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 A Câmara Municipal de Santa Terezinha-PE, realizou a sessão ordinária desta quarta 25.05, que dentre outros assuntos teve como prioridade a votação para eleger o 2° secretário da Casa. A qual foi realizada e obteve por unanimidade a aprovação do vereador Helder Quirino Anastácio (Hélder de Viana) para assumir o referido cargo. 

O vereador Adalberto Júnior e a vereadora Elisângela Lira solicitaram melhorias na iluminação pública, enfocando este assunto como uma prioridade para cidade.

O vereador e 1° secretário da Câmara, André Ferreira de Oliveira (André de Afonsim) destacou e elogiou a senhora Lindeci Martins, assessora especial do prefeito Geovane Martins, ao solicitar da mesma, através de ofício, a questão que diz respeito a iluminação da cidade. André destacou que foi muito bem atendido pela mesma com uma receptividade admirável. “O que é de suma importância para que uma gestão dê certo, é uma boa assessoria, que trabalhe coletivamente, buscando sempre o bem comum da população. Isso faz toda diferença: receptividade, transparência, honestidade, competência, etc. Nem sempre nos deparamos com pessoas qualificadas para assumirem determinadas funções, o que não é o caso de Lindeci (Linda de Danda), que tem demonstrado eficiência  no que faz”.

 “A cidade quase por completa necessita de uma melhor iluminação,  destacando as proximidades dos bancos, instituições de ensino e demais vias. Pois a falta de iluminação facilita muito atrocidades, como roubos, assaltos, uso de drogas, etc.

  O pastor José Carlos também falou, comunicando que fundou a OMESTE e ainda informou que já conseguiu uma ambulância nova, que já está servindo a população terezinhense.

 Ricardo de Beca deu um destaque especial ao homem do campo, onde solicitou das autoridades um olhar especial, pois afinal de contas são estes que promovem o alimento para nossas mesas.

  Sendo assim,  a sessão foi encerrada com estes principais destaques.

           

Acessem os vídeos vejam na íntegra 

                                


Agentes das Forças Armadas já se dirigiam à Esplanada dos Ministérios no início da noite de quarta (24). Por decreto, efetivo ficará em Brasília até 31 de maio

24/05/2017- Brasília- DF, Brasil- Manifestantes entra em confronto com a policia em Brasília
Foto: Lula marques/ AGPT

O presidente Michel Temer admitiu esta noite (24) que foi dele, e não do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), a decisão de convocar tropas das Forças Armadas para a “garantia da lei e da ordem” em Brasília até o próximo dia 31. Em nota, Temer reconheceu que Maia havia pedido o emprego da Força Nacional de Segurança, mas afirma que optou pela convocação de 1.300 integrantes do Exército e 200 fuzileiros navais devido à “insuficiência dos meios policiais” solicitados pelo presidente da Câmara.

No final da tarde, Maia cobrou do governo que “repusesse a verdade”, já que ele estava sendo responsabilizado por deputados da oposição pelo decreto presidencial. Ele também considerou excessiva a decisão do governo de manter tropas das Forças Armadas na cidade mesmo após o encerramento do protesto.

O governo alega que os atos de violência registrados hoje “colocaram em risco a vida e a incolumidade dos servidores” que trabalham  na Esplanada. A decisão de Temer pegou de surpresa o governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, que reclamou por não ter sido consultado e reprovou a adoção da “medida extrema”.

“Diante de tais circunstâncias, o Presidente da República, após confirmada a insuficiência dos meios policiais solicitados pelo presidente da Câmara dos Deputados, decidiu empregar, com base no artigo 142 da Constituição Federal, efetivos das Forças Armadas com o objetivo de garantir a integridade física das pessoas, proporcionar evacuação segura dos prédios da Esplanada e proteger o patrimônio público, tal como foi feito anteriormente em vários Estados brasileiros. Restabelecendo-se a ordem, o documento será revogado”, diz a nota divulgada pela Secretaria de Comunicação da Presidência (Secom). Ainda de acordo com o comunicado, o presidente “não hesitará em exercer a autoridade que o cargo lhe confere sempre que for necessário”.

Temer é investigado no Supremo Tribunal Federal por obstrução da Justiça, corrupção e organização criminosa. Uma das acusações contra o presidente é de ter silenciado diante da confissão de crimes pelo empresário Joesley Batista, do grupo J&F, como a compra de dois juízes que o investigavam e a infiltração de um procurador da República que vazava para ele informações privilegiadas. O presidente também é acusado de receber propina.

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Numa ação preventiva de apoio às prefeituras de todo o país, o Ministério da Transparência (CGU) lança, nesta quinta-feira (18), três publicações direcionadas ao aprimoramento da gestão de recursos federais. A iniciativa destina-se a ampliar a transparência e a prevenção à corrupção nos municípios brasileiros. Intitulada Coleção Município Transparente, a série é composta por três guias, em formato digital, nas áreas de Corregedoria, Ouvidoria, e Lei Anticorrupção e Integridade.

