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Ministério de pai para filha: Roberto Jefferson e Cristiane Brasil são exemplos de influência familiar no governo Temer.

Após encontro com o presidente Michel Temer, no último dia 3, o ex-deputado Roberto Jefferson (PTB-RJ) deixou o Palácio do Planalto para anunciar a nomeação da filha, a deputada Cristiane Brasil (PTB-RJ), como nova ministra do Trabalho. Orgulhoso com a novidade, o pai chorou diante dos jornalistas. “É um resgate”, justificou, em alusão ao período em que cumpriu pena de prisão no mensalão. A combinação política e família está longe de ser exceção no ministério de Temer. Pelo contrário, é condição predominante: dos 41 ministros nomeados pelo peemedebista desde maio de 2016, ao menos 21 têm ou tiveram parentes políticos.

Os dados são de levantamento do Congresso em Foco com base em pesquisa do Núcleo de Estudos Paranaenses da Universidade Federal do Paraná (UFPR). Na lista há filho de ex-presidente da República, caso de Sarney Filho (Meio Ambiente), e de senadores, como Fernando Coelho Filho (Minas e Energia) e Helder Barbalho (Integração Nacional), marido de vice-governadora, Ricardo Barros (Saúde), e representantes de novas e antigas oligarquias regionais, como Marx Beltrão (Turismo) e Torquato Jardim (Justiça), respectivamente.

“A política brasileira contemporânea é conduzida por unidades familiares. A unidade operacional da política brasileira são as famílias. É uma relação política de caráter familiar. Não passa às vezes por partidos, associações e de grupos de interesse”, explica o professor de Ciências Sociais da UFPR Ricardo Costa de Oliveira, um dos autores do estudo. “A nomeação da Cristiane confirma que política no Brasil é um negócio de família”, acrescenta.

Outros poderes

A prática detectada no Executivo também se reproduz no Judiciário e no Legislativo, como revelou a Revista Congresso em Foco. Pelo menos 319 deputados (62%) e 59 senadores (73%) têm vínculos de sangue com outros políticos. Entre eles, a própria Cristiane, deputada cuja indicação ao ministério está sub judice por causa de suas encrencas na Justiça trabalhista. No Judiciário, juízes e desembargadores costumam passar suas togas para os filhos, também magistrados, advogados ou procuradores.

Se os laços sanguíneos com o presidente do PTB foram determinantes para a nomeação de Cristiane, há casos em que o sobrenome ficou em segundo plano. Conhecido como “rei da soja” na década de 90, Blairo Maggi (Agricultura), por exemplo, repassou esse título ao primo Erai Maggi, que integra o Conselho Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social e já foi pré-candidato a senador. Os primos fazem parte de uma das famílias mais ricas do país, com forte atuação no agronegócio. Roberto Freire, ex-ministro da Cultura, também pode alegar que teve pouca influência familiar. Foi casado com a filha de um ex-senador.

Filho de um ex-interventor de Goiás, sobrinho de um ex-governador do estado, Henrique Meirelles (PSD), um dos ícones do capitalismo nacional, é primo do ex-deputado Aldo Rebelo, comunista histórico e ex-presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE). Titular da Justiça, Torquato Jardim é neto, bisneto e trineto de ex-presidentes da então Província de Goiás, além de primo do senador Ronaldo Caiado (DEM-GO).

Entre os ministros com parentes na política, sete são do PMDB, três do PSDB e dois PP. DEM, Podemos, PPS, PR, PSB, PSD, PTB e PV, com um nome cada, completam a lista, que ainda tem Torquato Jardim sem partido.

Na conta não estão incluídos nomes que vêm de forte tradição familiar em outras áreas. O general Sérgio Etchegoyen (Gabinete de Segurança Institucional), por exemplo, é filho do também general de Brigada Leo Guedes Etchegoyen. Pai de Gilberto Kassab (Ciência e Tecnologia), Pedro Salomão José Kassab foi presidente da Associação Médica Brasileira (AMB) por seis mandatos e da Associação Mundial de Saúde.

Familismo

O professor Ricardo Costa de Oliveira diz ao Congresso em Foco que o “familismo” gera impacto no dia a dia do brasileiro. “O impacto é um governo que trabalha para os interesses desses grupos familiares, elitizados, que têm uma visão de reprodução dos poderes sociais e políticos. Representa a manutenção do status-quo do Brasil tradicional. Daí vem o pacote concentração de renda, exclusão social, interesses privados… Esse é o retrato do governo Temer, uma gestão de interesses familiares. Cada ministério atua para beneficiar sua parentela. A tendência é só piorar. Se olharmos o corpo a corpo, cada ministro vai reforçar eleitoralmente as mesmas famílias nas eleições de 2018”, observa o professor, uma das principais referências no estudo da influência das famílias nos três poderes no Brasil.

“É um cínismo neste país que a sociedade não aguenta mais.”

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Brasília – O Ministério do Desenvolvimento Social (MDS) fecha o ano de 2017 com um repasse de mais de R$ 2,81 bilhões para os fundos Estaduais e municipais de Assistência Social. É a maior transferência de recursos da história para o Sistema Único de Assistência Social (Suas). Até o fim de dezembro, Estados e municípios vão receber a última parcela do montante, no valor de R$ 1,3 bilhão.  O total dos repasses salda todos os pagamentos atrasados de 2016 e 2017, regularizando o cofinanciamento junto às gestões. 

Ao longo dos últimos dois anos, em um esforço conjunto, o MDS e a área econômica do governo federal conseguiram quitar as dívidas que se acumulavam também em cerca de R$ 1,3 bilhão, referentes aos anos de 2014 e 2015. O ministro do Desenvolvimento Social, Osmar Terra, afirma que o equilíbrio das contas é resultado da boa gestão governamental e do aperfeiçoamento no controle dos gastos públicos. 

“Ao contrário do que algumas pessoas dizem por questões políticas, não estamos tirando dinheiro da assistência social. Estamos empenhados, dia e noite, em melhorar os recursos da área. Conseguimos agora essa liberação e vamos quitar praticamente todos os atrasos que existiam”, enfatiza o ministro. 

Com o investimento, as famílias atendidas pelo Suas continuarão a contar com o acompanhamento da rede socioassistencial em 100% dos munícipios. Além das mais de 10 mil unidades públicas de atendimento, o sistema conta com aproximadamente 18 mil entidades privadas prestando serviços socioassistenciais.

