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Segundo o A Tarde É Sua, o artista engatou um novo amor
Roberto Carlos estaria namorando cantora de 27 anos 

Roberto Carlos pode estar de amor novo!

Segundo informações do programa A Tarde É Sua, da RedeTv!, o artista de 79 anos estaria namorando a cantora Tamara Angel, de 27 anos.A jovem capixaba participou da sétima temporada do The Voice Brasil, exibida em 2018.Ainda de acordo com o vespertino, o romance, que começou antes da quarentena, segue atualmente à distância. Além da música, os dois são da mesma cidade, Cachoeiro de Itapemirim, no Espírito Santo.No dia 3 de março deste ano, Tamara esteve no Rio de Janeiro e os dois posaram juntos no estúdio do Rei, localizado na Urca.Na publicação, ela escreveu: “Dei um pulo no Rio ontem pra visitar um amigão”.Em janeiro, a jovem já havia postado um outro clique antigo ao lado de Roberto Carlos“Um TBT memorável com o Rei e cachoeirense. Muita admiração e respeito pelo conterrâneo”, colocou na legenda.

caras

Procurador classificou grupo que faz ataques a adversários de Bolsonaro como uma PPP, que funciona com recursos públicos e empresariais

BRASÍLIA – O “gabinete do ódio”, estrutura do Palácio do Planalto responsável por fazer ataques nas redes sociais e em grupos de WhatsApp a críticos do presidente Jair Bolsonaro, entrou na mira do Tribunal de Contas da União (TCU). O subprocurador Lucas Furtado ingressou com uma representação para que a Corte de Contas analise se a ação do grupo de servidores é financiada por recursos públicos. Na representação, o procurador classificou o “gabinete do ódio” como uma Parceria Público Privada (PPP), que funciona com o aporte de recursos públicos e de empresas.
TCU pode investigar se dinheiro público financia ações do 'gabinete do ódio'
TCU pode investigar se dinheiro público financia ações do ‘gabinete do ódio’

Foto: fdr

Como revelou o Estadão, o “gabinete do ódio” está instalado dentro da estrutura do gabinete do presidente Jair Bolsonaro. Seriam 23 servidores nessa função. A atuação do grupo é investigada também pelo inquérito do Supremo Tribunal Federal (STF) que apura a disseminação de fake news. No despacho em que pediu busca e apreensão em endereços de blogueiros e youtubers esta semana, o ministro Alexandre de Moraes, relator do inquérito, classificou o “gabinete do ódio” como uma “associação criminosa”, que receberia dinheiro de empresários. Nenhum servidor do Planalto, contudo, foi alvo. O grupo também é investigado pela Comissão Parlamentar dos Inquéritos (CPI) das Fake News do Congresso.

Na representação ao TCU, Furtado pede que sejam identificados os integrantes do governo que compõem o “gabinete do ódio” e, comprovadas as ilegalidades, sejam punidos administrativamente e devolvam aos cofres públicos recursos usados para disseminar notícias falsas. Essa estrutura, diz o procurador, teria por “missão a criação, divulgação e organização de movimentos antidemocráticos e de disparos de fake news em redes sociais contra adversários políticos com ameaças a autoridades e instituições”.

Outro objetivo da representação é investigar o possível uso de recursos públicos para financiar ataques de fake news na campanha eleitoral de 2018. O subprocurador-geral Lucas Furtado destaca que a decisão do ministro Alexandre de Moraes, de determinar a quebra do sigilo fiscal e bancário dos investigados no Inquérito 4781/DF, abrange o período iniciado em julho de 2018, compreendendo o período eleitoral daquele ano. Por isso, pede que seja avaliada a possibilidade da criação de uma força-tarefa para o compartilhamento de informações ou, pelo menos, a atuação conjunta do Ministério Público Eleitoral, Tribunal Superior Eleitoral e TCU para apurar possíveis crimes cometidos pela chapa vitoriosa, para a presidência da república, nas eleições de 2018.

Para o integrante do MP de Contas, a estrutura pública do Palácio do Planalto, onde despacha o presidente Jair Bolsonaro, estaria sendo utilizada para fins caluniosos, ameaças e infrações com o objetivo de atingir a “honorabilidade de diversas autoridades” dos poderes Judiciário e Legislativo do País.

“Jamais se pensavam que Brasilia a nosso capital sofresse tantos ataquem pelos os que foram eleitos para exercer com dignidade uma nação brasileira, hoje se saber que existe um GABINETE DO IDIO.”

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O ministro da Educação, Abraham Weintraub, prestou depoimento nesta sexta-feira, 29, para explicar declarações contra o Supremo Tribunal Federal feitas em uma reunião ministerial. “Botava esses vagabundos todos na cadeia, começando no STF”, disse Weintraub.

Abraham Weintraub, ministro da Educação
Abraham Weintraub, ministro da Educação

Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil / Estadão Conteúdo

O ministro da Corte, Alexandre de Moraes, viu indícios de prática de delitos como difamação, injúria e crime contra a segurança nacional e havia dado cinco dias para que ele prestasse depoimento à PF no âmbito do inquérito das fake news. Weintraub compareceu na condição de investigado.

Nas telas da Globo com a reprise da novela “Fina Estampa”, a atriz Ana Carolina Dias vive um momento complicado na carreira. Ela viveu a personagem Deborah, uma das funcionárias da loja de Griselda, na trama. Atualmente, porém, a atriz está sem trabalho. O último papel foi na série “Os Suburbanos”, em 2017, no Multishow.

