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Look de Juliana Paiva no 'Melhores do Ano' é o mais votado em enquete do Gshow

O casião de gala, puro glamour, muita gente linda e só close certo: esse foi o la, puro glamour, muita gente linda e só close certo: esse foi o Troféu Domingão – Melhores do Ano que premiou grandes estrelas da TV, da música e do jornalismo ontem, 18/12. Durante a festa, o Gshow abriu uma enquete: “qual look mais combina com você?“. Em primeiro lugar ficou Juliana Paiva, seguida muuuuito de pertinho por Camila Queiroz. A atriz agradeceu ao público pelo reconhecimento!

“Nossa, que legal! Fiquei muito feliz com a notícia. O look foi desenvolvido para o prêmio por Dudu Farias. Tem um decote diferente e é de gala porque uma ocasião como o Melhores do Ano pede”, diz Ju. No domingo, o namorado da gata, o também ator Juliano Laham, estava nos bastidores do prêmio e também aprovou o estilo: “Ela é maravilhosa, espetacular! O vestido é lindo, combina muito com ela. Não sou expert, mas posso ver que está um arraso”.

Juliana Paiva encontra Felipe Simas nos bastidores do 'Melhores do Ano' (Foto: Ellen Soares/Gshow)

Juliana Paiva encontra Felipe Simas nos bastidores do ‘Melhores do Ano’ (Foto: Ellen Soares/Gshow)

Juliana Paiva arrasou com um vestido produzido especialmente para a premiação (Foto: Carol Caminha/Gshow)

Juliana Paiva arrasou com um vestido produzido especialmente para a premiação (Foto: Carol Caminha/Gshow) Dudu Farias, o responsável pela roupa, se derreteu por Juliana: “Vesti-la é sempre um prazer! É uma menina que, além de linda e talentosa, é de uma educação… Adoro trabalhar com ela. Tem um carisma excepcional. Estou muito feliz. Ela estava deslumbrante mesmo! O vestido foi todo bordado de paetês. Optei por trazer um recorte bonito para cima que fez um efeito lindo. Levou três meses para ser feito. Queríamos que ficasse discreto, porém chamasse a atenção”.

 

gshow.globo

    A Igeja IEAD de Itapetim-PE realizou neste dia 18/12 o 18º Congresso de mocidade da referida igreja, com o tema: “Sabendo que fui posto para defesa do evangelho ” Filipenses: 1.16b. 
    Com a presença do cantor Ivonaldo Albuquerque de Recife, mocidade de Santa Terezinha dirigida pelo pb. Pedro João dos Santos,  mocidade de Paulista, de Santa Cruz. O pregador do evento foi o diácono Abraão da cidade de Santa Cruz.
      Deus se fez presente em todo tempo e o nome do Senhor foi glorificado. O pastor que dirige a Igreja em Itapetim é Francisco Chaves e o pastor presidente é Ailton José Alves.

 

 

Rádio Jornal
Foto: Rafael Souza/Rádio Jornal

O governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), participou do debate da Super Manhã nesta segunda-feira (19), fechando 2016 com um balanço dos seus dois primeiros anos de mandato. Vivendo uma crise na segurança pública, o socialista foi duro ao afirmar que as negociações com a Polícia Militar não podem acontecer “na base da baderna”.  

Foto: Ashley Melo/JC Imagem

Além da segurança, Paulo Câmara comentou a crise financeira no estado, os investimentos em saúde e educação e afirmou que esperava mais do presidente Michel Temer. A entrevista foi conduzida pelo comunicador Geraldo Freire, pelo colunista de política do Jornal do Commercio Giovane Sandes e pelo diretor de redação Laurindo Ferreira. Ouça o debate completo:

EXÉRCITO NAS RUAS

O prazo que as tropas das forças armadas permaneceriam em Pernambuco acaba nesta segunda-feira (19). Foram 10 dias autorizados pelo Ministério da Defesa após pedido do Governo do Estado, motivado pela Operação Padrão da Polícia Militar. No debate da Super Manhã, Paulo Câmara afirmou que solicitou na última quinta-feira (15) a renovação da estadia das tropas no Estado, mas ainda não recebeu resposta. Mais cedo, o repórter da Rádio Jornal em Brasília, Romoaldo de Souza, afirmou que o ministério da Defesa, o pernambucano Raul Jungmann, ainda não havia recebido o pedido. O impasse pode ser resolvido na tarde de hoje.

NEGOCIAÇÃO COM A PM

Sobre as tentativas de entrar em acordo com a Polícia Militar para o fim da Operação Padrão, Paulo Câmara afirmou que não está satisfeito. “A gente tem um pouco de decepção em relação à Polícia por que algumas associações não querem ver a realidade como ela é”, disse. “A gente tem um clima de insegurança nas ruas. A gente não pode querer que um conjunto de associações queiram impor a forma de negociar com o governo”, afirmou. “A Polícia Militar vai ter o mesmo tratamento da Polícia Civil, mas não pode ser do jeito que querem, não pode ser na baderna. Para negociar é preciso sentar junto e conversar”, completou.

SEGURANÇA

Para melhorar o clima de insegurança nas ruas, intensificado pela Operação Padrão, o governador aposta no sucesso de medidas impopulares. O fim das férias de policiais militares, civis e bombeiros é a principal delas. “A volta dos 1400 homens que estavam de férias nós dá uma margem de segurança para reforçar o policiamento nas ruas”, afirmou. 

Sobre os assaltos a banco, o socialista afirmou que é hora de cobrar mais segurança dos bancos. “Estamos investigando as ações e já prendemos 13 quadrilhas, muitas delas com membros de fora do estado. Os bancos tem que melhorar a seguraça. Eles dizem que gastam milhões e até bilhões com segurança, mas ela está muito aquém do que os clientes precisam”, disse.

PROMESSAS DE GOVERNO

Durante o debate, Paulo Câmara assumiu que não vai conseguir cumprir as promessas de governo realizadas durante a campanha de 2014. “Todas as medidas que eu prometi no meu programa de governo são importantes e necessárias. Porém, nem o mais pessimista imaginava que iríamos encontrar um cenário de crise tão severo”, disse. “Nós queremos construir quatro hospitais e seis UPAS especializadas por que é preciso construir. Se 2017 houver condições, nós vamos construir”, afirmou.