Confira os títulos e baixe as publicações:

Como Fortalecer sua Gestão – Lei Anticorrupção e Programa de Integridade
7 Passos para Criar uma Ouvidoria no meu Município
– Como Implementar uma Corregedoria em Municípios (com versões Completa, Intermediária e Simplificada, de acordo com o porte econômico e a complexidade administrativa local)

Os guias fazem parte de um projeto mais amplo, já em execução pelo Ministério, chamado Município Transparente. Em fevereiro, a Pasta reuniu cerca de 5,5 mil gestores municipais, em evento de capacitação promovido nos 26 estados. “Temos compartilhado informações e conhecimentos com as prefeituras de forma preventiva. Assumimos o compromisso de ajudar no aperfeiçoamento legal das gestões municipais e na otimização da aplicação de recursos públicos federais”, destaca ministro da Transparência, Torquato Jardim.

A agenda contempla acordos assumidos pelo Brasil com entidades internacionais, como ONU e OCDE, para prevenção e combate à corrupção e ampliação da transparência na gestão de recursos públicos. O lançamento aconteceu durante participação do ministro na  XX Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, nesta quinta-feira (18). Jardim falou durante o painel “Integração dos sistemas de controle e governança”. O evento reuniu prefeitos e gestores municipais de todo o país, no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), em Brasília.

Coleção Município Transparente

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São Paulo – A advogada Janaína Paschoal, coautora do pedido de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, fez uma série de declarações em seu Twitter entre a noite de quarta-feira (17) e a manhã desta quinta (18). “Muito graves as notícias, se os diálogos se confirmarem, o Pres. Temer e o Sen. Aécio não têm condições de permanecer em seus cargos”, disse.Para a advogada, a ser comprovado um “crime comum” na gravação envolvendo o presidente Michel Temer e o presidente da JBS, Joesley Batista, o STF deve receber a denúncia e afastar o mandatário. “Digo desde o início: caia quem tiver que cair”, disparou, antes de dizer que não se arrependeu de pedir o impeachment de Dilma. “Toda esta limpeza era necessária”.

Saída de Mabel acontece um dia após a demissão do ex-assessor especial do presidente Tadeu Filippelli –que foi preso pela Polícia Federal nesta terça

Sandro Mabel deixou o governo de Michel Temer; com isso, ele já é o quarto assessor do presidente a sair do Planalto
Reprodução/ Sindbancarios

Sandro Mabel deixou o governo de Michel Temer; com isso, ele já é o quarto assessor do presidente a sair do Planalto

O até então assessor especial da Presidência da República, Sandro Mabel, entregou uma carta pedindo sua demissão do cargo para o presidente Michel Temer (PDMB). na noite desta quarta-feira (23). Com isso, já são quatro os assessores de Michel Temer que deixaram o Palácio do Planalto desde a sua posse. Além de Mabel, já saíram José Yunes, Rodrigo Rocha Loures e, recentemente, Tadeu Filippelli. Preso pela Polícia Federal, na manhã desta terça-feira (23), na Operação Panatenaico – que investiga uma organização criminosa que teria fraudado e desviado recursos das obras de reforma do estádio Mané Garrincha para a Copa do Mundo de 2014 – Fillippelli foi demitido pelo presidente ainda nesta terça.

Desligamento de Sandro Mabel no Planalto

Mabel também está com o nome sujo. No rastro da Operação Lava Jato, ele foi acusado por delator de ter pedido dinheiro para aprovar uma emenda e uma medida provisória em 2004.

Apesar das acusações, Mabel nega qualquer ato ilícito.

De acordo com o jornal Folha de S.Paulo , o agora ex-assessor especial de Temer já vinha dizendo há semanas que deixaria o cargo, mas a saída de Tadeu Filippelli acelerou o seu processo de desligamento.Na carta deixada ao presidente, Mabel afirma ter “muito orgulho” por ter participado do governo ao lado do peemedebista, em busca de um “Brasil melhor”. 

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O vazamento da delação premiada de Joesley Batista, dono da JBS, que teria gravado o presidente da República, Michel Temer, confirmando a compra de silêncio de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), levou a crise política brasileira a um novo patamar. Menos de nove meses depois da confirmação do impeachment de Dilma Rousseff, é real a possibilidade de um novo processo de impeachment ser aberto, desta vez contra Temer.

Pressão para tanto não faltará. Na noite de quarta-feira 17, o deputado federal Alessandro Molon (Rede-RJ) protocolou na Câmara um pedido de impeachment de Temer, e o líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), Guilherme Boulos, prometeu ir às ruas para pedir ‘fora, Temer” e também “Diretas Já”.

A Constituição prevê, entretanto, a realização de eleições indiretas caso Temer deixe o poder. Os procedimentos para esse processo ocorrer, entretanto, não são claros.

O que diz a Constituição Federal?

O artigo 81 da Constituição estabelece a realização de eleição indireta para presidente e vice-presidente caso os cargos fiquem vagos na segunda metade do mandato – neste caso, a partir de 1º de janeiro de 2017.

Art. 81. Vagando os cargos de Presidente e Vice-Presidente da República, far-se-á eleição noventa dias depois de aberta a última vaga.

§ 1º – Ocorrendo a vacância nos últimos dois anos do período presidencial, a eleição para ambos os cargos será feita trinta dias depois da última vaga, pelo Congresso Nacional, na forma da lei.