Em entrevista com a colunista Patrícia Kogut, do jornal “O Globo”, Ana Carolina contou que chegou a receber um convite da Record. Entretanto, optou por um projeto da Globo, que não deu certo. Desde então, a atriz segue sem chamada para atuar.“Fui convidada para fazer uma novela na Globo e ao mesmo tempo me chamaram na Record. Recusei o trabalho lá porque o da Globo era certo. Mas aí o projeto foi adiado e, quando aconteceu de fato, não rolou para mim. Acabei fazendo uma escolha errada que me atrapalhou. Mas tudo acontece quando tem que acontecer. Comecei a trabalhar com 7 anos e, graças a Deus, nunca tinha ficado sem trabalho. Ocorreu essa infelicidade de fazer uma opção errada agora”, lamentou.Sem espaço no Brasil, Ana Carolina cogita deixar o país em busca de oportunidades em Portugal. A atriz confidenciou que se sente angustiada com a situação, principalmente por conta do lado financeira. Mesmo com o momento complicado, ela garante que não pensa em desistir da profissão. “É angustiante viver de arte porque é difícil. Tem muita instabilidade, principalmente financeira. Mas não passa pela minha cabeça abandonar, porque é o que amo fazer. Meu plano é ter um negócio à parte, uma loja virtual, uma marca minha. Algo que renda. Aí dá para fazer o que amo com mais tranquilidade no coração porque as contas estarão pagas”, declarou.
famosidades
Bolsonaro participa de mais um dos “protestos da morte”, contra o
isolamento social, o Congresso e o STF. – Sergio Lima/AFP

Em um dos trechos de sua mais recente obra, Dialética do Marxismo Cultural, a pesquisadora e filósofa, Iná Camargo Costa, afirma que “a combinação de ressentimento, racismo e anticomunismo” foi diretamente responsável pelo crescimento e reforço dos entusiastas de Hitler e, consequentemente, do nazismo. A fórmula, que parece se repetir no Brasil de hoje, teve na destruição da cultura um dos principais pontos de apoio.

No livro, a autora faz uma caminhada histórica às origens do termo “marxismo cultural”, usado ostensivamente pela direita conservadora atual para pregar a destruição de uma produção artística que teria origem na esquerda e seria supostamente doutrinadora. “É uma operação violentíssima do ponto de vista intelectual e do ponto de vista físico. Porque eles vão para o ataque com todas as armas. As armas deles são as armas dos selvagens, porque eles não têm referências e eles são intelectualmente muito deficientes”, afirma a autora sobre a aplicação irrestrita do termo para definir inclusive representantes do liberalismo e conservadorismo.

As semelhanças entre o bolsonarismo e o fascismo do século passado para calar as artes são, no mínimo, estarrecedoras. “Nós estamos a um passo do maio de 33 de Hitler, que é o poder absoluto nas mãos do chefe do executivo. A oficialização do regime fascista no nosso caso tem um ou dois meses ainda para acontecer, mas está posto e é isso que o titular do cargo de presidente quer”, diz Costa. Ela aponta que essa trajetória teve inicio em 2013 após os protestos de junho e começou a se concretizar em 2015 com as articulações para a derrubada da presidenta Dilma Rousseff.

“O caminho começou em 2013. O caldo para um regime fascista no Brasil está dado oficialmente desde 2015, só não vê quem não quer. Em 2015 eu disse que, uma vez consolidado o impedimento da ex-presidenta Dilma Rouseff, nós já teríamos um regime fascista.  O Michel Temer já é o início disso”, aponta. Em entrevista ao Brasil de Fato, a professora aposentada da Universidade de São Paulo (USP) e assessora da Coordenação de Cultura do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), fala sobre as conclusões da obra e convoca a sociedade para um combate, que passa necessariamente pela apropriação do termo marxismo cultural.

Confira a entrevista completa com Iná Camargo Costa

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Polícia Federal (PF) cumpre, na manhã desta quarta-feira, 29 mandados de busca e apreensão no inquérito do Supremo Tribunal Federal (STF) que apura fake news e ataques contra ministros da Corte. Entre os alvos estão o ex-deputado federal Roberto Jefferson (PTB-RJ), o deputado estadual Douglas Garcia (PSL-SP), o blogueiro Alllan dos Santos, o empresário Luciano Hang, a ativista Sara Winter e apoiadores do presidente Jair Bolsonaro.

Estão sendo cumpridos 29 mandados de busca e apreensão no âmbito do procedimento, presidido pelo ministro Alexandre de Moraes. As ordens judiciais estão sendo cumpridas no Distrito Federal, no Rio de Janeiro, em São Paulo, no Mato Grosso, no Paraná e em Santa Catarina. A PF foi até a casa de Roberto Jefferson e no gabinete do deputado estadual Douglas Garcia (PSL-SP), na Assembleia Legislativa de São Paulo. Nas redes sociais, Garcia publicou um vídeo em que diz sofrer “perseguição no inquérito inconstitucional estabelecido pela ditatoga com o intuito de criminalizar a liberdade de expressão e a atividade parlamentar”. O deputado, líder do Movimento Conservador, é alvo pela segunda vez. Em dezembro do ano passado, foram apreendidos notebook e celular na casa de Edson Salomão, chefe de gabinete de Garcia, também depois de mandato expedido pelo ministro Alexandre de Moraes.

A suspeita é que mensagens de ódio e fake news tenham saído de computadores instalados no gabinete do deputado, na Assembleia Legislativa de São Paulo.

Os investigadores apuram se Garcia é um dos braços do chamado “gabinete do ódio”, que funcionaria no Palácio do Planalto. Um dos IPs investigados eram da Prodesp, a companhia de dados do governo paulista. A suspeita é que mensagens com notícias falsas tenham partido do gabinete do deputado. O blog “Terça Livre”, de Allan dos Santos, divulgou uma nota dizendo que a sede do site foi alvo da PF nesta manhã e apreendeu celulares e computadores do veículo e do blogueiro. Os agentes da PF também fora até a casa da ativista Sara Wiinter. Ela é apoiadora do presidente Jair Bolsonaro e criadora do grupo “300 pelo Brasil”, que chegou a montar barracas na Esplanada e divulgar manifestos sugerindo o uso de táticas de guerrilha para “exterminar a esquerda” e “tomar o poder para o povo”. O nome é uma referência aos 300 de Esparta, filme baseado numa história em quadrinhos que conta a saga de três centenas de guerreiros espartanos que lutaram até à morte para defender seu território.

“A PF acaba de sair da minha casa. Bateram aqui às 6h da manhã a mando do Alexandre de Moraes. Levaram meu celular e notebook. Estou praticamente incomunicável! Moraes, seu covarde, você não vai me calar!”,escreveu Sara nas redes sociais.Também são alvo da investigação Winston Rodriges Lima, conhecido como Comandante Winston, militar reformado da Marinha, candidato a deputado distrital em 2018 e coordenador de manifestações pró-Bolsonaro; Marcelo Stachin, militante bolsonarista que participou de manifestação de apoio ao presidente em Brasília e Bernardo Kuster, youtuber com 862 mil inscritos que costuma elogiar Bolsonaro e atacar adversários e a imprensa. Aberto em março do ano passado por ordem do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, o inquérito é tocado por Moraes. Já houve ordens de busca e apreensão contra supostos autores de fake news e de ofensas a autoridades públicas. Estão na mira do inquérito aberto no ano passado deputados bolsonaristas e outros aliados do presidente.

