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REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

Paulo Belote/Divulgação/TV Globo

A ex-BBB e agora apresentadora Vivian Amorim está fora da Globo após o fim de ‘Vídeo Show’ e do do Big Brother Brasil 19, mas segue decidida a ser, em algum momento, recontratada pela emissora carioca, de acordo com informações do colunista Léo Dias, do Uol. “Combino muito com o ‘Só Toca Top’ e com o ‘The Voice Brasil’. Poderia ser uma oportunidade”, disse ela durante entrevista a Léo Dias. “Acabei de começar como apresentadora, não posso querer chegar e sentar na janelinha, né? Existem muitos apresentadores bons lá, mas eu tenho certeza que em breve, mostrando que estou estudando e me aperfeiçoando, terei o meu espaço. Quando surgir um novo trabalho devem me chamar”, complementou Vivian.

istoe

Sasha Meneghel (Instagram/Foto:Blad Meneghel)
             Sasha Meneghel (Instagram/Foto:Blad Meneghel)

Sasha Meneghel surpreendeu os fãs com um click ousado em seu perfil no Instagram nessa última quarta-feira (15). A foto foi feita durante a sua viagem para Califórnia, Estados Unidos. Rapidamente a publicação gerou centenas de curtidas e comentários. Na imagem, Sasha aparece usando um maiô super cavado deixando sua tatuagem à mostra. “Carinha que resume minha viagem”, escreveu a famosa que deixou os fãs curiosos com relação ao significado de sua tatuagem. O desenho na realidade é um símbolo do zodíaco que representa o seu signo, Leão. Além dessa tatoo, a filha de  Xuxa Meneghel e Luciano Szafir que recentemente virou vendedor de cosméticos para superar a crise, também tem tatuado no corpo uma cruz, uma flecha, um trevo de quatro folhas e um tsuru (ave considerada sagrada no Japão). A publicação já ultrapassa mais de 260 mil curtidas e os seguidores aproveitaram ainda para elogiar a herdeira da apresentadora nos comentários.Vale ressaltar que Sasha iniciou na televisão timidamente ao lado da mãe em seus famosos videoclipes infantis. Como resultado, a filha da eterna ‘rainha dos baixinhos’, é uma das celebridades de maior evidencia da atualidade.

Xuxa recebe homenagem

No último sábado (11), Xuxa participou do ‘Programa da Sabrina’ e foi homenageada no quadro ‘Balão da Sabrina’. A ex-contratada da Rede Globo se emocionou e recebeu diversos depoimentos de pessoas importantes que fizeram e ainda fazem parte de sua vida. Ivete Sangalo, Renato Aragão e até mesmo sua filha Sasha Meneghel deixaram lindas mensagens à apresentadora do ‘Dancing Brasil’.

areavip.com.br

Abraham Weintraub, ministro da Educação
Quase uma semana após as grandes manifestações que marcaram o País na quarta-feira passada (15) – em que estudantes e professores cobraram do ministro da Educação, Abraham Weintraub, uma mudança na sua gestão da pasta – o homem escolhido pelo presidente Jair Bolsonaro para cuidar da educação do País tem uma nova proposta. De acordo com o jornal O Estado de S.Paulo , o ministro da Educação estuda criar uma bolsa de estudos para jovens que quiserem seguir a carreira de professor no ensino básico. A ideia seria a de premiar alunos com altas notas no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) que queiram cursar Pedagogia. A proposta de Weintraub , já é realidade em países como Chile e Cingapura. Esses dois países, inclusive, têm programas semelhantes e com bons resultados. O ministro tem se reunido com fundações que apoiam a educação e a proposta teria surgido nessas conversas. Hoje, 70% dos alunos que escolhem Pedagogia no Enem têm notas abaixo da média. A intenção de programas como esse é a de estimular que os melhores alunos do ensino médio queiram ser professores. Afinal, a bolsa seria dada ao aluno durante a graduação. O grande problema para essa questão é que o projeto está vinculado ao fim do contingenciamento de recursos, que reduziu as verbas do Ministério da Educação . Assim, ainda não há previsão de qual o valor que seria pago a esses aluno e nem de quando a ideia poderá ser colocada em prática.

BRASÍLIA – O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), criticou abertamente o líder do governo na Casa, Major Vitor Hugo (PSL-GO) no final de uma reunião do colégio de líderes de partidos nesta terça-feira, 21. Líderes ouvidos pelo Estadão/Broadcast afirmaram que o movimento torna o dialogo “impossível” e que a situação é “incontornável”, interpretando que houve um rompimento institucional entre os dois.mA crítica foi feita por causa de uma mensagem encaminhada por Vitor Hugo em grupos de WhatsApp, em que associa a negociação do governo com o Congresso com sacos de dinheiro. Maia teve acesso à sátira e ficou irritado.

Rodrigo Maia

Presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, durante reunião com líderes de partido; à esquerda, os deputados Agnaldo Ribeiro, o lider do governo na Câmara, Major Vitor Hugo, e a líder do PSL no Congresso, Joice Hasselmann Foto: Dida Sampaio/Estadão

Para aliados, o ataque feito por Maia é uma resposta às críticas públicas que o líder do governo tem feito sobre o Legislativo nas redes sociais. O ato foi visto como a defesa mais veemente do papel da Câmara e dos seus deputados desde que Maia entrou em embate público com o presidente Jair Bolsonaro em março.O líder do governo negou que tenha inferido que a negociação com o Congresso é espúria, mas Maia encerrou a conversa informando que não havia mais dialogo entre eles. Ao Estadão/BroadcastVitor Hugo afirmou que a situação é contornável, mas não disse se procurará o presidente da Casa para esclarecer a situação.

estadao.

O mosquito Aedes aegypit transmite dengue, zika e chikungunya

Pixabay

O Brasil registra cinco vezes mais casos de dengue que no ano passado. Segundo o último informe epidemiológico do Ministério da Saúde, de 4 de maio, foram registrados 675.174 casos prováveis da doença desde o início do ano. No mesmo período do ano passado, houve 134.048 ocorrências, o que representa um aumento de 403%. A incidência da dengue, que considera a proporção de casos em relação ao número de habitantes, tem taxa de 323,8 casos por 100 mil habitantes. O número de mortes também cresceu 115%, passando de 82 em 2018 para 189 este ano, sendo a maior parte no Estado de São Paulo, líder em número de casos, com 232.183. A região Sudeste concentra mais de 474 mil casos de dengue. 

