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Debora Nascimento e Luiz Perez (Foto: Festa Apocalipse Tropical/Facebook)

          Debora Nascimento e Luiz Perez 

Débora Nascimento já havia assumido publicamente que está de namorado novo. O dermatologista Luiz Perez é o novo companheiro da atriz, que chegou até mesmo a mencioná-lo quando participou do programa Se Joga, da TV Globo. Na ocasião, ela respondeu à uma brincadeira na qual uma amiga pediu desconto em tratamentos estéticos. “Ele é dermatologista. Ele já disse que faz tudo o que ela quiser. Já cavou e conseguiu. Vai ficar como? Com colágeno, o tal do brilho (risos). Ele sempre dá umas dicas, comenta: ‘aquela sua amiga poderia… Ou exagerou ali'”, se divertiu.

Debora Nascimento e Luiz Perez (Foto: Festa Apocalipse Tropical/Facebook)

    Debora Nascimento e Luiz Perez

Ela também falou sobre a nova fase que está vivendo, após o nascimento da filha, Bella, e a separação do ator José Loreto. “Eu me redescobri. Houve uma morte e um renascimento. Eu renasci muito mais forte, mais consciente de mim, da minha potência, dos meus desejos. Hoje luto por eles e não aceito nada menos do que ser feliz”, afirmou.Agora, a relação está mais pública do que nunca, porque o novo casal apareceu junto pela primeira vez na última sexta-feira, durante uma festa para comemorar o aniversário do médico. O casal aparece sorridente e trocando abraços nas fotos publicadas nessa quinta-feira (17) pela organização da festa Apocalipse Tropical, que aconteceu no Rio de Janeiro.

Debora Nascimento e Luiz Perez (Foto: Festa Apocalipse Tropical/Facebook)

As fotos foram feitas durante o evento, no qual Perez reuniu a namorada e amigos para curtirem a noite. O relacionamento começou há cerca de três meses e, aos poucos, os dois começaram a trocar mensagens nas redes sociais – recentemente, o dermatologista postou uma foto da namorada feita no casamento de Renato Góes e Thaila Ayala, do qual Débora foi madrinha. O “cupido” dessa relação teria sido a atriz Samara Felippo, que já conhecia Luiz. Ela também esteve na festa e compartilhou um selinho com uma amigaDébora se separou do ex-marido José Loreto em fevereiro deste ano. Os dois começaram um romance durante as gravações de Avenida Brasil (2012), que está sendo reexibida pela TV Globo no Vale a Pena Ver De Novo. Foram casados por quatro anos e, juntos, tiveram Bella, filha única do casal. O término aconteceu após uma série de polêmicas e acusações de traição de Loreto, inclusive envolvendo o nome de Marina Ruy Barbosa, com quem o ator fazia um par romântico na novela O Sétimo GuardiãoApesar de não mencionar o nome da colega, Loreto assumiu os erros no relacionamento, publicamente, em um post nas redes sociais. Mas ainda assim aconteceu a separação.

revistaquem

Facebook pode ser condenado a pagar multa de até R$ 10 milhões

Marcello Casal Jr/Agência Brasil

A Secretaria Nacional do Consumidor (Senacom), órgão do Ministério da Justiça e Segurança Pública, abriu novo processo contra o Facebook para investigar supostas violações à privacidade e proteção de dados não somente de usuários da plataforma como de outros indivíduos. O Facebook tem até 10 dias para responder à notificação. Segundo o órgão, se comprovadas as violações, a empresa pode pagar multa de até R$ 10 milhões.

A Senacom apura supostos abusos no tratamento de dados sensíveis. Entre eles estariam informações de saúde como frequência cardíaca e ciclo menstrual, conteúdos de mensagens e e-mails privados e localização dos usuários. O tratamento irregular envolveria inclusive registros de pessoas que não são usuários da plataforma. Essas informações teriam sido obtidas por meio de aplicativos. O Facebook funciona como plataformas para diversos apps, permitindo que esses ofereçam serviços e, para isso, coletem dados dos usuários. O aplicativo FaceApp foi um dos que recentemente geraram polêmica e questionamentos.O processo aberto pelo MJ é o terceiro contra o Facebook por suspeitas de práticas irregulares relacionadas a dados de internautas. Em agosto, a Senacom cobrou esclarecimentos da companhia pelo acesso indevido ao conteúdo de mensagens do FB Messenger.Em março, o órgão instaurou dois processos contra a rede social, sendo um pelo compartilhamento ilegal de dados a partir do recurso de login usando a conta do Facebook e outro pela atuação de hackers que teriam invadido contas de usuários brasileiros e obtido informações como nome, e-mail, lugares onde a pessoa foi e buscas realizadas.

Procurado pelo R7, o Facebook enviou a seguinte nota:

“O Facebook ainda não foi formalmente notificado sobre o processo. Vale ressaltar que nossos termos de serviço proíbem desenvolvedores de nos enviarem dados confidenciais sobre a saúde das pessoas e nós tomamos providências se descobrimos que isso aconteceu.”

R7

Lei da Cessão Onerosa estabelece a divisão dos recursos obtidos com o leilão de petróleo entre Estados e municípios

Leilão está marcado para o dia 6 de novembro

Leilão está marcado para o dia 6 de novembro

Sergio Moraes/Reuters

O presidente Jair Bolsonaro sancionou nesta quinta-feira (17) a Lei da Cessão Onerosa, aprovada no Senado na última terça-feira (15), que define o rateio entre estados e municípios de parte dos recursos do leilão de petróleo dos excedentes de barris de petróleo do pré-sal, a ser realizado no próximo dia 6 de novembro. Conforme a lei sancionada, dos R$ 106,56 bilhões que serão pagos pelo bônus de assinatura do leilão do excedente da cessão onerosa, R$ 33,6 bilhões ficarão com a Petrobras em razão de acordo com a União para que as áreas sob seu direito de exploração possam ser licitadas.