De acordo com a secretária nacional de Assistência Social do ministério, Carminha Brant, é importante destacar o compromisso do governo federal com a Política Nacional de Assistência Social ao zerar os repasses atrasados do Fundo Nacional de Assistência Social. Para ela, o governo federal conseguiu cumprir o acordo que muitos achavam que não seria honrado.

“Quem está na base da política são os municípios, que prestam os serviços diretos à população. Sem a transferência do dinheiro fica muito difícil para eles cumprirem a missão de ofertar o acompanhamento socioassistencial para os brasileiros de mais baixa renda”, lembra a secretária.

Agora, Estados e municípios podem garantir à população a continuidade dos atendimentos. Segundo Marlos Costa, secretário de Desenvolvimento Social em São Gonçalo, região metropolitana do Rio de Janeiro, o repasse também é importante para que o município possa ampliar os serviços. “Toda a rede se sente fortalecida com o compromisso do governo federal de executar a integralidade do orçamento para a assistência social”, ressalta.

Brasília – Na casa de Regiane Souza, de 27 anos, todos os dias, um momento é reservado para as brincadeiras. A família, que mora em Pacatuba – a 68 quilômetros de Aracaju (SE) –, se reúne com os filhos, ao menos por uma hora, para brincar. Mas nem sempre foi assim. A nova rotina foi criada a partir do acompanhamento da filha mais nova, a Giovanna, de 2 anos, pelo Criança Feliz.

A mãe já percebe a diferença entre o desenvolvimento da pequena e dos dois filhos mais velhos. Ela conta que aplica, com empenho, todas as orientações que ouviu dos visitadores do programa.

“O Criança Feliz é um projeto maravilhoso porque nos esclarece sobre a melhor forma de interagir com os nossos filhos. Eu mesma não sabia o que era estimular a criança. Antigamente não tinha isso. Acho o programa muito importante para o desenvolvimento da Giovanna. Quando ela for para a escola, já vai estar bem esperta”, afirma. 

A filha da Regiane é uma das mais de 179 mil pessoas que já são acompanhadas pelo Criança Feliz em 1.730 em municípios de todas as regiões do país. Deste total, são 158 mil crianças e 21 mil gestantes.

Coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), o programa promove o desenvolvimento integral infantil por meio de visitas domiciliares semanais. Com o direcionamento dos visitadores, os pais são orientados sobre os estímulos adequados para o desenvolvimento físico, cognitivo e afetivo da criança. Ao todo, o Brasil já conta com 10 mil visitadores e 2.444 supervisores. Esses últimos têm a responsabilidade de preparar os visitadores para atender diretamente as famílias em suas casas e acompanham as ações do programa.

Novas adesões – O ministro do Desenvolvimento Social, Osmar Terra, destaca que o Criança Feliz está em uma fase de expansão. Em 2018, as visitas continuarão em uma escala maior. Um novo período para adesão ao programa está aberto até o dia 30 de junho.

A nova fase contempla aqueles municípios que já estavam aptos, mas não aderiram à primeira etapa ou não preenchiam os requisitos anteriormente. Mais 975 municípios já podem integrar as ações voltadas para o desenvolvimento infantil do governo federal.

Segundo o ministro, o governo federal espera que todas as crianças tenham acompanhamento regular e semanal em casa para desenvolver a inteligência, as competências e as habilidades.

 “Já temos 12 mil pessoas trabalhando no programa esse ano. Nossa meta é atingirmos a marca de 4 milhões de brasileiros acompanhadas em 2019. É uma política pública que veio para ficar, com uma força enorme e uma aceitação extraordinária da comunidade”.

Público – O Criança Feliz é voltado aos beneficiários do Bolsa Família, da gestação aos 3 anos, e as crianças de até 6 anos que recebem o Benefício de Prestação Continuada (BPC).  No caso de Regiane, a família é beneficiária do Bolsa. Todo mês, são os R$ 362 recebidos do programa que complementam a renda da casa e ajudam na aquisição de comida e remédios para as crianças. “Esse dinheiro me auxilia muito. Compro tudo para eles: fralda, leite e comida. Também pago a energia e o gás”, conta.

Capacitação – O passo inicial do Criança Feliz foi a formação dos visitadores. Durante as capacitações, multiplicadores, supervisores e visitadores aprenderam a trabalhar com técnicas de interação baseadas em uma metodologia desenvolvida pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e pela Organização Mundial da Saúde (OMS). O objetivo foi dar a melhor resposta às necessidades das famílias, respeitando a autonomia, os direitos e a cultura de cada uma delas.

                 

O ministro da Educação, Mendonça Filho, assinou nesta quinta-feira, 28, portaria com aumento de 6,81% para o piso salarial dos professores para 2018. O percentual anunciado pelo Ministério da Educação está 4,01% acima da inflação prevista para este ano, que é de 2,8%, de acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (IPCA), divulgado na última semana pelo Banco Central (BC). Com isso, o piso nacional do magistério tem um ganho real de 3,90% e um salário de R$ 2.455,35, para jornada de 40 horas semanais.

“Este é o segundo ano consecutivo em que o piso é reajustado com valor real acima da inflação, o que é muito bom para os professores”, afirmou Mendonça Filho. Nos últimos dois anos, os professores tiveram um ganho real de 5,22%, o que corresponde a R$ 124,96.

Mendonça Filho assina portaria com aumento de 6,81% para o piso salarial dos professores para 2018 (Foto: Luis Fortes/MEC)

O reajuste anunciado segue os termos do art. 5º da Lei nº 11.738, de 16 de julho de 2008, que estabelece a atualização anual do piso nacional do magistério, sempre a partir de janeiro. “Isso é importante, pois estamos cumprindo a lei que determina esse reajuste”, destacou o ministro.

Na última semana, o MEC realizou uma reunião com os membros do Fórum Permanente de Acompanhamento da Atualização Progressiva do Valor do Piso Salarial para Profissionais do Magistério Público da Educação Básica. Na ocasião, foi aberto diálogo com representantes da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) – que representam os estados – e pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE).

Critério – O critério adotado para o reajuste, desde 2009, tem como referência o índice de crescimento do valor mínimo por aluno ao ano do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb), que toma como base o último valor mínimo nacional por aluno (vigente no exercício que finda) em relação ao penúltimo exercício. No caso do reajuste deste ano, é considerado o crescimento do valor mínimo do Fundeb de 2016 em relação a 2015.

Clique aqui e acesse a portaria.