Sobre a promessa de dobrar os salários dos professores, Paulo Câmara afirmou que não vai conseguir. “O salário dos professores tem aumentado ano a ano e nós estamos planejando uma forma de premiar os melhores professores e as melhores escolas. Talvez não dê para dobrar os salários, mas estamos fazendo o possível”, disse.

PIPEIROS

Sobre o pagamento dos caminhoneiros responsáveis pelo transporte da água, Paulo Câmara afirmou que as coisas vão piorar. “Há atrasos no pagamento dos carros-pipa, não são 13 meses, mas há por dificuldades na documentação dos cadastros. Pernambuco é o único estado em que há contribuição estadual para pagamento dos pipeiros. A partir de 2017, não vamos conseguir pagar do jeito que vinhamos fazendo”, disse.

CRISE FINANCEIRA

O governador de Pernambuco voltou a culpar a crise financeira que o país pela dificuldade em gerenciar o Estado. “Não foi por falta de informações, mas a crise foi muito pior do que foi previsto. O que se projetava é que pelo menos a inflação ia fazer crescer as receitas. Se as receitas tivessem crescido, Pernambuco não estaria nesta situação”, disse.

Para Paulo Câmara, Pernambuco está sobrevivendo nesta crise mantendo o básico e escolhendo o que é prioritário para a gestão. “Estamos avaliando as prioridades. A prioridade é a água? É mais importante construir tal adultora do que tal escola”, disse. “Fizemos um ajuste fiscal, enxugamos a folha de pagamento. Estamos segurando as rédeas do barco, olhando para o lado e vendo os barcos vizinhos afundarem. Tão logo a situação melhore, vamos dar respostas muito rápidas”, completou.

DESEMPREGO E REAJUSTES

Para o socialista, é urgente tentar reverter o quadro de crise que o Estado se encontra. “Eu entendo que uma coisa é ficar dois três meses desempegado e outras é ficar um ano ou dois. Isso mexe com a autoestima e pode ciar um caos social. O governo precisa estar atento a isso”, sentenciou. “Não vou deixar Pernambuco afundar. Onde a gente puder dar aumento de salário, nós vamos dar, mas eu tenho que ter responsabilidade com Pernambuco inteiro”, completou.

GOVERNO TEMER

Sobre o governo de Michel Temer, Paulo Câmara diz que esperava mais. “Eu esperava que o presidente Temer fizesse um governo de união nacional. Ele precisa fazer o que ele disse que iria fazer”, disse. Sobre a necessidade de um novo governo, o socialista também discorda. “Não vejo razão para novas eleições. O Brasil está acabou de sair de um processo de impeachmente e está despedaçado. O que precisamos é deixar o presidente Temer trabalhar”, completou.

radiojornal.ne10

Cumprindo um rigoroso planejamento financeiro, a Prefeitura de Afogados da Ingazeira vai conseguindo cumprir com as suas obrigações junto aos servidores públicos municipais.

Nesta terça (20), será pago a 1.147 servidores, incluindo aposentados e pensionistas, o 13º salário. Com o pagamento, serão injetados na economia do município R$ 1.490.932,15. “Estamos honrando os nossos compromissos e nos preparando para pagar a folha salarial dos servidores referentes ao mês de dezembro, para que todos possam passar o natal e o ano novo sem apertos,”destacou o Secretário Municipal de Finanças, Ney Quidute. 

Prefeitura de Afogados da Ingazeira
Núcleo de Comunicação Social

 

Hoje celebrou-se a última Santa Ceia do ano de 2016, na Igreja Assembleia de Deus em Santa Terezinha-PE. Estiveram conosco irmãos da Igreja Cristo Salva e nosso Pastor do Campo de São José do Egito Dário Gomes, acompanhado dos irmãos Geisnade e João Neto, os quais louvaram ao Senhor com belos hinos. O Pastor Dário ministrou a Palavra de Deus. Um culto abençoado pelo poder de Deus. A Igreja local é dirigida pelo Pb. Pedro João em o Pastor Presidente é o Ailton José Alves da cidade de Recife-PE. “Até aqui nos ajudou o Senhor”  I Samuel 7:12.


A história do hino de Natal, “Noite de Paz”, demonstra como Deus age através dos fracos e oferece Seu Evangelho livremente para todas as pessoas.

O hino “Noite de Paz” também é conhecido como o “hino eterno”. Certamente não existe nenhum hino de Natal que seja mais conhecido do que este. No entanto, não há nenhum renomado autor ou compositor mencionado com ele, nem foi apresentado originalmente por algum cantor famoso, e mesmo assim ele conquistou o mundo todo. Hoje ele é cantado em todos os continentes e já foi traduzido para mais de 330 idiomas e dialetos. É quase impossível imaginar um Natal sem “Noite de Paz”! Continue lendo

Bruna veste Adidas, na Cidade das Artes, centro cultural da Zona Oeste do Rio (Foto: )

No ar como a ousada Beatriz, de Nada Será Como Antes (2016), Bruna Marquezine estrela a capa da QUEM da semana e exibe a boa forma, sem cobranças. “Nunca tive crise com meu corpo. Gosto de estar bem para mim. Quero me olhar no espelho e falar: ‘Nossa, estou feliz com o meu corpo! Posso botar um biquíni, a roupa que quiser’”, diz.

A atriz cresceu sob olhares atentos do público, estrelou novelas, desfilou na Sapucaí, namorou o craque Neymar. Se separaram e voltaram a se ver depois da Olimpíada deste ano, quando ele comemorou a vitória ao invadir a arquibancada e abraçar a atriz. Assim, aprendeu a lidar com a curiosidade sobre sua vida. Nessa conversa com QUEM, ela mostra que, aos 21 anos, já é uma mulher madura: “Tem coisas que não posso controlar e outras que sim.”

A edição traz ainda uma entrevista exclusiva com Shakira, a festa de Dois Irmãos, Ivete Sangalo em Salvador, discurso de Madonna e os indicados ao prêmio QUEM.

Vamos que vamos, blogdozefreitas.com.br – Sempre social

“Com a PEC 241 o Executivo passará a ser o ‘super poder’, controlando os demais poderes e o Ministério Público por meio dos recursos financeiros. A longo prazo, o Judiciário será obrigado a fechar varas diante da impossibilidade de contratação de novos juízes e servidores. A pretexto de controlar gastos, a medida irá dificultar o enfrentamento da corrupção, essa sim a raiz da crise econômica brasileira” afirma o presidente da Associação dos Juízes Federais (Ajufe), Roberto Veloso.