O inquérito foi aberto por meio de portaria, e não a pedido da Procuradoria Geral da República (PGR), como é a praxe. Apesar de incomum, a situação está prevista no Regimento Interno do Supremo. A relatoria do inquérito ficou por conta do ministro Alexandre de Moraes, por designação de Toffoli.

Compete ao deputado federal o ato de legislar e manter-se como guardião fiel das leis e dogmas constitucionais nacionais, inclusive podendo propor, emendar, alterar, revogar, derrogar leis, leis complementares, emenda à Constituição Federal e propor emenda para a constituição de um novo CC (Congresso Constituinte) para …

O deputado federal é o representante do povo no Congresso Nacional e seu mandato é de 4 anos, não havendo limite para a reeleição.

A principal função desse cargo é a elaboração de leis. Conforme a Constituição da República Federativa do Brasil, outras importantes atribuições dos deputados federais são:

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– Elaborar seu regimento interno;

– Fiscalizar os atos do Poder Executivo;

– Autorizar, por dois terços de seus membros, a instauração de processo contra o Presidente e o Vice-Presidente da República e os Ministros de Estado;

– Proceder à tomada de contas do Presidente da República, quando não apresentadas ao Congresso Nacional dentro de sessenta dias após a abertura da sessão legislativa;

– Eleger membros do Conselho da República, nos termos do art. 89, VII.

” Hoje alguns deputado estão exercendo outro oficio Muleque é uma palavra que se refere à um menino muito danado”

Deputados investigados

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Desde que se casou e deu à luz dois filhos, Wanessa Camargo está passando por um processo de autoconhecimento . Ela contou em entrevista à Quem, que está buscando quem ela realmente é e o que quer da vida. Para isso ela conta que está mais reclusa e até foge algumas vezes dos holofotes. A cantora analisa que  essa postura é bem diferente da que ela tinha no começo da carreira, quando buscava sempre a fama. 

Wanessa Camargo

Reprodução

Wanessa Camargo conta que era viciada em exposição

“Quando comecei, fiquei muito exposta e me expunha muito. Aí comecei a gostar daquela exposição. Se eu tivesse na capa de revista, estaria num lugar de amor (pensava assim)”, começou contando Wanessa . ” Mas me machuquei muito com essa exposição e depois me fechei completamente . Fiquei no 8 ou 80. Comecei a ficar muito quieta e introspectiva, parei de ir aos lugares, me tornei muito politicamente correta nas redes, cautelosa nas entrevistas. Acho que tudo é um meio termo”, revelou. A filha de Zezé Di Camargo contou que a vaidade do meio artístico a influenciava muito. Hoje em dia ela tenta fugir disso, deixando de gravar músicas apenas porque elas podem fazer sucesso, por exemplo. “Não sou a raiva, a ambição, o sucesso, não preciso buscar isso. Preciso buscar o amor incondicional. Trabalho num lugar que tem muita vaidade, de querer o aplauso. É muito difícil quando vou trabalhar e não vir a vaidade junto”, analisa.Em todo esse processo de reflexão, Wanessa conta que está se descobrindo. Ela revelou que descobriu uma paixão por filosofia e psicologia e diz que gostaria de exercer essas profissões. “Eu penso: ‘ será que eu canto porque quis agradar os meus pais ou porque eu amo cantar?’ E é porque eu amo cantar. Mas não preciso ser só cantora . Outro dia estava construindo casa no computador. A gente não é uma coisa só na vida”, disse a artista.

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Apresentadora esbanja beleza em foto matinal e arranca elogios

Patricia Poeta encanta com foto matinal 

Patricia Poeta começou esta quarta-feira, 27, exalando energias boas em sua rede social. Mais uma vez, a apresentadora compartilhou um registro matinal para encorajar os internautas a treinarem em casa.  “Vai um cafezinho aí? Ou seria… cafezão? O segundo do dia pra quem já está de pé desde cedo…”, mostrou a xícara personalizada com seu desenho e de seu cachorrinho Marley. Após anunciar a live no post, a jornalista logo recebeu vários comentários dos fãs. “Gata demais”, elogiou um. “Linda”, disseram vários para a global que apareceu plena logo ao acordar.

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(Foto: Reprodução)

Globo, Folha, Band, Metrópoles e Correio Braziliense anunciaram decisão após aumento dos insultos e ameaças de apoiadores de Bolsonaro

Jornalistas do Grupo Globo, Folha de S. Paulo, Rede Bandeirantes e outros irão deixar de cobrir temporariamente a chegada e saída do presidente Jair Bolsonaro no Palácio da Alvorada devido ao clima de instabilidade, ameaças, xingamentos incitado por Bolsonaro e reproduzido por seus apoiadores. As decisões das chefias dos veículos citados foram divulgadas na noite de segunda-feira 25, quando, pela manhã, os apoiadores de Bolsonaro ficaram colados à grade de imprensa gritando, xingando e reproduzindo gestos contra os profissionais que aguardavam pelo presidente – a segurança do Planalto não tentou impedi-los. Ninguém merece chegar ao trabalho para desempenhar suas funções desta forma. Sejam jornalistas, enfermeiros, policiais, passeadores de cachorro, entregadores de aplicativos. Excessos institucionais e supostos erros da mídia podem ser discutidos — mas respeito é fundamental. Em nota, o Grupo Globo afirmou que já informou sua decisão ao Gabinete de Segurança Institucional (GSI), liderado pelo ministro Augusto Heleno. “São muitos os insultos e os apupos que os nossos profissionais vêm sofrendo dia a dia por parte dos militantes que ali se encontram, sem qualquer segurança para o trabalho jornalístico. Estas agressões vêm crescendo.”, escreveu o vice-presidente de Relações Institucionais da Globo, Paulo Tonet Camargo. A Folha, por sua vez, também afirmou que o ambiente tornou-se insustentável para o trabalho jornalístico, e descreveu alguns dos xingamentos feitos pelos apoiadores do presidente: “Uma mulher passou pela fila dos jornalistas repetindo: “Ó o lixo, ó o lixo, ó o lixo”. “Escória! Lixos! Ratos! Ratazanas! Bolsonaro até 2050! Imprensa podre! Comunistas”. A Band, por sua vez, confirmou que suspendeu a cobertura quando questionada pelo jornalista Maurício Stycer, do portal UOL. Outros veículos de cobertura ampla, como o Correio Braziliense e o jornal Metrópoles, também informaram que seus profissionais não irão acompanhar as falas do presidente ao vivo por enquanto.

