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Natália Falavignia Silva, medalhista de bronze no Taekwondo.jpeg

“Se a gente quer um Brasil melhor, ele passa por meio de uma série de coisas, e uma delas é o esporte”, defende Natália Falavignia Silva, medalhista de bronze no taekwondo em 2008 Foto: Mariana Alejarra/PR

Em 2020, o Brasil celebra 100 anos de participação em olimpíadas. Foram 22 edições desse evento esportivo, com a participação de mais de dois mil atletas brasileiros. Como resultado, o País conseguiu 374 atletas medalhistas, 97 campeões olímpicos e 129 medalhas: 30 de ouro, 36 de prata e 63 de bronze.

Nesta quarta-feira (19), uma cerimônia no Palácio do Planalto marcou o início de uma série de ações para celebrar o Centenário Olímpico do País, que visam estimular a prática do esporte no Brasil, não só de alto rendimento, mas também nas escolas e para a terceira idade. A data – 19 de fevereiro – foi escolhida por ser o Dia do Esportista. Durante o evento, o presidente Jair Bolsonaro assinou decreto que institui a Comissão Interministerial Brasil 100 Anos Olímpicos e o decreto que institui a Cruz e a Medalha do Mérito Desportivo, concedida a 14 medalhistas olímpicos na ocasião.

Um dos atletas homenageados, o velejador Lars Grael, bronze em Seul e Atlanta, considera essencial o governo valorizar o esporte. “É ter o esporte como mecanismo fundamental de valorização da educação e da saúde preventiva. É o estímulo à atividade física, à educação física nas escolas e à representação da imagem do Brasil no exterior”, destacou.

O velejador Lars Grael foi homenageado na cerimônia de comemoração do Centenário Olímpico Foto: Mariana Alejarra/PR

Grael acrescentou que é muito importante para um país ter valores olímpicos, que são universais. “Cada atleta desse é soldado da paz, que vai lá para suar a camisa, dignificar a mesma bandeira e dignificar a imagem do Brasil para todos os cantos do mundo. É fundamental apoiar o esporte olímpico.”Para a atleta homenageada Natália Falavignia Silva, medalhista de bronze no Taekwondo em 2008, o esporte deve ser apoiado em todas as suas vertentes, pois ele pode mudar a sociedade. “O esporte nada mais é que a representação da vida. Ele vai te ensinar a perder, a ganhar, a sofrer frustrações, a valorizar o processo e não só a vitória. São coisas que qualquer ser humano passa ao longo da sua vida. Se a gente quer um Brasil melhor, ele passa por meio de uma série de coisas, e uma delas é o esporte.”O secretário Nacional de Alto Rendimento na Secretaria Especial do Esporte, do Ministério da Cidadania, Emanuel Rego, destacou que este momento, de preparação para as olimpíadas, é ideal para fomentar o esporte nacional. “Uma das propostas do programa do centenário é fazer com que o esporte cresça, o combate ao sedentarismo, a inclusão social, o esporte na escola, na universidade. Nosso desejo é fazer com que o Brasil respire mais esporte.”Na solenidade, foi montada uma exposição fotográfica, apresentados moeda e selo comemorativos, além das homenagens aos atletas e ex-atletas. Livros, vídeos, palestras, exposições e outros produtos serão lançados ao longo do ano, sempre em datas representativas para o esporte nacional.

Participação olímpica

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Decisão foi tomada nesta quarta-feira (19)

Marcelo Camargo/Agência Brasil

Os descontos concedidos a pessoas físicas nos financiamentos à casa própria, com recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), vão cair a partir do próximo ano. A decisão foi tomada pelo Conselho Curador do FGTS, que reuniu-se nesta quarta-feira (19), em Brasília, para revisar o orçamento do fundo.

Os subsídios foram definidos em R$ 9 bilhões para este ano, R$ 8,5 bilhões, em 2021, R$ 8 bilhões, em 2022, e R$ 7,5 bilhões, em 2023. O presidente do Conselho Curador do FGTS, Júlio César Costa Pinto, afirmou que a ideia é reduzir os descontos em uma “transição suave”.

Costa Pinto afirmou que já há uma discussão sobre a possibilidade de redução das taxas de juros dos empréstimos “de forma que no final não tenha mudanças em termos de custos para o consumidor”. A redução de juros depende de normativos do Conselho Curador. O presidente do conselho ponderou que, além de incentivar a habitação popular, é preciso priorizar também a remuneração paga aos trabalhadores. “Temos que pensar em reembolsar o cotista e também em habitação”, disse.

O Conselho aprovou o orçamento para 2020, com o total de R$ 77,9 bilhões. Segundo Costa Pinto, houve uma “adequação de receitas e despesas”. Na revisão do Orçamento que já tinha sido aprovado em dezembro, houve aumento no orçamento para habitação popular de R$ 62 bilhões para R$ 62,5 bilhões. O orçamento para saneamento básico foi mantido em R$ 4 bilhões, para infraestrutura urbana, segue em R$ 5 bilhões e para o FGTS-Saúde, que financia entidades hospitalares filantrópicas, permaneceu em R$ 3,4 bilhões.

Taxa de administração

O conselho também aprovou o valor nominal que será pago à Caixa Econômica Federal por administrar o FGTS. Esse valor ficou em R$ 2,643 bilhões, dividido em 12 parcelas, neste ano. A medida provisória que liberou os saques do FGTS reduziu a taxa de administração 1% e 0,5%. A MP foi aprovada pelo Congresso Nacional e convertida em lei no final do ano passado. O conselho converteu o percentual em valor nominal.

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                                    Cid Gomes é retirado do local após ser baleado – Reprodução

O senador Cid Gomes (PDT) levou um tiro nesta quarta-feira (19) ao tentar furar um bloqueio de policiais militares em greve usando uma retroescavadeira, na cidade de Sobral, no Ceará. Cid, que é irmão do prefeito Ivo Gomes (PDT), queria invadir um quartel que estava ocupado pelos grevistas.Representantes dos trabalhadores afirmam que Cid foi atingido por uma bala de borracha, mas a assessoria do político diz que o projétil veio de uma arma de fogo. Um pouco antes de avançar contra os manifestantes com o veículo, Cid Gomes fez um discurso frente à multidão com duras críticas à paralisação.  “Ninguém será chantageado, ninguém deixará de trabalhar, de abrir suas portas e caminhar com tranquilidade em Sobral”, afirmou.Na sequência, Cid Gomes usou a palavra bandidos para se referir aos grevistas. “Eu tô aqui desarmado e vou enfrentar quem armado estiver, sob o custo da minha vida. Mas ninguém vai fazer o que esses bandidos estão fazendo aqui em Sobral”.Em vídeos que circulam pelo internet o Senador é visto em cima do veículo e um cordão de policiais tenta impedir que ele derrube um portão. Tiros são ouvidos e o vidro da retroescavadeira se quebra, enquanto algumas pessoas gritam “Mataram o Cid!”.

                       
Meu irmão Cid Gomes foi vitima de dois tiros de arma de fogo por parte de policiais militares amotinados e mascarados em Sobral, nossa cidade. Até aqui as informações médicas são de que as balas não atingiram órgãos vitais apesar de terem mirado seu peito esquerdo. (...)3.764 pessoas estão falando sobre isso

A greve

Desde o dia 5 de dezembro de 2019, o Ceará convive com protestos dos policiais militares, que reivindicam melhoria salarial para a categoria. O governador Camilo Santana (PT) enviou à Assembleia Legislativa do estado, uma proposta de aumento de R$ 3,2 mil para R$ 4,2 mil, com reajustes até 2022. A categoria rejeitou.

Em 13 de fevereiro, dia em que a proposta de aumento do governo foi levado à Assembleia Legislativa, os policiais organizaram uma grande manifestação na frente da Casa, fechando a avenida Desembargador Moreira. Diante da resistência, Santana enviou uma nova proposta de aumento para R$ 4,5 mil. Porém, a categoria pediu um reajuste de 35%.