Confira a nota:

Nota da AJUFE sobre a PEC 241

A AJUFE – Associação dos Juízes Federais do Brasil – vem a público trazer algumas considerações sobre a PEC 241, a chamada PEC do Teto, bem como rebater algumas inverdades que vêm sendo divulgadas na mídia sobre a intenção das associações de Magistrados e Procuradores da República ao se manifestarem contrariamente ao referido projeto de emenda constitucional. O governo, diante do rombo financeiro deixado pela má gestão e corrupção, culpando unicamente o serviço público e sob o pretexto de controlar os gastos excessivos e permitir que o país volte a crescer, pretende impor um congelamento no orçamento, estipulando que as despesas de um ano não poderão ultrapassar a inflação do ano anterior. O governo faz manobras para aprovar rapidamente a emenda, sem qualquer debate prévio e amplo com participação da população, que vai sofrer diretamente seus efeitos. Investimentos em áreas essenciais – saúde, educação e assistência social – estarão limitados caso referida emenda constitucional seja aprovada, e nenhum debate é proposto para que a sociedade civil possa ter conhecimento do alcance dessa reforma e das suas consequências. O mero reajuste pela inflação não é suficiente para suprir a despesa gerada pelo simples aumento da população que, em situações de crise economia depende ainda mais dos serviços públicos. Outrossim, o raciocínio de que o rombo no orçamento federal vem do pagamento de salários ao funcionalismo público não pode ser levado em consideração, uma vez que os valores apontados em ranking recentemente divulgado pelo jornal O Estado de São Paulo não correspondem à realidade, especialmente da magistratura federal. E, ao contrário do que ali consta, o Poder Judiciário sofreu fortemente com os cortes orçamentários impostos para o ano corrente, o que já vem prejudicando a prestação do serviço e a própria manutenção dos fóruns, gerando demissões em massas de funcionários terceirizados que lidavam com a limpeza e segurança e também de estagiários. A alegada independência orçamentária do Poder Judiciário não existe na prática, apesar de constitucionalmente prevista. Além disso, ao contrário do que foi afirmado na reportagem, nenhum reajuste foi concedido este ano à Magistratura e ao Ministério Público Federal, enquanto outros reajustes foram dados a diversas categorias de funcionários do Poder Executivo. O governo também contra-argumenta que, sem a aprovação da PEC, a única alternativa é o aumento de impostos.

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O Serviço Social da Indústria de Pernambuco (Sesi/PE) lança, nesta quinta-feira (15), as inscrições para o processo seletivo 2017 do programa Educação Básica articulada com a Educação Profissional (Ebep). A iniciativa, destinada às pessoas de baixa renda, possibilita que o estudante realize gratuitamente o Ensino Médio e um curso técnico para facilitar o início da vida profissional. No Sertão, são 100 vagas em três cursos técnicos, que serão ministrados pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial de Pernambuco (Senai/PE), parceiro do programa. As inscrições vão até 23 de dezembro, quando param devido ao recesso de final de ano, sendo retomadas em 02 a 06 de janeiro. Ao realizar a inscrição, o candidato deverá escolher entre técnico em Administração, em Petrolina, onde há 40 vagas, ou um dos cursos de Araripina, que são técnico em Eletromecânica e técnico em Segurança do Trabalho, ambos com 30 vagas. As inscrições devem ser realizadas no SESI da cidade onde a pessoa pretende estudar. Os endereços e o edital estão disponíveis no site www.pe.sesi.org.br. Pode concorrer apenas pessoa de baixa renda, aluno da escola pública ou de escola particular desde que possua bolsa integral e/ou cujos pais ou responsáveis sejam registrados no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal. O candidato deve possuir até 17 anos completos em 31 de dezembro deste ano e apresentar documento comprobatório de conclusão do 9º ano. “Nosso intuito é formar uma mão de obra qualificada para o setor produtivo, ao mesmo tempo que facilitamos a inserção profissional do jovem, pois ao concluir os estudos, ele já estará com o certificado de formação profissional nas mãos”, afirma o superintendente do Sesi/PE, Nilo Simões. “Além disso, acreditamos que viabilizar uma educação de qualidade para a população menos abastada é o caminho mais seguro para a ascensão social”, conclui.

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Melhorar o cardápio dos seus empreendimentos, vender alguns dos produtos com mais saída nesse período do ano ou, simplesmente, Incrementar a ceia de natal da família. Mulheres Afogadenses agora tem essas e outras opções quando o assunto é “culinária natalina”.Durante quinze dias, dezesseis mulheres empreendedoras e donas de casa participaram do curso Culinária Natalina, promovido em uma parceria da Prefeitura de Afogados da Ingazeira com o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial – SENAC. O curso foi realizado na carreta-escola da instituição. O encerramento aconteceu nesta quinta (12), com as presenças do Prefeito José Patriota e da Secretária de Administração, Flaviana Rosa. Ministrado pela instrutora do Senac, Rosane Correia, elas puderam aprender mais sobre a culinária que é tão usada nesta época, como disse a dona de casa e autônoma, Marineide Pessoa Menezes, do bairro São Francisco: “O curso foi maravilhoso. Eu já tenho a experiência de fazer doces e licores para encomenda, agora tive a oportunidade de me aprimorar mais na cozinha e fazer novas receitas. E também a oportunidade de ganhar uma renda a mais, com o pensamento em lá na frente ser uma empreendedora”.“Venho aqui parabenizar a todas que participaram do curso. Essa é uma oportunidade para vocês poderem ganhar o seu dinheiro, e sabemos que não é fácil trazer um curso desses para o município, mas nós trouxemos para que vocês possam aprimorar o seu conhecimento na cozinha”, destacou o prefeito, José Patriota. O curso teve também o SEBRAE como parceiro, que entra com o convênio no pagamento da taxa de inscrição, que outras cidades chegam a mais de R$ 200,00 e aqui ficou somente por R$ 60. Na realidade, mais do que uma despesa, um investimento Continue lendo

minas

Jovens da ocupação do Colégio Estadual Central, em Belo Horizonte, demonstram união e solidariedade.