” Mais é possível!! A liberdade de expressão e de imprensa, está chegando ao fim? Será?”
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Bolsonaro parece aqueles monstros radiativos de “disaster movie” japonês: ele contamina tudo o que toca. Desta vez contaminou uma operação judicial: a PF ficou com feições de polícia palaciana apesar de estar só cumprindo ordens do STJ

Ogovernador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), é um homem destemido. É casado com uma advogada que recebeu dinheiro de um empresário contratado sem licitação pelo governo do Rio. O contrato era para a gestão de hospitais para combater a pandemia do novo coronavírus, como consta da decisão do ministro do STJ (Superior Tribunal de Justiça) Benedito Gonçalves. Witzel foi alvo de uma ação da Polícia Federal, que fez buscas e apreendeu até o celular dele nesta 3ª feira (26.mai.2020) no Palácio das Laranjeiras, a residência oficial do governador.Em condições normais de temperatura e pressão, estaria se discutindo como o Rio de Janeiro virou uma Gomorra da corrupção. Witzel está sob suspeita de ter direcionado contratos de pouco mais de R$ 800 milhões para operação de hospitais de campanha em troca de propina. Num período de quatro anos, a Lava Jato e a Justiça eleitoral investigaram seis governadores do Rio e prendeu quatro deles –Sérgio Cabral, o único que continua na prisão, Pezão, Garotinho e Rosinha Garotinho.

A história não se repete sob a forma de tragédia ou farsa, porque não há repetição nos fatos históricos, mas no Rio os escândalos têm algo de chanchada por conta de uma certa desfaçatez de malandro de beira do cais, que aplica sempre o mesmo golpe. Como a mulher de Cabral, Helena Witzel também é advogada. A mulher de Cabral foi acusada de receber propina disfarçada de honorários advocatícios de fornecedores do Estado. A mulher de Witzel assinou um contrato de R$ 540 mil com uma empresa que está sob investigação por conta de contratos suspeitos assinados pelo governo de seu marido. Se é suborno ou não, só o STJ pode dizer. Mas há um óbvio conflito de interesses. O detalhe de o contrato ser de agosto do ano passado não minimiza a suspeita.

A operação contra Witzel, porém, foi turvada pela suspeita de que a Polícia Federal foi usada de forma política pelo governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Isso ocorre porque Bolsonaro coloca Witzel no topo do ranking dos seus adversários políticos e acusa o governador de conspirar contra ele, seus filhos e seus amigos no Rio. Witzel aproveitou a rivalidade escancarada por Bolsonaro e diz que é vítima de perseguição política por parte do presidente.

Tudo isso seria visto como uma estratégia do bandido que grita “pega ladrão” quando é apanhado em flagrante se não fossem quatro episódios que turvaram a Operação Placebo, o nome que a PF deu à apuração sobre Witzel. O primeiro desses episódios é o vazamento da operação. Desde sexta-feira passada já havia informações no Rio de que a PF estava na cola de Witzel. O próprio governador soube desses rumores e mandou emissários sondar no STJ se seria preso.

O segundo episódio foi a entrevista da deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP), na véspera da operação, falando que Bolsonaro havia escolhido um delegado da PF para investigar os negócios suspeitos em torno da pandemia, que ela batizou de Covidão, um eco óbvio do Petrolão e do Mensalão. Zambelli negou que soubesse de alguma informação sobre a busca envolvendo Witzel. O terceiro desses eventos foi o “timing” da operação: ela ocorreu três dias depois de o ministro Celso de Melo, do Supremo, ter liberado o vídeo da reunião em que Bolsonaro fala abertamente que vai interferir na PF do Rio, de acordo com a acusação do ex-ministro Sergio Moro. Bolsonaro nega a acusação, mas qualquer criança de 8 anos sabe que ele está falando da PF do Rio quando grita “Vou interferir”.

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Tribunal deverá aprovar nesta 4ª feira (27.mai) acórdão para que o Ministério da Economia faça convênio para que Estados compartilhem dados fiscais de empresa, o que permitirá desburocratizaçãoDivulgação/TCU

O ministro do TCU (Tribunal de Contas da União) Vital do Rêgo quer que o Ministério da Economia faça os Estados compartilharem dados fiscais das empresas contribuintes. Basta, para isso, 1 convênio a ser instituído por meio do Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária). Acórdão com essa recomendação deve ser aprovado nesta 4ª feira (27.mai). O Ministério da Infraestrutura pretende implantar o documento eletrônico de transporte que substitui 20 papéis. Mas isso só é possível por meio do convênio com os Estados. A simplificação permitirá usar mais ferrovias e rios para cargas, diz Vital do Rêgo em seu voto. “Isso reduzirá custos e mortes nas rodovias”, diz. É o que aponta auditoria feita pelo TCU. De acordo com a análise da equipe de Vital do Rêgo, as rodovias são responsáveis por 65% do transporte de cargas no país, enquanto as ferrovias ficam com 15% e as hidrovias, 20%. Nos EUA, a proporção é de 32% para as estradas, 45% para os trens e 25% para os rios. O resultado é que o Brasil tem custo de transporte mais alto do que os competidores no agronegócio. Enquanto o custo para levar uma tonelada de soja ao porto na Argentina é de US$ 20 e nos EUA, de US$ 23, no Brasil a média é de US$ 92. Para Vital do Rêgo, a intermodalidade permitirá reduzir o custo aumentando o uso de tipos diferentes de transporte conforme o trecho. O estudo realizado por sua equipe mostra que as rodovias são as mais competitivas em distâncias de até 400 quilômetros. As ferrovias são as melhores opções nos trechos de 400 a 1.500 quilômetros. E as hidrovias, de 1.500 até 3.000 quilômetros. Além da recomendação para o convênio do Confaz com Estados, o acórdão de Vital do Rêgo também determina que o Ministério da Infraestrutura inclua a intermodalidade em todo o planejamento de transporte. “Atualmente isso é algo que pode ser considerado ou não”, disse o ministro.