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coronavírus ainda domina o noticiário na área da saúde, mas a preocupação com outros vírus respiratórios deve ser mantida, especialmente nesta época de Carnaval. A aglomeração de pessoas em blocos, desfiles e bailes configura uma situação propícia para a disseminação de doenças, ainda que estejamos em pleno verão. Depois da pandemia de gripe H1N1, entre os anos de 2009 e 2010, pesquisadores têm observado uma chegada mais precoce do vírus influenza, especialmente, às regiões sul e sudeste do país, onde há um perfil climático mais parecido com o do hemisfério norte. Ou seja, passados os dias de folia, constata-se uma elevação nos índices de infecções, causadas, entre outros fatores, pelos grandes agrupamentos e pelo maior afluxo de turistas. Cidades como São Paulo, que em outras épocas se esvaziavam durante o mais celebrado feriadão nacional, hoje têm um calendário concorrido de festas. Outro fator que contribui para o aumento dessas enfermidades é o desembarque de estrangeiros no país, rumo aos destinos mais conhecidos do Carnaval, como Rio de Janeiro e Salvador. Vale lembrar que turistas que vêm do hemisfério norte estão saindo de locais onde atualmente é inverno, época em que os vírus se propagam com mais facilidade. — Os blocos estão ao ar livre, mas essas pessoas frequentam bares, restaurantes e shoppings e usam o transporte público. Claro que tem mais chance de circulação de alguns agentes bacterianos ou vírus — explica a infectologista Nancy Bellei, pesquisadora da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).Quanto ao coronavírus, o entra e sai de viajantes abre brechas, claro, para a vinda de um eventual infectado. O Ministério da Saúde está acompanhando casos suspeitos há semanas, e por enquanto nenhum foi confirmado.Como o Carnaval está intimamente ligado à ideia de curtição e multiplicidade de parceiros, ainda que por breves instantes, o folião estará se expondo ao beijar alguém.

— Não é só uma troca de saliva. Ao se beijarem, as pessoas encostam as faces. É um contato muito próximo. Tem risco de transmissão de vírus respiratórios — alerta Nancy. 

Mesmo considerando que quem encara a muvuca não está tão preocupado assim com gripes e resfriados, a infectologista explica que, para diminuir o risco de infecções, não há receita milagrosa:

Tente beijar poucas pessoas ou não beijar ninguém. Quanto mais contato físico, mais chance de transmissão. 

Doença do beijo

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Presidente do STF, o ministro Dias Toffoli Foto: Jorge William 24-04-2019 / Agência O Globo

Presidente do STF, o ministro Dias Toffoli Foto: Jorge William 24-04-2019 / Agência O Globo

BRASÍLIA – O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF),Dias Toffoli, alertou na semana passada, por meio de ofício, os colegas sobre o risco de agressão a integrantes da Corte. A ameaça foi descoberta na internet pela Polícia Federal, nas investigações do inquérito aberto no Supremo sobre ataques aos ministros e ao tribunal.
Não é a primeira vez que esse tipo de ameaça é identificado. Diante do ofício de Toffoli, dois ministros do Supremo consultados em caráter reservado pelo GLOBO encararam o episódio como fato corriqueiro. Ambos não pediram reforço na segurança pessoal com a qual já contam diariamente.
A informação sobre o risco de ataque foi repassada a Toffoli pelo ministro Alexandre de Moraes, relator do inquérito sobre ameaças a ministros. O STF não se manifestou oficialmente sobre o assunto, porque as investigações estão sob sigilo.O inquérito foi aberto em abril do ano passado e suscitou polêmica, especialmente por ser sido instaurado sem a manifestação da Procuradoria-Geral da República. Outro fator de controvérsia é o fato de que o STF investiga pessoas com direito ao foro privilegiado — o que não é o caso das manifestações de ódio detectadas até agora.Em nota, a PF esclareceu que as ameaças “eram genéricas e não traziam indícios de qualquer planejamento elaborado de possível atentado”. No entanto, como forma preventiva infonou ao ministro Alexandre de Moraes, obre a existência das mensagens.

“As investigações, a cargo da PF, seguem em sigilo e tramitam com o objetivo de identificar os responsáveis pela difusão de tais mensagens”, diz o texto. 

oglobo.globo.com

A caminhada é um exercício simples, pode ser feito praticamente por qualquer pessoa e ajuda, sim, a emagrecer . Estudos já mostraram que as mulheres adpetas da prática tendem a ter um menor índice de massa corpórea (IMC) e ainda uma menor circunferência abdominal em comparação com aquelas que fazem outros exercícios.

amigas caminhando

Caminhada é um ótimo exercício para quem quer emagrecer e ainda dá para turbiná-lo para queimar mais gordura

Além disso, é possível dar uma forcinha para o corpo queimar mais gordura durante a caminhada e, com isso, melhorar a perda de peso.Para saber como fazer isso, veja dicas selecionadas pelo personal trainer Chris Freytag, membro do conselho americano de exercício e compartilhadas pela Women’s Health dos Estados Unidos: 

Como queimar mais gordura durante a caminhada: 

1. Ande rápido o bastante para ser difícil conversar

Segundo o personal, o segredo para turbinar a caminhada é adicionar velocidade, já que provavelmente você não terá duas horas livres por dia para andar por aí. “Ao adicionar velocidade e intensidade a sua caminhada, você aumenta a queima de calorias, melhora a capacidade pulmonar e, certamente, elimina alguns quilos”, afirma Freytag. E para saber se está andando rápido o bastante, preste atenção a sua respiração. Quando se faz um exercício na zona de queima de gordura, você consegue falar apenas algumas palavras e fica sem fôlego para manter uma conversa. Não tem com quem conversar? Tente cantar! Se conseguir com facilidade é porque está indo devagar mais e é hora de acelerar. 

2. Varie o ritmo

Ainda assim, não é preciso acelerar o tempo todo para queimar mais gordura e emagrecer caminhando . Estudo da Universidade de Ohio mostrou que variar o ritmo faz você gastar até 20% mais de calorias do que manter a mesma velocidade o tempo todo. É o chamado treino intervalado. E conseguir essa variação no treino não é complicado. A dica do personal é usar pontos do caminho a seu favor. Por exemplo, acelere o passo até a próxima esquina e depois diminua. 

3. Cuidado com o que você come antes da caminhada

Fazer exercícios de estômago vazio não é uma boa ideia, então, se for caminhar logo ao acordar, tome  café da manhã antes de sair de casa. Mas se a caminhada for feita ao longo do dia, dispense o lanche pré-treino. Isso porque trata-se de um exercício leve e seu corpo não vai necessitar de tanta energia quanto nas atividades mais intensas. 

Manter uma dieta balanceada, com grãos integrais, proteínas magras e  gorduras boas ao longo do dia já vai te fornecer energia suficiente para caminhar e ainda obter os melhores resultados. 

4. Alimente-se em caso de caminhadas longas

Tudo bem não comer logo depois de uma caminhada de 30 minutos, mas é importante repor as energias depois de exercícios que durem 60 minutos ou mais. “Nesse caso, seus níveis de glicogênio terão caído e você precisa repor isso para alimentar seus músculos”, fala Freytag. Mas nada de exageros! Opte, segundo o especialista, por um lanche pequeno que contenha uma proporção de 3 par 1 de carboidrato e proteína. Bons exemplos para esse lanche são: banana com pasta de amendoim, torrada integral com abacate ou um copo de leite com achocolatado. 

5. Inclua um treino de resistência em sua rotina

Caminhar é uma ótima forma de emagrecer e queimar mais gordura , mas para ter certeza de que não está perdendo músculos nesse processo, é indicado investir também em um treino de força/resistência. E isso pode ser feito durante caminhada mesmo. Freytag indica, por exemplo, depois de andar por 10 minutos, fazer uma série de flexões ou de agachamentos e afundos. Feito isso, volte a andar e assim por diante. 

