Ateliê Geilson

Natura

Natália Calçados

CLIQUE NA IMAGEM PARA AMPLIAR

  • 28
  • 22
  • 24
  • 20
  • 11
  • 09
  • 11
  • 01
  • 29
  • 03
  • 04
  • 05
  • 07
  • 02

Supermercado

Portal Correio-PB

 
CLIQUE E ACESSE!
 

 Para visualizar este conteúdo corretamente, é necessário ter oFlash Player instalado. 

REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

Por Valdete Souto Severo

A Lei 13.467/2017, conhecida “reforma trabalhista”, promoveu, dentre tantos desmanches, ataque visceral e perverso à organização coletiva das trabalhadoras e dos trabalhadores. A perversão está no argumento da valorização da autonomia coletiva da vontade, como se houvesse autonomia coletiva da vontade em uma lógica de desemprego estrutural e de ausência completa de garantias efetivas contra a perda do trabalho. Basta. Uma singela análise das normas coletivas fixadas para as principais categorias profissionais do país nos últimos anos, antes mesmo da “reforma”, para percebermos que pouco há de “negociação” efetiva. No mais das vezes, as normas apenas repetem texto de lei e garantem reposição salarial, quando não servem de instrumento para a renúncia a direitos fundamentais.

O que aqui importa ressaltar é que a Lei 13.467não apenas deixa de corrigir problemas efetivamente existentes na CLT, que mantêm o sindicato atrelado ao Estado apesar da ordem constitucional vigente desde 1988, como também cria novos e graves entraves à atuação coletiva da classe trabalhadora.

Por mais que se tente minimizar, o prejuízo que decorre da reforma trabalhista é gigantesco e ainda está sendo contabilizado.

É claro que a forma assustadoramente veloz e tranquila, da perspectiva da resistência que lhe poderia ter sido oposta, com que a “reforma” foi aprovada, acabou impondo aos sindicatos o repensar da forma como a mobilização, e sobretudo a identidade de classe, vinha sendo construída e vivenciada. Um repensar necessário e urgente. Mas também é verdade que o ataque foi tão perversamente completo, que reagir ao desmanche será tarefa árdua.

E não se trata apenas do reconhecimento da falsidade da premissa do “negociado sobre o legislado”, fórmula retórica através da qual uma lei estabelece o que e como os direitos trabalhistas devem ser “negociados”, sempre, é claro, sob a perspectiva da redução e da supressão do mínimo constitucionalmente assegurado, invertendo completamente a lógica que alça as convenções e acordos coletivos a direito fundamental da classe trabalhadora.

Esse é sem dúvida um ponto importante, pois ao colocar os sindicatos na posição de “negociadores” capazes de suprimir direitos (artigo 611A da CLT), a lei subverte a razão histórica pela qual existem normas coletivas: a melhoria do patamar mínimo de direitos garantido por lei.

E esse é apenas um dos tantos pontos em que a “reforma” passa uma rasteira na luta sindical, buscando claramente aniquilar a força coletiva da classe trabalhadora.

Continue lendo

Marcha Mulheres Contra Bolsonaro vai às ruas nesta sexta-feira e promete coro contra a retirada de direitos.