 

Poder360

O ministro do STF e presidente do TSE Luís Roberto Barroso participou de live no
YouTubeYouTube Justiça Eleitoral – 26.mai.2020

O ministro Luís Roberto Barroso disse que deve pautar nas próximas semanas as ações que pedem a cassação dos mandatos do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e do vice, Hamilton Mourão (PRTB). Ação deve ser julgada em junho. Barroso é o novo presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Em entrevista coletiva online à imprensa nesta 3ª feira (27.mai.2020), Barroso disse que a regra geral é seguir a ordem cronológica dos pedidos de liberação das ações pelos relatores. Também adiantou que se reunirá com os outros ministros da corte mais tarde. A duas ações que correm no TSE foram apresentadas pelos então candidatos ao Planalto Guilherme Boulos (Psol) e Marina Silva (Rede). Os processos dizem respeito a 1 grupo no Facebook criado com o nome “Mulheres unidas contra Bolsonaro” que depois de 1 ataque de rackers passou a se chamar “Mulheres com Bolsonaro #17”. O número era a sigla do PSL –então partido do presidente– nas urnas. O caso é relatado na Corte Eleitoral pelo ministro OG Fernandes.

MANDATOS

O ministro disse que a possibilidade de prorrogação de mandatos enfrenta 1 problema constitucional, portanto não é uma solução para as eleições municipais marcadas para outubro deste ano. O calendário eleitoral sofre com a pandemia de covid-19 –doença causada pelo novo coronavírus.

CRIATIVIDADE NAS ELEIÇÕES

Barroso disse que o TSE vai precisar ser “criativo e ousado” para fazer as eleições municipais. Disse que algumas ideias estão sendo consideradas como a votação em mais de 1 dia ou o aumento no horário do pleito.

FAKE NEWS

O ministro disse que o protagonista no combate às notícias falsas nas eleições municipais de 2020 precisarão ser as plataformas de redes sociais e agências de checagem. Para o ministro, o papel do TSE é meramente subsidiário no combate à desinformação.

” Será????????

Recebem primeiro aqueles que têm renda de até R$ 1.045 mensais — Foto: Marcos Santos/USP Imagens

Recebem primeiro aqueles que têm renda de até R$ 1.045 mensais — Foto: Marcos Santos

A partir desta segunda-feira (25) até 5 de junho, seguindo calendário de acordo com dígito final do cartão de cada beneficiário (confira cronograma no fim da reportagem), o Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) começa a pagar a 2ª parcela do 13º salário de aposentados e pensionistas. No Amapá, 36.801 beneficiários vão receber os valores. O pagamento será feito em conta bancária juntamente com os proventos de maio, informou o órgão. O valor total a ser depositado para os beneficiários amapaenses soma R$ 95,3 milhões, dos quais R$ 24,3 milhões são referentes apenas ao 13º salário.

Nem todos aqueles que recebem valores do INSS têm direito ao pagamento do 13º. Têm direito ao salário extra quem recebe aposentadoria, pensão por morte, auxílio-doença, auxílio-acidente ou auxílio-reclusão.

“Aqueles que recebem benefícios assistenciais (Benefício de Prestação Continuada da Lei Orgânica da Assistência Social – BPC/LOAS e Renda Mensal Vitalícia – RMV) não têm direito”, explicou o INSS. De acordo com o cronograma, recebem nesta segunda-feira (25), os beneficiários que ganham até R$ 1.045 mensais, sendo feito o crédito aos demais usuários sucessivamente.

Veja cronograma de pagamentos:

Quem ganha até R$ 1.045

  • Final 1 – 25 de maio
  • Final 2 – 26 de maio
  • Final 3 – 27 de maio
  • Final 4 – 28 de maio
  • Final 5 – 29 de maio
  • Final 6 – 1º de junho
  • Final 7 – 2 de junho
  • Final 8 – 3 de junho
  • Final 9 – 4 de junho
  • Final 0 – 5 de junho

Quem ganha acima de R$ 1.045

  • Finais 1 e 6 – 1º de junho
  • Finais 2 e 7 – 2 de junho
  • Finais 3 e 8 – 3 de junho
  • Finais 4 e 9 – 4 de junho
  • Finais 5 e 0 – 5 de junho
Daniela Sarahyba (Foto: Reprodução Instagram)

Daniela Sarahyba 

Daniella Sarahyba revelou em um post no Instagram que, para matar a saudade de ir à praia, andou de carro pela orla do Rio. A modelo, famosa nos anos 2000, publicou uma foto de biquíni no Leblon e explicou que tinha uma ritual às sextas-feiras em que sempre pisava na areia – atualmente, a frequência de praias, lagoas e piscinas públicas está suspensa como forma de evitar a propagação do coronavírus durante a pandemia“6/3/2020. Todas as sextas-feiras eu tentava ir a praia pelo menos por 20 minutinhos. Sempre no mesmo lugar em Ipanema. Era o meu momento de agradecer a Deus pela semana, pegar um pouco de Sol, meditar e dar um mergulho lavando a alma e trazendo boas energias. Sou canceriana, sou apaixonada pela água do mar. O astral da praia me fortalece. Sinto tanta falta…”, lamentou ela nesta sexta-feira (22). A modelo de 35 anos contou a tática para acalmar a vontade de praia. “Essa semana tentei matar saudade. Andei de carro na Orla para tentar pegar um pouco dessa energia boa. Rezando muito para que venham semanas melhores. Que Deus nos permita em breve vivermos novamente momentos tão simples e especiais como esse. Que essa pandemia nos faça valorizar oque há de mais lindo tão pertinho de nós. Sou Carioca da Gema e amo meu Rio de Janeiro”, afirmou Daniella.

revistaquem

Ex-sister celebra nova marca nas redes e recebe apoio de fãs, amigos e do namorado

Ex-sister celebra nova marca nas redes e recebe apoio de fãs, amigos e do namorado
Mari Gonzalez alcança 10 milhões de seguidores 

Parabéns! Mari Gonzalez está colhendo os frutos que plantou durante sua trajetória na vigésima edição do reality global Big Brother Brasil, que consagrou Thelma Assis como a grande campeã.