Do restante, um valor estimado em R$ 72,9 bilhões, 15% ficarão com Estados, 15% com os municípios e 3% com o Rio de Janeiro, Estado produtor.

Contrato

Firmado entre a Petrobras e a União em 2010, o contrato de cessão onerosa garantia à estatal explorar 5 bilhões de barris de petróleo em áreas do pré-sal pelo prazo de 40 anos. Em troca, a empresa antecipou o pagamento de R$ 74,8 bilhões ao governo. Os excedentes são os volumes descobertos de petróleo que ultrapassam os 5 bilhões de barris inicialmente estipulados e, segundo estimativas, podem chegar a 15 milhões de barris de óleo equivalente. Desde 2013, o governo vem negociando um aditivo do contrato, depois que a Petrobras pediu ajustes, devido à desvalorização do preço do barril no mercado internacional.

r7

Deputado Delegado Waldir, líder do PSL na Câmara, concede entrevista em Brasília nesta quinta (17) — Foto: Gabriela Biló/Estadão Conteúdo

Deputado Delegado Waldir, líder do PSL na Câmara, concede entrevista em Brasília nesta quinta (17) — Foto: Gabriela Biló/Estadão Conteúdo

O líder do PSL na Câmara, deputado Delegado Waldir (PSL-GO), afirmou nesta quinta-feira (17) não ter “nada” para usar contra o presidente Jair Bolsonaro. Disse também querer “pacificar” a bancada do partido. Waldir deu a declaração ao ser questionado sobre a gravação na qual afirmar querer “implodir” Bolsonaro, a quem chamou de “vagabundo”. Ele participava de um almoço do presidente do PSL, Luciano Bivar, com aliados. Bolsonaro fez uma transmissão ao vivo em uma rede social na noite desta quinta-feira, mas não comentou a crise envolvendo o PSL. Segundo Waldir, a declaração, dada em meio à crise que atinge o PSL, foi feita em um “momento de emoção”. “O que o senhor tem para implodir o presidente?”, indagou um jornalista. “Nada. É só questão de… É uma fala de emoção, né? Um momento de sentimento”, respondeu o líder. “É uma fala num momento de emoção, né? É uma fala quando você percebe a ingratidão. Tenho que buscar as palavras. Tenho que buscar as palavras”, acrescentou. Questionado, então, se a crise passou, Delagado Waldir respondeu: “Nós somos Bolsonaro. Nós somos que nem mulher traída. Apanha, não é? Mas mesmo assim ela volta ao aconchego”.Na sequência, o deputado declarou ser possível “pacificar” a bancada do PSL. Segundo ele, os 53 parlamentares votarão “integralmente” conforme os interesses do governo.”Não tem nenhuma ruptura, não tem nenhuma perseguição, não tem nada”, completou.

Delegado Waldir continua como líder do PSL

Delegado Waldir continua como líder do PSL

Crise no PSL

O PSL enfrenta uma crise que envolve o comando da legenda, o Palácio do Planalto e os parlamentares no Congresso.Desde a semana passada, as alas ligadas a Bolsonaro e ao presidente do partido, Luciano Bivar, travaram uma disputa interna.A crise começou quando o presidente da República se dirigiu a um apoiador e o pediu para “esquecer” o PSL porque Bivar está “queimado para caramba”.

Valdo: ‘Nenhum dos dois lados vai ganhar na disputa no PSL’

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Valdo: ‘Nenhum dos dois lados vai ganhar na disputa no PSL’

Disputa pela liderança

Delegado Waldir é ligado a Luciano Bivar. Nesta quarta, o líder do governo na Câmara, deputado Major Vitor Hugo (PSL-GO), ligado a Bolsonaro, anunciou uma lista para tirá-lo do posto e pôr Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente da República. Logo em seguida, porém, Waldir conseguiu uma outra lista, para retomar o posto. Mais cedo, nesta quinta-feira, a Câmara dos Deputados validou a lista que mantém Delegado Waldir na liderança do PSL na Câmara. Também nesta quinta, o presidente Jair Bolsonaro tirou a deputada Joice Hasselmann (PSL-SP) do posto de líder do governo no Congresso. Joice assinou a lista que devolvia a Waldir a liderança do PSL. Cabe ao líder de bancada, por exemplo, orientar o voto dos deputados conforme os interesses do partido; indicar representantes da legenda nas comissões; e articular com os parlamentares a atuação política no Congresso.

Relação de Bolsonaro e Bivar

A colunista do G1 e da GloboNews Andréia Sadi informou que Luciano Bivar tem dito a aliados que a relação entre ele e Bolsonaro “não tem volta“.nQuestionado nesta quarta-feira sobre o assunto, Bolsonaro afirmou que “nunca” teve relação com Bivar. Em seguida, disse que havia feito uma brincadeira. Luciano Bivar, por sua vez, divulgou um texto nesta quarta afirmando, sem citar nomes, que “interesses pessoais” têm criado “fatos artificiais”.

O IBGE mostrou que a desigualdade aumentou no Brasil em 2018. De toda a renda do país, 40% estão concentrados nas mãos de 10% da população.

Gente que faz força, aperta o cinto e não para de sonhar. “Mudança, frente, qualquer coisa. Pagou, a gente está indo”, disse um trabalhador informal.“Eu optei por trabalhar na informalidade mesmo porque eu não consegui mais um trabalho”, contou outra trabalhadora informal. “Pode estar ruim hoje, ruim amanhã, mas eu estou aqui, eu estou na guerra porque eu vim para ganhar”, afirmou a ambulante Jacksayene.As histórias desses trabalhadores formam um retrato do Brasil. “Eu me chamo Jacksayene Fabrício Antonio. Estou com 24 anos”, contou.