O Ministério ressalta que em 10 Estados e o Distrito Federal a situação é “mais preocupante”, pois apresentam alta incidência da doença – maior que 100 casos por 100 mil habitantes.  Esses Estados são Minas Gerais (1.000 casos/100 mil hab.), Tocantins (903,5 casos/100 mil hab.), Mato Grosso do Sul (902,6 casos/100 mil hab.), Goiás (829,4 casos/100 mil hab.), Acre (539,4 casos/100 mil hab.), Espírito Santo (539,4 casos/100 mil hab.), São Paulo (509,9 casos/100 mil hab.), Distrito Federal (431,2 casos/100 mil hab.), Paraná (216,8 casos/100 mil hab.), Rio Grande do Norte (147,4 casos/100 mil hab.) e Mato Grosso (126,5 casos/100 mil hab.). A zika também registrou aumento esse ano, de 7%. Até 20 de abril, houve 4.161 casos. No ano passado, foram 3.877 no mesmo período. Não há registro de morte por zika este ano.

A região que concentra o maior número de casos passou do Nordesde para o Sudesde, com 1.684 casos. A maior incidência da doença ocorre no Tocantins (46,3 casos/100 mil hab.), segundo a pasta. A zika continua acometendo grávidas. Neste ano, foram registrados 988 casos prováveis em gestantes, sendo 193 já confirmados. O Ministério destaca que 37,3% (72) dos casos confirmados foram registrados no Rio de Janeiro, seguido do Espirito Santo 18,1% (35), Minas Gerais com 7,7% (15) e Mato Grosso do Sul com 5,6% (11). Já a chikungunya teve redução de 29%, passando de 48.344 no ano passsado para 34.054 este ano. No entanto, no Rio de Janeiro, a doença explodiu, com mais de 26 mil casos registrados e incidência de 121,8 casos por 100 mil habitantes. Neste ano, cinco pessoas morrreram em decorrência da chikungunya, sendo três no Rio de Janeiro, uma na Bahia e uma no Distrito Federal.

Precisamos de lideranças lúcidas que conclamem à pacificação do País                                               Precisamos de lideranças lúcidas que conclamem à pacificação do País
Reprodução/Pixabay

Segurem seus radicais que nós seguramos os nossos!

O pedido foi feito aos opositores da ditadura militar pelo então chefe da Casa Civil do governo Geisel (1974-1979), o lendário Golbery do Couto e Silva.  Eram tempos de “abertura lenta, gradual e segura”. Mas agentes do governo eram contra essa distensão e saiam às ruas para jogar bombas em banca de jornais e livrarias. Apostavam no caos e na violência. Foram derrotados internamente e o Brasil pode seguir seu longo caminho rumo à redemocratização.

Quatro décadas depois, cá estamos, à espera de alguma mente lúcida que desarme a bomba-relógio que se alojou em Brasília e vem conclamando “o povo” a participar de uma inédita e estranha manifestação a favor de um governo que não sofre ameaças nem enfrenta uma oposição digna de registro.Muitos aliados do governo já desembarcaram dessa Nau dos Insensatos. Que bom. O ato convocado para domingo (26) só vai dar certo se for pouca gente. Caso contrário, uma indesejada multidão ateará fogo às vestes – suas ou de outrem –, na falta do que fazer. Melhor não.O Brasil precisa de reformas, emprego, saúde, segurança, perspectivas. O Brasil precisa de muita coisa, menos de confronto e radicalização. Um governo foi eleito nas urnas, em um regime que se pretende democrático. Democracia tem regras simples, e devem ser seguidas. Todos deveriam se manifestar. Primeiro, Bolsonaro. Depois os outros.

 

Paolla Oliveira/Reprodução
Paolla Oliveira/Reprodução

Paolla Oliveira quase mostrou demais na manhã desta terça-feira (22). A atriz usou as redes sociais para compartilhar um click em que aparece usando um maiô transparente para lá de provocante.

Na legenda, a atriz mostrou que superou os momentos difíceis passados na última semana e agradeceu por alcançar a marca de 15 milhões de seguidores. “Rindo à toa. Somos 15 milhões! Vocês são incríveis. Muito obrigada!“, legendou Paolla Oliveira. Veja o click!

Em poucos horas, a foto já havia ultrapassado a marca de 200 mil curtidas e os fãs foram à loucura nos comentários com tanta sensualidade. “Linda demais, pelo amor de Deus! Meu exemplo de beleza”, “Você é a mulher mais linda do mundo todo, sou sua fã! Te acho perfeita em tudo!” e “Você merece, a mulher mas linda do Brasil”, foram alguns dos elogios que a gata recebeu.

Paolla Oliveira lamenta morte: “Vai em paz meu amigão”

A atriz usou seu Instagram na manhã desta sexta-feira (18) para lamentar a morte de seu cachorro Adjá.Na publicação, Paolla Oliveira compartilhou uma série de imagens e um longo texto em sua homenagem. “Hoje deixo aqui meu adeus cheio de amor para meu amigo peludo, meu companheirinho de tanto tempo“, iniciou a atriz a atriz.Na homenagem, a atriz comentou que, mesmo Adjá sendo um pouco travesso, ele a ensinou que não precisa de muito para alcançar a verdadeira felicidade. “Que aprontou tanto, que me fez sorrir, fugiu pra bagunçar a casa dos vizinhos, correu de mim, roubou muita comida em cima da mesa, quase arrancou as cortinas da casa… Foi feliz, ensinando a gente que precisamos de pouco pra isso. Por que vocês não vivem mais? Temos tanto pra aprender com vocês”, lamentou a atriz, que finalizou a frase com emojis tristes…

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Crédito: Carolina Antunes/PR

Presidente da República, Jair Bolsonaro assina o Decreto que dispõe sobre a aquisição, o cadastro, o registro, a posse, o porte e a comercialização de armas (Crédito: Carolina Antunes/PR)