Assessoria de Comunicação Social

A complementação do Fundeb garante a educação básica pública a estados e municípios que não alcançam com a própria arrecadação o valor mínimo a ser investido por aluno (Foto: Júlio César Paes/Arquivo MEC)

O Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) terá R$ 14,05 bilhões de complementação da União garantidos para 2018. A complementação está preservada com ganhos em relação a 2017. “Na nossa gestão à frente do MEC, entre 2016 e 2018, aumentamos em R$ 1,5 bilhão a complementação do Fundeb”, afirmou o ministro da Educação, Mendonça Filho. A verba complementar está prevista na Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2018.

O valor de R$ 14,05 bilhões é maior que a estimativa de receita dos Fundos, publicada na Portaria Interministerial MEC/MF nº 10, de 28 de dezembro de 2017, que previa o montante de R$ 13,6 bilhões de verba complementar. A atual gestão reajustou o repasse da complementação devida pela União aos estados e municípios e antecipou o fluxo do pagamento da Complementação ao Piso em quatro meses em 2016, além de assumir parcelas mensais a partir de 2017.

Na atual gestão, considerando os períodos de 2016, 2017 e 2018, a complementação do Fundeb aumentou R$ 1,5 bilhão – de R$ 12,54 bilhões em 2016 para R$ 13,9 bilhões em 2017 e R$ 14,05 bilhões este ano de 2018. Por Lei, a complementação da União é de 10% das receitas estaduais projetadas para o ano. A memória de cálculo do valor previsto na Lei Orçamentária Anual de 2018 considerou as receitas estaduais de 2018 projetadas a partir da arrecadação/projeção de 2017, levando-se em conta o realizado até junho, e receitas federais constantes do LOA 2018, um montante de R$ 140,5 bilhões – recursos do Fundeb.

A União repassa a complementação aos estados e respectivos municípios que não alcançam com a própria arrecadação o valor mínimo nacional por aluno, estabelecido a cada ano. O Fundeb é a principal fonte de financiamento da educação básica pública e é composto por percentuais de diversos impostos e transferências constitucionais, a exemplo do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA).

Assessoria de Comunicação Social

Deputada Cristiane Brasil - PTB-RJ Data: 28/04/2016 Foto: Ananda Borges/Câmara dos Deputados

Cristiane Brasil: a AGU afirmou que a decisão do juiz federal gerará uma grave lesão à ordem pública (Ananda Borges/Divulgação

Em uma derrota para o Palácio do Planalto, o vice-presidente do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2), desembargador federal Guilherme Couto de Castro, negou recurso da Advocacia-Geral da União (AGU) e manteve nesta terça-feira, 9, a decisão do juiz federal Leonardo da Costa Couceiro, da 4ª Vara Federal de Niterói (RJ), que havia suspendido a nomeação e a cerimônia de posse da deputada Cristiane Brasil (PTB-RJ) como nova ministra do Trabalho do governo Michel Temer. O caso foi analisado pelo vice-presidente do TRF-2, depois de o presidente do tribunal, desembargador federal André Fontes, se declarar suspeito. O Código de Processo Civil (CPC) prevê que o juiz poderá se declarar suspeito por motivo de foro íntimo, “sem necessidade de declarar suas razões”.

O CPC fixa uma série de condições para a suspeição dos juízes, como ser amigo íntimo ou inimigo de qualquer das partes ou de seus advogados, receber presentes de pessoas que tiverem interesse na causa antes ou depois de iniciado o processo, aconselhar alguma das partes acerca do objeto da causa ou que subministrar meios para atender às despesas do litígio, entre outras.

Ao recorrer ao TRF-2, a Advocacia-Geral da União (AGU) afirmou que a decisão do juiz federal gerará uma grave lesão à ordem pública e à ordem administrativa, e que ela interfere na separação de poderes.

A AGU destacou que a decisão do juiz Leonardo da Costa Couceiro, da 4.ª Vara Federal Criminal de Niterói (RJ), de suspender a posse da deputada, usurpa a “competência legitimamente concedida ao Poder Executivo, além de ferir diversos dispositivos legais, colocando em risco a normalidade institucional do País”.

O órgão citou ainda que a permanência da suspensão terá um impacto “absurdo” na ordem pública e administrativa, visto que a posse da ministra estava marcada para esta terça-feira, às 15h. Segundo a AGU, a lesão ocorre também porque não se pode vedar a posse de alguém em cargo público em razão de uma condenação de prática a “ato inerente à vida privada civil”.

exame

As claras dos ovos são desses ingredientes enaltecidos por quem quer trincar os músculos. Utilizar só essa parte do alimento seria vantajoso porque ela proporciona um bom montante de proteínas – a principal matéria-prima de bíceps, tríceps e afins–, e ainda contém poucas gorduras.

Ocorre que pesquisadores da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, acabam de publicar um estudo no qual demonstram que essa estratégia de descartar as gemas não traz vantagens. Na verdade, seria até um tiro no pé.

Para o estudo, dez homens jovens foram estimulados a realizar um treino de resistência. Depois, comeram ovos inteiros (somando 18 gramas de proteínas e 17 gramas de gorduras) ou só a clara (totalizando 18 gramas de proteínas e 0 gramas de gorduras). Repare que o teor proteico das duas intervenções era o mesmo.

Os cientistas realizaram diversos exames de sangue e biópsias musculares para verificar como os aminoácidos (as moléculas menores que formam as proteínas) apareciam na circulação e na produção de músculos antes e depois dos exercícios e da alimentação.

Os resultados mostraram, em primeiro lugar, que comer ovos inteiros ou apenas a clara entrega a mesma quantidade de aminoácidos. “Nos dois casos, de 60 a 70% dos aminoácidos estavam disponíveis no sangue para formar novos músculos”, informou Nicholas Burd, principal autor do estudo, em comunicado à imprensa.

Em uma conclusão apressada, poderíamos dizer que, então, tanto faz comer o ovo com gema e tudo ou só investir na clara. Mas os cientistas foram além.