Jacksayene vende meias nas ruas de Copacabana, na Zona Sul do Rio, há três anos. O negócio que ela improvisou na calçada rende R$ 1.200 por mês. Metade dos trabalhadores no Brasil vive com esse valor.“O que eu ganho eu ajudo a minha mãe e meus sobrinhos. Parei de estudar, vim trabalhar”, contou ela.As mulheres recebem, em média, 20% menos que os homens. Quem não completou o ensino fundamental ganha R$ 1.227 por mês, quase a metade da média dos brasileiros. “Eu sou Marcos Vieira, trabalho na rua há 25 anos, de comércio ambulante”, contou outro trabalhador informal. O Marcos terminou o ensino médio, mas não consegue mais emprego. “Desde 2012 até então eu estou trabalhando vendendo capa de celular, acessórios. E essa é a minha renda até hoje”, disse.Mesmo com mais gente trabalhando em condições precárias na informalidade, os brasileiros tiveram ganho real em seus rendimentos em 2018 de 2,3%, segundo a pesquisa do IBGE. Mas o que explica isso é o aumento da concentração de renda no país. Os 5% mais pobres ganharam 3% a menos. Já os mais ricos, que representam 1% da população, viram seus rendimentos crescer mais de 8%. A renda dos mais ricos é 33,8 vezes maior que a média dos 50% mais pobres. Um recorde na série histórica do IBGE, que começou em 2012. O número de pessoas beneficiadas pelo Bolsa Família caiu de 15,9% para 13,7%. E o Índice de Gini, que mede a desigualdade de um país, voltou a subir em 2018 e atingiu o pior resultado da pesquisa. O índice varia de zero a um. Quanto mais próximo de um, pior é a distribuição de renda. “Eu torço para que o Brasil, um dia, não sei quando, seja um pais mais justo”, disse a professora aposentada Glória Batraque. Aposentadorias como a da professora Glória contribuem cada vez mais com a renda das famílias. Ela contratou Jorge para transportar a geladeira nova. “Jorge César Pinto. Tenho 13 filhos com muito orgulho”, contou. Um brasileiro que, como tantos outros, encara qualquer desafio para pagar as contas: “não peço nada a ninguém para sustentar eles. Sustento eles com meu suor, graças a Deus”.

Crédito: Valter Campanato/Agência Brasil

Em um tuíte, a deputada e ex-líder do governo no Congresso, Joice Hasselmann (PSL-SP), se despediu do cargo que ocupava. “Deixo a liderança no Congresso com dever cumprido”, escreveu a deputada. Hasselmann diz não se importar com o que considerou “ingratidão”, disse ter “couro duro” e que irá seguir “apoiando o Brasil”.Hasselmann foi destituída da função de líder do governo no Congresso após disputa entre alas que apoiam o presidente Jair Bolsonaro e o grupo que se mantém fiel ao presidente da sigla, o deputado Luciano Bivar (PE). Deverá assumir a função o senador Eduardo Gomes (MDB-TO). Na íntegra, o tuíte lê: “Deixo a liderança no Congresso com dever cumprido. Articulei Reforma da Previdência em todo país, aprovei o PLN que deu ao PR @jairbolsonaro R$248 BI e o salvou de um impeachment, contive inúmeras crises. Não me importo com a ingratidão. Meu couro é duro. Sigo apoiando o Brasil!”.

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Janaina Paschoal, deputada estadual do PSL em SP, lamenta disputa interna na sigla Foto: Marcos Alves / Agência O Globo
Janaina Paschoal, deputada estadual do PSL em SP, lamenta disputa interna na sigla
Foto: Marcos Alves / Agência O Globo
Escreveu que, ao ser questionada sobre a crise interna no seu partido, só pode dizer que “não tem a menor ideia do que se passa”.  Janaina defende o fim dos fundos partidários e eleitoral, que representam, no caso do PSL, um adicional de R$ 268 milhões no caixa do partido em 2020.“Essa desgraça é que gera grande parte das brigas e atrai bandidos para todos os partidos”, diz a deputada. Critica também o vínculo existente entre as siglas e seus candidatos. “Escravizar pessoas a partidos é modelo falido”.

A senhora concorda com as críticas feitas pelo presidente Jair Bolsonaro à direção do PSL?

Tenho desempenhado minhas atividades na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) sob uma perspectiva eminentemente técnica. Tenho dedicado toda a minha energia ao trabalho como parlamentar. Não tenho e não pretendo ter envolvimento partidário, até por ser defensora das candidaturas avulsas. Nesse contexto, tenho dificuldade para me manifestar sobre essa disputa, já que conto com as mesmas informações disponíveis aos demais cidadãos brasileiros.

Em sua opinião, qual o problema do PSL?

No futuro, a senhora concorreria numa candidatura independente se fosse possível?

Em 2020, não concorrerei a nada. Em 2022, se decidir ficar na política, adoraria poder concorrer de forma independente.

Existe uma caixa-preta no PSL que precisa ser investigada?

Não tenho como avaliar para além do achismo. A meu ver, no entanto, essa tal caixa-preta está presente em todos os partidos. A questão é que a imprensa só se preocupa com o PSL. O bom seria abrir todas as caixas-pretas e, de uma vez por todas, mudar esse sistema ultrapassado.

A senhora confia na idoneidade de Luciano Bivar, presidente do PSL?