Estadão Conteúdo

Governadores de 13 Estados assinaram nesta terça-feira, 21, uma carta contra o decreto que facilita o porte de armas e o acesso a munições no País, publicado há duas semanas pelo governo Jair Bolsonaro. No documento, eles argumentam que as novas regras podem piorar os índices de violência nos Estados, e pedem os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário atuem para a “imediata revogação” do decreto.Um dos principais argumentos é que o aumento da circulação de armas de fogo pode fortalecer facções criminosas, por meio de desvios e roubos de armamentos. Os governadores pedem, como solução para a área de segurança pública, ações para melhorar a forma como o governo reestreia armas e munições, além de medidas para evitar que armamentos regulares caiam nas mãos de criminosos.“Julgamos que as medidas previstas pelo decreto não contribuirão para tornar nossos Estados mais seguros”, diz a carta. “Ao contrário, tais medidas terão um impacto negativo na violência – aumentando, por exemplo, a quantidade de armas e munições que poderão abastecer criminosos – e aumentarão os riscos de que discussões e brigas entre nossos cidadãos acabem em tragédia.”A carta é assinada por Ibaineis Rocha (governador do Distrito Federal), Flávio Dino (Maranhão), Wellington Dias (Piauí), Paulo Câmara (Pernambuco), Camilo Santana (Ceará), João Azevedo (Paraíba), Renato Casagrande (Espírito Santo), Rui Costa (Bahia) Fátima Bezerra (Rio Grande do Norte), Renan Filho (Alagoas), Belivaldo Chagas (Sergipe), Waldez Góes (Amapá) e Mauro Carlesse (Tocantins)
istoe.

Rosângela Silva é socióloga e conhece Lula há mais de dez anos. Ela e o ex-presidente namoram desde antes do petista ser preso, em abril de 2018

A socióloga Rosângela Silva é a nova namorada de Lula

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preso desde abril do ano passado em Curitiba, está apaixonado e pretende se casar. A revelação foi feita pelo ex-ministro da Fazenda Luiz Carlos Bresser-Pereira em um texto publicado em seu perfil no Facebook. Lula está namorando a socióloga Rosângela Silva, de 40 anos. Ela trabalha no escritório da estatal Itaipu Binacional em Curitiba e visita o ex-presidente frequentemente na superintendência da Polícia Federal. Segundo dirigentes do partido, Janja, como é chamada a namorada de Lula, conhece Lula há mais de dez anos, e se aproximou do petista durante caravana pela região Sul. O nome da namorada de Lula foi revelado pelo jornalista Guilherme Amado em sua coluna na revista Época. Ele e Janja já namoravam mesmo antes do ex-presidente ser preso no ano passado. 

Lula e 'Janja' pretendem se casar assim que o ex-presidente sair da prisão

Lula e ‘Janja’ pretendem se casar assim que o ex-presidente sair da prisão

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A comunicação oral e escrita ganha foco no quarto Campo de Experiência como ferramenta para desenvolver o potencial criativo e os conhecimentos técnicos

Como você tem aplicado os Campos de Experiência da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) na sua escola? Para buscar essa resposta, NOVA ESCOLA conversa com profissionais de todo o país para conhecer suas propostas e entender como cada um tem elaborado atividades para traduzir a Base da Educação Infantil em experiências pedagógicas ricas para bebês e crianças. Já abordamos boas práticas ligadas aos campos “O eu, o outro e o nós”, “Corpo, gestos e movimentos” e “Traços, sons, cores e formas”. Agora, entramos no Campo “Escuta, fala, pensamento e imaginação”. Nesta série, na qual já abordamos “O eu, o outro e o nós” , “Corpo, gestos e movimentos” e “Traços, sons, cores e formas” trazemos exemplos de atividades que professores de todo o país estão desenvolvendo com bebês e crianças tendo como base os Campos de Experiência. Desta vez, vamos tratar sobre o campo “Escuta, fala, pensamento e imaginação”.É importante apontar que, como ressalta a própria BNCC e diversos especialistas em Educação, as atividades podem e devem abarcar mais de um Campo de Experiência ao mesmo tempo, a depender da criatividade e proposta dos educadores. Aqui, buscamos destacar nos relatos dos professores aqueles campos que são preponderantes, enfatizando os impactos e possibilidades de cada um deles.

Conheça os 5 Campos de Experiência
Os 5 Campos de Experiência ocupam espaço importante do novo documento da Educação Infantil. São eles:
  1. O eu, o outro e o nós
  2. Corpo, gestos e movimentos
  3. Traços, sons, cores e formas
  4. Escuta, fala, pensamento e imaginação
  5. Espaço, tempo, quantidades, relações e transformações

Os Campos de Experiência despertam a reflexão de professores e coordenadores sobre quais são as experiências fundamentais para que a criança aprenda e se desenvolva integralmente. NOVA ESCOLA traz uma série dedicada aos 5 Campos de Experiência, com atividades práticas para explorar cada um – e que podem ser complementadas com curso sobre o tema e planos de atividade produzidos pelo nosso Time de Autores.

CAMPO DE EXPERIÊNCIA: ESCUTA, FALA, PENSAMENTO E IMAGINAÇÃO

Desde o nascimento, as crianças participam de situações comunicativas cotidianas com as pessoas com as quais interagem. As primeiras formas de interação do bebê são os movimentos do seu corpo, o olhar, a postura corporal, o sorriso, o choro e outros recursos vocais, que ganham sentido com a interpretação do outro. Progressivamente, as crianças vão ampliando e enriquecendo seu vocabulário e demais recursos de expressão e de compreensão, apropriando-se da língua materna – que se torna, pouco a pouco, seu veículo privilegiado de interação.

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Reflexões sobre a função e o lugar da escola hoje. E sobre como profissionais, recrutados no mercado por sua reconhecida experiência no “fazer”, podem suprir a falta de preparo didático, transformando-se em facilitadores do aprendizado dos discentes.