No dia 13 de fevereiro de 2015, as mulheres protagonizaram – com rapidez impressionante – atos por todo o Brasil em oposição ao então presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (MDB). Cunha articulara a aprovação de um projeto de lei restringindo o acesso de vítimas de estupro a cuidados básicos, além de dificultar o acesso à pílula do dia seguinte. “Cunha sai, a pílula fica” e “Meu útero não é da Suíça para ser da sua conta” eram alguns dos bordões das manifestações. Mas o movimento ficou de fato conhecido como “Mulheres contra Cunha”, e foi eficiente em impedir que o projeto fosse adiante, além de lançar fogo em direção a uma peça chave no iminente impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff. Esse foi um dos momentos mais potentes do movimento feminista nos últimos anos, e talvez o mais efetivo. Nos atos do 8 de março deste ano, Dia Internacional da Mulher, elas reeditam o lema, agora em oposição ao que consideram a maior ameaça: o próprio presidente Jair Bolsonaro (PSL). “Mulheres contra Bolsonaro” pretende ser, no entanto, mais do que um movimento contra a figura do presidente, mas contra a pauta conservadora e moralista que ele e sua base representam neste momento. A defesa de uma “previdência pública, solidária e universal” está entre as principais bandeiras. A expectativa dos movimentos sociais é que o 8 de março, a exemplo de outros anos, inaugure uma agenda de protestos contra a proposta de Reforma da Previdência feita pelo governo.“As empresas devem muito ao governo, mas quem vai pagar a conta somos nós, trabalhadoras e trabalhadores. Avaliamos que a democracia, de modo geral, está fraca.morte da Marielle fere a democracia, assim como o Lula não poder ser presidente e um candidato ganhar as eleições em cima de fraudes. A democracia já deve muito às mulheres, e quanto menor, pior para nós”, afirma Sônia Coelho, da Sempreviva Organização Feminista (SOF).

Repressão

Uma única vez, em 2007, quando o ato do 8 março criticou o presidente dos Estados Unidos, na época George W. Bush, houve repressão às mulheres. De modo geral, elas sempre puderam sair às ruas no Brasil no 8 de março sem enfrentar problemas. Hoje, a organização leva em conta esse histórico, mas elas não desconsideram que o Brasil atravessa diversas mudanças sociais, e que os ativistas estão cada vez mais em risco.

cartacapital.

Nos dois primeiros meses de mandato, o governo Bolsonaro não conseguiu melhorar as expectativas quanto ao dinamismo da economia, acorrentada a um PIB que em 2018 estacionou no mesmo patamar de seis anos atrás, segundo o IBGE. Entre dezembro e janeiro, o desemprego aumentou de 11,6% para 11,9% e não se vislumbra nas manifestações e iniciativas governamentais relacionadas à área econômica nenhuma proposta capaz de mudar a situação. Como se isso fosse pouco, governo, militares e Congresso dedicam-se a desnacionalizar e a extirpar do País empresas, tecnologias e riquezas vitais para o dia ainda longínquo em que o Brasil reencontrará o crescimento. Destaca-se nessa dilapidação o aniquilamento da Petrobras, a maior empresa do Brasil e uma das mais importantes do mundo, motor da maior cadeia produtiva de óleo e gás, geradora de nada menos que 10% do PIB e 15% do investimento total. Um trabalho conduzido, por mais incrível que pareça, pela própria direção da estatal mostra com riqueza de detalhes uma análise realizada pela Associação dos Engenheiros da Petrobras e divulgada em vídeo sobre as consequências da estratégia de gestão adotada a partir de 2015, com a manipulação de indicadores e de informações para adequação dos objetivos aos interesses dos concorrentes, incluída aí a criação do “mito da Petrobras quebrada”. O que a administração da companhia tem feito, é possível inferir do trabalho da Aepet, parece mais sabotagem.
Vergonhoso para a maioria da nação brasileira, vermos estes desequilibros das autoridades que estão nos poderes.”
Um ponto adicional da previdência privada: ao contrário do que se pensa, nem todo o valor investido poderá ser resgatado.

Apresentada há poucas semanas, a proposta de Reforma da Previdência de Jair Bolsonaro e Paulo Guedes consegue ser pior do que a de Michel Temer. Aumenta para 40 anos a contribuição para que se possa receber aposentadoria integral, corta os benefícios por invalidez e pensões por morte e diminui para menos da metade de um salário mínimo o valor pago a idosos pobres.Entretanto, o ataque a longo prazo mais profundo é o que prevê a transferência do regime previdenciário para a capitalização. Ao contrário do sistema de solidariedade entre gerações que vigora hoje no Brasil, na capitalização é a poupança individual de cada trabalhador que custeia no fim da vida a sua própria aposentadoria. Esse é o centro da reforma. A proposta é tornar as condições de aposentadoria pelo INSS tão difíceis e desvantajosas que levem os trabalhadores com melhor condição de renda e estabilidade no emprego a migrar para a previdência privada.