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O Conselho Monetário Nacional (CMN) decidiu nesta terça-feira (15) autorizar a composição de dívidas de produtores rurais e cooperativas de produção que tiveram problemas climáticos ou de comercialização. Em evento em Chapecó (SC), a ministra Tereza Cristina disse que a medida vai beneficiar especialmente os produtores de arroz do país. “Foi uma luta, mas se conseguiu. Amanhã, se deus quiser vamos colocar os parâmetros da linha de financiamento para essas pessoas continuarem no campo, continuarem produzindo, enfim, mostrar esse Brasil que dá ânimo à gente”, disse. A medida vale para operações de crédito rural de custeio e de investimento contratadas até 28 de dezembro de 2017, inclusive aquelas prorrogadas por autorização do CMN. O objetivo é possibilitar o alongamento dos prazos de reembolso dos financiamentos de produtores rurais e suas cooperativas de produção, cujo pagamento no cronograma contratual foi dificultado por problemas climáticos ou de comercialização. Segundo o Ministério da Economia, entre as condições da composição de dívidas estão o limite de crédito por beneficiário de R$ 3 milhões com taxa efetiva de juros de 8% ao ano. O prazo de reembolso é de até 12 anos, incluídos 36 meses de carência. O volume de recursos da medida é de até R$ 1 bilhão.

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Foto Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
Embora Jair Bolsonaro tente minimizar, a briga e a possibilidade de rompimento com o PSL ganham novos capítulos a cada dia. O líder do partido na Câmara, Delegado Waldir (PSL-GO), disse, nesta quarta-feira (16), que Flávio Bolsonaro não pode ser o bandido de estimação do país.“O Brasil não pode ter nenhum bandido de estimação. Por exemplo, o filho do presidente. Então, seria importante ser transparente, né? Ele é o presidente do PSL no Rio de Janeiro”, declarou. Waldir defendeu que a Polícia Federal (PF) deve investigar todos.“Infelizmente nós temos uma decisão agora da justiça que impede o levantamento das informações”, disse o Delegado Waldir, se referindo à decisão de Gilmar Mendes, que mandou suspender as investigações que ligam Flávio ao esquema do ex-assessor Fabrício Queiroz.O comportamento de Waldir foi em represália à notícia de que Bolsonaro está agindo nos bastidores para retirar o líder do PSL na Câmara e colocar no lugar seu filho Eduardo Bolsonaro (PSL-SP).

“Bola de cristal”

Para o deputado e ainda líder do partido, existe a chance de Bolsonaro ter informações privilegiadas a respeito de operações policiais. “Parece que o presidente tem bola de cristal”. Ele fez alusão ao fato de que poucos dias antes da operação da PF atingir o presidente do partido, Luciano Bivar (PE), Bolsonaro atacou o PSL.

” E haja futilidade”

revistaforum

URGENTE! URGENTE! URGENTE!
O Caos da Saúde Pública Brasileira
Que o caos em que se transformou a saúde pública brasileira não tem mais jeito, todo mundo sabe!A ONU (Organização das Nações Unidas) fez uma pesquisa entre os dias 11 e dia 15 desta semana em 126 países e constatou que o índice de insatisfação e aprovação popular da saúde pública de nosso país é muito grande.
Para se ter uma ideia, eis alguns casos estarrecedores que ocorreram nesta mesma semana em São Paulo e no Rio de Janeiro:
São Paulo: Família leva criança de seis meses de idade com suspeita de pneumonia ao médico do SUS e ele receita Wodka Scarloff para ela;
Médicos do SUS são flagrados batendo ponto para colegas com dedos de silicone. A filha do diretor da unidade, nunca apareceu para trabalhar. Todos foram afastados das funções, mas continuam recebendo seus salários como se nada tivesse acontecido (ah, Brasil!).Rio de Janeiro: Uma adolescente de 16 anos morreu vítima de 05(cinco) paradas cardíacas, após percorrer três unidades de saúde, receber atendimentos artificiais e ser mandada de volta para sua casa como se nada estivesse acontecendo. Enquanto isso, atividades totalmente supérfluas e fontes de enriquecimento ilícito para algumas ratazanas, como por exemplo, os preparativos para as realizações da Copa do Mundo de 2014 e das Olimpíadas de 2016, estão a todo vapor consumindo bilhões de reais que poderiam ter sido destinados para ajudar a reanimar e moralizar a F3 (falecida, fantasmagórica e falida) saúde pública nacional.Não obstante, os cofres do Tesouro Nacional são esvaziados constantemente para cobrir gastos e despesas com centenas de motivos inúteis, ajudando a deixar a população em mais polvorosa e a ver navios fantasmas arrastarem as suas saúdes pelas quais pagam tão caro ao Governo Federal.

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Óleo volta a atingir a costa de Sergipe; mancha chega a Praia dos Artistas, em Aracaju Foto: Márcio Garcez / Agência O Globo
Óleo volta a atingir a costa de Sergipe; mancha chega a Praia dos Artistas, em Aracaju
Foto: Márcio Garcez / Agência O Globo

Os danos, porém, poderiam ter sido reduzidos, se um alerta tivesse sido dado e amplamente divulgado no início de setembro, salientam especialistas em gerenciamento costeiro, como Miguel Accioly, da Universidade Federal da Bahia, que acompanha o desastre. 

Por sua extensão (cerca de 2.200 quilômetros de faixa costeira), o derrame deveria ser classificado na categoria 3, de nível máximo, do protocolo de emergências com óleo da Organização Marítima Internacional, diz o oceanógrafo Jackson Krauspenhar, especialista em emergências por óleo da empresa Sprink, que trabalhou no desastre da Baía de Guanabara, o maior em volume no Brasil, em 2000.