Por Carlos Costa
Jornalista e professor na Faculdade Cásper Líbero. Licenciado em Filosofia e bacharel em Jornalismo, é mestre e doutor em Ciências da Comunicação pela Escola de Comunicação e Artes da USP. Atualmente é diretor da Faculdade Cásper Líbero e conclui seu pós-doutorado na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH-USP).

crédito da foto: José Adorno
Carlos Costa: “Insistimos em não apostar em nosso aluno, em não valorizá-lo e entender que ele é um adulto”
O fenômeno da geração shopping center
A preparação dos professores constitui a questão primordial de todas as reformas pedagógicas, pois enquanto ela não for resolvida de forma satisfatória, será totalmente inútil organizar belos programas ou construir belas teorias a respeito do que deveria ser realizado.
Jean Piaget
 Ora, se a educação está intimamente vinculada à filosofia de cada época, que lhe define o caráter, rasgando sempre novas perspectivas ao pensamento pedagógico, a educação nova não pode deixar de ser uma reação categórica, intencional e sistemática contra a velha estrutura do serviço educacional, artificial e verbalista, montada para uma concepção vencida. [..] A educação nova, alargando a sua finalidade para além dos limites das classes, assume, com uma feição mais humana, a sua verdadeira função social, preparando-se para formar “a hierarquia democrática” pela “hierarquia das capacidades”, recrutadas em todos os grupos sociais, a que se abrem as mesmas oportunidades de educação. Ela tem, por objeto, organizar e desenvolver os meios de ação durável com o fim de “dirigir o desenvolvimento natural e integral do ser humano em cada uma das etapas de seu crescimento”, de acordo com certa concepção do mundo.
Anísio Teixeira
(Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova – Março de 1932)
De certo modo, deveríamos deixar de lado os diplomas como medida de competência. Outra razão é a de que um diploma marca um final ou uma conclusão a respeito de alguma coisa, e o aprendiz está interessado somente num processo contínuo de aprendizado.
Carl Rogers
As escolas estão preparando – e em muitos casos, preparando mal – os alunos com conhecimentos e habilidades que eles precisavam para viver nos dias de ontem, diz o professor Thomas Joseph Burke, em seu livro O professor revolucionário. E o pior de tudo, conclui, é que os alunos precisam sair da escola bem preparados para viver, não no passado, nem mesmo hoje – que logo se torna passado – mas nos incertos e cambiantes dias de amanhã. Isso se dá porque, em nosso sistema escolar, o professor detém um conhecimento gerado e aprendido anteriormente, que lhe foi transmitido por professores. E, em sala de aula, ele tenta agora repassar isso para os alunos, num círculo que se repete (Burke, 2003: 16). Enquanto isso, os alunos, ah, os alunos vivem mergulhados em outro mundo, repleto de novidades, de novas tecnologias, novos programas e atrações… Daí o apelo do professor à “motivação exógena”, artificial. O apelo aos recursos audiovisuais, às habilidades de show man, à disciplina, às notas, às temidas provas e vários tipos de chantagem: tudo para obrigar o aluno, esse rapaz e essa moça “da geração zapping”, a “prestar atenção a uma aula” … Tudo seria diferente se o ensino e o papel do professor fossem encarados não como uma transmissão, mas como uma busca e uma construção de saberes. Sobre isso conversaremos nos parágrafos que se seguem.
A sala de aula não precisa estar restrita ao espaço delimitado pelas quatro paredes, o quadro negro e as carteiras dos alunos. Ela deve abrir-se – eliminando o que no cinema ou no teatro se chama “a quarta parede”.A escola na berlinda
Talvez nunca tenha se falado, questionado e discutido sobre escola, e os caminhos da educação, como nos dias de hoje. Essa é uma pauta recorrente no discurso de partidos políticos, de líderes comunitários, dos responsáveis pelas muitas instâncias do Ministério e das Secretarias da Educação, de pedagogos e consultores – dos que pensam caminhos para o futuro. Curiosamente, talvez, seja a própria escola que não encontre tempo para discutir seus rumos. Mas parece ser um consenso, hoje, que a instituição escolar precisa ser entendida não apenas como o lugar em que se realiza a construção do conhecimento, mas, muito além, ser pensada como um espaço em que se reflete criticamente acerca das implicações políticas desse conhecimento. Os conteúdos culturais que a escola trabalha e atualiza se referem ao conhecimento, destrezas e habilidades que os formandos (cidadãos) usam para construir e interpretar a vida social. Dificilmente se pode afirmar que as tarefas escolares que se colocam frente aos alunos nas salas de aula os capacitem para refletir e analisar criticamente a sociedade de que fazem parte, preparando-os para nela intervir e participar de forma mais democrática, responsável e solidária. É difícil dizer que os processos de ensino e aprendizagem que ocorrem em nossas escolas sirvam para motivar o aluno para envolver-se ativamente em processos tendentes a eliminar situações de opressão (Santomé, 2002: 176). A escola deve realizar uma reflexão profunda sobre essa falha.
A sala de aula deve prolongar-se pela biblioteca, pelos corredores, pelos museus, pelos cinemas, pelas salas de exposições, pelas lojas, pelas fábricas, enfim, pelo meio ambiente físico e social onde o verdadeiro aprendizado se desenvolve, é concreto e ligado à vida real. Além disso, assistimos nos últimos anos a uma explosão de centros universitários. Por um lado, isso é uma imposição dos tempos atuais e ocorre em todo o mundo, num momento em que a educação é vista como o passaporte para o desenvolvimento, e de algum modo se torna também um grande negócio – um negócio mundial que movimenta algo em torno de 300 bilhões de reais ao ano. Não é por acaso que países como Austrália, Nova Zelândia e Estados Unidos envidam esforços para incluir a educação entre as “commodities” discutidas no âmbito da Organização Mundial do Comércio (OMC), como já denunciou o professor Arthur Roquete de Macedo, reitor da Fiam-Faam (Macedo, 2002). Nesse contexto, cabe a nós acompanhar criticamente o que ocorre a nosso redor, como o surgimento desses “novos templos do saber”, essas novas universidades com seus edifícios envidraçados, que lembram sintomaticamente shopping centers. Se em 1993, tínhamos 873 IES, elas ultrapassaram a marca dos 1.859 em 2003. Hoje temos 32.000 cursos de graduação, oferecidos por 2.400 instituições de ensino superior – 301 públicas e 2 mil particulares. As universidades são responsáveis por 53,4% das matrículas, enquanto as faculdades concentram 29,2%. Ou seja, em duas décadas as universidades e centros universitários triplicaram. Há uma oferta de cursos de terceiro grau em qualquer bairro da cidade de São Paulo. E, além dos cursos de graduação, pululam os cursos de especialização e os MBAs, seja lá o que isso queira dizer no atual panorama nacional de ensino. As propagandas desses cursos louvam a alta qualificação dos professores, “profissionais renomados no mercado”. Apenas como exemplo, pode-se reproduzir o texto testemunhal de um aluno (retirado do site http://www.ibta.com.br/): “A pós-graduação em Segurança da Informação está além das minhas expectativas, é muito bem administrada, os professores são de altíssima competência, sem falar no coordenador que é um profissional experiente e reconhecido no mercado”.