Os que não tiverem essa escolha – a maioria esmagadora – serão relegados a receber benefícios assistenciais desvinculados do salário mínimo, ou seja, condenados a viver sem nenhuma dignidade ou a trabalhar até morrer para ter alguma. Na prática, o que se pretende é o fim da Previdência pública, já que com a redução drástica das contribuições do empregador e das empresas, decorrentes da tendência à capitalização individual, o INSS pode tornar-se – aí sim! – insolvente. Nos anos 1980, o ditador Augusto Pinochet transformou em capitalização o regime previdenciário do Chile. Na época, seu governo, assessorado por um time de economistas liberais de Chicago, vendeu a ideia de que a solução para a crise fiscal do Estado e para ativar a economia era acabar com a Previdência pública. Um desses Chicago Boys era ninguém menos que o atual ministro da Economia de Bolsonaro, Paulo Guedes, que trabalhou no Chile a convite do grupo político do ditador. Guedes já disse que o fato de colaborar com uma ditadura com mais de 40 mil executados, desaparecidos e torturados era “irrelevante do ponto de vista intelectual”.

FOTO: CARL DE SOUZA/AFP

Quatro décadas depois, o preço da reforma chilena é devastador. Oito de cada dez aposentados pelo novo sistema recebem menos de um salário mínimo de pensão e 44% deles estão abaixo da linha da pobreza. Semelhante à proposta de Bolsonaro e Guedes, a previdência chilena isenta o Estado e os empregadores e é exclusivamente custeada pelos próprios trabalhadores.

Continue lendo

Maria Lucia Fatorelli durante audiência pública no Senado Federal, em Brasília (DF) - Créditos: Ana Volpe/Agência Senado
Maria Lucia Fatorelli durante audiência pública no Senado Federal, em Brasília (DF)
/ Ana Volpe/Agência Senado

O cenário de crise econômica que se alastra pelo país nos últimos anos toma fôlego com a política monetária do Banco Central, ponta de lança do processo que vem provocando a quebra da economia e os altos índices de desemprego em cadeia nacional. A leitura é da auditora fiscal Maria Lucia Fattorelli, fundadora e coordenadora da Auditoria Cidadã da Dívida,movimento que atua em prol da transparência nas finanças públicas.

Em entrevista ao Brasil de Fato, a auditora destaca a preocupação com a supremacia dos bancos ao longo de diferentes governos, critica o discurso oficial de defesa da reforma da Previdência e sustenta: “Querem deixar o nosso povo acreditando nas sombras. A gente tem que sair da caverna e enxergar nossas potencialidades”.  

Confira a seguir os principais trechos da entrevista.

Brasil de Fato: dando um panorama da crise econômica atual, quais fatores teriam sido primordiais pra colocar o país nesse caminho?

Maria Lucia Fattorelli: Na nossa opinião, foi a política monetária do Banco Central (BC). A partir de 2013, ele começou a subir as taxas de juros em todas as reuniões até chegar em 14,25%, que é um absurdo, uma taxa extremamente alta e, quando chegou nesse valor, ficou nesse patamar por mais de um ano. Em março de 2013, estava 7,25%; em abril, foi pra 7,50%; em maio, pra 8%; em julho, pra 8,50%; em agosto, pra 9%; em novembro pra 10%; em abril de 2014, 11%; em janeiro de 2015, já estava em 12,25%; abril, 13,25%; e julho, 14,25% [novamente]. Veja bem, ficou em 14,25% até outubro de 2016.

Demorou muito pra cair também, então, ao mesmo tempo em que o BC começou a acelerar a taxa básica, ele aumentou as compromissadas [modalidade de operação de investimento em que o BC vende ou compra títulos públicos com a responsabilidade de recomprá-los ou revendê-los em uma data futura], o que é, na prática, a remuneração da sobra de caixa dos bancos, em que ele enxuga moeda e entrega título da dívida.