— Se tivéssemos um plano de contingência implantado e encarado a situação como uma emergência nacional, estaríamos mais preparados para alocar recursos, recrutar pessoal e instruir voluntários, por exemplo. Temos visto pessoas limpando as praias a serviço de prefeituras, sem orientação alguma. Além disso, o país está mal informado sobre o que acontece — frisa Krauspenhar. Ele se refere, por exemplo, a pessoas contratadas para limpar a areia sem roupa adequada à proteção — o contato com o óleo pode causar reações — e que colocam o óleo em sacos de lixo comum. Sob sol quente, o óleo faz os sacos derreterem e suja de novo a areia. Além disso, lembra Accioly, se forem fechados, os sacos podem explodir porque o o óleo libera gases inflamáveis. Outra preocupação é para onde levar um material contaminante. — Um alarme nacional deveria ter sido dado e não entendo por que não o foi. Investigar a causa é preciso, mas conter os danos é essencial. Prevenir custa mais do que remediar e agora a conta será cara. Há dez anos, pescadores foram treinados para emergências com óleo e as comunidades que vivem junto a empreendimentos de petróleo também recebem treinamento regular. Esse pessoal poderia ter sido chamado. Só a Bahia até agora tem um comitê de crise, não há nada em âmbito federal e os estados têm poder limitado — lamenta Accioly. Por conta cara entenda-se, por exemplo, a compra de barreiras melhores do que as usadas até agora e que se adequam a impedir danos no abastecimento de navios. Estas custam cerca de R$ 6 mil por dia em cada ponto. Mas existem outras que chegam ao fundo de rios, deixam o óleo passar, mas desviam seu curso. Elas custam cerca de R$ 70 mil por ponto/dia.

— Não é o ideal, mas é o que se pode fazer agora. Elas desviam o óleo dos estuários com manguezais para as praias. A areia pode ser limpa, o mangue, na prática, não. E do mangue vem quase todo o pescado produzido pelo Nordeste. Se tirou cerca de 800 quilos do Rio Pojuca, mais isso é muito pouco, o óleo penetra no sedimento e fica lá liberando substância tóxicas. Nem sabemos ainda o que entrou realmente lá — explica ele. O diretor de Recursos Hídricos da Bahia, Eduardo Topázio, lamenta que todo o planejamento agora tenha efeito apenas paliativo e observa que os estados têm jurisdição limitada sobre o mar. Ele diz que o governo está especialmente preocupado com os manguezais e corais do sul do estado.

— Nossa economia depende dos manguezais. Esses mangues do sul estão entre os maiores e são os mais produtivos do país. Não foram afetados ainda, mas não sabemos se o óleo vai avançar, se continuará a chegar e em que escala. Temos também imensa preocupação com os corais do sul baiano. Eles são um patrimônio inestimável — afirma ele.

Ninguém sabe exatamente quantos e quais corais e mangues foram afetados no Nordeste e a dimensão do dano a áreas já atingidas, caso dos mangues do estuário do Rio do Itapicuru, em Conde, os mais importantes do norte da Bahia. Tampouco já foram colocadas barreiras de contenção ou feita alguma tentativa de limpeza por lá. O trabalho deve começar hoje, por iniciativa do governo da Bahia, que decretou emergência na segunda-feira. Ontem, os ministérios públicos federal e estadual da Bahia ingressaram com uma ação civil pública contra a União e o Ibama em decorrência das consequências e riscos do óleo.

Sergipe, que teve todas as suas 17 praias atingidas por óleo, contesta a informação do governo federal e diz que ontem o óleo continuou a chegar. O estado tem 197 quilômetros de litoral e regiões de alta prioridade, como a foz do Rio São Francisco onde o estado investiga se a mortalidade de crustáceos observada na área está relacionada ao óleo.

“Uma ingovernabilidade, os “políticos” só se preocupam com o seu bel-prazer.”

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Uma menina vítima de desnutrição identificada como Hanaa Ahmad Ali Bahr é registrada no colo do seu pai na cidade de Hodeida, no Iêmen, em março de 2019 Foto: ABDULJABBAR ZEYAD / Reuters
Uma menina vítima de desnutrição identificada como Hanaa Ahmad Ali Bahr é registrada no colo do seu pai na cidade de Hodeida, no Iêmen, em março de 2019 Foto: ABDULJABBAR ZEYAD / Reuters

PARIS — Um relatório divulgado pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) na última terça-feira revelou que uma a cada três crianças com menos de cinco anos sofre de desnutrição ou sobrepeso no mundo. O fenômeno pode acarretar problemas de saúde durante toda a vida, segundo a entidade. Ao menos 227 milhões de crianças estão afetadas por estes problemas alimentares, entre as 676 milhões que habitavam o planeta em 2018.

É o maior relatório a respeito do assunto no maior relatório sobre o assunto dos últimos 20 anos. O estudou indica, ainda, que 340 milhões de crianças sofrem de algum tipo de carência na alimentação. A globalização dos hábitos alimentares, a persistência da pobreza e a mudança climática estão fazendo com que um número crescente de países acumule esta “tripla carga” de desnutrição, sobrepeso e carências, destaca o relatório. — Muitos países na América Latina, leste da Ásia e do Pacífico acreditavam ter relegado a desnutrição ao passado, mas agora descobriram que têm um problema novo muito importante — afirma Victor Aguayo, chefe do programa de nutrição da agência. Aguayo citou como exemplo o México, onde “ainda há uma grande proporção de crianças desnutridas e, ao mesmo tempo, uma grande pandemia de sobrepeso e obesidade infantil, considerada uma emergência nacional pelo governo”. — A maneira como entendemos e reagimos à desnutrição precisa mudar. Não se trata apenas de dar às crianças comida suficiente. Antes de tudo, é preciso lhes dar uma boa alimentação — ponderou Henrietta Fore, diretora da Unicef, em um comunicado que acompanha o relatório. A desnutrição segue sendo o principal problema, ao afetar as crianças quatro vezes mais que o sobrepeso. O número de crianças que não recebe suficiente comida para suas necessidades nutricionais retrocedeu 40% entre 1990 e 2005, mas prevalece como um grande problema em muitos países, especialmente na África subsaariana e no sul da Ásia.