Fonte: undefined – iG 

Governadores se reuniram em 11 de fevereiro para debater reforma tributária. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

GOVERNADORES SE REUNIRAM EM 11 DE FEVEREIRO PARA DEBATER REFORMA TRIBUTÁRIA. FOTO: MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL

Documento leva o nome de 20 governadores e contém repúdios a declarações sobre redução do ICMS e morte de Adriano da Nóbrega

Vinte governadores assinaram uma carta com críticas a declarações do presidente Jair Bolsonaro sobre a condução da reforma tributária e o assassinato do miliciano Adriano da Nóbrega, na Bahia.O documento “em defesa do pacto federativo” diz que recentes falas de Bolsonaro confrontam governadores e pedem a observação de “limites institucionais com a responsabilidade que os mandatos exigem.“Recentes declarações do presidente da República Jair Bolsonaro confrontando governadores, ora envolvendo a necessidade de reforma tributária, sem expressamente abordar o tema, mas apenas desafiando governadores a reduzir impostos vitais para a sobrevivência dos estados, ora se antecipando a investigações policiais para atribuir fatos graves à conduta das polícias e de seus governadores, não contribuem para a evolução da democracia no Brasil”, diz a carta. Assinam a carta os governadores Gladson Cameli (Progressistas-AC), Renan Filho (MDB-AL), Waldez Góes (PDT-AP), Wilson Lima (PSC-AM), Rui Costa (PT-BA), Camilo Santana (PT-CE), Ibaneis Rocha (MDB-DF), Flávio Dino (PCdoB-MA), Reinaldo Azambuja (PSDB-MS), Romeu Zema (Novo-MG), Helder Barbalho (MDB-PA), João Azevêdo (PSB-PB), Paulo Câmara (PSB-PE), Wellington Dias (PT-PI), Wilson Witzel (PSC-RJ), Fátima Bezerra (PT-RN), Eduardo Leite (PSDB-RS), João Doria (PSDB-SP) e Belivaldo Chagas (PSD-SE).

Ficaram de fora os governadores Carlos Moisés (PSL-SC), Marcos Rocha (PSL-RO), Antonio Denarium (PSL-RR), Ronaldo Caiado (DEM-GO), Mauro Mendes (DEM-MT) e Ratinho Júnior (PSD-RR). A crítica sobre a condução da reforma tributária faz referência à declaração, de 5 de fevereiro, em que Bolsonaro desafiou os governadores a zerarem o Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS). Em troca, o presidente disse que zeraria as taxas sobre os combustíveis. Em 11 de fevereiro, Ibaneis chamou a postura de Bolsonaro de “irresponsável”. Segundo os governadores, o ICMS compõe boa parte da receita dos estados, portanto, levar o tributo a zero é uma medida impraticável.

Já o trecho sobre as investigações policiais está relacionado à acusação de Bolsonaro, no sábado 15, que responsabilizou “a PM da Bahia, do PT” pela morte de Adriano da Nóbrega, em 9 de fevereiro, no estado governado por Rui Costa. Em resposta, o petista disse que “o governo do Estado da Bahia não mantém laços de amizade nem presta homenagens a bandidos nem procurados pela Justiça”.

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Taís Araújo será uma das musas do Camarote Quem O Globo (Foto: Divulgação)

Taís Araújo é apaixonada por Carnaval. A primeira vez que a atriz desfilou na Sapucaí ela tinha 9 anos, na ala das crianças da escola de samba carioca Unidos da Tijuca, por influência da família. “Amo a Avenida. Lembro de ficar na dispersão esperando minha família desfilar e depois buscar a mim e minha irmã. Sabe que tenho saudade da avenida, porque passei por vários momentos, desde à ala das crianças até ser madrinha de bateria da Leandro de Itaquera, em São Paulo. Mas cheguei a conclusão de que gosto de sair de camisa e sapato. Adoro assistir do camarote tomando uma cervejinha”, conta ela que pelo segundo ano consecutivo, estará no Camarote Quem O Globo, no Rio, mas desta vez como uma das musas de Elseve de L’Oréal Paris.

E para preparar o cabelo para folia, Taís aposta no combo creme de pentear Elseve cachos + óleo extraordinário. Sim, pasmem, é a própria atriz quem arruma os fios com supervisão do hairstylist Wilson Eliodoro. “Amo me arrumar, se não gostasse minha vida seria um sacrifício, porque vivo me arrumando para os meus trabalhos. O creme de pentear é imbatível. E como gosto de um cabelo bem finalizado, uso o óleo”, ensina ela.

Taís Araújo será uma das musas do Camarote Quem O Globo (Foto: Divulgação)

Taís Araújo será uma das musas do Camarote Quem O Globo

(Foto: Divulgação)

“Nunca tive problemas com meu cabelo, sempre gostei dele. Ele dá mais trabalho, dá, até porque gosto dele com mais volume, aí tenho que lavar um dia antes, levantar mais cedo para isso, passar muito leave in. É todo uma demanda”, explica. Além de cuidar dos fios, Taís também faz questão de tratar a pele — do rosto e do corpo. “Faço tudo pra me cuidar, desde a alimentacao, que tento ter a mais saudável — claro que não sempre, porque amo comer batata frita, beber, torresminho — até os procedimentos estéticos. Vou ao dermatologista quase toda semana. Me interno lá, fico umas 3 horas me cuidando. Não mexo muito no rosto, não faço procedimentos invasivos porque tenho medo. Não gosto de agulha no rosto, nunca fiz botox. Até acho que na minha profissão não é legal. Mas no corpo, pergunta o que eu já não fiz (risos)?! Faço laser StarWalker, Fotona 4D, Sculptra no joelho para flacidez”, conta.

Taís Araújo será uma das musas do Camarote Quem O Globo (Foto: Divulgação)
                                   Taís Araújo será uma das musas do Camarote Quem O Globo
(Foto: Divulgação)

CAMAROTE QUEM O GLOBO
Já virou tradição: pelo quinto ano, o Camarote Quem O Globo estará na Marquês de Sapucaí, levando ainda mais brilho para o Carnaval 2020, em uma grande festa homenageando a Cidade Maravilhosa e celebrando os 20 anos de Quem. Com o tema ‘Te Amo, Rio!’, o espaço receberá artistas e convidados vips nos dias 22, 23 e 24 de fevereiro, durante os desfiles dos grupos de acesso e especial, e no dia 29, para o aguardado Desfile das Campeãs. Entre os artistas que se apresentarão ao longo dos quatro dias de festa, simultaneamente aos desfiles, estão Preta GilLuísa SonzaLexaFerrugemPocahPKDDP Diretoria e Xande de Pilares, entre outros, em uma mistura de ritmos do samba ao funk.

revistaquem

Instituição Fiscal Independente ( IFI ), órg ão ligado ao Senado , projeta que será necessário bloquear até R$ 37 bilhões no Orçamento de 2020. Um relatório divulgado, nesta segunda-feira (17), pela entidade também aponta para o risco de o governo não conseguir cumprir a meta de resultado das contas públicas em 2020 por conta de mudanças no Orçamento em discussão no Congresso .A cada dois meses, o Ministério da Economia avalia em um relatório o comportamento das despesas e das receitas federais. Essa avaliação é feita para acompanhar o cumprimento da meta de resultado das contas públicas . Para este ano, a previsão é de um rombo de R$ 124 bilhões.

Jair Bolsonaro e Paulo Guedes

Antonio Cruz/Agência Brasil

Jair Bolsonaro e Paulo Guedes

Se há frustração de receitas, ou as despesas crescem mais que o previsto, é necessário contingenciar recursos para garantir que a meta será cumprida. Isso deve ocorrer em março. Para a IFI a receita prevista pelo governo é maior que o que deve de fato ocorrer. Só da privatização da Eletrobras, que está parada no Congresso , são esperados R$ 16,2 bilhões.”A IFI calcula contingenciamento necessário em 2020 da ordem de R$ 27 a R$ 37 bilhões”, diz o relatório, citando a privatização da Eletrobras .No ano passado, o contingenciamento chegou a R$ 34 bilhões, afetando bolsas de estudos, os sistemas da Receita Federal e a manutenção de órgãos públicos. Despesas como a Farmácia Popular e a emissão de passaporte são passíveis de bloqueio.São as chamadas despesas discricionárias, que reúnem o custeio da máquina pública e investimentos , como obras e compra de equipamentos . Tudo isso pode ser contingenciado. Tirando as transferências obrigatórias para estados e municípios, as despesas federais somam R$ 1,472 trilhão.