Quem, há alguns meses, ou dias, poderia imaginar que uma das principais respostas aos retrocessos que o país vem passando viesse de jovens, principalmente que cursam o ensino médio, e em estados como Paraná e Santa Catarina e no Distrito Federal, que estão entre os mais conservadores do Brasil? A reportagem da Revista do Brasil visitou escolas, entrevistou estudantes e participou de oficinas em locais ocupados para tentar entender quem são e o que pretendem esses novos ativistas, que têm entre 13 e 18 anos e não haviam ainda participado de um movimento social. “Antes de vir para cá, a gente não tinha nenhuma vinculação política, partido, nada”, diz Maria, uma das líderes de ocupação numa escola na periferia de Curitiba – os nomes dos estudantes usados na reportagem são fictícios. “Algumas pessoas falaram que o PT estava fazendo nossa cabeça, coisa assim. Mas a gente veio por conta própria. Fizemos assembleia e os alunos decidiram”, diz a aluna do Colégio Estadual Olívio Belich, no bairro do Cajuru, na região leste de Curitiba. “A gente nem se conhecia direito antes, não tem militância até hoje. Sou contra todos os partidos”, complementa Paulo, do Colégio Estadual Teotônio Vilela, na Cidade Industrial, também em Curitiba. O que os move, mais do que questões do ambiente escolar – como a tentativa de alterar a base curricular do ensino médio por meio de uma medida provisória – diz respeito a ataques do governo de Michel Temer que, segundo eles, põem em risco o futuro de políticas públicas afetarão as próximas gerações.

“Queremos barrar a reforma, mas não é só isso, lutamos contra a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que tira dinheiro da saúde e da educação, contra a reforma da Previdência… A saúde e a educação já são precárias e ainda querem tirar dinheiro”, afirma Larissa, do Olívio Belich. “O que a gente mais queria era o apoio das pessoas que vão perder com isso. Mas a maioria não consegue enxergar. Até porque as leis são escritas pro pessoal da elite. O pessoal mais carente não entende o que vai perder”, avalia Marina, do Teotônio.

A desatenção da maioria das pessoas em não reconhecer o que está acontecendo com o país lembra um pouco o que ocorreu com movimentos globais, como a chamada Primavera Árabe e o ­Ocuppy, nos Estados Unidos. No livro Occupy (Editora Boitempo), o geógrafo britânico David Harvey, ao escrever sobre o que levou pessoas a tomar as ruas do coração financeiro dos Estados Unidos, diz que aquela luta é contra o que chama de Partido de Wall Street, que “domina muito do aparato estatal, do Judiciário, em particular a Suprema Corte, cujas decisões partidárias estão crescentemente a favor dos interesses venais do dinheiro, em esferas tão diversas, como a eleitoral, a trabalhista, ambiental e comercial”.Para Harvey, muitas pessoas decentes estão presas a um sistema que está podre. “Se querem um salário razoável, não têm outra opção além de render-se à tentação do diabo.” Ele observa que leis “coercitivas” da competição forçam os cidadãos a obedecer as regras desse “sistema cruel e insensível”. “O problema é sistêmico, não individual.” De acordo com o britânico, os mais ricos acionam uma enorme variedade de opiniões de “especialistas” e colunistas espalhados na mídia que eles controlam. “Em um momento, só se fala da austeridade necessária a todas as outras pessoas para tratar do déficit e, em outro, propõe redução de sua própria tributação sem se importar sobre o efeito que terá sobre o déficit.”No Brasil, essa situação é exemplificada na discussão sobre a PEC 241, agora com o número 55 no Senado. A justificativa é de que para diminuir o déficit público serão congelados por 20 anos os investimentos em saúde, educação, desenvolvimento tecnológico, agricultura etc. Ao mesmo tempo, não há previsão de limitar o pagamento de juros da dívida pública brasileira, responsável por cerca de 90% desse mesmo déficit. São os mandamentos de Wall Street.

MAÍRA KALINE (ESTUDANTE DE COMUNICAÇÃO ORGANIZACIONAL UTFPR)Paraná
Ocupações se espalharam pelo Paraná, com regras, debates e causa bem definida contra a PEC e a imposição de reforma do ensino médio
FACEBOOK OCUPA PARANÁcontra a pec
Marina: ‘O que a gente mais queria era o apoio das pessoas que vão perder com isso. Mas a maioria não consegue enxergar. Até porque as leis são escritas pro pessoal da elite. O pessoal mais carente não entende o que vai perder’
MAÍRA KALINE (ESTUDANTE DE COMUNICAÇÃO ORGANIZACIONAL UTFPR)IMG_9863.jpg
Manifestação no Paraná: organização com regras