§ 2º – Em qualquer dos casos, os eleitos deverão completar o período de seus antecessores”.

Quem pode disputar a eleição indireta?

Não está clara a forma como a eleição indireta deve ser conduzida no Congresso, pois não há uma lei que regulamente o artigo 81 da Constituição. Não foi definido, por exemplo, quem pode se candidatar ao cargo. A última norma a tratar do assunto é de 1964 e, portanto, pode estar em conflito com a Constituição.

Em 2013, uma comissão mista do Congresso aprovou um projeto de lei (PL 5821/2013) com o objetivo de acabar com o vácuo normativo e regulamentar o dispositivo da Constituição, mas a discussão está parada desde então, com o PL pronto para ser votado no plenário da Câmara.

Entre as regras definidas pelo projeto está, por exemplo, a necessidade de que o candidato seja filiado a partido, tenha pelo menos 35 anos de idade e não seja enquadrado na Lei da Ficha Limpa. O PL estabelece, ainda, voto aberto de deputados e senadores para a eleição do novo presidente da República.

E para ocorrer uma eleição direta, o que precisaria ocorrer?

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O Brasil adormeceu nesta quarta-feira, 17 de maio de 2017, sem saber as respostas para muitas das perguntas essenciais cobradas pelo passo seguinte de sua história. Mas a principal delas para ir direto ao ponto –dispensando-se o retrospecto da implosão da frente golpista, com as gravações de pedidos de propinas feitas aos donos do JBS por Aécio Neves e Michel Temer— é saber se a mobilização popular será capaz de pr…eencher o vazio vertiginoso que se abriu agora não apenas na cúpula política, mas na estrutura do poder na sociedade. As instituiçõesque dão coesão a uma sociedade fundada em conflitos de interesses agudos, como é o caso da brasileira, cujos abismos de desigualdade são sabidos, estão no chão.
 
Não há legitimidade no parlamento.
 
O judiciário tornou-se a armadura desfrutável do assalto das elites contra as urnas, na farsa de um impeachment – confirma-se agora– arquitetado com uma escória a soldo.A mídia foi a voz da exortação e da institucionalização desse esbulho. Como será o amanhã de uma nação na qual o amálgama político foi destruído em nome do combate à corrupção. E sob esse biombo faiscante operou-se a virulenta destituição de direitos arduamente conquistados em um século de lutas democráticas?
 
O conservadorismo está na defensiva.
 
A plutocracia perdeu seu manto moral.
 
Desnudou-se como uma reles devoradora de libras de carne humana barata.
Moro e seus promotores terão que se explicar: por que nunca –nunca- abriram o foco para a tempestade que ora desabou, sobre as suas cabeças inclusive?
O contato mais próximo do califado de Curitiba com o assunto ‘Aécio Neves’ está documentado na série de fotogramas de sorridente cumplicidade entre o presidente nacional do PSDB e o juiz Sergio Moro.
Da mídia é suficiente dizer que sem ela o golpe teria sido impossível, assim como inviável a preservação da capatazia que ora sucumbe às gravações.
Reordenar a sociedade a partir de agora, portanto, é uma tarefa que só a rua poderá exercer integralmente, devolvendo-lhe a prerrogativa das urnas.
As sirenes da história anunciam confrontos intensos no front.
Não existe uma fórmula macroeconômica autossuficiente –seja a do golpismo, ou uma de ‘esquerda’ — para tirar o Brasil do plano inclinado em que se encontra.
O que existe é uma derrocada vergonhosa do conservadorismo que amplia o espaço para o debate das reformas verdadeiramente indispensáveis à destinação social do desenvolvimento. A saber:
-uma reforma política para capacitar a democracia a se impor ao mercado;
-uma reforma tributária para buscar a fatia da riqueza sonegada à expansão da infraestrutura e dos serviços;
-uma reforma do sistema de comunicação para permitir o debate plural dos desafios brasileiros –que, insista-se não se resolvem sem ampla e permanente renegociação.
O Brasil será aquilo que a rua conseguir que ele seja. E o momento nunca foi tão propício para escrever isso no asfalto e nas praças de todo o país.
A legitimidade das ruas precisa ser exercida.
 
Urgentemente.
Só as lideranças populares tem condições hoje de falar à população em um palanque.
O conservadorismo usará o palanque privado da Globo para barrar o escrutínio da sua crise nas urnas.
A ocupação das ruas definirá quem é a liderança popular hoje no Brasil capaz de devolver credibilidade à política e seriedade à repactuação do desenvolvimento, arrebatando assim o apoio indispensável de setores da classe média democrática para levar a nação às urnas e retomar o fio de uma construção interrompida  –mais uma vez– pela violência política conservadora.

cartamaior

Visando melhorar as condições de trafegabilidade nas rodovias pernambucanas com mais conforto e segurança, o Departamento de Estradas de Rodagem (DER), órgão vinculado à Secretaria Estadual de Transportes, continua realizando serviços de conservação da malha viária. O cronograma de ações está contemplando atualmente a PE-365, importante via que liga Serra Talhada a Triunfo, passando por Santa Cruz da Baixa Verde, no Sertão do Pajeú, com investimento de R$ 500 mil.