Despesas obrigatórias

Grande parte disso são despesas obrigatórias , principalmente pagamento de salários e aposentadorias .Enquanto isso, o Congresso discute com o governo o destino de R$ 46 bilhões, cujo controle pode passar para as mãos dos parlamentares . Esse valor se refere às emendas individuais dos parlamentares, às emendas de bancada estaduais, de comissões permanentes do Congresso e despesas propostas pelo relator do Orçamento .Apenas de emendas do relator do Orçamento , deputado Domingos Neto ( PSD-CE ), são são R$ 30 bilhões. O presidente Jair Bolsonaro vetou um artigo no lei do Orçamento que impede que esse valor seja contingenciado. Agora, o Congresso articula para derrubar esse veto e assumir o controle desse valor.Se isso se concretizar, diz a IFI , o governo corre o risco de não cumprir a meta fiscal. “Embora o Orçamento de 2020 contemple R$ 126,1 bilhões em despesas discricionárias (não obrigatórias), o espaço realmente contingenciável é bem inferior e seria sobre essa base que os R$ 30,1 bilhões incidiriam, colocando em risco o cumprimento da meta de resultado primário de 2020, já que não haveria possibilidade de cortar o restante das despesas discricionárias sem um quadro de shutdown (ou paralisação da máquina pública)”, diz o texto.O governo tenta que o valor sob o controle do Congresso caia para R$ 20 bilhões, com possibilidade de contingenciamento. Mas a articulação ainda não está finalizada.

Fonte:  iG 

Quando viu a Torre Eiffel pela primeira vez, Isis Valverde não conteve as lágrimas. Estar em Paris, na França, era um sonho de menina, desde quando ela morava na pequena cidade de Aiuruoca, interior de Minas Gerais, com uma população estimada em quase sete mil habitantes. Em sua quinta vez na Cidade Luz, onde acompanhou a Semana de Moda à convite da Dior e posou para as fotos desse ensaio de capa, a atriz ainda se emociona como se estivesse lá pela primeira vez. “Neste ano já fui duas vezes. Paris nunca é demais! Sempre foi a cidade dos meus sonhos, a que eu mais queria conhecer no mundo e ir à Torre Eiffel me deixou muito emocionada. Chorei muito! Tenho alguma coisa com aquela cidade, que é chamada Cidade Luz por atrair artistas e pensadores”, conta. Aos 32 anos, Isis já realizou muitos sonhos, o mais recente: a maternidade. Casada desde junho de 2018 com o modelo André Resende, com que já dividia a casa há dois anos, a mineira relembra que oito meses antes da cerimônia sentiu o despertar da vontade de ter um filho. “Foi bem intenso. Eu falei um dia que tinha vontade de ser mãe e ele me respondeu: ‘Então, tá! Vamos fazer’. E foi pá! Três meses depois, aconteceu”, relembra.

Hoje, ela abre um sorriso largo para contar que o filho, Rael, de 11 meses, já fala ‘mamãe’ e engatinha pela casa. Após se dedicar com exclusividade ao primeiro filho, a atriz não vê a hora de voltar para as telinhas. Longe das novelas desde que viveu Ritinha em A Força do Querer, em 2017, Isis se prepara para interpretar a enfermeira Betina na próxima trama das 9, Amor de Mãe.  “Ele mamou até os seis meses no peito exclusivamente. Fiquei doente, dava de mamar com febre e com gelo na cabeça. Tive uma rede de apoio linda, mas foi bem intenso! Além disso, tinha as fraldas, o bebê que chorava, as noites mal dormidas, a dor da barriga, que ainda estava se encontrando, sangramentos fortes… Mas apesar de tudo isso, a todo momento, olhava para o meu filho e chorava de emoção por ele ser tão perfeito e saudável. Não tenho mais nada para reclamar. Hoje, vendo meu filho falando ‘mamãe’ e engatinhando, eu olho para trás e penso: ‘Foi tudo tranquilo e abençoado’. Me emociono”, explica ela, que recentemente brilhou no cinema como Tereza no longa Simonal.

“Olhava para o meu filho e chorava de emoção por ele ser tão perfeito e saudável””

Para o futuro, Isis vislumbra mais personagens marcantes e ser na sua vida pessoal uma extensão do que foi sua avó materna, Manuelina. “Uma mulher que me inspirou durante a minha vida toda foi a minha avó materna, que morreu quando eu tinha 17 anos (vítima de câncer de mama). Nunca conheci uma pessoa tão inspiradora, forte e feminista. Na época em que ninguém falava disso, ela me ensinou o lugar da mulher. Tinha uma visão de mundo muito à frente de seu tempo. Deixou o marido dela, com quem tinha quatro filhos, porque viu que não dava para ela, virou prefeita da cidade, fez baile da terceira idade para as senhoras poderem sair de casa e se divertir… Ela também apresentava fanfarra nas ruas, dava dinheiros para as pessoas mais pobres aprenderem a tocar instrumentos musicais, investia no teatro, escrevia poesia e viajava muito. Era uma mulher muito autossuficiente. Até hoje penso nela e peço para que esse sangue possa correr na minha veia para caso a coisa apertar eu possa ter a força dela.”

Você já disse em entrevistas anteriores que era muito moleca na infância e nem ligava ou entendia de moda. Hoje vemos uma Isis cada mais antenada neste universo. Como se deu essa mudança?
Na minha infância eu era grudada no uniforme. Usava basicamente calça jeans, camiseta branca e tênis. Não gostava muito de ousar e tinha timidez para descobrir meu estilo, não tinha paciência. Ao longo do tempo, a moda foi me encantando por ser mais uma forma de passar ideias, sensações e emoções. Comecei a conhecer mais as peças, a entender de combinações, a me encantar pela moda e hoje ouso mais. Vi que a moda não me obriga a usar algo que não eu me sinta bem. Não sou um cabide, não uso algo só por estar na moda. Tem pessoas que não se sentem confortáveis com o que vestem. Se não estou confortável com aquilo, não uso. O desfile da Dior foi a coisa mais linda do mundo. Teve muita fluidez, delicadeza e mostrou essa possibilidade de vestir alta-costura de forma confortável.

A maternidade modificou algo no seu modo de se vestir?
Mudou, principalmente na questão do salto. Agora, quando vou comprar sapato, dou três corridinhas pela loja, e vejo que se for muito alto ou desconfortável, não vai rolar. Meu filho está engatinhando e corro o tempo todo atrás dele. Então, estou fugindo de salto alto. Prefiro sempre uma rasteirinha, um tênis ou um salto médio. Também tenho usado mais calça do que vestido. A gente levanta e abaixa o tempo todo e tem o perigo de deixar o bumbum ou a calcinha à mostra. Em casa fico bem à vontade, de shortinho ou vestido, e sou daquelas que dorme com o camisetão do marido.

“Em casa fico bem à vontade, de shortinho ou vestido, e sou daquelas que dorme com o camisetão do marido””

Presenças vips e parcerias com grandes marcas de roupas fazem cada vez mais parte do trabalho do ator. Hoje esse trabalho paralelo já faz grande parte da sua renda?
Não vejo como trabalho. Estou tendo prazer com isso. A Juliana (Mattoni, sua agente e assessora de imprensa) já me viu falar ‘não’ para esses convites. Mas nunca vai me ouvir dizer ‘não’ para gravação. Atuar é meu trabalho. Esses convites agregam ao artista e, de alguma forma, isso traz retorno. Mas não preciso me esforçar para fazer isso porque não é meu trabalho, é apenas algo prazeroso e gostoso. É um plus.

Vida de ator não é tão fácil e glamourosa como os telespectadores acreditam. Passou muito perrengue no começo para conseguir seu espaço?

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Luiza Valverde deseja feliz aniversário para Isis Valverde (Foto: Reprodução/Instagram)

Luiza Valdetaro derreteu-se ao desejar feliz aniversário para Isis Valverde no Instagram. A atriz parabenizou a amiga pelos 33 anos de idade com textão, com direito a álbum de fotos celebrando as conquistas de Isis.”Parabéns pra essa amiga que, além de ‘feia’ (conforme podem ver na 1ª foto), só nessa última volta que ela deu no sol, ainda estrelou num filme (que super indico – fotos 3 e 4), lançou um livro mega lindo e sensível (foto 5) e tá bombando na novela das nove (só ligar a tv); o que desejar mais? Que ela continue com essa luz e compartilhando o Rael com a gente”, desejou.Rael é o único filho de Isis e do marido, André Resende. O pequeno de um ano de idade costuma acompanhar a mãe no trabalho para amenizar a saudade, como o papai já contou em papo com a Quem.”Ela fala com ele o tempo todo por chamada de vídeo, também tem vezes que o Rael vai para o Projac [Estúdios Globo, na Zona Oeste do Rio], lá tem lugarzinho para criança, ele já acompanhou a mãe no trabalho. Graças a Deus tem sempre como dar um jeitinho para matar a saudade”, contou André.