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Capacitações impulsionam o desenvolvimento das principais cadeias produtivas do Estado: avicultura, fruticultura e cana-de-açúcar

O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural em Pernambuco (Senar/PE) inicia 2018 com a expectativa de capacitar 15.500 trabalhadores do setor agropecuário. O presidente do Sistema Faepe/Senar, Pio Guerra, destaca que, entre janeiro e setembro de 2017, a produção agropecuária registrou crescimento de 16,7%, em comparação ao mesmo período de 2016. Vale ressaltar que avicultura, cana-de-açúcar e fruticultura são os segmentos mais dinâmicos da agropecuária estadual, inclusive na geração direta e indireta de empregos. Para Adriano Moraes, superintendente do Senar/PE, a qualificação da mão de obra dos trabalhadores do meio rural é um dos fatores que reflete no bom desempenho que o setor vem tendo.”O agro tem apresentado saldo positivo na economia local e, consequentemente, na geração de novos postos de trabalho, que exigem qualificação, dentre outros fatores, por causa da competitividade”, explicou o superintendente. 

Para atender a demanda do setor, o Senar/PE está formando profissionais em todo o Estado. De acordo com a coordenadora de treinamentos do Senar, Mônica Pimentel, são ofertados mais de 1.000 cursos de Formação Profissional Rural e Promoção Social pela instituição. “Os treinamentos compreendem áreas que vão desde a agricultura, pecuária, agroindústria, e atividades de apoio agrossilvipastoril, até palestras sobre saúde voltadas para o homem do campo”, informou.

Marina Lima

Assessora de Comunicação e Eventos

                                              Divulgação

Carlos José Marques

Aputrefação da política brasileira parece ter atingido seu ápice, seu registro lapidar, na situação enfrentada hoje pelo Rio de Janeiro. Ali vive-se a falência absoluta da representatividade. Não bastassem os seguidos problemas de violência, caos social e pane dos serviços públicos a região tem que amargar mais essa triste e desmoralizante realidade. A folha corrida dos eleitos pelo povo é de estarrecer. Quase nenhuma autoridade, em mandato ou não, escapa. Do Legislativo ou do Executivo. Na semana passada, três ex-governadores e quatro ex-presidentes da assembleia legislativa local encontravam-se trancafiados atrás das grades. Além deles, dezenas de secretários, parlamentares e afins tinham o mesmo destino, por malversações de toda ordem. Um quadro pavoroso. Lamentável. Verdadeira aberração moral para uma sociedade que há quase duas décadas (desde 1998), pelo menos, é comandada ali por quadrilheiros e saqueadores sistemáticos de recursos do Estado. Como pontuaram, estarrecidos, vários cidadãos fluminenses, TODOS os governadores do Rio eleitos desde 98 e TODOS os presidentes da assembleia escolhidos desde 95 foram parar na cadeia.

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Crédito: Jorge William

EM NOME DO PAI A nomeação da filha como ministra do Trabalho emocionou Roberto Jefferson, o delator do mensalão (Crédito: Jorge William)

Nada como um dia após o outro. Doze anos depois de estremecer Brasília ao denunciar que o governo Lula instrumentalizou o mensalão para comprar parlamentares no Congresso, Roberto Jefferson, presidente nacional do PTB, voltou a surpreender. Emplacou sua filha, a deputada Cristiane Brasil (PTB-RJ), como nova ministra do Trabalho. Na saída do gabinete do presidente Michel Temer na última quarta-feira 3, Jefferson chorou, após a confirmação da nomeação. “É o orgulho, a surpresa, a emoção que me dá. É o resgate, sabe? É um resgate. (O mensalão) já passou. Fico satisfeito”, desabafou o chefe do PTB.

O choro de Jefferson, de 64 anos, tem uma explicação. Apesar de ter denunciado a existência do esquema de corrupção petista, ele também foi considerado um político nefasto e acabou condenado no mensalão a 7 anos e 14 dias de cadeia por corrupção passiva e lavagem de dinheiro pelo STF em razão do recebimento de R$ 4 milhões para apoiar o governo do PT em 2005. Jefferson, que depois rompeu com o PT, teve ainda cassado o mandato de deputado federal. Foi preso em fevereiro de 2014 e ficou 15 meses atrás das grades. Em março de 2016, o STF lhe concedeu o indulto. Em liberdade, retomou a presidência do PTB e orientou a bancada de 26 deputados na Câmara a apoiar as reformas do governo Temer desde o início. A nomeação da filha lavou a alma da família.

“Roberto Jefferson sem dignidade e cínico”

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Da Redação

O governo do Rio Grande do Norte decretou calamidade no sistema de Segurança Pública do estado. O decreto desta sexta-feira (5) foi publicado neste sábado (6) no Diário Oficial. O motivo alegado é a greve dos policiais civis e militares e o aumento da violência. “Considerando o aumento dos índices de violência decorrente da paralisação das atividades dos policiais militares e civis, consoante os dados expedidos pela Coordenadoria de Informações Estatísticas e Análises Criminais da Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social”, diz o governador Robinson Faria (PSD) no decreto.

Policiais civis, militares e corpo de bombeiros iniciaram uma greve no dia 19 de dezembro, desde então tem sido registrada uma onda de violência. O governo federal enviou 2,8 mil homens das Forças Armadas.

Em assembleia nesta sexta (5), os policiais decidiram manter a paralisação. Entre os pontos, os servidores querem o pagamento dos salários de novembro e dezembro e o 13º de 2017.

O estado também se encontra em calamidade na Saúde e no Sistema Prisional.

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O orçamento total previsto para 2018 é de mais de R$ 3,5 trilhões. Desse total, 52% serão destinados para juros, encargos, amortizações e refinanciamento da dívida pública. Uma porcentagem grotesca e cruel, que comprova que os horizontes de Temer e Meireles estão voltados para privilegiar bancos, rentistas, especuladores e o mercado financeiro”. Leia mais no artigo do deputado federal Zeca Dirceu

Por Zeca Dirceu*

A Lei Orçamentária Anual de 2018 trouxe um quadro alarmante para o futuro socioeconômico do Brasil, Com a análise e o comparativo dos números do orçamento, percebe-se que o governo Temer e sua base no Congresso escancararam sua gestão voltada para o mercado. O orçamento total previsto para 2018 é de mais de R$ 3,5 trilhões. Desse total, 52% serão destinados para juros, encargos, amortizações e refinanciamento da dívida pública. Uma porcentagem grotesca e cruel, que comprova que os horizontes de Temer e Meireles estão voltados para privilegiar bancos, rentistas, especuladores e o mercado financeiro.

Como o próprio presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, já havia anunciado em maio de 2017, “a agenda da Câmara, em sintonia com a do presidente Michel Temer, tem como foco o mercado, o setor privado”. E essa agenda para o mercado se confirmou. Para direcionar esse volume do orçamento para dívida pública, o preço está sendo cobrado dos gastos sociais, como educação, saúde, previdência, entre outros; e dos investimentos, na infraestrutura, essencial para o crescimento do país. Se for comparado o ano de 2016 e 2018, enquanto o que foi reservado para os gastos sociais subiu para 10,63%, o pagamento da dívida e juros saltou para 37,13%.