A iniciativa foi inserida na programação de conservação do DER em abril passado, pra ser executada neste mês de maio. Após as últimas chuvas, os trabalhos foram iniciados pelo Distrito Rodoviário de Sertânia, que segue realizando roço, capinação, limpeza dos dispositivos de drenagem e a operação tapa-buracos, no trecho de 36 quilômetros da PE-365. A previsão é que os trabalhos sejam concluídos no final de junho próximo.

 A atual gestão do Governo de Pernambuco, através da secretaria de Transportes, autorizou a execução do conjunto de ações para atender uma demanda, que representa um pedido da população sertaneja, que utiliza a PE-365 com frequência para chegar a Serra Talhada. A rodovia recebe um bom fluxo de veículos pesados, de caminhões que transportam a produção agrícola daquela região, onde estão localizados muitos engenhos que produzem a rapadura; além da grande quantidade de ônibus que transportam alunos que saem das áreas rurais para estudarem nas sedes dos municípios; e de turistas, que visitam os pontos turísticos,  com destaque para Triunfo.

?Assessoria de Comunicação do DER-PE?

Em Novembro, trabalhadores e sindicatos da CGTP manifestaram-se em frente ao Parlamento

A Federação Nacional dos Sindicatos da Função Pública (FNSTFPS) espera uma elevada adesão à greve nacional convocada para sexta-feira, avisando que a paralisação irá encerrar muitos serviços.

A paralisação abrange toda a administração directa do Estado (ministérios e serviços públicos).

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A Prefeitura de Afogados da Ingazeira iniciou nesta terça (23), o calendário de vacinação de cães e gatos no município. A vacinação começou pelo bairro Borges, na unidade básica de saúde do bairro. Este ano o calendário teve que ser adiado por conta da greve dos Correios, que atrasou a chegada das vacinas no município. É importante que os donos dos animais levem a carteira de vacinação de seus bichos de estimação. A vacina é gratuita. Quem, por algum motivo, não puder levar o seu animal para vacinar quando a campanha chegar ao seu bairro poderá leva-lo para vacinar no dia D, na Secretaria de Saúde. Cães e gatos errantes também estão sendo vacinados. Para maiores informações, consultar a sua unidade básica de saúde. Confira o calendário de vacinação em Afogados da Ingazeira:

24 de Maio – Brotas

25 de Maio – Conjunto Residencial Laura Ramos (via de acesso)

26 de Maio – Conjunto Residencial Dom Francisco

27 de Maio (Dia D) – Em frente à Secretaria Municipal de Saúde, na Avenida Rio Branco

29 de Maio – São Sebastião

30 de Maio – São Braz

31 de Maio – Sobreira

01 de Junho – São Cristóvão

02 de Junho – Padre Pedro Pereira

Prefeitura de Afogados da Ingazeira
Núcleo de Comunicação Social

 

Senador Renan Calheiros (PMDB-AL), líder do partido no Senado

Estadão Senador Renan Calheiros (PMDB-AL), líder do partido no Senado

BRASÍLIA – O líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), passou a defender abertamente a substituição de Michel Temer na Presidência da República. A favor de eleições indiretas, realizadas pelo Congresso, o senador defendeu os nomes dos ex-ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Nelson Jobim e Joaquim Barbosa para presidente. 

“Nelson Jobim e Joaquim Barbosa são grandes nomes. É claro que a atual presidente do STF, os presidentes da Câmara e do Senado e o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) seriam candidatos naturais. Mas Jobim e Barbosa são ótimos nomes”, defendeu.

O senador sugeriu ainda que, pela representatividade de seu Estado, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, concorresse às eleições. “Dessa forma, um governador do Nordeste também deveria participar. Nesse caso, eles decidiriam entre eles o melhor nome”, sugeriu.

Questionado se o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso seria um bom nome, Renan negou. “Não acho que FHC seja bom, porque ele estreita a concepção da aliança e, quando no governo, cometeu muitos equívocos e saiu desgastado”, disse;

EXPEDIENTE

N°. DE ORDEM. PROPOSIÇÃO    ASSUNTO AUTORIA

1.  

Leitura da Ata da Sessão Anterior.

ORDEM DO DIA (PARA VOTAÇÃO)

 

 

Nº. DE ORDEM

 

 

 

PROPOSIÇÃO

 

 

ASSUNTO

 

 

AUTORIA

 

01.

Eleição para preenchimento da vaga de 2º Secretário da Mesa Diretora da Câmara Municipal.

Santa Terezinha – PE. Em, 22 de maio de 2017.

ANDRÉ FERREIRA DE OLIVEIRA

1°. SECRETÁRIO

Nada menos que dois terços da superfície terrestre são cobertos de água, o que a torna a substância mais comum do planeta. Isso poderia nos levar a supor que a escassez dela está longe de ser um problema e que jamais haveria a necessidade de reciclá-la e reusá-la. Não é bem assim, no entanto. Do volume total, apenas uma parte ínfima pode ser bebida ou consumida para outros fins pelo ser humano e demais seres vivos, pois 97% dele compõe os oceanos salgados. Dos 3% restantes, cerca de 70% estão na forma de gelo nos polos, nas geleiras e topos de montanhas; um pouco menos de 30% são subterrâneas; e apenas 0,3% está ao alcance fácil em rios e lagos.