Luiza Valverde deseja feliz aniversário para Isis Valverde (Foto: Reprodução/Instagram)

Luiza Valverde deseja feliz aniversário para Isis Valverde 

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EVARISTO SA / AFP
Michelle Bolsonaro ao lado do presidente no dia da posse, em janeiro de 2019
EVARISTO SA / AFP

Em Brasília, Jair Bolsonaro decidiu reduzir a tradicional Biblioteca da Presidência da República para dar espaço a um gabinete para a primeira-dama, Michelle, e sua equipe do projeto Pátria Voluntária. É especulado que o acervo, com mais de 31 mil itens, tenha sua área cortada pela metade. As informações são da colunista Bela Megale, do jornal O Globo. Oficialmente intitulado Programa Nacional de Incentivo ao Voluntariado, a iniciativa conduzida pela primeira-dama foi fundada em julho com o objetivo de promover o trabalho voluntário no país. Ainda segundo O Globo, está é a segunda reforma feita pelo governo federal em prol do projeto de Michelle Bolsonaro. Há sete meses, o governo já teria investido R$ 330 mil para reformar espaços no Ministério da Cidadania, antiga casa das servidoras do Pátria Voluntária — mais tarde, o projeto passou para a Casa Civil, por isso foi necessária a mudança de endereço.

Localizada em um prédio anexo ao Palácio do Planalto, a Biblioteca foi fundada durante a presidência de Wenceslau Brás (1914-1918), sendo transferida do Rio de Janeiro para Brasília com o restante do governo nos anos 1950. Ela abriga em suas estantes monografias, periódicos e normas inferiores (portarias, atos, circulares entre outros). Segundo o site da instituição, a biblioteca é especializada em Ciências Sociais, com ênfase em Direito. O catálogo pode ser consultado online

Após a reação negativa à alteração, Jair Bolsonaro comentou o caso na saída do Palácio da Alvorada no sábado (15): — Minha esposa faz um trabalho para as pessoas deficientes de graça. Arranjei um lugar para ela trabalhar lá na Presidência porque é melhor, fica mais perto dos ministros para despachar. E a biblioteca teve uma pequena diminuição — afirmou ao Globo. — Estão descendo a lenha porque a biblioteca vai diminuir. Em vez de elogiar a primeira-dama ficam criticando. Quem age dessa maneira merece uma outra banana.

Em seguida, o presidente finalizou sua fala com o gesto de uma banana.

Nas redes sociais, muitos perfis repercutiram um vídeo em que os livros da Biblioteca são vistos empilhados nos corredores do Anexo, por causa das obrasJá a Secretaria-Geral da Presidência emitiu uma nota, publicada pelo portal G1, em que defende as reformas e afirma que a instituição está em um processo de modernização. Leia o texto na íntegra: 

A Biblioteca da Presidência da República, inclusive em razão de sua relevância institucional, vem passando por um permanente processo de modernização. Nesse sentido, ressalta-se que os acervos presidenciais, como discursos e fotografias, já se encontram em formato digital, acessível pela página biblioteca.presidencia.gov.br, contendo todo material histórico presidencial.

Essa digitalização do acervo de ex-presidentes da República foi a primeira etapa, já concluída e institucionalizada, do processo de modernização institucional. Na sequência, pretende-se, em parceria com a Imprensa Nacional (IN), concluir a digitalização de todos os diários oficiais já circulados, o que ensejaria, em um segundo momento, a possibilidade de deslocamento do respectivo acervo da PR para compor o Museu da IN. No que se refere às recentes alterações do espaço físico destinado à Biblioteca da Presidência da República, é importante registrar, primeiramente, que 100% do acervo físico será preservado, em condições técnicas adequadas.

Ainda a esse respeito, cabe esclarecer que havia em torno de 40% de espaço não utilizado nas estantes da Biblioteca, de forma que , mesmo com as alterações promovidas, ainda restará margem para ampliação do acervo.

Ademais, havia mais de 100 metros quadrados destinados à área administrativa da biblioteca, que agora será ajustado à real necessidade dessas atividades.

A intenção da Administração da PR é seguir modernizando a Biblioteca, inclusive com a inserção de novas tecnologias que permitam maior acesso da população e dos servidores.

Por outro lado, essas mudanças também visam otimizar os espaços físicos da PR, permitindo que outras atividades relevantes possam ser desempenhadas pelos seus servidores.”

© Foto: Evaristo Sá/AFP/Getty

Antes de deixar o Ministério da Cidadania, Osmar Terra (MDB-RS) vinha incomodando o presidente Jair Bolsonaro por usar a imagem da primeira-dama Michelle Bolsonaro para se promover politicamente, segundo avaliação do governo. Bolsonaro via indícios de que Terra, que vai retornar o mandato na Câmara dos Deputados, usava o cargo com fins eleitorais. O estopim para a demissão, no entanto, foram suspeitas de irregularidades no ministério. No sábado, o Estado revelou que contratou uma empresa de informática que, segundo a Polícia Federal, foi usada para desviar R$ 50 milhões entre 2016 e 2018.

O ministro vinha se aproximando da primeira-dama. Em abril do ano passado, por exemplo, ele a acompanhou em visita oficial a Campina Grande, na Paraíba. Na ocasião, visitou crianças com microcefalia e outras deficiências. Lançado em 9 de julho de 2019, o Pátria Voluntária – Programa Nacional do Voluntariado, que tem Michelle como presidente do conselho, estava sob coordenação de Terra.

Michelle tem como bandeira a promoção da Linguagem Brasileira dos Sinais (Libras) e também esteve ao lado de Terra em Pará de Minas (MG), em julho do ano passado, na abertura da 2ª Surdolimpíadas. Na ocasião, ela anunciou a liberação de verbas para a construção da sede da Confederação Brasileira de Desportos de Surdos (CBDS), em Brasília.

Estado apurou que Terra havia sido alertado para que não repetisse com Michelle o excesso de exposição, como fez com a primeira-dama Marcela Temer. A mulher do ex-presidente Michel Temer coordenava o programa Criança Feliz, subordinado ao antigo Ministério do Desenvolvimento Social, que era comandado por Terra.

No atual governo, o programa de assistência social voltado à infância ganhou o apoio de Michelle. A primeira-dama chegou a participar de eventos do Criança Feliz ao lado do então ministro. A última agenda conjunta ocorreu no dia 7, durante entrega de 237 veículos em Curitiba, no Paraná.

O incômodo presidencial já era tema de conversa no Planalto. Em 30 dezembro, conforme publicado no Diário Oficial da União, o Pátria Voluntária foi transferido para a Casa Civil. Com isso, a primeira-dama vai passar a despachar do Planalto.

Interlocutores do ex-ministro negam desentendimentos com Michelle. Após a demissão, ela teria enviado uma mensagem a Terra agradecendo a ele e dizendo que aprendeu muito com o trabalho conjunto. Procurado, Terra não se manifestou.

msn.

Sasha Meneghel (Foto: @fabiobartelt)

Sasha conquistou o mundo da moda, mas muito antes de se destacar na área ela dominava outro campo: o do esporte. 

A filha da apresentadora Xuxa Meneghel foi jogadora de vôlei federada na adolescência, atuando pelo Flamengo entre 2011 e 2015 e chegando à seleção brasileira mirim em 2011. Ao final do ensino médio, ela abandonou a carreira nas quadras e desembarcou em Nova York para concentrar suas energias e foco na faculdade de moda. Recentemente seus traços caíram nas graças de grandes marcas e ela assinou um contrato com a Way Model – agência de tops como Alessandra Ambrósio e Carol Trentini. Em sua mais recente campanha, a modelo uniu o melhor dos dois mundos posando para a nova coleção de moda fitness e beachwear da Live!.