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Conselhos Tutelares municipais deverão ser avisados sempre que um aluno faltar a mais de 30% das aulas — Foto: Alex Araújo/G1

Conselhos Tutelares municipais deverão ser avisados sempre que um aluno faltar a mais de 30% das aulas

— Foto: Alex Araújo/G1

Uma alteração na Lei de Diretrizes e Bases da educação (LDB) deverá melhorar o monitoramento de estudantes de todo o Brasil e tentar minimizar os índices de evasão escolar e distorção de idade-série (quando o aluno apresenta defasagem no nível de ensino que deveria estar em relação à idade).Agora, os Conselhos Tutelares municipais deverão ser avisados sempre que um aluno faltar a mais de 30% das aulas. Antes, a medida era obrigatória para quando estudantes atingissem mais de 50% de faltas. A nova regra foi publicada no Diário Oficial da União nesta sexta (11) e entra em vigor a partir desta data.

“As escolas nos comunicavam quando o estudante atingia 25 faltas. Agora, ela vai ter que avisar antes disso, ou seja, 15 faltas aproximadamente”, explica Alex Bahia, conselheiro e membro da Associação dos Conselheiros Tutelares do Estado de São Paulo.

Faltar às aulas pode fazer com que o estudante não consiga acompanhar o currículo de ensino. De acordo com a Unicef, sete milhões de estudantes no Brasil têm dois ou mais anos de atraso escolar. Um levantamento do governo federal sobre evasão escolar indica que 12,7% e 12,1% dos alunos matriculados na 1ª e 2ª série do ensino médio, respectivamente, abandonaram os estudos entre os anos de 2014 e 2015. Ainda de acordo com a análise, o 9º ano do ensino fundamental tem a terceira maior taxa de evasão, 7,7%; seguido pela 3ª série do ensino médio, com 6,7%. Considerando todas as séries do ensino médio, a evasão chega a 11% do total de alunos nessa etapa de ensino.

O conselheiro tutelar Alex Bahia conta que a evasão escolar está ligada a diversos fatores.

“A evasão é a consequência de outras violações, como a inserção precoce desse jovem estudante no mercado de trabalho, por exemplo. Muitas vezes, esse trabalho não é formal, são subempregos”, conta.

“Considero essa medida da nova lei válida, porque a gente pode evitar um dano maior. A comunicação prematura potencializa na ação do Conselho Tutelar”, disse Bahia.

Já a pesquisa Conselho de Classe, divulgada em 2016 pelo Ibope, apontou que 51% dos professores consideram a defasagem um grande desafio para cumprir o currículo. Outros 16% dos docentes citaram a dificuldade de fazer todos os alunos chegarem ao nível que é esperado.

Sobre o Conselho Tutelar

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Presidente declarou que aprovação da reforma da Previdência é essencial para que o governo tenha verba e País faça avanços em todos os setores

presidente Jair Bolsonaro
Reprodução/Flickr/Governo de Transição

Bolsonaro também declarou que não quer aproximação do Brasil
com Venezuela, Bolívia e Cuba

Ele disse, ainda, que os ministérios estão bem equipados e com ministros capazes e técnicos, usando como exemplo o ministério da Ciência e Tecnologia. Bolsonaro elogiou o currículo e a trajetória do ministro e astronauta Marcos Pontes, mas disse que os avanços são limitados porque a verba é pouca.O presidente também aproveitou a ocasião para falar sobre as alianças entre o Brasil e outros países. Na avaliação dele, os acordos devem ser feitos com quem “tenha o que oferecer” ao Brasil. “Querem que eu me aproxime de Venezuela, Bolívia, Cuba? Com todos respeito a estes países, mas devemos nos aproximar de quem é melhor do que nós”, declarou Bolsonaro .

Fonte:  iG

Enquanto o governo corta despesas com Educação, a Câmara abre licitação para gastar R$ 30 milhões com serviços de vigilância privada para os parlamentares

Crédito: Pedro Ladeira/Folhapress

TROPA DE ELITE Rodrigo Maia deixa a Casa com seguranças:

ele quer mais proteção (Crédito: Pedro Ladeira/Folhapress)

Já vimos que a Câmara paga tapioca, saquê e até chocolate importado para os deputados. Basta eles consumirem qualquer produto, mesmo que supérfluo, e apresentarem a nota fiscal à direção da Casa. Sabemos também que deputado é um ser privilegiado, que ganha R$ 33,7 mil por mês, recebe auxílio-moradia, se aposenta com oito anos de serviço e pode contratar até 20 assessores. Mas quando pensamos que já vimos de tudo, a Câmara apronta mais uma forma de torrar dinheiro público, no mesmo instante em que o governo corta verbas para a Educação. Está fazendo uma licitação para contratar 274 vigilantes particulares, que poderão ganhar até R$ 4,5 mil por mês, com um custo anual de R$ 28,7 milhões. Esses guardas serão usados para reforçar o quadro de segurança da Câmara, que já dispõe de 288 agentes da polícia legislativa. Tudo porque, alguns parlamentares sentem-se ameaçados de alguma forma e querem proteção extra. Um escárnio, num País em que os moradores das nossas cidades são vítimas diárias de uma violência incomum e que eles, senhores deputados, não tomam providências para aprovar as leis anticrime propostas ao Congresso.

TCU já investiga

O processo de licitação da Câmara prevê a contratação de “serviços continuados na área de vigilância armada em áreas internas e externas da Câmara dos Deputados e dos blocos de apartamentos funcionais da Casa”, diz o documento que solicita o serviço. Os 274 novos guardas deverão trabalhar nas quadras de Brasília onde estão os apartamentos funcionais, nas Asas Sul e Norte. O procedimento licitatório já está sendo alvo de investigação no Tribunal de Contas da União (TCU), sob a alegação de que o preço que a Câmara pagará aos vigilantes “está fora da realidade do mercado”. Ou seja, os valores são altos demais. Hoje, a Câmara já gasta uma exorbitância com segurança privada para os parlamentares. Por meio da Cota para o Exercício da Atividade Parlamentar (CEAP), a Casa gastou R$ 208 mil com esse tipo de serviço apenas nos três primeiros meses deste ano. Ou seja, 44 parlamentares pediram ressarcimento à Casa por terem contratado seguranças próprios. O deputado que mais gastou com o serviço foi Bosco Saraiva (Solidariedade-AM), com R$ 26 mil. Ainda na lista dos parlamentares que mais usufruíram da regalia, estão a petista Maria do Rosário (PT-RS), com gastos de R$ 21 mil, e a deputada Sâmia Bonfim (PSOL-SP), com despesas de R$ 20 mil. Em toda a legislatura passada, os ressarcimentos com serviços de segurança pessoal chegaram a R$ 6,1 milhões, um enorme desperdício de dinheiro público.