Pode parecer pouco – e é mesmo. Mas é mais do que suficiente para atender às necessidades de toda a população mundial. “O problema é que ela está mal distribuída no planeta, com regiões com abundância e outras com escassez”, diz o engenheiro civil e sanitarista Suetônio Mota, do Departamento de Engenharia Hidráulica e Ambiental da Universidade Federal do Ceará (UFC). “Além disso, deve ser considerada a poluição cada vez maior. Muitas vezes, tem-se água, mas de qualidade inadequada, exigindo um custo elevado para tratamento, o que pode inviabilizar o seu uso.

Instalações da empresa que cuida da água consumida no Condado de Orange, na Califórnia, um dos exemplos bem-sucedidos de reúso de água proveniente de esgoto (Foto: Divulgação)
Instalações da empresa que cuida da água consumida no Condado de Orange, na Califórnia, um dos exemplos bem-sucedidos de reúso de água proveniente de esgoto (Foto: Divulgação)

Por isso, o reúso é necessário, principalmente devido à escassez em muitas partes. Mesmo em regiões antes consideradas sem problemas, podem ocorrer períodos de crise hídrica, como aconteceu recentemente em São Paulo.” País de dimensões continentais, o Brasil é um exemplo bem acabado dessa disparidade na distribuição do chamado “precioso líquido”. Seu território abriga cerca de 12% da água doce da Terra. Não deveria ter, portanto, problemas para abastecer sua população. Mas não é isso que ocorre. A escassez ou até mesmo a falta dela é uma realidade para milhões de brasileiros.

Parte disso se deve ao fato de que 80% da água existente no país está na Amazônia, onde vive cerca de 5% da população. Os 20% restantes têm de abastecer 95% dos brasileiros. Outras causas da escassez incluem desde a ausência de planejamento e investimentos no fornecimento até a degradação e poluição de nascentes, rios e mananciais. Mas um motivo entre todos se sobressai: o desperdício. Segundo a Agência Nacional de Águas (ANA), as perdas no país­ chegam a 43% da água captada e tratada para abastecimento, por causa de vazamentos, evaporação ou ineficiência do sistema de distribuição, por exemplo.

Opção viável

Diante desse quadro, o reúso – inclusive o potável – está crescendo no mundo e se tornando uma alternativa cada vez mais viável. “Trata-se de uma forma de auxiliar na minimização do problema da escassez e falta d’água”, diz o engenheiro ambiental Marcos von Sperling, do Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). “Ao se usar um esgoto tratado para produzir água, diminui-se o lançamento de cargas poluidoras nos rios e lagos. Além disso, reduz-se o volume captado na natureza.”
O reúso para fins não potáveis já é comum em vários países.

Tratamento de água para reúso na costa leste dos EUA (Foto: Divulgação)
Tratamento de água para reúso na costa leste dos EUA (Foto: Divulgação)

Normalmente as águas residuárias (aquelas usadas nas residências e que acabam no esgoto) são tratadas e reutilizadas para fins menos nobres do que o consumo humano. Elas podem ser empregadas, por exemplo, na irrigação de parques e jardins públicos, centros esportivos, campos de futebol e de golfe, gramados e plantas decorativas ao longo de avenidas e rodovias ou ainda como reserva contra incêndios ou em fontes e chafarizes e lavagens de trens e ônibus públicos. Na indústria, elas podem ser reusadas em torres de resfriamento e caldeiras.

A tendência atual é o chamado reúso potável, isto é, tratar os esgotos e as águas residuárias de modo a torná-las próprias para o consumo humano. No artigo “A inexorabilidade do reúso potável direto”, o engenheiro sanitário Ivanildo Hespanhol, do Departamento de Engenharia Hidráulica e Ambiental da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP), afirma que as soluções mais modernas em termos de gestão de recursos hídricos consistem em tratar e reusar os esgotos já disponíveis nas próprias áreas urbanas, para complementar o abastecimento público.

Centro de Windhoek, na desértica Namíbia, cidade pioneira no reúso de água de esgoto para consumo humano no mundo (Foto: Divulgação)
Centro de Windhoek, na desértica Namíbia, cidade pioneira no reúso de água de esgoto para consumo humano no mundo (Foto: Divulgação)

De acordo com ele, os fundamentos ambientais, de saúde pública e gerenciais, assim como os sistemas de tratamento avançados e as técnicas de certificação da qualidade do líquido atual­mente disponíveis, permitem fazer uso de recursos hídricos locais, produzindo “água segura”. “A prática de reúso potável direto para abastecimento público já está estabelecida em diversos estados americanos, África do Sul, Austrália, Bélgica, Namíbia e Singapura, sem que tenham sido detectados problemas de saúde pública associados”, escreve Hespanhol, que também é fundador e diretor geral do Centro Internacional de Referência em Reúso de Água, da USP.