Por muito tempo você jogou vôlei profissional. Por que você decidiu parar? Sente falta?
Parei quando decidi estudar moda. Comecei a estagiar e não dava mais tempo para jogar.  Sinto muita, muita falta.

Ainda consegue fazer esportes ou a vida adulta te deixa sem tempo?
Não se compara com o que era minha vida antes. Eu jogava todos os dias da semana. Hoje não tenho tanto tempo por conta da faculdade e do trabalho, mas sempre dou um jeitinho.

Sasha Meneghel (Foto: @fabiobartelt)
Como o esporte influenciou no seu amadurecimento?

Eu comecei a viver outra realidade. Durante a época das “festinhas de 15 anos” eu jogava vôlei, então quase nunca saia porque costumava ter jogos no final de semana. Além disso, é um comprometimento que exige muita disciplina, abdicação, espírito coletivo e trabalho em equipe.

Tem apostado em alguma prática holística como yoga, meditação para se reconectar?
Costumo me conectar com minha fé através de músicas, louvores e orações, me isolando na natureza quando é possível. Sim, gostaria de praticar yoga com mais frequência.

Todo mundo fala sobre uma beleza natural, mas no fundo todas tem já sobrancelha pigmentada, extensão de cílios, botox. O que você acha disso?
Sobre beleza… Sou a favor de fazer o que te faz feliz. Acho que a beleza verdadeira vem de dentro.

Conta pra gente quais procedimentos já fez no rosto? E no corpo? Já tomou algum remédio pra emagrecer?
Coloco cílios às vezes e procuro seguir as orientações da minha dermatologista e nutricionista, mas não curto divulgar receitas prontas para não influenciar de forma errada outras pessoas.

Sasha Meneghel (Foto: @fabiobartelt)

Honestamente acho isso um saco. Porém, morando em NYC, me sinto menos pressionada.

Qual seu must-have produto de beleza?
Depende da ocasião. O carnaval está chegando e nessa época, pra brilhar com responsabilidade, curto muito usar glitter vegano, que é biodegradável, não afeta a natureza.

Sasha Meneghel na campanha da Live! (Foto: @fabiobartelt)

Qual a pior tendência de beleza que você já provou?
Só provo tendências se tiverem a ver comigo.
Quais seus segredos de beleza?
Buscar paz e equilíbrio interior, exercitar o corpo e a mente.

Como esta sua rotina de exercícios em NY?
Malho quando posso. No inverno admito ser um pouco mais complicado… Mas tento

vogue

informalidade
Dos 1,8 postos de trabalho criados em 2019, 1 milhão foram na informalidade – Licia Rubinstein/Agência IBGE Notícias

A taxa média de desemprego recuou em 16 das 27 unidades da federação no ano passado, mas em boa parte isso se deve ao trabalho informal (que inclui os empregados sem carteira e autônomos, entre outros), recorde em 20 estados – em 11, mais da metade dos trabalhadores têm ocupações informais –, mostra pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) divulgada nesta sexta-feira (14). Apenas em dois ficou abaixo de 30%.

“Mesmo com a queda no desemprego, em vários estados a gente observa que a taxa de informalidade é superior ao crescimento da população ocupada”, comenta a analista do IBGE Adriana Beringuy. “No Brasil, do acréscimo de 1,819 milhão de pessoas ocupadas, um milhão é de pessoas na condição de trabalhador informal. Em praticamente todo o país, quem tem sustentado o crescimento da ocupação é a informalidade.”

Com média de 11,9% em 2019, a taxa de desemprego variou de 6,1% (Santa Catarina) a 17,4% (Amapá) – em São Paulo, foi de 12,5%, acima da média nacional. Entre as regiões, foi de 7,8% (Sul) a 14,5% (Nordeste), atingindo 10,1% no Centro-Oeste, 11,8% no Norte e 12,2% no Sudeste. O total de desempregados foi estimado em 12,575 milhões, conforme a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada pelo IBGE em 31 de janeiro e detalhada hoje. Destes, 3,201 milhões estão em São Paulo, 1,3 milhão no Rio de Janeiro, 1,2 milhão na Bahia e 1,1 milhão em Minas Gerais. O Amapá, com a maior taxa, tem 68 mil desempregados.

Dos 93,4 milhões de ocupados no país, 24,2 milhões são trabalhadores por conta própria e 11,6 milhões, empregados sem carteira assinada no setor privado. A taxa média de informalidade – 41,1% – foi superada em 18 estados: vai de 41,2% (Goiás) a 62,4% (Pará). Em 11, supera os 50%. Apenas em dois fica abaixo de 30%: Distrito Federal (29,6%) e Santa Catarina (27,3%). Em São Paulo, atinge 32%.

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        Greve dos Petroleiros chega ao 16º dia. – FUP.

A Associação Nacional dos Transportadores Autônomos do Brasil (ANTB) declarou, em carta enviada ao presidente Bolsonaro e aos 27 governadores neste sábado (15), apoio total à greve nacional dos petroleiros. A Categoria lançou ainda a campanha “Fim do PPI, Já!” contra a política de preços dos combustíveis, imposta pelo Governo e direção da empresa à Petrobras, que obriga o alinhamento de seus preços com o mercado internacional. Para o presidente da Associação, José Roberto Stringasci, “este assunto precisa ser discutido com toda a sociedade, que é afetada em todos os setores por causa dos altos preços dos combustíveis. E se nós temos o petróleo e a Petrobrás, não é possível mais aceitarmos essa cobrança inadequada na bomba”.  Após a declaração, caminhoneiros autônomos da Baixada Santista, em São Paulo, anunciaram paralisação para a próxima segunda-feira (17). O presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários Autônomos (Sindicam), Alex Viviani, afirmou em vídeo que a greve terá início, no Porto de Santos, a partir de 0h da segunda-feira. Na pauta da paralisação estão o piso mínimo de frete, o preço dos combustíveis e a perda de trabalho no Porto.

brasildefato

Contarato foi eleito com 1.117.036 votos, pelo partido Rede Sustentabilidade – Erick Gimenes

O senador Fabiano Contarato se diz um defensor dos cansados e oprimidos: apresenta discurso acolhedor aos pobres, ao amor livre e contrário a privilégios institucionais como elevadores que, no Congresso, só permitem o sobe e desce de quem foi eleito nas urnas.

Visto como delegado linha-dura, conforme narra a boca corrida do povo, exerceu a profissão por 27 anos – ainda se diz policial com muito orgulho, embora afastado pelo exercício político. Também foi professor de Direito, por 20 anos. Mais novo de seis filhos, nasceu de pai motorista de ônibus e mãe que não sabia escrever o nome, conta ele. Devoto da Bíblia e da Constituição Federal, tem o costume de, para referenciar suas ideias, sempre citar nomes de pensadores antigos, expressões em latim ou artigos numerados decorados minuciosamente da legislação.

Um ano após debutar no Congresso pelo partido Rede Sustentabilidade, graças a 1.117.036 votos de eleitores do Espírito Santo, Contarato exerce papel combativo ao governo de Jair Bolsonaro no Congresso, embora abomine ser rotulado de esquerda ou de direita: em 2019, apresentou 35 ações ou representações contra o Executivo, entre reclamações pessoais e partidárias. Além disso, propôs três projetos de decreto legislativo (PDL), três propostas de emenda à constituição (PEC) e 46 projetos de lei (PL) – entre esses, dois foram aprovados pelo Senado e foram para a Câmara: um que endurece a punição em crimes de trânsito e outro que libera “meia-entrada” para doadores de sangue. Ao passo em que defende a Operação Lava Jato e admite que a usou para se promover politicamente, é um crítico contumaz do trabalho do ex-juiz e atual ministro Sérgio Moro. Os embates que travou com Moro, segundo o senador, lhe geraram até ameaças de morte.

Ao Brasil de Fato, Fabiano Contarato fez um balanço do primeiro ano no parlamento, falou sobre segurança pública, desigualdade, o desmonte do Estado, cannabis medicinal e violência no trânsito, entre outros assuntos.

Confira a entrevista completa:

Brasil de FatoComo o senhor avalia seu primeiro ano de parlamento? Foi um ano de mais vitórias ou derrotas?