“É o STF de um lado e Câmara Federal de outro.”

Topíssima é a nova novela da Record (Foto: Divulgação)
  Topíssima é a nova novela da Record (Foto: Divulgação)

Há alguns anos, a Record teve a ideia de expandir ainda mais a sua teledramaturgia bíblica, já consolidada através de minisséries, para as novelas. Os Dez Mandamentos, adaptação de uma das histórias mais conhecidas da Bíblia, a de Moisés, fez a emissora paulista bater todos os recordes de audiência, chegando a vencer o Jornal Nacional e a novela das 21h da Globo. Com Topíssima, que estreia nesta terça (21), a história pode se repetir.

Se Os Dez Mandamentos fez com que a Recordmudasse completamente o rumo de sua teledramaturgia e deixasse de produzir novelas seculares, Topíssima pode fazer o mesmo, mas no sentido oposto. Desde que passou a investir nas bíblicas, a emissora nunca mais produziu ou exibiu uma trama contemporânea com outra temática. A novela de Cristianne Fridman será a primeira desde Vitória, da mesma autora, em 2014. Mesmo que a trama da égua não tenha ido bem em audiência, o histórico da roteirista é bom. Ela dividiu a autoria de Bicho do Mato e escreveu sozinha os sucessos Chamas da Vida e Vidas em Jogo. Seria Topíssima capaz de fazer a Record investir em peso em novelas contemporâneas? Tudo dependerá da audiência registrada na nova trama. O fato é que os folhetins bíblicos não vêm agradando tanto quanto no início, e uma reviravolta na teledramaturgia do canal seria totalmente bem-vinda.

RECORD QUER TOMBAR A GLOBO

A Record estreia na próxima semana a nova novela das sete, voltando a ter duas tramas inéditas ao mesmo tempo no ar. Topíssima, que será exibida às 19h45, substituirá a reprise da bíblica A Terra Prometida e antecederá Jezabel, a outra produção inédita do canal paulista. Com Camila Rodrigues e Felipe Cunha nos papéis principais, Topíssima é a tentativa da Record de reconquistar o público perdido já que nos últimos anos a aposta foi somente em novelas bíblicas. Vitória, exibida entre 2014 e 2015, foi a última trama do canal contemporânea.

Sofia e Lara (Cristiana Oliveira), mãe e filha, em cena da nova novela das sete da Record. (Foto: Reprodução)

Apesar de competir diretamente com a novela Verão 90, das Globo, a Record segue com vantagem e com bons índices na faixa. O telejornal SBT Brasil é o principal concorrente do canal de Edir Macedo nesse horário e sempre perde para a reprise da novela A Terra Prometida, a tendência é que Topíssima continue mantendo a audiência.

BARRACO NA TRAMA

Outro dia um bate boca público pegou a todos de surpresa. O diretor da nova novela discutiu feio com a gerente de produção, deixando os figurantes e a equipe de boca aberta. A trama é baseada em uma obra de Cristiane Cardoso (filha de Edir Macedo). Com 150 capítulos, a previsão é de que a trama estreie no dia 21 de maio, como divulgado pela atriz Cristiana Oliveira, que está no elenco, pelo Instagram.

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Crédito: Reprodução/Instagram

A atriz Holland Roden, conhecida por interpretar Lydia Martin no seriado Teen Wolf, da MTV, foi barrada na imigração brasileira ao chegar ao aeroporto de Guarulhos nesta sexta-feira, 17. Holland veio ao Brasil para um encontro com fãs no evento da 4U Experience BR neste sábado, 18. Segundo relatos, ela foi barrada por volta das 14h e permaneceu assim até a manhã deste sábado. Uma representante da empresa que organizou o evento disse que, segundo a Polícia Federal, a atriz tentou passar o visto que permite a entrada no País do passaporte antigo para o atual. A prática seria considerada ilegal no Brasil e, por isso, ela não pôde entrar. “Nossa equipe ficou aqui a noite toda, tentando resolver isso, porque existe um recurso chamado visto condicional, em que ela poderia ser liberada para fazer o evento. Porém, dependeria dela e do consulado americano dar o start nisso tudo para ela ser liberada aqui, não dependeria mais da nossa equipe”, informou a representante no Instagram. Segundo ela, o time da empresa contatou diversos ministérios e advogados para tentar resolver o problema, mas nada havia sido solucionado até a manhã de hoje. A empresa chegou a cogitar cancelar o evento, mas, segundo publicações no Twitter, ele ainda pode acontecer. Marcado para 14h deste, o local do evento estava recebendo os fãs 15 minutos antes, mas sem confirmação da presença da atriz. No Instagram, a atriz lamentou o ocorrido. “Depois de dois anos viajando para o Brasil com este passaporte e este visto sem problemas, para conhecer os fãs e fazer amigos, fico surpreso com as acusações e o tratamento que hoje enfrento da Polícia brasileira. Estou chocado que este é o mesmo Brasil que eu conheço e amo”, disse Holland. “Por favor, estimule o seu país a ter um tratamento razoável com as pessoas que entram no país com identificação válida. […] Desta vez não é diferente de qualquer outra vez que eu vim aqui: duas vezes nos últimos dois anos”, completou a atriz. Ela acrescentou que alguns fãs a reconheceram no aeroporto e acredita que eles espalharam a notícia ao vê-la “detida, sem respostas, gritando [com ela], recusada a ter um tradutor, comida ou água durante quatro horas”. Ela agradeceu à “única funcionária sozinha” de uma empresa aérea que estava fazendo seu trabalho.