Poder da mídia

Alunos entrevistados não citam o geógrafo britânico, mas sentem na pele os efeitos da narrativa contra seu movimento. Após uma primeira tentativa de desqualificação, em que foram retratados como “manipulados”, “baderneiros”, “drogados” etc., passaram a ser denominados como aqueles que prejudicariam milhões de outros estudantes, que não poderiam fazer o Enem ou estudar para o vestibular. “Vêm pressionar a gente, dizendo que estamos prejudicando seus filhos, mas eles não deveriam estar estudando desde o começo do ano? Agora não vai adiantar nada”, diz Marina. A pressão também aumentou depois que numa briga entre dois garotos dentro de uma escola ocupada um deles foi assassinado. “Muitos pais agora estão contra pelo medo de que aconteça alguma coisa com a gente. Medo do que passa na Globo. A Globo só passa desgraça. As pessoas aceitam sem saber, sem tentar entender o que está acontecendo”, diz Maria. Os pais de Larissa apoiam, mas ficam chocados com o que veem na TV. “Hoje de manhã meu pai estava assistindo ao jornal e disse: ‘Nossa, como eles mentem’.” Quem está na ocupação desfruta o convívio. “Nesse tempo a gente ficou amigo de verdade. Antes estudávamos na mesma escola e nem nos conhecíamos direito. Se via no corredor, mas nem se falava. É uma união mesmo.” Ao contrário do que vem sendo divulgado, nas escolas visitadas pela reportagem os alunos falaram da organização e das regras adotadas. Todos se revezam para fazer limpeza, comida e manter a segurança – como nas experiências do ano passado em São Paulo, depois Goiás, Rio de Janeiro, Ceará… É proibido que meninos e meninas durmam no mesmo quarto, ou que se consuma bebida alcoólica ou droga. Há a questão de limpeza, arrumação, deixar organizado, comer e tapar as panelas, horário de comer e de dormir. Adolescente é meio difícil, quer ficar direto no celular, mas a gente tem um horário de dormir porque tem de acordar cedo”, diz Maria. Ela conta que na escola há distribuição de leite do governo para a população e eles têm de abrir o portão para o rapaz que faz a entrega e para os funcionários responsáveis pela distribuição. No Teotônio Vilela, os primeiros dias foram difíceis, mas depois se organizaram. “Na primeira semana, a gente tinha para comer pão, salame e mortadela. A gente ficou magro aqui. Chegamos a passar fome. Depois abrimos a cozinha e, quando começamos a cozinhar, precisa ver nossa alegria, ver o alho, a cebola fritando, comer um arrozinho”, afirma Paulo. “Os pais vêm, alguns universitários também cozinham para a gente, a gente mesmo faz.”Além de doar alimentos e cozinhar, estudantes universitários, professores e diversas outras pessoas foram às escolas para contribuir com debates, workshops, aulas abertas, oficinas. Teve oficina sobre direito à cidade por alunos e professores de Arquitetura, acompanhada pela reportagem da RdB na escola Professor Nilo Brandão, no Canguru, também em Curitiba. Além de rodas de capoeira, de circo, aulas de xadrez, pingue-pongue, Português, História, Geografia, preparatório para o vestibular, entre outras atividades. Se há apoio, a pressão também é grande. Vai de diretores, professores, comerciantes do bairro, outros alunos e, principalmente, a Justiça. “Estamos sofrendo ameaças de invasão”, diz Paulo. “Se vierem, não vão vir desarmados, vai dar merda. A gente conhece a comunidade. Mas estamos preparados para qualquer coisa, psicologicamente e fisicamente. Mas não sabemos o que vai acontecer na hora.” Paulo falou numa sexta-feira, 28 de outubro. No domingo, 30, um dos colegas foi barbaramente agredido quando saiu da escola. Mesmo querendo continuar, os outros decidiram desocupar. Além das pessoas no entorno e da polícia, a pressão da Justiça aterroriza. Foram concedidas dezenas de liminares de reintegração de posse, mas os métodos vão muito além. Em Brasília, por exemplo, o juiz Alex Costa de Oliveira, da Vara da Infância e Juventude do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), autorizou o uso de técnicas de tortura para “restrição à habitabilidade” das escolas, com objetivo de convencer os estudantes a desocupar. Um juiz, por ironia da vara da infância e juventude, manda impedir o contato dos jovens com amigos e a família, restringir a entrada de alimentos e autoriza o uso de “instrumentos sonoros contínuos, direcionados ao local da ocupação, para impedir o período de sono” dos adolescentes. Alunos que estavam ocupando o Centro de Ensino Médio Dona Filomena ­Moreira de Paula, na cidade de Miracema (TO), também foram retirados à força pela PM acionada pelo promotor de Justiça do ­Ministério Público Estadual (MPE). Foram levados para a delegacia, alguns algemados, sem mandado judicial. Em Chapecó (SC), há relato de invasão de policiais em uma ocupação com fuzis em punho. Além dessas práticas que passam por cima das leis e dos direitos humanos, os estudantes ainda enfrentaram a atuação de grupos que agem à margem do Estado. Com práticas que lembram a forma de atuar das milícias fascistas dos anos 1930, 1960 e 1970, organizações como o Movimento Brasil Livre (MBL) arregimentam recursos, estrutura e apoiadores para “desocupar escolas”. Isso já aconteceu em Brasília e no Paraná. No início do ano, práticas semelhantes, associadas a pessoas do crime organizado e milícias, ocorreram em São Paulo e no Rio de Janeiro.

O que vem depois

A Primavera Árabe, as manifestações de junho de 2013, o Occupy Wall Street, a ocupação das escolas no ano passado e no início deste ano e as deste outubro têm, pelo menos, um fator em comum: trazem para a arena da disputa política novos atores desatrelados de partidos ou movimentos sociais tradicionais. Na apresentação do livro Ocuppy, feita por Henrique Soares Carneiro, o historiador destaca o caráter espontâneo de rebeliões contra as estruturas políticas convencionais, o que mostra a necessidade de um novo projeto que articule uma representação dos anseios de transformação e ruptura. Argumenta também que existe uma participação política protagonizada pela nova geração, por meio difuso de propagação da informação, via internet, sobretudo as redes sociais. E que esse despertar para uma nova euforia política, num mundo dominado pelos ideais do individualismo, e pela carência de projetos coletivos para o futuro, causa essa profunda indignação, que pode ser o germe de uma revolução. Ao mesmo tempo em que esses novos atores agem, as forças dominantes hegemônicas se rearticulam, absorvem ou repelem movimentos por mudanças. Um sopro de esperança está no aparecimento de jovens que pela primeira vez participam da disputa política por uma sociedade melhor. É emblemática a forma como a estudante Ana Júlia, de 16 anos, cala deputados na Assembleia Legislativa paranaense. Sua voz em defesa de um país mais justo – baseado não em teorias revolucionárias, mas no que determina a Constituição – virou símbolo das lutas atuais. Mas o que acontecerá daqui por diante? A resposta pode estar nas palavras de outra jovem, também de 16 anos, ouvida pela revista. “A PEC 241 pode passar, a gente pode ser derrotado, mas a gente sabe o que está tentando. O povo brasileiro está sendo roubado, literalmente, mas a gente está fazendo nossa história.” Tanto está que a onda de rebeldia ultrapassou a praia dos secundaristas e banhou o meio universitário. No momento que em que esta reportagem era concluída, estudantes ocupavam campi em Brasília, São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul e Minas Gerais. Em todos os casos, universidades públicas, ameaçadas pela PEC 55.

redebrasilatual

 

professoraDevido à alta rotatividade e o preconceito, professores dificilmente seguirão trabalhando até os 65 anos São Paulo – A proposta de reforma da Previdência encaminhada ao Congresso Nacional pelo governo Temer deve acabar com o aposentadoria especial para professores, garantida em dispositivo constitucional desde 1981 e referendada pela Constituição de 1988.Pelas regras atuais, professores que trabalham na educação básica, ensino infantil, fundamental e médio têm garantidos o direito à redução de cinco anos de contribuição mínima para se aposentar. Pela regra geral atual, os homens se aposentam com 35 anos de contribuição e as mulheres, 30. Para os professores, o tempo mínimo de contribuição cai para 30 e 25 anos, respectivamente. Com a reforma proposta, esse regime especial acaba e todos terão que trabalhar até, no mínimo, os 65 anos, com 25 anos de contribuição.