Fome oculta

No total, 149 milhões de crianças no planeta têm atraso no crescimento devido à desnutrição crônica e 50 milhões são magros em relação à sua estatura, devido à desnutrição aguda ou a um problema de absorção de nutrientes. A Unicef pontua que cerca de 340 milhões de crianças sofrem de uma “fome oculta”, recebendo o número de calorias suficientes, mas não o de minerais e vitaminas indispensáveis para seu desenvolvimento, como ferro, iodo, vitamina A e C, devido principalmente à falta de frutas, verduras e produtos de origem animal.

Essas carências, segundo a entidade, podem ter consequências físicas e intelectuais severas (sistema imunológico deficiente, problemas de vista ou de audição). Esse fenômeno começa muito cedo, com uma amamentação insuficiente e uma diversificação alimentar baseada em produtos impróprios, e se agrava com a “crescente acessibilidade a alimentos ricos em calorias mas pobres em nutrientes”, como o macarrão instantâneo.

Obesidade nos países pobres

Paralelamente, o sobrepeso e a obesidade se desenvolvem rapidamente, com 40 milhões de crianças pequenas afetadas, inclusive nos países pobres. Enquanto o problema era quase inexistente nas nações com baixa renda em 1990 — 3% deles tinham mais de 10% de crianças com sobrepeso—, três quartos destes países enfrentam o desafio. Ainda segundo Aguayo, diferentes formas de má nutrição acabam se sobrepondo em um mesmo país e até mesmo em uma mesma casa. Há casos, por exemplo, de mães com sobrepeso e filhos desnutridos. O fenômeno pode ocorrer com o mesmo indivíduo ao longo da vida, uma vez que a má nutrição infantil é considerada um fator de risco de sobrepeso e obesidade na fase adulta.Esse cenário está estreitamente relacionado à pobreza, uma vez que afeta mais os países pobres e as populações em situação precária nos países ricos, segundo destaca a Unicef. Diante desta situação, a entidade convoca os governos no relatório a promover os alimentos necessários para uma dieta equilibrada e a agir para que seja acessível economicamente. O documento também defende a regulamentação da publicidade do leite infantil em pó e dos refrigerantes, assim como a aplicação de etiquetas com informação nutricional nos alimentos “facilmente compreensíveis”, para ajudar os consumidores a escolher produtos mais saudáveis.

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Queimada nas proximidades da estrada que segue de Manuel Urbano ao município de Feijó Foto: Jorge William/28.08.2019 / Agência O Globo
Queimada nas proximidades da estrada que segue de Manuel Urbano ao município de Feijó Foto: Jorge William/28.08.2019 / Agência O Globo

O GLOBO apurou que os números usados no documento são os mesmos que o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, tem apresentado em encontros com autoridades de governo e investidores no exterior. Eles constam de slides que ele exibiu, por exemplo, no Wilson Center, centro cultural em Washington, nos EUA. Os dados compilados pelo Ipea constam de um dos volumes da publicação Cadernos ODS, em que o instituto monitora o status dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU e indicadores relacionados. O trabalho foi divulgado ontem por comunicado segundo o qual “o Brasil deve cumprir meta voluntária de redução das emissões de CO2 em 2020”. Segundo as autoras do trabalho, Enid Rocha e Valeria Rezende, a chance de o país encerrar o ano que vem cumprindo sua palavra “é bastante factível, se não ocorrerem alterações bruscas na trajetória percorrida nos últimos anos, até 2015”. O documento lista uma série de projeções sobre as emissões do Brasil, baseados na as taxas de emissão até 2015, período após o qual o desmatamento, a principal fonte de CO2 no país, voltou a subir. As autoras também ignoram o dispositivo da Política Nacional sobre Mudança do Clima, lei de 2009 exigindo “redução de 80% dos índices anuais de desmatamento na Amazônia Legal em relação à média verificada entre os anos de 1996 a 2005”.

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Mariana Goldfarb Foto: Reprodução/ Instagram
Mariana Goldfarb 

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Promessa de campanha eleitoral, o presidente Jair Bolsonaro assinou hoje (15) a medida provisória (MP) que oficializa o pagamento da 13ª parcela do Bolsa Família a todos os beneficiários do programa. O adicional será pago em cerca de 60 dias, junto com o benefício de dezembro, e totaliza uma injeção extra de R$ 2,58 bilhões na economia.

“Nós sabemos que pode ser até pouco para quem recebe, mas pelo que eles têm, é muito bem-vindo esse recurso”, afirmou o presidente em um breve discurso na cerimônia de assinatura da MP, no Palácio do Planalto. Ministros, parlamentares e outras autoridades estavam presentes. Segundo Bolsonaro, a ideia de ampliar o número de parcelas pagas pelo Bolsa Família surgiu durante a campanha eleitoral, quando começaram a circular boatos de que ele acabaria com o programa, caso fosse eleito. “Uma iniciativa bastante desesperada da oposição, que começou a pregar, em todo o Brasil, em especial no Nordeste, que nós acabaríamos com o programa Bolsa Família. Então, para mostrarmos que nós não estávamos contra esse programa, e queríamos ajudar os pobres mesmo sabendo que o bom programa social é aquele que sai mais gente do que entra”, acrescentou.