O governo deixa de investir no país para pagar banqueiros. É fácil deduzir quem ganha e quem perde nesse cenário.

Nesse mesmo período, é possível constatar, ainda, como ficarão as políticas públicas, já que, em dois anos, as despesas com Saúde durante o próximo ano estão com crescimento previsto de 4,29%, e com Educação, pasmem, somente avançou em 1,85% das suas despesas, (lembrando o que foi citado anteriormente, as despesas com a dívida foram aumentadas em 37,13%). Ainda com crescimento ínfimo está a Assistência Social, que aumentará apenas em 6,21% suas despesas para todo o ano de 2018, quase nada comparados aos mais de R$ 1,8 trilhão para pagamento da dívida.

Mesmo a Previdência, que Temer tanto gasta com publicidade para dizer que ela pode quebrar, teve, em suas despesas, crescimento de 20%.

Quando se considera todo o orçamento, dos 100% dos R$ 3,5 trilhões, serão aplicados na Saúde 7,56%; na Educação 6,3%; na Previdência 10,9% e, relembrando, para a dívida pública 52%. Dedução clara, que os nossos recursos estão escoando para juros e pagamento dessa dívida.

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Principais aquisições ocorreram nos últimos dez anos. Hoje, os quatro são donos de “13 imóveis com preço de mercado de pelo menos R$ 15 milhões”

Da Redação

O patrimônio do deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) e de seus três filhos que exercem mandato se multiplicou. Segundo levantamento realizado pela Folha de S. Paulo, em cartórios do Rio de Janeiro, hoje os quatro são donos de “13 imóveis com preço de mercado de pelo menos R$ 15 milhões, a maioria em pontos altamente valorizados do Rio de Janeiro, como Copacabana, Barra da Tijuca e Urca”. A reportagem mostra que os principais apartamentos e casas comprados nos últimos dez anos foram registrados com preço de aquisição bem abaixo da avaliação da Prefeitura à época.

Uma casa em um condomínio à beira-mar foi vendida pela ex-proprietária com um prejuízo de R$ 180 mil em relação ao que havia pago quatro meses antes.

Jair Bolsonaro (PSC-RJ) está no sétimo mandato como deputado federal. Em 1988, quando foi eleito pela primeira vez, tinha uma moto, um Fiat Panorama ano 93 e dois lotes de pequeno valor em Resende (RJ).

“As duas principais casas do patrimônio de Bolsonaro ficam em um condomínio à beira-mar na Barra, na avenida Lúcio Costa, um dos pontos mais valorizados do Rio. Segundo documentos oficiais, ele adquiriu uma por R$ 400 mil em 2009 e outra por R$ 500 mil em 2012. Hoje o preço de mercado das duas juntas é de pelo menos R$ 5 milhões, de acordo com cinco escritórios imobiliários da região consultados pela Folha. Ou seja, teriam tido valorização de pelo menos 450% no período.”

Carlos Bolsonaro (PSC-RJ) está no quinto mandato como vereador. Em 2000, quando foi eleito pela primeira vez, não tinha patrimônio. Hoje tem dois imóveis, um carro de R$ 100 mil e uma moto.

Flávio Bolsonaro (PSC-RJ) foi eleito deputado estadual em 2002, só tinha um Gol 1.0, ano 2001. De 2014 a 2016, dobrou seu patrimônio.

Eduardo Bolsonaro (PSC-SP) é o terceiro filho a entrar na política, foi eleito deputado federal em 2014. Em 2014, o patrimônio dos quatro, declarados ao TSE, somava cinco apartamentos, quatro casas, um jet-ski, cinco carros e uma moto. Com exceção de uma recente sociedade de Flávio em um loja de chocolates, todos se dedicam agora só à atividade política.

Leia a reportagem aqui.

revistaforum

Proposta de abertura de capital foi excluída do texto do novo
estatuto da instituição. (Foto: SP Bancários)

Rede Brasil Atual

A proposta de abertura de capital da Caixa Econômica Federal (CEF), que transformaria o banco público em sociedade anônima (S/A), foi excluída do texto do novo estatuto da instituição em reunião do Conselho Administrativo (CA) realizada nesta quinta-feira (7). Trabalhadores da CEF comemoram a vitória, já que, segundo eles, a abertura de capital do banco representaria a primeira etapa de um processo de privatização, e foi alvo de protestos, em todo o Brasil, também na quinta-feira. “Nossa mobilização foi vitoriosa e vamos manter a luta nas ruas em defesa dos bancos públicos, que desempenham um papel fundamental na economia brasileira, como um importante instrumento de política econômica e de promoção ao desenvolvimento econômico e social”, afirmou a presidenta do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, Ivone Silva.

Os trabalhadores alertavam para a importância da CEF como gestora dos programas sociais, e que a abertura de capital comprometeria todas essas políticas.

“A Caixa é o banco da habitação, do Minha Casa Minha Vida, do FGTS, do FIES, do Bolsa Família, do crédito rural, do saneamento básico, da aposentadoria. É dos trabalhadores, dos municípios. Da cultura, esporte, saúde, infraestrutura e do desenvolvimento do país. Atua em regiões nas quais bancos privados não têm interesse, por só visarem o lucro. Tudo isso só é possível pelo fato de ser um banco 100% público. Essa vitória não é só dos empregados. É uma vitória do Brasil. E sabemos que só foi possível graças à forte mobilização do Sindicato, ao lado dos trabalhadores, e demais entidades representativas”, comemorou o empregado da CEF e diretor do sindicato, Dionísio Reis.

No ano passado, os trabalhadores já haviam obtido importante vitória, quando o trecho que obrigava empresas públicas a se transformarem em S/A foi retirado da lei que criou o Estatuto das Estatais (Lei 13.303/2016). Em outubro deste ano, outra reunião do CA que também pretendia discutir a abertura de capital da CEF também foi adiada graças à pressão dos bancários.