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Alheio ao cenário de contingenciamentos e corte de gastos na administração pública, o Supremo Tribunal Federal (STF) abriu os cofres para despesas que envolvem a rotina da Corte. Entre os gastos previstos pela gestão do ministro Dias Toffoli – estimados em R$ 29,5 milhões -, estão a compra de veículos blindados, a troca de aparelho de telefone fixo, a reforma no gabinete da presidência do tribunal e refeições com lagosta e rótulos de vinhos agraciados com premiações internacionais. No caso do controverso “edital da lagosta e do vinho”, a compra de R$ 481,7 mil foi contestada em ações populares na Justiça, mas acabou liberada. Em gestões passadas, o próprio refeitório do Senac frequentado pelos servidores do Supremo (contratado por R$ 30 mil) era usado para as refeições especiais de convidados. O STF alega que a aquisição reproduz contrato semelhante firmado pelo Itamaraty, mas um ministro ouvido reservadamente aponta que o tribunal não costuma receber autoridades para jantares, o que não justificaria a despesa. Conforme revelou o jornal O Estado de São Paulo, a compra foi criticada em texto compartilhado pelo presidente Jair Bolsonaro pelo WhatsApp, que afirma que as lagostas do STF são “só a face gourmet do nosso absolutismo orçamentário”.

O presidente do STF, Dias Toffoli
O presidente do STF, Dias Toffoli

Foto: Adriano Machado / Reuters

Levantamento feito pela associação Contas Abertas a pedido do jornal aponta que durante a presidência da ministra Cármen Lúcia, antecessora de Toffoli no comando do STF, a média mensal das despesas discricionárias ficou em R$ 13,142 milhões – são os gastos não obrigatórios, que incluem o custeio da máquina pública, investimentos e pagamentos de programas. Já na gestão Toffoli, o valor subiu para R$ 15,625 milhões por mês, o que representa um aumento de R$ 2,48 milhões. Um dos maiores projetos é a mudança dos estúdios da TV Justiça e da Rádio Justiça para um prédio a ser reformado pela Aeronáutica. O custo estimado é de R$ 17 milhões. Apesar das tratativas em andamento, um relatório interno da diretoria da TV Justiça, obtido pelo Estado, aponta para os riscos com a transferência para o novo endereço. “O parque técnico da TV Justiça está obsoleto e corre um grande risco de não funcionar, caso seja desligado e religado em um novo local, com o perigo real de perda de arquivos de imagens e outros dados”, diz o documento. O STF alega que, como o projeto não foi concluído, “não é possível apontar valores globais”, mas defende o investimento. “As melhorias nos canais de comunicação pública do STF serão custeadas com remanejamentos internos no orçamento”, observou o tribunal (mais informações abaixo). Para um segundo ministro ouvido pela reportagem, Toffoli busca deixar um “legado” em sua gestão, tal como o rei Luís XIV, na França. “É só ver Versalhes”, diz esse magistrado, em referência ao palácio do “Rei Sol”. Enquanto discute um novo prédio para abrigar a TV Justiça, o Supremo prepara mudanças em sua sede, abrindo edital para a restauração das esquadrias das fachadas por R$ 6,5 milhões. O objetivo é reforçar a segurança das janelas, que ganharão vidros mais resistentes. A preocupação com a segurança também levou o tribunal a comprar, por R$ 2,8 milhões, 14 novos veículos blindados do modelo Ford Fusion SEL, que serão usados pelos ministros em Brasília, repetindo prática adotada no Rio e em São Paulo. A lista de gastos do Supremo inclui ainda a substituição de aparelhos telefônicos por até R$ 2,3 milhões. Serão substituídos 1.250 aparelhos (de um total de 2.400) que foram comprados em 2010, “para os quais já não há mais possibilidade de atualização tecnológica”. O próprio gabinete da presidência do Supremo foi “repaginado” na gestão de Toffoli e passou por uma reforma de R$ 443.908,43 que incluiu um chuveiro e a substituição de carpete por piso frio. O carpete retirado foi instalado em 2001 e provocou alergia no presidente do Supremo.

Gestão Toffoli reduziu custos em 36%, afirma tribunal

A Secretaria de Comunicação Social do Supremo Tribunal Federal (STF) informou ao Estado que a gestão do presidente Dias Toffoli tem adotado um conjunto de medidas para reduzir gastos e melhorar a prestação de serviços, por meio de renegociações e mudanças de contratos, com economia de até 36% sobre valores iniciais. De acordo com o tribunal, as despesas do Supremo são definidas em conformidade com “o planejamento estratégico” da Corte. Sobre as mudanças nas instalações da TV Justiça e Rádio Justiça, o STF alegou que “como o projeto de transição não foi concluído, não é possível apontar valores globais para essa operação, para a qual ainda não foi realizada nenhuma licitação”. A Aeronáutica, por sua vez, informou que o valor exato da obra só poderá ser determinado após a conclusão do projeto, ainda em fase de elaboração. De acordo com a assessoria do Supremo, a troca no sistema de telefonia permitirá a economia anual de R$ 100 mil. Serão substituídos 1.250 aparelhos (de um total de 2.400) que foram comprados em 2010, “para os quais já não há mais possibilidade de atualização tecnológica e nem de reparos técnicos, por conta da indisponibilidade de peças e de sistemas”. O novo contrato de telefonia prevê sistema de call center para atender aos advogados de todo o País, videoconferência com gravação e comunicação remota entre servidores do STF. Os aparelhos antigos deverão ser doados. O tribunal também reiterou que o contrato de alimentação de R$ 481,7 mil – conhecido como o “edital da lagosta” – reproduz as especificações e características de contrato semelhante firmado pelo Ministério das Relações Exteriores, já analisado e validado pelo Tribunal de Contas da União. Ao defender o edital na Justiça, a Advocacia-Geral da União (AGU) sustentou que o Supremo realiza “diversos eventos institucionais” com representantes dos outros Poderes e agendas institucionais com autoridades, tribunais e organismos internacionais. “Neste ano de 2019, o STF realizará eventos setoriais no âmbito da Presidência pro tempore brasileira do Mercosul e da cúpula dos Brics”, sustentou a AGU. O STF afirmou ainda que economiza R$ 6 milhões por ano com o não preenchimento de cargos. “É por conta do êxito dessas medidas que o tribunal conseguiu economizar R$ 46 milhões do orçamento para 2018″, disse a assessoria do tribunal.

As despesas do STF

“Cada dia que passa o país fica em uma situação deplorável, os brasileiros não sabem quem é quem.Todos os dias tem noticias de altos gastos com o dinheiro público, deixando uma boa parte da nação em situação caótica, a onde iremos parar?????? Quais as autoridades que tem moral para que o Brasil possa gerar emprego e renda?”

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Em um país onde 90% das pessoas vivem na pobreza e a inflação atingirá 10.000.000% neste ano, quem tem família no exterior ou ganha em dólar consegue ter uma vida um pouco melhor – mas não consegue escapar da crise que afeta o país.

