novembro: dia 29 de julho
  • Para quem nasceu em Dezembro: dia 30 de julho

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OMS alerta para risco de nova onda e de novas cepas, que podem não responder às vacinas já existentes.

Trabalhadora da saúde participa de oração coletiva pelas vítimas da covid em hospital de Belém (PA) – Tarso Sarraf / AFP

Precisa ficar explícito que a pandemia não está ao fim. Temos menos 20% da população vacinada

Mesmo com a queda contínua nos números de novos casos e de óbitos por Covid-19, o Brasil ainda está longe do fim da pandemia, por isso é fundamental manter todos os protocolos de segurança, como o distanciamento social e o uso de máscara. O país atingiu patamares tão altos de mortes e contágio que mesmo em queda, os dados ainda são considerados muito elevados por especialistas, que ressaltam também os riscos de surgimento de novas cepas.

“Precisa ficar explícito que a pandemia não está chegando ao fim. Temos notícias boas, temos que comemorar, mas o Brasil ainda tem grandes desafios. Temos menos 20% da população vacinada”, ressaltou o médico de família e comunidade Aristoteles Cardona, em entrevista ao podcast Covid-19 na Semana, repercutido na edição de hoje (26) do Programa Bema Viver. Esse posicionamento foi endossado na última semana pela Organização Mundial de Saúde (OMS), que alertou que a pandemia está longe do fim. Entre 11 e 17 de julho houve um aumento de 11,5% no número de casos no mundo. A Organização reforçou que pode ocorrer uma nova onda global, sendo que a desigualdade na vacinação manteria bolsões de contágio propícios ao surgimento de novas cepas, que podem não responder às vacinas já existentes. “Já sabemos que a variante Delta é mais transmissível e tem se tornado dominante em alguns países. Temos identificado aumento de casos e de hospitalizações em países que já tinham vacinado muito. A mortalidade permanece baixa, um reflexo da vacinação. Porém, os países que tão tem taxas altas de vacinação estão sim registrando um aumento nas mortes”, disse Aristoteles. “Além disso existe o risco surgirem variantes que as vacinas não protegem.” Por isso, o médico reforça a necessidade de manter as medidas não farmacológicas de controle da pandemia, como uso de máscara, distanciamento social e higiene constante das mãos. Ele reforça que o fato de haver parte grande da população não vacinada circulando normalmente pode abrir espaço para novas cepas e para o descontrole da pandemia.

“Mesmo longe do fim, estamos em um clima de uma pós pandemia, de normalidade, e isso não é real. Temos que comemorar conquistas, mas ainda estamos em plena pandemia. Temos risco de sofrer tudo mais uma vez. Faz parte da política de enfrentamento se adiantar ao vírus e não estamos fazendo isso.”

Jongo

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Jane Cabral, Coordenadora nacional do MST no Pará (de azul) junto a mulheres do Movimento de Mulheres da Marambaia. – Catarina Barbosa/Brasil de Fato

Neste sábado (24), além das ações articuladas pelo #ForaBolsonaro, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) organizou a doação de 10 toneladas de alimentos da agricultura familiar para quem enfrenta a fome. Os alimentos foram produzidos em acampamentos e assentamentos do MST localizados no estado do Pará, como o Assentamento Abril Vermelho, em Santa Bárbara; Carlos Lamarca, em Capitão Poço; Luiz Carlos Prestes e Acampamento Mariguela, em Irituia, todos no nordeste do estado. A ação integra a iniciativa nacional de solidariedade e combate à fome promovida pelo movimento, além de ser também uma forma de reforçar para a sociedade a necessidade de mais políticas públicas voltadas para os trabalhadores e trabalhadoras da agricultura familiar. Produção foi arrecadada em assentamentos e acampamentos do MST Pará. – Créditos: Catarina Barbosa/Brasil de Fato

“Assim, realizamos aqui no estado do Pará, até o momento, seis ações e hoje estamos organizando, aproximadamente, 500 cestas que vão ser doadas entre domingo, 25, e segunda-feira, dia 26, para vários coletivos que organizam famílias em Belém e em Benevides”. O MST arrecadou para a doação 3.100 quilos de alimentos, entre mamão, banana, macaxeira, jerimum, goma de tapioca, feijão, farinha, além de 5 mil laranjas e 4 mil ovos e organizou ainda cestas de material de higiene para as famílias, totalizando, aproximadamente 10 toneladas de alimentos.

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Cerca de 1,5 mil pessoas que residem em Candiota correm o risco de perder suas moradas por conta da privatização da Eletrobras – Foto: Felipe Daroit – Ascom DPE/RS

Na cidade de Candiota, região sul do Rio Grande do Sul, cerca de 1,5 mil pessoas que residem em dois bairros localizados nas imediações da Usina de Candiota (Vilas Operária e Residencial) correm o risco de perder suas moradas, por conta da privatização da Eletrobras. Muitas dessas famílias residem no local há mais de 60 anos, em área pertencente à CGT Eletrosul, empresa subsidiária da Eletrobras. Com a privatização da estatal, os terrenos, bem como os imóveis, poderão ir a leilão e os moradores podem ser obrigados a deixar suas casas. 