O Bolsa Família atende atualmente cerca de 13,5 milhões de famílias que vivem em situação de extrema pobreza, com renda per capita de até R$ 89 mensais, e de pobreza, com renda entre R$ 89,01 e R$ 178 mensais por membro. O benefício médio pago a cada família é de R$ 189,21.

A MP assinada por Bolsonaro entra em vigor de forma imediata, mas precisará ser confirmada pelo Congresso Nacional em até 60 dias. Para o ministro da Cidadania, Osmar Terra, é “praticamente impossível” que a medida não seja aprovada pelos parlamentares, por causa do apelo que tem no combate à miséria. Em entrevista, ele explicou que o recurso extra do décimo terceiro não estava previsto no Orçamento de 2019, e que, por isso, houve a necessidade da edição da MP.  “A partir do ano que vem, na própria previsão do Orçamento já vai estar colocada essa questão do décimo terceiro, e daqui pra frente vai ter essa parcela”, explicou.

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Plano Nordeste conta um investimento de R$ 4,4 bilhões

Foto: Divulgação/ Segov

Investir em infraestrutura, saúde, educação, cidadania e geração de emprego e renda. Esse é o objetivo do Plano Nordeste que investirá R$ 4,4 bilhões na região até o final de 2020, beneficiando mais de sete milhões de pessoas. A iniciativa é da Secretaria de Governo da Presidência da República em parceria com outros ministérios.

Para ouvir as demandas de cada estado e dar efetividade ao plano, o Governo Federal está realizando reuniões locais desde o mês passado. Já receberam a equipe de governo: Alagoas, Sergipe, Pernambuco e Paraíba. Até o fim de novembro, todos os estados nordestinos terão participado dos encontros. A ação faz parte de plano de governo para de destinar mais atenção para o desenvolvimento da região Nordeste.

Durante os encontros, a equipe do Governo Federal está reunindo sugestões e demandas dos governadores e prefeitos, além de parlamentares, associações e outros representantes da sociedade.

Segundo o ministro-chefe da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos, que está à frente das visitas, mais de 200 municípios serão contemplados pelo Plano Nordeste. “Ele é um plano de fomento com políticas públicas da União nos municípios, então, pra se ter ideia, esse plano vai se direcionar pra 222 municípios em todo Nordeste. Fui surpreendido pela receptividade que tive nesses quatro estados, foi uma oportunidade de diálogo bastante construtivo, com medidas propositivas, apresentamos nossas ideias e o mais importante: tivemos oportunidade de ter contato com os prefeitos”, disse.

Pacto + Brasil

O Plano Nordeste faz parte do Pacto + Brasil, que vai promover o desenvolvimento em todos os estados brasileiros. A região foi escolhida como prioridade, mas a expectativa é fortalecer a gestão em todas as regiões, melhorando programas e políticas públicas.

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O Senado Federal aprovou por 68 votos a 0 o texto base do projeto de lei que incluiu a Lei Kandir como critério de divisão das receitas do leilão do pré-sal para estados e municípios. O relatório do senador Omar Aziz (PSD-AM) não trouxe modificações em relação ao texto vindo da Câmara dos Deputados e a matéria aguarda a promulgação do presidente Jair Bolsonaro.

Ainda falta um destaque ao texto original ser votado.

Projeto de lei aprovado pela Câmara dos Deputados na quarta-feira (9) incluiu a Lei Kandir no critério de divisão dos recursos do pré-sal para estados. Antes, os 15% dos estados eram divididos de acordo com o Fundo de Participação dos Estados, que beneficia Norte e Nordeste, agora 10% são por FPE e 5% por Lei Kandir, que privilegia estados produtores do Sul, Sudeste e Centro-Oeste. O acordo acelerou o processo de votação, mas diminuiu as receitas previstas inicialmente para o Nordeste com base no relatório de Cid Gomes (PDT-CE) que foi aprovado em setembro pelo Senado.

No entanto, senadores e governadores nordestinos não se opuseram às mudanças para garantir a aprovação da partilha aos estados antes do leilão dos campos de pré-sal marcado para o dia 6 de novembro. “Os governadores, principalmente do Nordeste, sabem que vão perder recursos nessa nova equação que a Câmara aprovou. Só que, conversando com o governador nosso do Maranhão, Flávio Dino, é uma luta que é melhor a gente fazer um acordo ruim do que uma briga”, disse o líder do PDT no Senado, Weverton Rocha (MA), ao Congresso em Foco.

O governador do Piaúi, Wellington Dias (PT), também não se opôs para garantir o PL a tempo do leilão dos campos de pré-sal. “O pagamento do valor devido pela Lei Kandir foi um dos compromissos no chamado Pacto Federativo, R$ 4 bilhões. O ministro da Economia, que é o devedor, autorizou tirar da parte da receita do Bônus de Assinatura da União, assim como os 3 bilhões para os chamados estados de regiões produtoras”, disse Dias.

Cid Gomes preferia os critérios definidos em seu relatório, mas apoiou a iniciativa de acelerar a divisão da receita para os entes da federação. “Claro que eu defendo como estava no meu texto, mas o importante é ter o acordo para aprovar. O importante é que passe e que os estados e municípios tenham a receita este ano”, afirmou. A única reclamação que o pedetista fez é que o governo federal garantisse receita extra para compensar os estados produtores pela Lei Kandir, que extinguiu impostos estaduais. O pedetista reclamou que os R$ 4 bilhões previstos para a União compensar estados produtores pela Lei Kandir tenham sido tirados do bônus de assinatura destinados aos entes da federação no leilão do pré-sal.