Fabiano Contarato: Eu vejo que esta casa de leis é uma casa de vaidades. Eu lembro que, quando eu assumi, no ano passado, em 2 de fevereiro, me assustou quando eu verifiquei que existem elevadores privativos para senador. Eu falava: ‘Meu Deus, mas aqui nós não representamos o povo? Aqui não é casa da população brasileira? O que me faz diferente de qualquer pessoa que aqui vem, no Senado Federal?’. Verifiquei, também, que os funcionários efetivos não passam por detector de metal. Os funcionários comissionados também não. Mas os terceirizados passam.

Aqui, se criminaliza a pobreza. Lá fora, o Estado também criminaliza a pobreza. Eu não canso de falar que eu fui usado pelo Estado por 27 anos para agir de forma contundente contra pobres, afrodescendentes e semianalfabetos. Porque, se você traçar o perfil socioeconômico de quem está preso, é esse o perfil. Os crimes que maior prejuízo ocasionam para a população brasileira são crimes praticados por políticos, crimes praticados por funcionários públicos, crimes de sonegação fiscal, os crimes contra a ordem tributária, contra o sistema financeiro. Se você perguntar, em qualquer sistema prisional, qual é o perfil de pessoas presas, por exemplo, por corrupção ativa, por corrupção passiva, por concussão, por peculato, é nada em relação à grande massa.

Eu não estou fazendo apologia ao crime, mas quando você pratica um furto aqui, você tem uma vítima determinada. Agora, quando o governo do Estado desvia verba da saúde, ele está matando milhões de pessoas. Quando um político desvia verba da educação, ele está matando o sonho de milhões de jovens.

Então, eu cheguei aqui e o primeiro dia já foi uma grande decepção para mim. Após essa primeira semana, eu comecei a presenciar a violação de muitos direitos, vindos, infelizmente, pelo Executivo. E aí a gente tem que ter uma defesa do verdadeiro Estado Democrático de Direito. Porque todo poder emana do povo, e é exercido pelos seus representantes legitimamente eleitos. A espinha dorsal de uma democracia é a Constituição Federal.

O governo baixou oito decretos para mudar o Estatuto do Desarmamento no ano passado, anos depois de nenhuma alteração nessa lei. Além disso, dois projetos de lei com a mesma intenção tramitam no Congresso. Como o senhor vê a tentativa do Executivo de flexibilizar o acesso a armas?

É uma visão míope.O artigo 144 da Constituição Federal é claro quando determina que a segurança pública é direito de todos, mas é dever do Estado. Então, ele está lavando as mãos e entregando a responsabilidade de fazer uma justiça pelas próprias mãos para a população. Não tem combate à violência armando a população. Você combate a violência atacando áreas sensíveis. São com leis mais rigorosas? Não tenha dúvida. Mas você tem que trabalhar com a fiscalização, com processo educacional.

Eu acho lamentável o governo tentar modificar uma lei federal, que foi o Estatuto do Desarmamento, com decreto. Isso está ferindo a Constituição Federal. Não se combate a violência armando a população, porque você está difundindo a cultura de violência, de fazer justiça pelas próprias mãos. Isso foi banido quando, pela democracia, o estado avocou para si essa persecutio criminis, esse direito de sair atrás de quem cometeu qualquer crime ou contravenção penal.

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Prefeitura de Cotiporã/RSO envolvimento da Confederação Nacional de Municípios (CNM) nas questões sociais mudou uma possível visão, interna e externa, de engajamento puramente político com foco na questão econômico-financeira. A entidade expandiu sua atuação e corpo técnico para incluir as políticas públicas voltadas ao bem-estar, ao desenvolvimento e à igualdade dentre suas prioridades. Os avanços são notórios, mas as conquistas começaram com a luta para mostrar que ações sociais não são feitas sem a participação da União e dos Estados nem sem recursos financeiros.

“A consolidação do movimento municipalista brasileiro, como instrumento de defesa da população, busca a melhoria da qualidade da vida das pessoas em todos os momentos”, reforça o atual presidente da entidade, Glademir Aroldi. Ele tem sido incansável na missão de trabalhar para garantir o fortalecimento do Ente municipal e para aumentar o legado conquistado nos últimos 40 anos. A conquista mais recente foi o repasse dos R$ 870 milhões da assistência social aos cofres municipais, no final do ano passado, referente ao cofinanciamento federal de 2019.

Para mudar a realidade de quem depende dos serviços públicos municipais, a CNM foi na raiz do problema, e investiu em materiais informativos, debates sobre competências e financiamentos e em projetos em parceria com o governo federal e órgão internacionais. Em 2010, o governo anunciou verba para os Municípios, por meio do Programa Crack é Possível Vencer, durante a Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios. Esse foi o pontapé inicial de um trabalho com resultados históricos, de depoimentos emocionados, que subsidiou o mapeamento inédito da presença do crack em 98% dos Municípios brasileiros, que deu origem ao portal Observatório do Crack.

O presidente da entidade na época, Paulo Ziulkoski, mostrou a realidade nacional à imprensa e aos poderes Legislativo, Executivo e Judiciário. Os dados estampados na mídia nacional e internacional foram o ponto de inflexão e, por meio da visão estratégica da CNM, o movimento municipalista entendeu a importância do protagonismo nas questões sociais. 

Subfinanciamento
Assim como educação e saúde, a assistência social é competência comum da União, dos Estados e dos Municípios, mas o Ente municipal é o mais acionado, pelo fato de estar mais próximo do cidadão. Essa busca pelo poder público municipal, de Norte a Sul, pode ser confirmada quando o problema do crack, espalhado em todo território nacional, emergiu. Ao pautar o debate das drogas e seus efeitos, principalmente, vulnerabilidade, pobreza, tráfico, crimes e violência, a problemática da gestão e do financiamento das políticas sociais apareceram.

CNM

A importante virada do movimento municipalista, a partir da atuação da entidade, evidenciou ainda a incompatibilidade dos recursos públicos destinados às políticas e ações de direitos humanos e de caráter humanitário; com os efeitos catastróficos da ausência ou da ineficiência governamental; e com os custos de estruturas para prevenção, acolhimento, tratamento e combate nos Municípios. Lá onde estão os problemas. O atraso ou o não repasse do cofinanciamento federal se tornaram intoleráveis.

Na prática
“A Confederação tem grande interferência na área social, como em todas as áreas da prefeitura. Ao longo de sua história foi se modificando, se adaptando e criando uma vertente muito grande para a área social”, conta o consultor da entidade, Eduardo Stranz. Há mais de 20 anos na CNM, ele lembra dos projetos com apoio da União Europeia, principalmente o Mulheres Seguras ou Municípios Seguros e Livres de Violência contra as Mulheres, entre 2013 e 2016; e o Projeto de Integração Local para reinserção social do usuário de drogas (Reinserir), de 2015 e 2018.

Ao todo foram quatro projetos em parceria e/ou com recursos da União Europeia, com ganhos significativos ao desenvolvimento municipal. Vale destacar também o prêmio MuniCiência de promoção às ações locais. “A CNM sempre acompanhou a evolução da área. Cada vez mais, a sociedade entende que é preciso investir na proteção social, para diminuir as desigualdades. A CNM tem ajudado a pensar essas políticas e cumprido um papel de primazia na discussão da área social”, afirma.

O trabalho em rede para gerar oportunidades de reinserção social de usuários de drogas, proposto pelo Reinserir, criou um modelo que pode ser aplicado por qualquer prefeitura do país. “Montamos um projeto para trabalhar a reinserção social com um olhar por dentro da prefeitura. A ideia foi melhorar a gestão dos programas e das ações destinados ao público e, com a sociedade civil, propor mecanismos e formas de reinserir os usuários em tratamento na rede pública”, resume Stranz.

13022020 doação de sangueTambém de forma inovadora, a Confederação desafiou o movimento municipalista a se envolver no projeto piloto Rede de Municípios Doadores para estimular a doação frequente e regular de sangue nos Municípios. A iniciativa almeja evitar a doação de sangue somente quando houver necessidade e que os estoques sejam reabastecidos com frequência.

“É mais um projeto da CNM na área social, ao longo destes 40 anos de atuação, que traz benefícios diretos à população. É um compromisso social da Confederação e dos Municípios de manter os estoques suficientes e adequados nos hemocentros da rede pública”, conta o supervisor do Núcleo de Desenvolvimento Social, Denílson Magalhães. Foi desenvolvido uma plataforma e um aplicativo que possibilita os Municípios criarem redes de doadores de sangue.