Namíbia e Califórnia

Quando se fala em reúso potável, o exemplo mais citado, por ser o pioneiro, é o adotado em Windhoek, capital da Namíbia, cidade de 250 mil habitantes. Uma estação de tratamento avançado de esgoto, implantada em 1968, repõe a água de reúso diretamente no sistema da potável. Ela é misturada com a superficial tratada em uma estação. Com capacidade de produzir 21 mil m3/dia, ela responde pelo fornecimento de cerca de 35% da água potável da cidade em períodos normais e até 50% em períodos de seca e escassez. Testes microbiológicos e toxicológicos realizados frequentemente sempre comprovam a segurança da água produzida em Windhoek.

O sistema adotado no Condado de Orange, na Califórnia (EUA), é outro exemplo modelar. “Lá o esgoto é tratado de forma avançada (membranas, osmose reversa, entre outros processos) e depois injetado no solo, juntando-se ao aquífero que abastece a população da área”, explica Mota. “Essa prática tem, também, a finalidade de recarregar o aquífero para evitar a intrusão de água salina. É um tipo de reaproveitamento planejado potável, o qual tem funcionado com sucesso.”

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No Brasil, o mais comum ainda é o reúso não potável, sobretudo nas indústrias e em algumas atividades urbanas (irrigação de áreas verdes). Um exemplo é o Projeto Aquapolo, resultado de uma parceria entre a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) e a Odebrecht Ambiental. Desde 2012, esse sistema fornece 650 litros/segundo de esgoto tratado na Estação de Tratamento de Esgoto do ABC paulista para o polo petroquímico da região. Isso equivale ao abastecimento de uma cidade de 500 mil habitantes.

No Nordeste, região mais carente de recursos hídricos do Brasil, pouco tem sido feito, no entanto. “Com o agravamento da seca, tem-se falado no reúso, mas poucas são as medidas efetivamente propostas visando aproveitar os esgotos tratados”, lamenta Mota. “Uma exceção é o Ceará. Considerando o grave problema da seca no estado, nos últimos cinco anos, a Companhia de Água e Esgoto anunciou que, inicialmente, será tratado 1 m3/s do esgoto coletado em Fortaleza, para ser vendido às indústrias do Complexo Industrial e Portuário do Pecém”, conta. “O projeto terá um investimento de R$ 680 milhões de uma empresa francesa.”

De acordo com Mota, apesar desse exemplo e de alguns outros espalhados pelo país, há muito ainda a ser feito para que o reaproveitamento seja adotado no Nordeste e no Brasil. “Existe a necessidade de uma legislação nacional disciplinando o reúso de água. Além disso, é preciso que seja definida uma estrutura institucional que possibilite a adoção dessa prática de forma ambientalmente adequada”, avalia. “O embasamento teórico já existe, mas ainda falta o aproveitamento dos resultados das pesquisas realizadas em diversas universidades e outras instituições.”

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No momento em que o País debate reformas nas leis trabalhistas e no regime da previdência social, ganha força também a discussão sobre o rombo no sistema de financiamento da saúde e o que isso significará na vida do brasileiro. Estima-se que, se nada for feito hoje, em menos de vinte anos os gastos na área chegarão a 25% do PIB, o que representará investimento adicional de R$ 10 trilhões. Como tudo isso será custeado é a grande pergunta. “A saúde é um direito colocado na Constituição. O problema é que quem fez isso esqueceu-se de que essa conta deve ser paga por alguém. E nossa sociedade não consegue mais arcar com esses custos”, afirma nesta entrevista à ISTOÉ o médico paulista Claudio Lottenberg, presidente do UnitedHealth Group Brasil, que controla a Amil, e do Instituto Coalizão Saúde. Criada em 2014, a entidade reúne alguns dos principais representantes da cadeia produtiva do segmento e se propõe a apresentar saídas para mais esse desafio nacional.

O que levou a reunião, pela primeira vez, de grandes grupos privados da saúde no Brasil?

Está patente que as questões da saúde transpassam os aspectos do atendimento e da prática assistencial. Elas são a grande oportunidade que a sociedade tem de discutir temas relacionados a um direito social e, ao mesmo tempo, as possibilidades de inovação, geração de conhecimento, de emprego. Quando criamos o grupo, na metade de 2014, imaginamos que poderíamos contribuir para o diálogo com quem viesse a assumir o governo do País. O momento eleitoral passou, mas se trata de um tema tão sensível e estruturante que decidimos criar um grupo que permanentemente pensasse sobre os desafios do futuro.

Qual o tamanho desse mercado no País?

O setor representa 9% do PIB, abre oportunidades imensas de inovação e gera quase cinco milhões de empregos. Se fizermos um retrospecto da crise de 2008 olhando para o que aconteceu na Europa, vemos que a Alemanha foi um país que não teve praticamente sofrimento na crise. A despeito de ter havido aumento do desemprego, foi a saúde que puxou a economia alemã.

Observa-se algo semelhante no Brasil?

A queda do emprego na área da saúde não foi representativa quando comparada a outros setores. Estima-se que não houve perda de cem mil posições de trabalho ao longo dos últimos dois anos. É um segmento com muito potencial, mas mal aproveitado no Brasil.