Nas redes sociais, nesta quinta-feira (21), a musa surgiu em alguns cliques segurando uma tigela cheia de doces, com uma vela com o número 10, e anunciou que alcançou a marca de 10 milhões de seguidores em seu perfil do Instagram. Meus amores, que alegria! Somos 10 milhões de vidas! A doçura de vocês me encanta todos os dias e espero poder retribuir a cada minuto. Pra comemorar, preparei 3 ensaios especiais!!! Espero que amem muito”, escreveu ela. Orgulhoso, o namorado da ex-sister, o também ex-BBB Jonas Sulzbach, parabenizou a amada. “Aêêê! É milhão para caramba”, divertiu-se ele, deixando vários emojis de milho junto do comentário. Além do apoio de Jonas, Mari recebeu todo o carinho de seus fãs. Comentários como “Você merece”, “Estou tão orgulhosa de vocês”, “Merece o mundo” foram deixados por eles. Na última terça-feira (19), Lucas Gallina protagonizou um climão na web ao revelar que foi bloqueado por Mari Gonzalez nas redes sociais! Tudo começou quando a baianinha pediu aos seguidores uma sugestão de quem deveria convidar para um vídeo em seu canal do YouTube. Na ocasião, um dos fãs mencionou o ex-BBB e teve uma resposta que ninguém esperava.  “Estou bloqueado“, revelou ele.

contigo

Shirleide Rocha, mãe de Thiago, de 16 anos, e Thalyta, de 22, conseguiu superar o distanciamento e criar uma relação harmoniosa com os filhos.

Entender o comportamento dos jovens e respeitar o momento que eles vivem é fundamental para uma relação saudável e feliz

Adolescência. Uma fase complicada, que costuma provocar calafrios nos pais de crianças que, em alguns anos, terão de lidar com as especificidades dessa etapa da vida. Cheios de energia, convicções e uma avidez de conhecer o mundo e tudo o que nele há, os adolescentes costumam testar toda a base educacional que receberam, exigindo paciência e, principalmente, muita sabedoria.

Por diversas razões, é difícil definir a adolescência em termos precisos. O início da puberdade, que pode ser considerada uma linha de demarcação entre a infância e a tal fase, não resolve a dificuldade de definição. Termos científicos não são práticos e pesquisas não são 100% assertivas, já que cada indivíduo vivencia esse período de modo diferente e único. Então, o que resta? Como entender os adolescentes e essa fase tão singular?A resposta é simples e direta: ouvindo-os. É o que defende Deisyane Rocha, de 13 anos. Apesar da pouca idade, a jovem garota percebe com muita sensibilidade o mundo ao seu redor. Para ela, a falta de diálogo é o que torna esse período tão complicado para os pais. “Todos acham que a dor que o adolescente sente é drama. Se reclama de algo, mesmo que seja necessário, é aborrecido. O que realmente ocorre é que, em muitas das vezes, não escutam o que temos a dizer. Por serem mais velhos, todos acham que sabem mais sobre tudo”, desabafa.O abismo entre eles e os mais velhos pode ser reduzido com uma lembrança: “Isso não faz sentido porque eles também já foram adolescentes. Já passaram por tudo o que passamos durante essa fase”. Para Deisyane, a sociedade impõe tabus que precisam ser quebrados: “Acho que deveríamos ter mais abertura para conversas sobre todo e qualquer assunto”, defende a adolescente, que define essa fase como um período de mudanças e descobertas constantes, principalmente em relação à personalidade.

POSSIBILIDADES Para lidar bem com um período tão sensível e delicado, o segredo é respeitar esse momento na vida dos filhos, como indica Gláucia Rezende Tavares, psicóloga clínica e professora da Fumec. “Aos filhos, cabe aprender a lidar com o aumento gradual de suas possibilidades. Aos pais, a se sentirem menos ‘executores’. É preciso que eles aprendam a ficar na retaguarda, permitindo que os filhos expandam, responsavelmente, os horizontes”, explica.“Os conflitos entre pais e filhos adolescentes não precisam ser vividos de forma violenta, mas podem ser vistos como uma oportunidade de lidar com percepções diferentes, respeitando e solidificando uma base de interações harmônicas”, afirma.
Outra chave para uma boa convivência é aprender com as diferenças e lidar com os temperamentos. Foi assim com Shirleide Rocha, mãe de Thiago, de 16, e Thalyta, de 22. O caçula, mais apegado, sempre demandou maior presença e dedicação do que a primogênita. “O adolescente masculino é completamente diferente do feminino. O menino é mais ‘grudado’ e, no nosso caso, ainda tem um agravante. A saúde dele é um pouco frágil, desde bebê, então sempre estivemos muito juntos”, conta a técnica de enfermagem, que precisou lidar com o ciúme da filha. “Como ele precisava de mais atenção, a minha presença na adolescência da Thalyta não foi tão constante. É diferente porque a menina é sempre mais precoce, e ela começou a ficar muito rebelde já com 12 anos. Foi quando vi que ela precisava de um contato maior.”Isso fez com que Thalyta se apegasse mais ao pai e passasse a se desentender com a mãe: “Houve um período em que ela se revoltou contra mim. Ficou hostil, com poucas palavras. Mas eu também passei por isso na minha adolescência e essa situação acabou sendo muito interessante para o crescimento dela”. Para superar o problema, Shirleide começou a confiar à filha algumas tarefas que tinha em relação ao Thiago, como levá-lo ao médico e acompanhar o seu desenvolvimento na escola. “Queria que ela sentisse na pele o que eu passava para entender as minhas dificuldades. Creio que ela pensava que minha vida com o Thiago era só diversão, já que não parávamos em casa. Quando comecei a passar minhas responsabilidades para ela, foi possível perceber o peso da minha carga. Ela começou a se colocar no meu lugar e a me apoiar mais, se aproximando de mim”, contaColocando em prática os principais conselhos de especialistas, Eustáquio Machado, pai de uma criança de 6 e dois adolescentes de 12 e 13, faz questão de entrar no mundo dos filhos: “Faço isso como se eu tivesse a mesma idade, discutindo e conversando no território deles. Assisto a filmes voltados para o público adolescente vibrando com aquilo. Faço disputas com eles como se fosse um colega num determinado desafio. Sei que é uma das fases mais complicadas da vida, por isso tento me lembrar da minha época, de como eu gostaria que meu pai fizesse comigo”, conta.