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Vilson Stefanoski recomenda alimentos orgânicos da safra
Vilson Stefanoski recomenda alimentos orgânicos da safra: “Estamos com uma melancia muito boa, um melão com um sabor imbatível e uma ótima safra de tomate, só para citar três exemplos”. (Foto: Laura Neis/Divulgação)

Marco Weissheimer

A tradicional feira de alimentos orgânicos, que ocorre todas as manhãs de sábado na rua José Bonifácio, ao lado do Parque da Redenção, tem cores diversas dependendo da época do ano e das safras correspondentes às mesmas. Agora, no início de 2018, o vermelho e suas variações são as cores dominantes nas bancas da feira, em função das safras de produtos como tomate, morango, melancia, framboesa, amora e mirtilo, entre outros. Como a política de preços da feira é mais estável que a do mercado privado tradicional, vários destes produtos estão com preços até abaixo do que se encontra nos grandes mercados. Mas a maior vantagem para o consumidor é o ganho em ausência de agrotóxicos, sabor e valor nutricional.

“Como seguimos princípios ecológicos, nós sempre incentivamos o consumo de alimentos orgânicos da época, pois eles são mais saborosos e têm um maior valor nutricional. Este ano estamos com um verão muito bom, com chuva equilibrada, sem excessos. Estamos com uma melancia muito boa, um melão com um sabor imbatível e uma ótima safra de tomate, para citar três exemplos”, diz Vilson Luiz Stefanoski, coordenador da Associação dos Agricultores Ecologistas Solidários do Rio Grande do Sul. A associação é responsável pela organização do espaço de comercialização em três feiras de alimentos orgânicos em Porto Alegre: a Feira dos Agricultores Ecologistas (FAE) da José Bonifácio, Parque da Redenção (sábados pela manhã), a Feira da Cultura Ecológica do Menino Deus (quartas à tarde) e a Feira Agroecológica do IPA (quintas à tarde).

Alimentos orgânicos: safra abundante de tomates
Safra abundante fez produtores reduzirem preço
do tomate em 30%. (Foto: Divulgação/FAE)

Redução de 30% no preço do tomate

A safra de tomate é tão boa que os produtores resolveram reduzir em 30% o preço do produto, que passou de R$ 10,00 para R$ 7,00 o quilo. Produtor no município de Cerro Grande do Sul, Vilson Stefanoski comemora o fato, assinalando que o tomate é uma cultura que sempre enfrentou dificuldade para ser produzida no sistema ecológico e aparece nas listas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) entre os produtos com maior índice de contaminação por agrotóxicos.

“O tomate é de uma família que é mais suscetível a pragas e doenças, mas a agricultura ecológica evoluiu muito nestes anos. Hoje conseguimos produzir um tomate com qualidade, sem agrotóxico. Este anos, passamos a vender a sete reais o quilo por causa da boa safra. A gente recebe uma benção da natureza e repassa para quem consome”, assinala o produtor.

O preço dos alimentos orgânicos ainda é objeto de polêmica no que diz respeito à sua relação com os produtos convencionais. O coordenador da Associação dos Agricultores Ecologistas não vê, na média, tanta disparidade de preços assim e acredita que, nos últimos anos, essa diferença vem diminuindo. Stefanoski destaca que os agricultores orgânicos trabalham com uma lógica diferente no processo de definição dos preços dos produtos:

“Nós procuramos não subir nem descer muito os preços, mantendo-os mais estáveis. Este ano, como a safra do tomate foi ótima, estamos fazendo essa promoção com 30% de desconto. No caso das verduras, se você pegar uma base anual, de janeiro a janeiro, elas estão no preço das convencionais. Eu vendo alface a R$ 2,50 de janeiro a janeiro. Em outubro, quando há uma grande oferta, ela não está tão barata, mas agora em janeiro, quando há escassez, ela está muito mais barata do que a convencional. No mercado, os produtos sobem e descem. Nós consideramos que não é bom essa oscilação nem para o agricultor nem para o consumidor. Alguns produtos como o tomate, a batata inglesa e o melão tinham um preço um pouco maior pela falta de oferta, mas os produtores estão se especializando e a oferta está aumentando, o que está trazendo o preço para um nível bom”.

A associação de agricultores debate coletivamente a definição dos preços, inclusive com a participação de consumidores. “O preço tem que ser bom para todos. Nós buscamos sempre o tal do preço justo, que envolve um leque de discussão muito grande”, observa ainda Stefanoski.

Pedro Lovato: “Nesta safra de verão, os destaques são o morango, o mirtilo, a amora e a framboesa que se estende por mais tempo, até o início do inverno”. (Foto: Laura Neis/Divulgação)

Morangos “bombados” x morangos orgânicos

Pedro José Lovato, produtor em Farroupilha, dedica-se principalmente à produção orgânica de pequenas frutas vermelhas como morango, mirtilo, amora e framboesa, alem de outras como figo, caqui e ameixa. Nesta safra de verão, os destaques são o morango, o mirtilo, a amora e a framboesa que se estende por mais tempo, até o início do inverno. Lovato é um dos agricultores pioneiros que participa da feira desde a sua primeira edição. “Ao longo do tempo, fomos mudando um pouco a nossa produção, introduzindo algumas novas variedades e parando com outras, se adaptando também aquilo que a feira demanda dentro dessa grande variedade e diversidade que ela tem hoje”, relata.

Lovato também vê um crescente equilíbrio entre os preços dos orgânicos e dos produtos convencionais, com ganhos para os primeiros, porém, nos quesitos sabor, segurança alimentar e valor nutritivo. Ele cita o caso do morango como exemplo: “Em função do tipo de manejo que a gente faz da nutrição da planta, a produção diminui um pouco. Eu diria que o custo de produção não é maior que o do morango convencional, talvez até seja menor. Hoje, o morango convencional tem uma tecnologia de produção com fertiirrigação muito intensa que faz com que a planta exploda. O tipo de nutrição neste caso é bastante artificial com bastante adubação sintética. Ele dá um morango bombado, mas que perde em sabor e qualidade nutricional. A nutrição do orgânico é bem mais completa pelo tipo de alimento que a planta recebe”.