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11102019 ConquistaMunicipalistaCNM

A semana municipalista foi encerrada com mais uma conquista. A Confederação Nacional de Municípios (CNM) informa que o ministro da Economia, Paulo Guedes, publicou nesta sexta-feira, 11 de outubro, a Portaria 558/2019, que desburocratiza repasses a obras, serviços e equipamentos para os Municípios. O texto prevê a simplificação nos repasses e faz parte de uma reivindicação do movimento municipalista.

A simplificação do processo permite a redução dos valores cobrados pela Caixa. Os percentuais cobrados atualmente da taxa de administração chegam até a 11,7%. A reivindicação do movimento municipalista é de que não ultrapasse o limite de 4,5%. Com a publicação dessa Portaria, a previsão é de que o pleito municipalista possa se tornar realidade.

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Luana Piovani (Foto: Reprodução)

Luana Piovani, de 43 anos de idade, aproveitou o dia para responder comentários dos seguidores nas redes sociais, após promover sua festa, Festa da Lua, realizada neste final de semana em Portugal. Em um dos comentários, uma seguidora questionou se a apresentadora pretende fazer procedimentos estéticos. Luana relembrou o silicone que já colocou nos seios e revelou um procedimento que fará em breve: “Coloquei silicone e estou indo tirar gordura da axila”. Em entrevista exclusiva com a Quem, Luana contou que faz procedimentos estéticos no rosto desde os 35 anos. Ela aplica botox na área entre as sobrancelhas “para tirar a expressão de brava”, mas com moderação para não perder os movimentos da testa na hora de franzi-la. “Sou atriz, então preciso fazer um botox comedido para ainda ter expressões na hora de atuar”, contou ela.

Recentemente, Luana esteve em Israel com o namorado Ofek Malka. Ela chegou a aderir  ao Yom Kipur, uma das datas mais importantes do judaísmo, em que se pratica um jejum de  25 horas. Desde o começo do ano, a atriz trocou o Rio por Lisboa, onde mora com os três filhos da união com Pedro ScoobyDom, de 8 anos, e os gêmeos Bem Liz, de 3.

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Integrantes da II Marcha Nacional do Salário Mínimo chegam a Brasília em dezembro de 2006 - Créditos: Dino Santos?CUT
Integrantes da II Marcha Nacional do Salário Mínimo chegam a Brasília em dezembro de 2006
/ Dino Santos?CUT

Em 2020, pela primeira vez em 17 anos o salário mínimo será reajustado apenas pela inflação, sem aumento real. A decisão do presidente Jair Bolsonaro (PSL) joga no lixo uma política de valorização do mínimo que não só elevou o padrão de renda de trabalhadores e aposentados, como teve papel central na sustentação da economia do país desde 2004, quando o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva deu início aos reajustes acima da inflação.

Essa política seria consolidada em 2006, com a regra de aumento pela inflação do ano anterior mais a variação do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes. Se aplicada em 2020, além do reajuste inflacionário, os 48 milhões de brasileiros que recebem salários e aposentadorias referenciados no mínimo teriam mais 1,1% de aumento pelo PIB de 2018 – o que daria cerca de R$ 7 bilhões a mais circulado na economia. “É uma questão estratégica promover o desenvolvimento através da difusão do consumo, através do estímulo ao mercado interno. Sem esse estímulo, a gente tem uma economia cada vez mais dependente do exterior e isso, obviamente, tende a comprometer ainda mais o potencial do Brasil de sair desse quadro recessivo que já dura cinco anos”, afirma o economista Márcio Pochmann, da Fundação Perseu Abramo.

A valorização do mínimo, com aumento real, é peça-chave do desenvolvimento e da recuperação da economia brasileira por meio das chamadas medidas anticíclicas, como uma espécie de blindagem da economia para as variações e crises externas, segundo explica Arthur Henrique da Silva, ex-presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT) entre 2006 e 2012. “Políticas anticíclicas, que são importantes do ponto de vista econômico, para que aconteça o desenvolvimento econômico local, têm tudo a ver com o salário mínimo, ainda mais se levar em consideração que no Brasil 70% da população recebe até dois salários mínimos. Aí falando de trabalhadores, informais, aposentados e pensionistas”, disse.

A ideia de valorização do mínimo surgiu entre 2003 e 2004, e ganhou força com uma série de marchas realizadas pelas centrais sindicais até Brasília. “A primeira foi em 2004 e andamos 40 quilômetros. Era dezembro, porque tinha que garantir o espaço no Orçamento do ano seguinte. Essa primeira marcha teve uma resposta do governo interessante porque nós ganhamos uma opinião de maioria dentro do governo, porque tinha gente que era contra, o pessoal da área financeira dizendo que ia dar problemas. Conseguimos o aumento para R$ 300, que era oito pontos acima da inflação”, lembra Arthur Henrique.

O piso de R$ 300 passou a valer em maio de 2005. O valor anterior era de R$ 260. Esse foi o pontapé inicial para um dos pontos mais importantes no conjunto de políticas públicas do governo brasileiro à época.

Segundo Márcio Pochmann, a política teve impacto na economia como um todo, ajudando a manter a população com renda digna nas pequenas cidades, reduzindo a desigualdade e distribuindo renda. “Tivemos períodos [históricos] de valores reais altos e valores reais baixos, especialmente em períodos autoritários, em que o valor do salário mínimo foi muito baixo. Em períodos democráticos, o salário mínimo teve um valor de recuperação. Justamente nestes períodos democráticos de crescimento do salário mínimo, a participação da renda do trabalho na renda nacional cresceu”, afirma.

Desigualdades

Com o fim da política de valorização, o governo Bolsonaro definiu no Orçamento para 2020 que o piso será atualizado pela inflação do INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), do IBGE, e só. A estimativa, feita em agosto, era de 4,02% – de R$ 998 para R$ 1.039.

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