O temido distanciamento

A adolescência é uma fase em que os filhos saem do seio familiar para descobrir o mundo e a si mesmos. É comum que haja um afastamento, já que eles se interessam mais por estar com outros jovens da mesma faixa etária, dividindo interesses e visões de mundo. E isso é completamente normal.

O problema, cada vez mais presente, é quando o adolescente se afasta demais dos pais e passa a ignorá-los. Nessa hora, é necessário voltar ao ponto de partida e entender o que ocasionou tal afastamento e, principalmente, o que tem fomentado essa atitude.A dificuldade na convivência pode partir das duas partes, como afirma o psicólogo, psicanalista e professor universitário Alessandro Pereira dos Santos. “Vivemos um tempo em que a paternidade e a maternidade estão em questão. O comportamento dos pais na atualidade também sofreu e sofre uma série de impactos. A superficialidade está tanto nos filhos quanto nos pais. Os motivos de um distanciamento podem ser vários, entre eles o trabalho, os estudos, o consumo, o modelo de relacionamento, o não acompanhamento dos filhos, a terceirização da educação e do cuidado para terceiros… São vários os fatores que podem resultar nesse problema”, explica.

INTERNET Outra causa pode ser o uso excessivo da internet, um drama que atinge mais e mais famílias com o passar do tempo. O contato com a tecnologia é inevitável, e pode ser muito benéfico para todas as partes. Proibir não é o caminho, mas o uso deve ser muito bem observado, principalmente na infância. Uma criança que fica tempo demais na internet pode se transformar em um adolescente fechado, com dificuldade para interagir socialmente. “Não existe uma medida-padrão, mas é importante verificar se as crianças conseguem estabelecer relações e práticas no campo não virtual. Se conseguem brincar, dialogar e interagir. Por vezes, os pais oferecerem acesso ao mundo virtual como uma forma de docilizar as crianças. Não estabelecer limites ou deixá-las entregues à internet apenas para que elas fiquem quietas é um erro”, alerta o especialista.Quando o problema já é uma realidade na adolescência e os filhos já estão distantes demais, a dica do psicólogo é evitar discussões e arbitrariedades: “É fundamental não estabelecer uma concorrência ou polarização, como por exemplo: ‘Ou nós, ou o mundo virtual’. É importante investir nas relações, no contato, no querer saber do outro. Não de modo utópico ou pedagógico, mas uma prática cotidiana. Um modo de mostrar aos adolescentes e jovens que a relação com os pais pode ser algo interessante”, aconselha Alessandro, que salienta que a simples censura, cerceamento ou competição traz ainda mais afastamento entre pais e filhos.

CONFIDENTES Shirleide Rocha e a filha Thalyta, de 22 anos, conseguiram superar o distanciamento e as diferenças e ficaram mais amigas e confidentes. Com isso, o convívio e a presença foram melhorando. Hoje, casada e mãe de um bebê de três meses, Thalyta desfruta de uma relação próxima e harmoniosa com a mãe. “Agora que me casei, nossa convivência só melhorou. Ela e meu pai sempre nos orientam quando passamos por alguma situação complicada, e com a chegada do meu filho consigo compreender muito melhor como é essa fase de ser responsável por um ser. Agora, sim, sei valorizar muito mais tudo o que eles fizeram e quero ser para o meu filho o que eles foram para mim”, diz.

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Segundo o jornalista, há três anos Vinícius Bonner luta contra o roubo de seus dados e consequentes golpes

O jornalista William Bonner usou sua conta no Twitter para denunciar o uso indevido dos dados de seu filho para obtenção do auxílio emergencial do governo na pandemia. Segundo ele, golpistas se apropriaram do número do CPF de Vinícius Bonner para conseguir o benefício de 600 reais.Ainda de acordo com o relato, a família consultou o site do Dataprev, que reúne os dados e status das solicitações do auxílio, e o saque estava autorizado. “O fraudador provavelmente indicou que não tinha conta bancária e abriu a conta específica da Caixa – a que, obviamente, meu filho não tem acesso. Portanto, sequer sabemos se o dinheiro foi depositado e se foi sacado”, explicou.“Quantos entre esses foram vítimas de fraudadores, como aconteceu com meu filho? Quantos entre esses realmente fraudaram o programa? Meu filho não fraudou, é vítima e pode provar”, diz.  Ainda de acordo com o apresentador do JN, uma nova queixa-crime sobre o caso será aberta e eles esperam a apuração do caso. “De nossa parte, apresentaremos nova queixa-crime. Da parte dos gestores do auxílio emergencial, esperamos apuração rápida da fraude, para que se resguardem o patrimônio público e a confiança dos cidadãos nos mecanismos de controle desse programa.” Segundo Bonner, essa não é a primeira vez que o filho cai em golpes que usam seus dados. Há três anos a família atua ao lado de advogados para resolver outras situações semelhantes, como contratação e negociação de serviços a partir dos dados de Vinícius. A troca de CPF já chegou, inclusive, a ser cogitada como forma de resolver o problema

FRAUDES NO AUXÍLIO EMERGENCIAL

Em outro trecho do pronunciamento, Bonner retoma a questão das fraudes no sistema do auxílio emergencial. “Pelos critérios do programa de auxílio emergencial, alguém nas condições sócio-econômicas do meu filho não tem direito aos 600 reais da ajuda. Portanto, quem quer que viesse a usar o nome, o CPF e dados pessoais dele deveria receber como resposta ao pleito um ‘não’. Mas, pelo que vimos ao consultar o site do Dataprev, o pedido de auxílio feito por um fraudador foi aprovado”, destacou. Há semanas, revistas e jornais vêm denunciando a insegurança e ineficácia do sistema de concessão de auxílio. Benefícios duplicados, pessoas se passando por outras e até inscrição de militares vieram à tona. Enquanto isso, muitos brasileiros que realmente precisam da renda não conseguem obtê-la por supostas irregularidades na inscrição. O Governo Federal, em outras ocasiões, se pronunciou dizendo que está fazendo o possível para identificar e impedir novas fraudes.

claudia

Temos cerca de 150 mil fios de cabelo no couro cabeludo, crescendo e caindo num ciclo constante durante toda nossa vida. Esses fios partem de uma estrutura chamada folículo pilo-sebáceo e dentro de cada folículo podemos ter de duas a quatro hastes capilares. Os fios de cabelo têm um ciclo caracterizado por três fases: anágena, que de crescimento; catágena, de transição e telógena, de repouso. A fase de crescimento, numa situação normal, dura cerca de quatro anos, enquanto a fase de transição leva semanas e a fase de repouso, de dois a quatro meses. Cerca de 85% dos cabelos localizados no couro cabeludo estão na fase anágena e 15% estão entre a fase catágena e telógena. Quando entra na fase de transição e repouso, o fio cai e volta a nascer, prosseguindo novamente na fase de crescimento. Esse ciclo pode ser alterado por doenças como anemiahipertireoidismo e hipotireoidismo, além de dietas restritivas, remédios e variações hormonais e estresse.