Quanto ao preço dos orgânicos, o produtor destaca que ele não oscila tanto o que proporciona uma média equilibrada em relação ao preço dos alimentos cultivados de modo convencional. “Ás vezes, ele pode estar um pouco acima, mas outras vezes ele está abaixo. Estamos conseguindo ter morango o ano inteiro. No período de escassez estávamos com o nosso preço abaixo do morango convencional. Agora, no período da safra, o que acontece normalmente é que o preço do morango convencional baixa muito. No nosso caso, não baixa tanto. A nossa oscilação é menor e a nossa média de preço mais equilibrada. O nosso mirtilo, por exemplo, agora está abaixo do preço do convencional. Procuramos manter um preço estável, um preço justo como chamamos”.

sul21

A empresária Maria Ferreira, que já visitou vários lugares no Brasil e no exterior, este ano passou o réveillon no Rio de Janeiro, onde pôde contemplar as 25 toneladas de fogos na praia de Copacabana.
O professor da EREM-ST Manoel Miguel Leite, acompanhado de sua esposa e ex-professora Eulina, estão passando férias e visitando vários lugares belos em São Paulo.
Em João Pessoa-PB, estão Direma Lustosa, sua filha Sheyla Lustosa, casada com o Dr. Rubem Darllynson Rocha e da sua sobrinha Maria Dalva Lustosa, filha do saudoso seu Zizi Leite e de dona Nevinha Lustosa.Que entre muitos outros também fazem parte da história de nossa cidade, Santa Terezinha -PE
Um dos objetivos deste blog é mostrar essa parte social de pessoas queridas no nosso convívio, para acompanharmos um pouco do lazer das mesmas. Esta é o início de uma série de reportagem de cunho social, as quais pretendemos dar continuidade, com a permissão de todos.

(misuma/Thinkstock/Getty Images)

Você é daquelas que, quando senta à mesa para comer é a primeira a limpar o prato? Saiba que uma nova pesquisa constatou que esse hábito está estimulando você a ganhar peso e a entrar na zona de risco de outros problemas sérios de saúde.

O estudo – apresentado nesta segunda-feira (13) no evento American Heart Association’s Scientific Sessions, na Califórnia – foi realizado por cientistas da Universidade de Hiroshima, no Japão. Takayuki Yamaji, cardiologista e autor da pesquisa, examinou, juntamente com sua equipe, 1.083 pessoas, das quais 441 eram mulheres. Todos os participantes tinham cerca de 51 anos de idade e foram divididos em três grupos: comedores rápidos, comedores normais e comedores lentos.

O objetivo era analisar de que maneira a velocidade da alimentação influencia no surgimento da síndrome metabólica, que é um conjunto de fatores que levam a doenças cardiovasculares. São eles: hiperglicemia, aumento da circunferência abdominal, hipertensão, baixo nível de colesterol bom e alto índice de triglicérides. Antes de começar o estudo, nenhum dos participantes manifestava esses sinais.

Após cinco anos de análise, 84 pessoas desenvolveram a síndrome – inclusive os centímetros a mais na barriga. E foi observado que o grupo de comedores rápidos tinha quase o dobro de risco de apresentar os sintomas em comparação àqueles que se alimentavam num ritmo adequado. Já quem ingeria o alimento bem devagarinho tinha uma propensão muito baixa ao problema.

“Comer mais lentamente pode ser crucial para prevenir a síndrome metabólica […] Quando as pessoas comem rapidamente, elas tendem a não se sentir satisfeitas e ficam mais suscetíveis a se alimentar além da conta”, comentou Yamaji ao portal Medical News Today. Descansar os talheres durante as garfadas não só vai fazer você apreciar mais o gostinho da comida como ajudá-la a conquistar um corpo mais saudável e em boa forma.

boaforma

A continuidade do governo golpista de Michel Temer e seus parlamentares no Congresso é um dos pontos negativos neste ano. - Créditos: Agência Brasil
A continuidade do governo golpista de Michel Temer e seus parlamentares no Congresso é um dos pontos negativos neste ano. / Agência Brasil

A pergunta que persiste é: o que esperar de 2018?

A cada final de ano sempre se costuma fazer o balanço de avanços e atrasos na vida do povo. Mas neste 2017, cheio de acontecimentos memoráveis, está muito difícil selecionar.  

Sendo assim, sugiro que você também faça sua lista! Veja a minha lista, a ordem não importa muito…

10 – Paralisação da reforma agrária e das políticas públicas para a agricultura familiar e camponesa, com fechamento do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), sucateamento do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA), a liberação de mais sementes transgênicas e mais agrotóxicos para envenenar nossos alimentos. Soma-se a isso, o projeto de vender nossas terras ao capital estrangeiro.

9 – A não penalização das empresas Vale S.A. e BHP Billiton, pelos crimes de Mariana (MG). Vale a lembrança de que tais empresas mataram 21 pessoas, devastaram um rio de 700 quilômetros, o Rio Doce, e atingiram a vida de milhares de pessoas entre os estados de Minas Gerais e Espírito Santo. Até hoje as mesmas não indenizaram, nem repararam os prejuízos para o povo, e ainda querem ampliar a mineração na região.

8 – As manipulações e prepotências da dupla Dallagnol e Sérgio Moro, que ferem a Constituição e insistem em querer inviabilizar a candidatura de Lula, sem ter provas. Por outro lado, a manutenção da liberdade dos senhores Aécio Neves, senador Zeze Perella, José Serra, Ricardo Teixeira, Eike Batista, o banqueiro Daniel Dantas; apesar das evidentes provas de corrupção.

7 – A entrega para o grande capital privado e estrangeiro de nossas riquezas naturais, como o preá-sal, a mineração, a água; que deveriam ser utilizadas em prol do bem comum do povo brasileiro.

6 – A aprovação pelo Congresso do limite de investimentos sociais em Educação e Saúde. Mas, ao mesmo tempo, ampliação de gastos com juros de mais de 400 bilhões de reais do orçamento nacional para os banqueiros.

5- As práticas manipuladoras da Globo sempre enganando e mentindo para o povo. Ainda que agora tenha caído sua máscara ao ficar evidente o acordo de apoio ao governo golpista de Michel Temer em troca de polpudos recursos de publicidade.

4 – A chamada “reforma trabalhista”, que retirou direitos históricos de cerca de 140 milhões de trabalhadores brasileiros, mantendo 20 milhões no desemprego e 22 milhões no trabalho precarizado, e sem nenhum direito previdenciário.

3 – O comportamento parcial e partidarizado dos membros do Supremo Tribunal Federal (STF), em especial o Sr. Gilmar Mendes, sempre atuando em favor dos interesses da grande burguesia.

2 – A foto maior da desigualdade social que apareceu na revelação de que apenas seis capitalistas ganham mais do que 102 milhões de brasileiros. E, entre eles, 25% dos domicílios não possuem nenhuma renda mensal.

1 – A continuidade do governo golpista de Michel Temer e seus parlamentares no Congresso.