Operacionalização
Por meio da plataforma, os Hemocentros podem acionar os gestores municipais, que poderão convocar os doadores, para evitar o problema da falta de sangue nos momentos de maior necessidade. “A ideia do projeto é aproximar os hemocentros, as prefeituras e o cidadão, favorecendo o fluxo de doação de sangue no país”, destaca a consultora da CNM, Mariana Barreto. Ela ainda explica que “para conseguir operacionalizar o projeto, a CNM tem indo nos Municípios e nos Hemocentros”.

A consultora da Assistência Social na CNM, Rosângela Ribeiro, se emociona ao falar da ascensão da área técnica nos quadros internos da entidade e dos resultados obtidos pelo trabalho árduo de orientação e conscientização dos gestores locais. Ela lembra dos primeiros passos, das primeiras parcerias e grandes eventos, que colocou em pauta as responsabilidades, as legislações vigentes, as principais ações, os recursos disponíveis e as estruturas básicas essenciais para uma boa política socioassistencial.

Competência comum
“Ao regulamentar o artigo 203 da Constituição Federal, a Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS) reafirmou o direito do cidadão a cuidados em todas as fases da vida, além do amparo a quem necessitar”, explica a consultora da entidade. Ela faz questão de pontuar o entendimento indivisível: “a política de assistência social está presente em todo o país, dos grandes centros aos lugares mais remotos, e os Municípios são os principais executores das ações de proteção social”.

Prefeitura São José da Lagoa Tapada/PBCNMA CNM ainda desenvolve importante incentivo de ações voltadas a crianças e idosos, por meio do fortalecimento dos Fundos Municipais dos Direitos da Criança e do Adolescente (FIA) e do Idoso. Além de incentivar os colaboradores a doarem, a entidade também orienta os gestores locais sobre as medidas necessárias para receber doações. “O Município carece de recursos, e nós encabeçamos esses temas com objetivo de dar subsídio de como captá-los.” Esse apoio se manifesta em campanhas, transmissões ao vivo, eventos e palestras.

Para o supervisor do Núcleo de Desenvolvimento Social da CNM, o legado da entidade, junto ao governo federal, trouxe grandes resultados para a população. “Na área financeira, especificamente na área social, nós garantimos mais recursos. Só o Apoio Financeiro aos Municípios (AFM) repassado em 2018 garantiu recurso extra de R$ 2 bilhões destinados à educação, saúde e assistência social. Para ações socioassistenciais foram R$ 400 milhões. Soma-se entre as conquistas, apoio técnico, recomposição de orçamento, descontingenciamento do orçamento, reajuste de programa federal.

Ao se aproximar das necessidades e demandas populares, identificando as feridas sociais, na prática, se abriu o leque de estudos, levantamentos, notas técnicas e atuação municipalista. Dentre as novas prospecções, mortes por acidentes no trânsitodiagnóstico da Faixa de Fronteira pela ótica dos governos locais; a dinâmica da violência nos Municípios; a incidência da violência armada no Brasil; o plano Brasil sem miséria nos MunicípiosAnálise da gestão do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil de 2001 a 2005Situação dos Mamógrafos no BrasilJovens Autoridades Locais no Brasil; e Uma radiografia dos hospitais municipais.

Por Raquel Montalvão
Da Agência de Notícias

Foi publicada, no Diário Oficial da União (DOU) desta segunda-feira, 30 de dezembro, a Portaria Interministerial 4/2019, que estabelece os parâmetros operacionais para o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), no exercício de 2020.

A estimativa do Fundeb para o exercício de 2020 tem previsão de uma receita total de R$ 173,7 bilhões. Desse valor, R$ 157,9 bilhões correspondem ao total das contribuições de Estados, Distrito Federal e Municípios, e R$ 15,8 bilhões à complementação da União ao Fundo.

SANTA TEREZINHA/PE

Receita Total Fundeb/2020
(Valor anual: impostos + complemementação)R$ 7.617.291,20
Complementação da União/2020
(repasse mensal: Janeiro a dezembro)R$ 44.221,69
Receita Fundeb/2020 (sem complementação)R$ 6.923.617,59
Complementação ao Piso/2020 (Janeiro a Dezembro)R$ 4.913,52
Valor Total ComplementaçãoR$ 693.673,61

Obs: O cronograma de repasses da Complementação da União, publicado no Diário Oficial da União (DOU) em 30/12/2019, pela Portaria Interministerial 4/2019, estabelece que nove estados recebam a Complementação da União. São eles:

Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Maranhão, Pará, Paraíba, Pernambuco e Piauí

Portanto, esses valores deverão ser realizados em pagamentos mensais, transferidos até o último dia útil de cada mês, assegurado o repasse de, no mínimo, 45% até 31 de julho, 85% do total dos recursos até 31 de dezembro de cada ano e 100% até 31 de janeiro do exercício subsequente. Ou seja, durante o ano, são pagos 85% e os 15% que faltam para integralizar a complementação são efetuados em janeiro do ano subsequente.

Veja os valores da Integralização (15%) a serem repassados somente em janeiro de 2021:

Complementação da União R$ 93.645,94

Complementação ao Piso R$ 10.405,10

ACESSEM O VÍDEO, VEJAM QUE LEGAL. A EREM SANA TEREZINHA – PE

   Hoje foi realizada a abertura do ano letivo 2020, na modalidade Emerja da erem santa Terezinha.  Os alunos foram recepcionados pelos professores, que os acolheram em ritmo de carnaval. Na ocasião teve a presença e depoimento dos ex-alunos (Sr. heleno e Damião) que contaram e declamaram sua experiência no programa. Houve também apresentação do projeto protagonismo leitor na EJÁ MÉDIO, vivenciados pelos próprios aluno. A aluna Rosilene narrou a história do livro “o menino do pijama listrado”.O evento contou com a participação especial da coordenadora pedagógica Grécia Simone, onde compartilhou sua experiência através do livro de Bráulio Bessa “poesia com rapadura”. Os professores dramatizaram cenas do alto da compadecida, fazendo a divulgação para venda do livro. Além da apresentação da paródia composta através da melodia da música pequena erva. Os alunos estavam encantados com esta recepção calorosa e prazerosa, sentiram –se bem acolhidos pela equipe Gestora da escola e pelas professoras do programa: Rogéria Moreira, Janaína Fragoso, Sandreana Soares, Adriana Nunes e Teâm gela Lustosa.

                                                       

ACESSEM O VÍDEO, VEJAM QUE LEGAL. A EREM SANA TEREZINHA – PE A 1.000 KM POR HORAS

Entre no ritmos

EJA – do que se trata?

Indo direto ao assunto, podemos dizer que a  Educação de Jovens e Adultos (EJA 2020) é uma modalidade de ensino, que perpassa todos os níveis da Educação Básica do país. Essa modalidade é destinada a jovens e adultos que não deram continuidade em seus estudos e para aqueles que não tiveram o acesso ao Ensino Fundamental e/ou Médio na idade apropriada. A Educação de Jovens e Adultos (Eja),  para quem não se lembra é o novo nome do antigo supletivo, quer garantir que os recém-alfabetizados não voltem a ser analfabetos. São pessoas que, geralmente, tiveram problemas passados no sistema escolar, já com histórias de vida, com conhecimentos próprios e que têm pressa para aprender.

Quais os objetivos desse programa?

Podemos citar vários, como por exemplo:

  • Proporcionar a conclusão do Ensino Médio aos Jovens e Adultos que estão afastados da escola e desejam retomar os seus estudos;
  • Garantir ao aluno, através da modalidade de Educação à Distância, a flexibilidade entre tempo e espaço e a economia de tempo e dinheiro gerada pelo não deslocamento diário até a escola;
  • Oferecer a inclusão digital pelo uso da tecnologia na educação;
  • Propor a democratização do ensino por todos os cantos do Brasil;
  • Quebrar barreiras territoriais de um país de extensão continental com a utilização da tecnologia de transmissão via satélite de última geração;
  • Participar da mudança na concepção do educar tradicional, que mantém os mesmos moldes do século XIX.

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