Os hormônios mais importantes relacionados ao cabelo são os masculinos que nós mulheres carregamos, como  a testosterona, deidroepiandrosterona, entre outros. Os hormônios da tireoide, quando baixos ou altos, também interferem na saúde do cabelo e no ciclo capilar. cortisol, que é um hormônio relacionado ao estresse, é outro que impacta na qualidade do fio e nas mudanças do ciclo capilar.

Os hormônios androgênicos, os masculinos, estão relacionados também aos casos de calvície. Essa queda de cabelo é a mais prevalente, atingindo cerca de 80% dos homens e 40% das mulheres. Nos homens, a calvície tem um padrão bem conhecido, comprometendo as entradas e o vértex, enquanto nas mulheres ela é difusa, atingindo mais o topo da cabeça. A calvície, tanto em homens quanto em mulheres, não acontecerá se não forem produzidos esses hormônios androgênicos. Os níveis de hormônios masculinos não estão aumentados na calvície, porém quando a testosterona chega no folículo pilosebáceo, é transformada em dihidrotestosterona e entra no núcleo celular e provoca o afinamento e queda do fio. Há estudos que demonstram que mulheres com ovário policístico, que deixa os hormônios androgênicos aumentados, podem desenvolver a alopecia androgenética. Outras doenças onde esses hormônios estão aumentados como alteração congênita tardia da glândula adrenal e tumores do ovário também podem causar essa forma de calvície.

Stress: outro inimigo

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A pandemia instituiu o paradoxo do Dia do Abraço, mas o carinho pode ser virtua

Até 2020, a distância social, praticada com maior frequência na cultura nórdica, era alvo de críticas, especialmente de pessoas mais amorosas. Uma das quedas de protocolo mais marcantes da vida da princesa Diana foi justamente a de cumprimentar afetuosamente as pessoas, rompendo com a distância física esperada da realeza. A questão da proximidade e de troca de carinho em público virou também um dos ‘defeitos’ apontados em Meghan Markle. Tudo mudou com o novo coronavírus. Agora, evitar os toques ou estar muito perto das pessoas pode custar vidas. E o peso emocional da distância já tem afetado muita gente. Por isso, o Dia Mundial do Abraço, celebrado no dia 22 de maio há 16 anos, marca um novo momento. Ele hoje é virtual, mas com a mesma importância. Se não, maior. Dia Mundial do Abraço surgiu na Austrália, por iniciativa de uma campanha de 2004, quando Juan Man começou a oferecer ‘abraços de graça’ no centro de Sydney, a maior cidade do país. Man tomou a iniciativa ao vencer uma fase de depressão e solidão e decidiu que o carinho aleatório, mesmo de uma pessoa estranha, poderia salvar vidas ao demonstrar, simplesmente, carinho.  “Eu estava em uma festa e uma pessoa desconhecida veio até a mim e me abraçou. Me senti como um Rei, foi o melhor sentimento que tive”, ele contou na época.

Juan Man em 2012 (Patrick Riviere/Getty Images/Getty Images)

Com o cartaz ‘abraços grátis’,  Mann começou a receber e dar abraços nas pessoas nas ruas e ganhou notoriedade. Em 2006, a banda australiana, Sick Puppies, postou um vídeo no Youtube com a música “All the Same”, mostrando o movimento e viralizou. Até hoje é um dos mais assistidos do site, com mais 1 milhão  de visualizações. A proposta do dia é de dar exemplo com um ato de bondade para fazer com que as pessoas se sintam melhor. Com a pandemia e a mudança de costumes, o contato físico não é recomendado.  Porém, o virtual, é absolutamente gratuito. Se sintam abraçadas!

claudia

Neste domingo (24) chega ao fim a segunda temporada de Unidade Básica, série do canal Universal TV que aborda a rotina de uma UBS situada em um bairro da periferia de São Paulo. No ar desde 3 de maio, a temporada traz como protagonistas a Dr. Laura, interpretada por Ana Petta, e o Dr. Paulo, papel de Caco Ciocler.

Para os dois episódios finais, exibidos a partir das 23h do domingo, Laura, Paulo e os demais membros da equipe médica da Unidade enfrentarão questões complexas. No penúltimo, a maternidade é o tema a partir de dois casos bem distintos: de um lado, uma jovem grávida que não deseja ser mãe, do outro, uma mulher que, mesmo em situação de rua com o marido, anseia pela chegada do filho. E, fechando a temporada, um caso de violência doméstica entre um paciente de longa data do Dr. Paulo e sua esposa, atendida pela Dr. Laura traz um conflito de interesses que mina a equipe da UBS e pode pôr em risco a vida dos envolvidos. Sobre este episódio, Ana Petta afirmou que “a violência contra a mulher e os números de feminicídios têm crescido durante a pandemia. A série traz no seu último episódio da temporada essa questão urgente. Posso adiantar que esse caso vai tocar profundamente a Laura como médica e mulher”. Sua irmã, Helena Petta, uma das idealizadoras da série completou: “A ficção busca abordar temas importantes e urgentes. Nesses dois últimos episódios falaremos como as mulheres estão mais vulneráveis a todos os tipos de violência. Esperamos contribuir de alguma forma com este debate fundamental nos dias atuais.”

Unidade Básica é produzida pela Gullane e tem a direção geral de Caroline Fioratti. A ficção foi idealizada pelas irmãs Petta e o roteirista Newton Cannito. Inspirada em fatos reais, a série acompanha a rotina de trabalho de profissionais de saúde, como médicos, enfermeiros e agentes comunitários que atuam em uma Unidade Básica de Saúde, cujo objetivo é oferecer atendimento à população.

claudia

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