Com tudo isso, a pergunta que persiste é: o que esperar de 2018?

Que o povo se mobilize, lute, se levante na defesa de seus direitos e dos interesses de toda nação. Que tenhamos eleições livres, democráticas e com a participação de Luiz Inácio Lula da Silva.

Abraços, nos veremos por aí, “nas ruas, campos e construções”, como mandava o poeta Vinicius de Moraes!!!

Edição: Simone Freire

Cantor Chico Buarque, um dos artistas que assinam o manifesto, e ex-presidente Lula durante jogo de inauguração do campo Dr. Sócrates - Créditos: Júlia Dolce/ Brasil de Fato
Cantor Chico Buarque, um dos artistas que assinam o manifesto, e ex-presidente Lula durante jogo de inauguração do campo Dr. Sócrates / Júlia Dolce/ Brasil de Fato

Mais de 100 mil pessoas, entre artistas, intelectuais, lideranças de movimentos sociais e políticos internacionais assinaram o manifesto que denuncia a perseguição política sofrida pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva nos processos envolvendo as investigações da Operação Lava Jato.

Entre as personalidades que aderiram à iniciativa estão a sambista Beth Carvalho, o ator Wagner Moura, a atriz Marieta Severo, os diretores de cinema Kleber Mendonça e Sergio Machado, o economista Luiz Carlos Bresser Pereira, o diplomata Celso Amorim, o cantor Chico Buarque, os escritores Raduan Nassar e Milton Hatoum, a socióloga Maria Victoria Benevides, o jurista Fábio Konder Comparato, a jornalista Hildegard Angel e o membro da direção nacional do MST João Pedro Stedile.

Lançado em 19 de dezembro, o manifesto também teve a adesão da ex-presidenta da Argentina Cristina Kirchner do historiador inglês Peter Burke, do sociólogo português Boaventura de Sousa Santos, da escritora portuguesa e presidenta da Fundação José Saramago Pilar del Rio, do linguista e filósofo norte-americano Noam Chomsky, do prêmio Nobel da Paz Adolfo Esquivel e do ex-ministro das Finanças da Grécia Yánis Varoufákis.

Confira as demais assinaturas e a íntegra do manifesto aqui .

agua
Governador foi até o município do Agreste Setentrional, nesta sexta-feira, 
para inaugurar mais uma etapa do Sistema Adutor do Agreste
TORITAMA – No dia em que Toritama completa 64 anos, o governador Paulo Câmara foi até o município do Agreste Setentrional, na manhã desta sexta-feira (29.12), para inaugurar o lote 4 do Sistema Adutor do Agreste, no trecho situado entre os municípios de Caruaru e Toritama. A obra, que contou com um aporte de R$ 30 milhões, consiste na  implantação de adutoras para abastecer toda a população das duas cidade que integram o trecho, beneficiando cerca de 45 mil habitantes. Na ocasião, o chefe do Executivo estadual pontuou o esforço que o governo vem fazendo para amenizar os efeitos da seca na região. 
“Água é uma qualidade de vida importante. Agora, teremos regularidade no abastecimento aqui, em Toritama, a partir da estruturação da Adutora do Agreste, e com os sistemas do Prata e do Pirangi. Em breve, estaremos lançando também uma licitação para trazer água do eixo da Transposição que vem da Paraíba. Ao mesmo tempo, nós iremos construir uma adutora chamada Alto do Capibaribe, que também vai trazer água para os municípios dessa região. São seis anos de seca e nós precisamos dar respostas mais rápidas diante da ausência de água nessas regiões que tanto sofrem com a estiagem”, destacou Paulo.
Com extensão total de 11,3 km e tubulações com diâmetros que variam de 300 a 1200 mm, a construção vem para suprir o cenário de escassez hídrica, associado ao atraso de execução das obras do Ramal do Agreste, de responsabilidade do Governo Federal. Através da Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa), o Governo de Pernambuco buscou alternativas para captação de água em mananciais locais com o objetivo de dar funcionalidade aos trechos já implantados da Adutora do Agreste.
Uma destas alternativas foi a interligação da Adutora do Agreste com o Sistema Adutor de Tabocas, utilizando desta forma a água oriunda do Sistema Prata/Pirangi. A intervenção possibilitou colocar em operação cerca de 11,3 km do trecho da Adutora do Agreste entre o Povoado de Lajes (Caruaru) e o município de Toritama. “Um trecho importante, porque é um trecho de tubulação da Adutora do Agreste que é o sonho de todo agrestino. A gente espera que, em breve, mais cidades comecem a ser beneficiadas”, frisou o diretor regional do Interior da Compesa, Marcone de Azevedo.
EXPRESSO DA MODA – Durante a visita, o governador inaugurou o Expresso da Moda, equipamento que visa apoiar os comerciantes do Polo de Confecções na emissão de Notas Fiscais avulsas e desburocratizando o pagamento dos impostos devidos. Além disso,  vai regularizar o trânsito e o escoamento legal de mercadorias, atrair novos compradores, aumentar o volume de negócios realizados pelos empreendedores e, consequentemente, fortalecer o desenvolvimento econômico da região. 
No local, será disponibilizado o serviço de emissão prévia de Nota Fiscal e a Guia de recolhimento do imposto, permitindo ao comprador realizar o pagamento no ponto de atendimento do SICOOB (Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil), que é um agente arrecadador da GNRE (Guia Nacional de Recolhimento Estadual).
Para o prefeito Edilson Tavares, a vinda do governador foi um presente para a cidade. “É de costume, na festa de aniversário, se trazer um presente para o aniversariante. E o nosso governador, não trouxe apenas um, mas dois presentes para a cidade de Toritama. Traz o nosso Expresso da Moda, equipamento extraordinário para o nosso polo de confecções, colocando Pernambuco na vanguarda da situação tributária. E o mais importante de tudo, a vinda da água. Só um pai de família que tira do seu dinheiro suado pra comprar água de um caminhão-pipa sabe o quanto essa inauguração significa de verdade”, disse.
“Santa Terezinha no alto pajeú e demais cidades estão esperando esta tão sonhada água, mas até o momento só tem os canos, hein Governador, quanto chegará esta água na nossa cidade? O prefeito Geovane Martins (Vaninho de Danda ), bem que tem lutado, mas até agora só promessa. Em 2017 o Sr. prometeu que no máximo entre 60 e 90 dias estaria voltando para fazer algumas inaugurações, mas….”
Fotos: Roberto Pereira/SEI

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