Há poucos sinais da crise pela qual passa a Venezuela no restaurante La Esquina, localizado em uma região nobre da capital do país, Caracas.

Em um país em crise, restam poucos lugares como o restaurante La Esquina
Em um país em crise, restam poucos lugares como o restaurante La Esquina.
Foto: Divulgação / BBC News Brasil
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” Vejam a desigualdade social como é, enquanto a elite vivem não luxuria os pobre vivem na miserabilidade, uma falta de humanidade, só que tudo tem o fim. Talvez falte o Caviar, queijo gourmet para este que vivem com a miséria da pobreza. Jesus não deixa nada impune. “

Música sai dos alto-falantes escondidos em meio à vegetação exuberante. O moderno bar no jardim tem vista para a piscina, peça central do restaurante. No interior, há uma parede inteira de opções de vinhos finos para os clientes, enquanto o menu inclui itens como carpacciopoke e azeite trufado. Este restaurante está a um mundo de distância de grande parte da Venezuela, onde cerca de 90% das pessoas vivem na pobreza e a inflação atingirá 10.000.000% neste ano, segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI). Com o salário mínimo em torno de US$ 5 (R$ 20), a maioria das pessoas tem dificuldades de pagar por uma dúzia de ovos ou um simples saco de arroz. Enquanto isso, no lado mais abastado da cidade, há um pequeno supermercado que vende produtos importados para aqueles em melhores condições. A maioria dos clientes são estrangeiros e os venezuelanos mais ricos, inclusive os chamados “boligarcas” – apelido dado à nova oligarquia que se deu bem sob a “revolução bolivariana” de Hugo Chávez (19564-2013) e Nicolás Maduro. Nas prateleiras, há pasta de queijo gourmet, azeitonas e caviar. Uma perna de jamón serrano, um tipo de presunto espanhol curado, custa US$ 1,8 mil (ou quase R$ 7,2 mil).

A Venezuela sofreu um apagão recentemente
A Venezuela sofreu um apagão recentemente

                      Foto: Getty Images / BBC News Brasil

Em um país que já foi um dos mais prósperos da região, restam poucos lugares como este. Mas, mesmo nos piores momentos, é notável que eles ainda existam.

Privilégios decrescentes

Ronald Balza Guanipa, reitor da faculdade de Economia da Universidade Católica Andres Bello, em Caracas, diz que os clientes destes negócios se limitam a dois tipos de venezuelanos: aqueles que recebem dinheiro de parentes no exterior e aqueles que recebem salários em outras moedas. São um resultado, afirma ele, de épocas anteriores, quando as receitas do petróleo eram altas e os venezuelanos podiam economizar. Mas isso mascara uma realidade difícil mesmo para os mais privilegiados. “Só porque há pessoas que ainda podem comer em restaurantes não significa que elas conseguem obter todos os medicamentos de que precisam”, diz Guanipa. “Elas não podem planejar a educação de seus filhos, comprar peças de carros ou pensar no futuro.” Desde 2013, quando o presidente Hugo Chávez morreu, a economia da Venezuela encolheu mais de 50%. “Para alguns, foi bem mais do que isso, e por isso há tanta pobreza”, diz Guanipa.

“Enquanto isso, milhões de venezuelanos foram embora. Os que vemos nos restaurantes têm família no exterior.”

Dificuldade crescente

A recente escassez de energia em todo o país dificultou ainda mais vidas que já estavam difíceis. “A escassez de energia nos pegou de surpresa. Estávamos esperando que isso acontecesse algum dia, mas nunca pensamos que seria tão cedo”, diz Carlos César Ávila, dono da rede de cafés Franca. Ele tem 200 funcionários, quatro lojas e se prepara para abrir a quinta. “Nos dias em que não tínhamos energia, não tínhamos clientes. Nos dias em que tínhamos energia em algumas lojas, elas ficavam abarrotadas de gente, porque eram como se fossem paraísos em meio ao caos.”

A rede de cafés Franca tem 200 funcionários, quatro lojas e se prepara para abrir a quinta
A rede de cafés Franca tem 200 funcionários, quatro lojas e se prepara para abrir a quinta

Foto: BBC News Brasil

Apesar dos desafios e do número de venezuelanos que deixaram o país, ele ainda vê uma oportunidade em atender às 30 milhões de pessoas que vivem na Venezuela. “As pessoas que vivem aqui precisam de tempo de lazer, precisam se reunir, tomar café, e isso é basicamente o que oferecemos, um refúgio”, diz ele. “Para trabalhar neste setor, você precisa de funcionários, fornecedores. Portanto, mesmo que nosso impacto pareça pequeno, de alguma forma acabamos beneficiando muitas pessoas.” Mas o empresário admite que manter seu negócio é difícil. “É como andar de bicicleta ladeira acima: se você parar, vai cair. Você tem de continuar pedalando.”

‘Todos nós fomos atingidos’

Daniela Salazar, que trabalha com marketing e ganha US$ 150 (R$ 597) por mês, é uma das clientes de Carlos que desfruta de um café e uma fatia de bolo com um amigo. “Se você tiver sorte o suficiente de ganhar em dólar, pode viver decentemente”, diz ela, admitindo que a comida à sua frente vale um salário mínimo na Venezuela. “Costumava consumir muito mais, comer bolo e biscoitos, pagar a conta de amigos, mas, agora, é só um café. Hoje é uma exceção, porque é meu aniversário.”

Yuraima Cruz (dir.) costumava trabalhar como psicóloga do governo, mas, hoje, atende em um consultório e cobra em dólar
Yuraima Cruz (dir.) costumava trabalhar como psicóloga do governo, mas, hoje, atende em um consultório e cobra em dólar

Foto: BBC News Brasil

Perto dali, Yuraima Cruz está comemorando sua aposentadoria com sua irmã Yajaira e alguns colegas. Ela costumava trabalhar como psicóloga para governo. Agora, trabalha em um consultório particular e cobra por suas consultas em dólar. “Ganho melhor, mas não é suficiente para lidar com a inflação”, diz ela, que ganha uma pensão do governo de cerca de US$ 5 por mês. “Com o meu salário do governo, costumava pagar a escola do meu filho, comprei um carro”, diz ela, melancolicamente. “Eu e meus amigos todos temos diploma universitário, já fomos de classe média, mas todos fomos atingidos pela crise.”

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