Por que o sr. diz isso?

Existe uma demanda crescente de serviços no segmento por causa do envelhecimento da população. Sabemos que a partir de 2025 cerca de 20% da população terá mais de sessenta anos. Isso exigirá um perfil de sociedade diferente da que temos e também dos profissionais do setor. Os médicos precisarão entender como lidar com a questão da longevidade, da adaptabilidade, das cidades sustentáveis. Isso vai mudar por completo o setor de saúde.

A tecnologia terá que papel nesse cenário?

O incremento tecnológico colocará a necessidade de fazermos opções sobre abordagens que devemos priorizar e quais tecnologias agregam valor. Hoje o consumidor quer saber se o recurso trará valor para a vida dele. Estamos saindo de um momento no qual perguntávamos ao paciente o que ele tem para a fase na qual passaremos a precisar saber o que importa para sua saúde.

O que esta mudança implicará?

A resposta será uma medicina mais cautelosa e mensurável e com o engajamento maior da família e do paciente. Teremos um aperfeiçoamento tecnológico, mas com envolvimento humano diferente.

Onde ficará o médico nisso tudo?

 

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Caso Temer seja afastado, o sucessor será escolhido pelo Congresso, composto por parlamentares sem credibilidade: 52% dos senadores e 33% dos deputados respondem a inquéritos e ações penais por corrupção

Crédito: Agência Câmara

SOB SUSPEITA Um terço do Congresso, a quem caberia escolher eventual substituto de Temer, responde a inquéritos por corrupção (Crédito: Agência Câmara)

A hecatombe política criada pela delação de Joesley Batista, dono da JBS, pode ter como consequência perversa aos brasileiros, ao jogar nas mãos de um Congresso Nacional sem nenhuma credibilidade, a escolha do novo presidente da República, caso Michel Temer tenha que deixar o cargo. Nada menos que um terço dos parlamentares é investigado pelo Supremo Tribunal Federal (STF). São 197 deputados e senadores respondendo a 445 inquéritos e ações penais na Suprema Corte.
O rito da escolha é previsto pela Constituição, que prevê que o Legislativo é quem deve definir o novo chefe do Executivo caso ocorra a vacância do cargo. Porém, quando os constituintes redigiram o texto de 1988, não se imaginava que grande parte dos legisladores pudesse estar tão afundada em suspeitas de corrupção e investidos em salvar suas próprias peles, maquinando meios para uma anistia geral aos crimes que cometeram.

O rol de crimes dos congressistas é extenso. Vai de corrupção e lavagem de dinheiro, passando pelo uso de caixa dois, dinheiro de propina em campanhas, até a lesão corporal. Até recentemente, chegou-se a ter no Congresso parlamentares acusados de homicídio e tentativa de assassinato. Hoje, a maioria dos crimes refere-se também à suspeitas de desvio de dinheiro, falsidade ideológica, tráfico de influência, formação de quadrilha e organização criminosa. Há também crimes eleitorais, contra a lei de licitações, contra o meio ambiente e contra a fé pública.

No Senado, 52% do plenário de 81 senadores respondem a 107 inquéritos e 15 ações penais. Na Câmara, 33% dos 513 deputados são alvo de 252 inquéritos e 71 ações penais. “É um quadro deplorável, não é bobagem”, reconhece o professor do Insper Carlos Melo. “Traz problemas de credibilidade precária, mas não de legitimidade”, pondera. Fabiano Angélico, consultor em transparência, vai mais além: “Esses números indicam que o Congresso não está em condições de escolher o rumo e dar estabilidade política à sociedade”.

Contradição

Sem rumo Rodrigo Maia, que poderia convocar eleições indiretas, é investigado na Lava Jato
Sem rumo Rodrigo Maia, que poderia convocar eleições indiretas, é investigado na Lava Jato

Para o diretor do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), Antônio Queiroz, a renúncia ou afastamento do presidente são a certeza da realização de uma eleição indireta. “É uma contradição o parlamentar ter uma acusação semelhante (de corrupção), podendo julgar o outro, e não ser julgado por isso”, analisou Queiroz. No horizonte, são várias as saídas possíveis para a nova crise que abala o País.

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A citação do delator é fantasiosa. O fato dele ter ido à minha

casa não significa que tenho qualquer relação com seus atos criminosos”,

diz líder do PMDB no Senado

O líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros (AL), cutucou o presidente Michel Temer ao contestar trechos da delação da JBS que apontam o pagamento de propina e caixa dois para ele e seu filho, o governador Renan Filho. Réu e investigado em outros 13 inquéritos no Supremo Tribunal Federal (STF), o ex-presidente do Senado disse que mandaria prender qualquer pessoa que lhe oferecesse esse tipo de vantagem indevida.

“A citação do delator é fantasiosa. O fato dele ter ido à minha casa não significa que tenho qualquer relação com seus atos criminosos. Ele ou qualquer outro delator jamais falaria comigo sobre propina ou caixa dois. Se fizesse isso, eu teria mandado prendê-lo”, afirmou Renan, em nota enviado à imprensa por sua assessoria. A referência é uma clara provocação a Temer, que ouviu o empresário Joesley Batista, da JBS, confessar crimes e nada fez. O presidente alega que não acreditou no “falastrão”.