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Não tem passeatas. Não tem panela batendo nas varandas gourmets dos luxuosos apartamentos. No plenário do Senado e da Câmara, políticos de oposição ao PT não fizeram discursos contra a corrupção. Mas em 2012, teve homenagem ao diretor da Odebrecht. O ministro das Cidades, Bruno Araújo, condecorou o diretor da Odebrecht Claudio Melo Filho com a Medalha do Mérito Legislativo em novembro de 2012.

O líder do PSDB na Câmara, Bruno Araújo (PE), homenageou o vice-presidente de Relações Políticas e Institucionais da Odebrecht, Cláudio Melo Filho. De acordo com o parlamentar, o executivo rompeu fronteiras e fez a construtora levar o nome no Brasil para o exterior. “Ele ajudou a impulsionar um momento novo no Brasil levando uma grande empresa nacional a fazer importantes operações fora do país”, afirmou o PSDB. “A medalha é a maior honraria concedida pela Câmara. Trata-se de “uma forma de homenagear personalidades, brasileiras ou estrangeiras, que realizaram ou realizam serviço de relevância para a sociedade” e cujo trabalho “recebeu a admiração do povo brasileiro”, diz o site o site do PSDB. Bruno Araújo recebeu doações da Odebrecht nas eleições de 2014. A Odebrecht deu R$ 130 mi.

Depois da honraria… Os executivos da Odebrecht prometeram aos investigadores da força-tarefa da Lava Jato detalhar como o caixa dois da empresa abasteceu as campanhas eleitorais do PSDB em 2010. O principal assunto em Brasília é a notícia divulgada pela imprensa. A campanha do ministro interino das Relações Exteriores, José Serra, à Presidência da República em 2010 recebeu R$ 23 milhões de caixa dois da Odebrecht, conforme disseram executivos a investigadores da Operação Lava Jato. A informação é do jornal Folha de S. Paulo. A revelação foi feita na semana passada a procuradores da força-tarefa e da Procuradoria-Geral da República (PGR) por funcionários da Odebrecht que tentam acordo de delação premiada. É a primeira vez que Serra é citado em esquemas de corrupção por delatores da operação que investiga desvios na Petrobras.

Os executivos afirmaram que parte do dinheiro foi pago no Brasil e outra parte foi entregue por meio de depósitos em contas no exterior. Apesar das informações concedidas aos procuradores, o acordo de delação premiada ainda não foi assinado. Talvez, seja pelo fato de o político ser um capa preta do PSDB. Para comprovar que houve pagamento por meio de caixa dois, a Odebrecht disse que apresentará extratos bancários de depósitos realizados no exterior que tinham como destinatária a campanha presidencial de Serra.

Informações do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mostram que a empreiteira doou naquele ano R$ 2,4 milhões ao Comitê Financeiro Nacional para Presidente da República de Serra. Assim, a campanha do tucano teria recebido da empreiteira R$ 25,4 milhões – sendo R$ 23 milhões por meio de caixa 2 ou R$ 34,5 milhões em valores atualizados pela inflação. Continue lendo

Entenda por que a PEC 55 (antiga 241) condena o Brasil a ir na contramão do mundo pelos próximos 20 anos

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Imagino que todos já tenham lido e ouvido falar a respeito da PEC 55, antiga PEC 241, colocada pelo governo atual e pela grande mídia como a solução para crise brasileira e cunhada pela oposição e pelas manifestações nas escolas como a “PEC do fim do mundo”. Essa contraposição de vozes deixa todos um pouco perdidos, principalmente porque assuntos econômicos sempre são colocados na pauta com uma certa complexidade, parecendo muitas vezes até intencional para evitar reflexões mais profundas. Apesar da última etapa de votação da PEC 55 no senado ter sido realizada e aprovada, decidi publicar esse texto para tentar, mesmo que tarde, amplificar vozes que se posicionarem de forma antagônica a essa PEC; mas a imprensa, que deveria ter esse papel de divulgar visões variadas, não o tem feito; e o governo não está interessado em abrir o debate com a sociedade. Ao contrário, elaboraram uma proposta de dentro pra fora, correram o máximo possível para aprovar a proposta em 2 turnos na câmara e no senado, com direito a votação na calada da noite, no dia do acidente de avião da Chapecoense que desviou o foco da mídia para a cobertura da tragédia, como não poderia deixar de ser. A minha intenção era postar esse texto na semana passada para plantar a reflexão nas pessoas e tentar motivar uma pressão contra a aprovação dessa emenda. Infelizmente, não tive tempo suficiente e também provavelmente esse texto não chegaria ao número de pessoas adequado para gerar o efeito necessário a tempo. Mas como dediquei muito tempo para escrever esse texto decidi postá-lo mesmo assim e, quem sabe, pressionar o presidente a não sancionar a PEC 55, já que é a última etapa do processo de aprovação da medida. Continue lendo

Silas Malafaia PF corrupção igreja
O pastor Silas Malafaia costumava frequentar ‘marchas anti-corrupção

Pastor Silas Malafaia é suspeito de envolvimento em um milionário escândalo de fraude e lavagem de dinheiro. O líder evangélico foi alvo de mandado de condução coercitiva no âmbito da Operação Timóteo, deflagrada pela Polícia Federal.

O pastor Silas Malafaia foi alvo de mandado de condução coercitiva no âmbito da Operação Timóteo, deflagrada na manhã desta sexta-feira (16), pela Polícia Federal. O líder evangélico é suspeito de envolvimento em um milionário escândalo de fraude e lavagem de dinheiro. O diretor do DNPM (Departamento Nacional de Produção Mineral), Marco Antonio Valadares Moreira, e a mulher dele foram presos pela PF. Segundo a PF, Malafaia teria “emprestado” contas correntes da igreja para ocultar valores desviados em um esquema de corrupção em cobranças judiciais de royalties da exploração mineral. Em posts no Twitter, o religioso afirmou ter recebido uma “oferta de cem mil reais de um membro da igreja” de um outro pastor, que seria seu amigo. “Não sei o não conheço o que ele faz”, completou Malafaia, que é líder da igreja ‘Vitória em Cristo’.

O cheque teria sido depositado pelo próprio beneficiário em sua conta corrente. “Por causa disso sou ladrão? Sou corrupto? Recebo ofertas de inúmeras pessoas.” Malafaia afirmou que está em São Paulo e vai se apresentar à PF na cidade.