“O que para uns é somente preço, para nós tem muito valor”, afirma o morador e secretário da Associação dos Moradores e amigos da vila residencial (AMAVR), Axel de Moura da Costa. Ele explica que os moradores das 274 casas do local são uma comunidade com fortes laços e querem a revogação do edital. “A gente cresceu praticamente junto, tem pessoas que moram há mais de 60 anos. Temos casos diferentes uns dos outros para serem solucionados, e a gente vê que a solução é a quebra desse edital, para que se tenha uma conversa e negociação mais justa”, aponta o secretário da AMAVR, que também é dono de uma pequena barbearia na Vila, sendo um dos únicos comércios do local. O edital ao qual Axel se refere trata da contratação de um leiloeiro para os imóveis, lançado pela CGT Eletrosul. Esse fato, somado ao já quadro sensível causado pela pandemia, tem trazido muita insegurança para as famílias da Vila Residencial e da Vila Operaria. “Está todo mundo praticamente com o mesmo sentimento, um sentimento de angústia, de insegurança, de muito medo. Foi lançado um edital de contratação do leiloeiro para vender as nossas casas sem aviso nenhum aos moradores. Eu que sou da Vila Residencial fiquei sabendo através de um grupo de Whatsapp. Através daí gerou uma tensão muito grande, uma mistura de sentimentos, porque a gente vive um momento muito delicado, em que já não consegue planejar muita coisa diante dessa pandemia”, desabafa.

Mobilização dos moradores

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Crédito: Arquivo / Agência Brasil

Com o concurso, o banco vai contratar 4.480 pessoas para o cargo de escriturário

(Crédito: Arquivo / Agência Brasil) 

Da redação 

As inscrições para o concurso público do Banco do Brasil podem ser realizadas até o dia 28 de julho. Serão 2.240 vagas imediatas e 2.240 para formação de cadastro de reserva. O processo é feito pelo site da Cesgranrio e a taxa custa R$ 38. Com o concurso, o banco vai contratar 4.480 pessoas para o cargo de escriturário. Com as oportunidades, será possível trabalhar em todos os Estados e Distrito Federal. O candidato precisa ter ensino médio completo e idade mínima de 18 anos completos até a data de admissão. Serão oferecidos salários de R$ 3.022,37, para uma jornada de 30 horas semanais. O banco também oferece auxílio-refeição no valor de R$ 831,16 por mês e cesta alimentação de R$ 654,87. A lista de benefícios inclui: participação nos lucros ou resultados, vale-transporte, auxílio-creche, auxílio a filho com deficiência e previdência complementar.
istoedinheiro
Crédito: Kleyton Amorim
Presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira

Nos últimos tempos muito se falou da farra de projetos oportunistas que o então ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, tentava emplacar de maneira acelerada e discreta enquanto todo mundo tinha olhos para o problema da pandemia. Agora o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, busca usar do mesmo ardil para acelerar um festival de propostas à sua maneira. Começou pela própria ideia do Fundão Eleitoral vergonhoso de R$ 5,7 bilhões, que passou por votação célere na calada da noite e desaguou como uma bomba no colo do contribuinte brasileiro. Lira quer mais e articulou nos bastidores nesse sentido, enquanto todo mundo estava focado na CPI da Covid que se desenvolve no Senado. No rolo compressor das aprovações de Lira, com o apoio e engajamento dos aliados do Centrão, seguem em curso na Câmara projetos que efetivamente desmontam a política ambiental, vendem com duvidosos critérios técnicos algumas estatais e aumentam sobremaneira a carga tributária, tudo isso sem sequer passar por debates preliminares em comissões da Casa. As ideias do deputado já vêm sendo chamadas de “locomotiva avassaladora de Lira”. O parlamentar, desde que assumiu, movimenta-se para criar uma plataforma de realizações para chamar de sua. E ela é pautada por interesses muito específicos. Em combinação com o presidente Bolsonaro acertou a tal lei de licenciamento ambiental que, na prática, como apontam especialistas, desmantelou o arcabouço de controle e regulação do Estado sobre práticas de crimes ambientais. Foi um despropósitoObjetivamente, o projeto incentiva a grilagem, dificulta a demarcação de terras indígenas e abre espaço ao avanço acelerado do desmatamento. O plano de Lira e de Bolsonaro é votar PLs que tratam do assunto em regime de urgência, pulando etapas habituais de negociação. No mesmo ritmo, sem a discussão de aspectos confusos nos critérios de concessão, Lira quer que a tal privatização da Eletrobras e mesmo a dos Correios saia a toque de caixa.

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Crédito: Arquivo Agência Brasil - Valter Campanato

Preço do diesel e piso mínimo de frete são as pautas da greve (Crédito: Arquivo Agência Brasil – Valter Campanato )

Da redação

Caminhoneiros de todo o Brasil avaliam uma greve para o próximo domingo (25), data em que é comemorado o Dia do Motorista. O objetivo da categoria, principalmente, é protestar contra o aumento do preços do diesel. O movimento é liderado pelo Conselho Nacional de Transporte Rodoviário de Cargas (CNTRC), com sede no Paraná, que solicita o fim da PPI (Política de Preço de Paridade de Importação) aplicado pela Petrobras e a garantia do piso mínimo de frete, instituído por lei após a paralisação de 2018, segundo divulgado pela Folha de S. Paulo. De acordo com o jornal Estado de S.Paulo, a mobilização começa no dia 25, e a adesão pode crescer na segunda-feira e nos dias subsequentes. Uma parcela da categoria já decidiu apoiar a interrupção das atividades, como a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transportes e Logística (CNTTL).“Orientamos que se participe dos atos sendo celetista ou autônomo”, disse o secretário nacional de Políticas Sociais e Acessibilidade da CNTTL, Carlos Alberto Litti Dahmer, ao Estadão. Por outro lado, não há um consenso entre a categoria. A Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos (CNTA) diz que ainda há pouca adesão à paralisação. “A prerrogativa e legalidade de se realizar uma paralisação é um direito do caminhoneiro e formalizada através de assembléia nos sindicatos. Até o presente momento, não temos conhecimento de tal iniciativa por parte de sindicatos ligados ao sistema da nossa Confederação”, disse a CNTA em nota.
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