A delação da JBS também atinge Renan em cheio. O lobista do grupo, Ricardo Saud, disse em depoimento que o grupo comprou o apoio de cinco senadores em 2014, a pedido do então ministro Guido Mantega (Fazenda), para garantir o apoio do PMDB à reeleição de Dilma. Segundo Saud, o acerto ocorreu na residência oficial da Presidência do Senado, então ocupada por Renan. Parte do dinheiro, disse o diretor de Relações Institucionais da empresa, foi utilizada na campanha de Renan Filho.

O delator contou que Renan ficou com a maior parte da propina (R$ 9,3 milhões). Os outros beneficiários, segundo ele, foram os senadores peemedebistas Eduardo Braga (AM), Jader Barbalho (PA), Valdir Raupp (RO) e o atual presidente do Senado, Eunício Oliveira (CE). Pelas contas dele, Raupp ficou com R$ 4 milhões enquanto seus colegas levaram R$ 6 milhões.

Ricardo Saud contou que relatou os pagamentos a Temer, que reagiu com indignação por se sentir desprestigiado no partido. “O Joesley me entregou um bilhete, depois de uma reunião com Guido. Eu fui lá, no sábado à tarde, no Michel Temer, e mostrei isso a ele. Ele ficou muito indignado, porque estava perdendo o controle do PMDB.”

Veja o trecho em que o delator fala sobre repasses para o PMDB:

Comentarista: Pr. Elinaldo Renovato de Lima (Pr.Pres.ADPAR – Assembleia de DEUS em Parnamirim/RN)
Complementos, ilustrações e vídeos: Pr. Luiz Henrique de Almeida Silva – 99-99152-0454
 
 
TEXTO ÁUREO
“A resposta branda desvia o furor, mas a palavra dura suscita a ira.” (Pv 15.1)
 

VERDADE PRÁTICA
A mulher sábia, além de edificar a sua casa, contribui para apaziguar os ânimos dos que vivem ao seu redor.

(1Sm 25.10,11). [Comentário: Como a cidade de Maom fica localizada no deserto de Parã, e Nabal tinha suas posses no monte Carmelo, fora da cidade, e pelo fato que haviam muitos povos nômades que saqueavam os lugares por onde passavam, em certa ocasião, os homens de Davi (ele tinha na época uns seiscentos homens de guerra), alguns deles, ajudaram a proteger as terras de Nabal, protegendo seus pastores e as ovelhas, o rebanho de Nabal. Passou-se algum tempo, e Davi estava com dificuldades para alimentar o seu exército no deserto de Parã. Então ele envia alguns de seus homens para pedirem a Nabal uma ajuda. Nabal os trata muito mal, e nega ajuda a Davi e seus homens..]

Nabal, um homem de Belial.

Quando Davi e os seus soldados estavam se preparando para atravessarem a propriedade de Nabal, Davi enviou alguns homens à frente para perguntar a Nabal se ele podia lhes dar alguma coisa: alimento, lã, bebida, qualquer coisa; eles não faziam questão de escolher. Mas Nabal recusou-se a dar sequer um pouco de tempo. Xingou em voz alta e mandou-os embora com insultos. Que tolo!

Nabal devia lembrar-se que Davi tinha salvo a nação das ameaças de Golias e dos filisteus. Devia lembrar-se que o profeta Samuel tinha ungido a Davi para ser o próximo rei. Devia lembrar-se que, há muito tempo, Davi tinha protegido os homens e as propriedades de Nabal. Mas, se Nabal sabia algumas dessas coisas, não deu atenção. Além disso, Nabal recusou-se a recompensar o favor de Davi.

Então, Nabal era um criminoso? Fez ele alguma coisa ilegal ou imoral? De fato, não. Ele, simplesmente, sabotou a sua liderança por falta de habilidades de lidar com pessoas.

Nabal serve como protótipo de muitos pastores e líderes atuais. Como Nabal, ocupamos-nos tanto com as nossas próprias tarefas e a vida pessoal ao ponto de negligenciamos o único recurso eterno nesta terra: pessoas. Em que exatamente Nabal falhou para desenvolver habilidades de relacionamento saudável?

Por que Nabal falhou?

  1. Nabal ficou rico e satisfeito e não pensou sobre a necessidade de construir relacionamentos (v. 2).
  2. Nabal tornou-se egoísta e desconfiado de outros; não conseguia vencer o seu temperamento malvado (v. 3).
  3. Nabal não deu nem recebeu encorajamento; ficou insensível a atitudes positivas (v. 6).
  4. Nabal esqueceu como outros o tinham abençoado no passado; contava apenas as suas perdas (vs. 7-8).
  5. Nabal minimizava pessoas e esquecia o nome delas; sua insegurança o impediu de ser generoso (v. 10).
  6. Nabal não percebia motivos para ajudar outros; sofria de motivos centrados em si (v. 11).
  7. Nabal desejava construir apenas o seu próprio “reino,” não o Reino de Deus (v. II).

 

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