Dívidas

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Em entrevista exclusiva à TV 247, a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) afirma que há indícios de uma guerra política no Supremo Tribunal Federal.

Ela cita como exemplo a liminar do ministro Luiz Fux, que cassou a decisão do Congresso sobre as chamadas “10 medidas contra a corrupção”, rapidamente criticada pelo ministro Gilmar Mendes.“Não existe apenas uma guerra entre os poderes, há também uma guerra dentro dos poderes”, diz ela. “Depois que se rasgou a Constituição para derrubar uma presidente sem crime de responsabilidade, criou-se um vácuo legal no Brasil.” Continue lendo

  Na prática, Maluf é um réu secreto, pois no sistema de acompanhamento processual do Supremo seu nome não aparece relacionado ao processo, apenas suas iniciais.

Um cidadão que pretende saber a situação criminal de Maluf no sistema público da corte encontrará apenas duas ações penais: uma por calúnia em campanha eleitoral, encerrada, e outra aberta em 2015 por suposto crime eleitoral. Na prática, Maluf é um réu secreto, pois no sistema de acompanhamento processual do Supremo seu nome não aparece relacionado ao processo, apenas suas iniciais. Um cidadão que pretende saber a situação criminal de Maluf no sistema público da corte encontrará apenas duas ações penais: uma por calúnia em campanha eleitoral, encerrada, e outra aberta em 2015 por suposto crime eleitoral. O caso secreto trata de fatos revelados pela Folha em agosto de 2001: movimentações milionárias em paraísos fiscais. Em março do ano seguinte, o então procurador-geral de Genébra, Bernard Bertossa, confirmou ao jornal a existência de investigação sobre o dinheiro que Maluf transferiu de conta na Suíça para Jersey, paraíso fiscal no canal da Mancha. Na época, Maluf enfrentou investigação do Ministério Público de São Paulo, que levou à quebra de seu sigilo bancário em 2002. Em 2006, contudo, ele foi eleito deputado federal e, com o foro privilegiado, o caso seguiu para o Supremo. No STF, o inquérito deu entrada há mais de nove anos, em fevereiro de 2007, já em segredo de Justiça, e assim permaneceu até virar ação penal, em 2013. Está até hoje sem julgamento final.

Um texto curto divulgado pelo Supremo em 2011 afirma que se trata de uma ação sobre lavagem de dinheiro derivada da investigação relativa à construção das avenida Jornalista Roberto Marinho (antiga Água Espraiada), em São Paulo. O então ministro relator do inquérito, Ricardo Lewandowski, afirmou à época “haver indícios suficientes de que o esquema de desvio de verbas públicas operado por Maluf à frente da Prefeitura de São Paulo gerou prejuízo ao erário de aproximadamente US$ 1 bilhão, dinheiro que circulou por contas correntes mantidas pela família na Suíça, Inglaterra e na Ilha Jersey, a partir da distribuição feita por conta mantida em Nova York”.

OUTRO LADO

O advogado de Maluf, Ricardo Tosto, diz que seu cliente “está exercendo o direito de defesa”. Contestou a morosidade dos casos com foro ao dizer que “todo caso complexo leva muito tempo” e que “não é verdade” que “no resto do mundo os processos correm de forma rápida”.“O Supremo tem sido criticado equivocadamente. Eles estão decidindo o que é importante. O que torna o andamento mais lento é o fato de o Supremo receber uma série de ações que não têm tanta importância e poderiam ter sido resolvidas antes. As pessoas muitas vezes cobram que os casos emblemáticos sejam julgados logo, mas não é assim que o Judiciário funciona”, afirmou Tosto. Continue lendo

Beto Barata/PR

NO ÚLTIMO DOMINGO,milhares de brasileiros saíram às ruas para defender a Lava Jato, protestar contra o boicote do Congresso ao pacote anticorrupção e contra a anistia de caixa 2. Inexplicavelmente, as manifestações concentraram a revolta em Renan, mas pouparam Aécio Neves e Michel Temer. É bastante curioso o recorte escolhido pelos manifestantes, já que Aécio foi o principal articulador da urgência para aprovar o pacote anticorrupção, enquanto Michel Temer mobilizou a bancada governista para tentar aprovar a nova Lei de Leniência e anistia do caixa 2. Dois dos principais articuladores do boicote à Lava Jato foram solenemente ignorados pelas pessoas de bem que saíram às ruas para defender a operação. Mas não é justo apontar a confusão dos manifestantes quando seu messias também parece confuso. Sergio Moro, o juiz que se tornou o grande símbolo da Lava Jato, apareceu bastante à vontade ao lado dos principais articuladores do boicote à operação na festa de premiação dos Brasileiros do Ano promovida pela revista Isto É. O que temos nessa foto? Um juiz venerado graças à fama de implacável contra a corrupção e, em volta dele, o grupo político que está no poder e atolado até o pescoço em casos de…corrupção. Pouco antes da festa, um Moro brincalhão disse: “O único pedido que fiz à organização do evento foi não me colocar na mesma mesa com o Renan e o ministro Marco Aurélio”. Ao que parece, ter sentado ao lado de um ultradelatado na Lava Jato não foi um problema, muito pelo contrário. Há de se ter muita boa vontade para ver republicanismo nessa imagem, ainda mais no meio de uma gravíssima crise política, institucional e econômica. É uma foto para se apreciar ouvindo o áudio de Jucá & Machado como trilha sonora.No Senado, Moro chamou de “açodamento” a tentativa de incluir penas para juízes e promotores no pacote anticorrupção, mas estava reluzente na festa ao lado de Aécio –  o homem que tinha pressa em aprovar o “açodamento”. Mesmo assim, é possível ver os dois cochichando e até gargalhando nas fotos do evento.De repente, o açodamento virou adoçamento. Não é demais lembrar que Moro é o juiz à frente de uma operação em que Aécio já foi deletado diversas vezes por diferentes acusadores e nunca foi convocado nem para tomar um cafezinho na Polícia Federal. Fica parecendo que, apesar da fartura de indícios e testemunhas em torno das propinas de Aécio, ainda falta aquela jabuticaba jurídica chamada convicção.A foto me lembrou bastante dos estreitos laços de amizade entre o senador e Gilmar Mendes. Talvez seja o caso do judiciário brasileiro eleger Aécio o Brasileiro do Ano.
cartamaio
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Eliseu Padilha, confirmou encontro com o presidente; reunião ocorre um dia após vazamento de documentos da delação de ex-diretor da Odebrecht

O presidente Michel Temer vai se reunir, neste domingo (11), com o ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, no Palácio do Jaburu, em Brasília. A reunião, que não estava prevista na agenda, foi marcada depois da divulgação do conteúdo da delação do ex-diretor de Relações Institucionais da Odebrecht Cláudio Melo Filho pela mídia. O presidente Michel Temer retornou de São Paulo para Brasília nesta tarde.


Presidente Michel Temer irá prestar depoimento por escrito, conforme previsto no Código de Processo Penal

A reunião foi confirmada pela assessoria do ministro Padilha, que não soube precisar se outros outros ministros e líderes da base do governo no Congresso foram convidados por Temer. A conversa acontece um dia após documento da delação de Melo Filho ser divulgado pela imprensa. O ex-diretor da empreiteira teria citado mais de 50 políticos de 11 partidos como receptores de propina.

Entre eles, o presidente, o ministro Padilha, o ex-ministro do Planejamento e senador, Romero Jucá, e ex-ministro-chefe da Secretaria de Governo , Geddel Vieira Lima, que renunciou ao cargo após ter pressionado o ex-ministro da Cultura, Marcelo Calero, a liberar uma obra de seu interesse.  Todos os citados negam as acusações.O encontro também se dá num período que antecede votações importantes no Congresso, como a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 55, que estabelece um teto de gastos públicos e está em discussão no plenário do Senado, a reforma da Previdência (PEC 247), que foi enviada ao Congresso na última semana, e a aprovação do orçamento de 2017. A expectativa do governo é avançar em todas as questões antes do recesso parlamentar, que começa em 23 de dezembro.

Vazamento

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, declarou, neste sábado (10), que solicitará abertura de investigação para apurar o vazamento para a imprensa de documento sigiloso relativo à delação premiada de Cláudio Melo Filho. Em nota, na última sexta-feira (9), o Palácio Planalto repudiou as acusações de que o presidente Michel Temer teria solicitado valores ilícitos da empreiteira Odebrecht em meio às eleições de 2014.

“As doações feitas pela Construtora Odebrecht ao PMDB foram todas por transferência bancária e declaradas ao TSE [Tribinal Superior Eleitoral]. Não houve caixa 2, nem entrega em dinheiro a pedido do presidente”, diz o comunicado.

* Com informações da Agência Brasil.

Quando as pessoas veem algo lembram-se de nós, você já imaginou o que faz as pessoas lembrarem de você?Em nossa breve passagem por essa vida, quer queira quer não, deixamos marcas por onde passamos. Essas marcas identificam-nos diante dos outros, são como digitais, são únicas e pessoais. Existem alguns, cujas marcas são tão fortes, que é impossível não saber que esse alguém ali esteve. Em casa, na rua em que moramos, no trabalho, na igreja onde congregamos, em todos os lugares, ficam as marcas de nossa presença. Somos lembrados pelas marcas que impregnamos. Alguém é lembrado pela organização que tem em tudo que faz outros, porém, pela bagunça que deixam,  tem os que deixam as marcas de seu silêncio, outros da gritaria, uns pela paz que transmitem, outros pela confusão, enfim o nosso “modus operandi” são conhecidos pelas marcas que deixamos. Existem os que marcam ou marcaram nossas vidas: nossos pais, nossos irmãos, nossos filhos, nossos parentes, nossos amigos, nossos líderes, nossos professores. Pessoas cujas atitudes nos deixam legados a serem copiados, pessoas que o tempo não conseguirá apagar de nossa memória. Pessoas que não queremos apagar. O rei Davi era um matador de gigantes, mas foi como músico que se tornou notável,  Moisés foi um grande líder, mas sua intercessão pelo povo, mostrou-nos uma das suas maiores virtudes, Samuel foi sacerdote, mas como profeta era muito temido, Salomão foi milionário, mas seus escritos românticos torna patente seu coração apaixonado. Enfim, nós podemos ser e agir em muitas áreas e funções, mas algo em nós deixará marcas na nossa trajetória. Marcamos datas, lugares, pessoas, enquanto outros fazem o mesmo conosco. Marcam nossas vidas. Se, um dia, quisermos ser lembrados por alguém, que seja pelas boas marcas que deixamos por onde passarmos. Marcas são também cicatrizes, e cicatrizes contam uma história seja longa ou curta. O apóstolo Paulo faz referencia as marcas que Jesus trazia sobre si. Jesus Cristo, mesmo após ressuscitado  mantinha as marcas feitas em suas mãos , pés e lado. João 20:24-29 – Ora, Tomé, um dos doze, chamado Dídimo, não estava com eles quando veio Jesus.

Obs: Este artico é do Pr. Dário Gomes

Disseram-lhe, pois, os outros discípulos: Vimos o Senhor. Mas ele disse-lhes: Se eu não vir o sinal dos cravos em suas mãos, e não puser o dedo no lugar dos cravos, e não puser a minha mão no seu lado, de maneira nenhuma o crerei. E oito dias depois estavam outra vez os seus discípulos dentro, e com eles Tomé. Chegou Jesus, estando às portas fechadas, e apresentou-se no meio, e disse: Paz seja convosco. Depois disse a Tomé: Põe aqui o teu dedo, e vê as minhas mãos; e chega a tua mão, e põe-na no meu lado; e não sejas incrédulo, mas crente. E Tomé respondeu, e disse-lhe: Senhor meu, e Deus meu! Disse-lhe Jesus: Porque me viste, Tomé creste; bem-aventurados os que não viram e creram. O apóstolo Paulo chega a dizer que trazia em seu corpo as marcas do Senhor Jesus: Gálatas 6:17 – Desde agora ninguém me inquiete; porque trago no meu corpo as marcas do Senhor Jesus. Marcas que contam a história do calvário, a história da salvação, a história do inefável amor divino para com os homens. Essas marcas eram tão fortes que exalavam um bom cheiro por onde quer que passem. O cheiro do seu amor. Como é bom sermos lembrados por aqueles com quem convivemos; então façamos valer a pena nossa jornada, que as marcas deixadas nas vidas que conosco convivem, sejam de paz, amor e graça. Que os rastros deixados pela nossa trajetória sirvam, para a vitória e consolo de muitos. Que Deus em Cristo vos abençoe e até a próxima se Deus permitir.

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