As compromissadas atingiram R$ 1 trilhão no início de 2016, então, uma coisa combinada com a outra significou uma escassez de moeda brutal no mercado. E qual a consequência disso? Os bancos, com toda a sobra que têm pra emprestar, em vez de emprestarem pras indústrias, para o comércio, pras pessoas, para a atividade econômica do país, preferiram colocar no BC, porque a taxa de juros estava alta demais e no BC eles não perdem um dia. Então, eles preferiram pôr essa montanha de dinheiro no BC do que remunerar diariamente, e a indústria, o comércio, todas as empresas, que precisam de crédito, começaram a quebrar porque o crédito ficou alto demais.

Os juros de mercado foram pra mais de 220%, 300% ao ano, e aí a quebradeira de indústria, de estabelecimentos comerciais jogou o povo no desemprego. Em 2015, tivemos um desemprego recorde. E aí o governo, pra não enfrentar a benesse do mercado financeiro, a política monetária do BC, ainda veio com as desonerações [incentivos fiscais para produtos ou operações], ainda no tempo da Dilma. Isso aí agravou mais porque diminui mais ainda a arrecadação e não resolveu o problema das empresas porque elas precisavam de crédito pra financiar sua atividade. A desoneração beneficiou só algumas que já estavam no ponto de vender e distribuir seus produtos.

Então, o que provocou a crise aqui no Brasil foi essa política monetária, e ninguém olha pra ela. Ela não é ensinada nas escolas. Enquanto estavam todos os jornais todo dia dando notícias de Lava Jato, de impeachment da Dilma, o BC estava fazendo essa política, que transferiu um valor brutal de recursos pro setor financeiro.

Além desses fatores que você mencionou, tem alguma outra coisa que ajuda a mover a engrenagem da crise econômica?

Isso daí é o principal. A partir daí, vai desorganizando. Um outro fator é o modelo tributário no Brasil, que penaliza muito a classe trabalhadora, as classes média e baixa, e são as pessoas que tudo que ganham volta pra economia. O salário aqui no Brasil é tão baixo que classes média e baixa têm muito pouca capacidade de fazer poupança. E como que é o nosso modelo tributário? Ele não tributa as grandes rendas, as grandes faixas de renda, e aí isso desorganiza mais ainda a economia, abre mão de uma arrecadação enorme, de arrecadação dos tributos que poderiam incidir sobre o lucro distribuído, sobre as heranças, as fortunas, e isso também desorganiza muito a economia. 

Por que o Brasil, que é conhecido mundialmente como um país de grandes riquezas, amarga esta crise econômica atual? Que tipo de ideologia econômica nos trouxe a esse processo?  

Continue lendo

Flávia Alessandra mostrou todo seu charme em ensaio de campanha de óculos, realizado no Rio de Janeiro. A estrela posou com peças da linha assinada por ela. Chamada de Moments, a campanha da coleção Bulget by Flávia Alessandra apresenta um mood intimista e reflexivo e buscou retratar a atriz em cenas que traduzem alguns dos seus próprios momentos. “Por ser mãe é um pouco difícil ter um momento totalmente meu. Acredito que quando tiro um tempo no banho acaba sendo um momento mais introspectivo, no qual dou uma desacelerada na correria do dia a dia. Mas, eu amo ficar com as minhas filhas e marido, nós compartilhamos muitos momentos juntos e há um relaxamento envolvido por trás de toda a agitação”, explica. As fotos destacam os novos óculos da linha assinada por Flávia para a Bulget Occhiali, marca de óculos do grupo GO Eyewear. Entre os preferidos de Flávia para a temporada estão os óculos com shape gatinho.

Flávia Alessandra (Foto: Leo Lemos)
Flávia Alessandra (Foto: Leo Lemos)
Flávia Alessandra (Foto: Leo Lemos)
Flávia Alessandra (Foto: Leo Lemos)
Flávia Alessandra (Foto: Leo Lemos)
Flávia Alessandra (Foto: Leo Lemos)
revistaquem.
Giovana Cordeiro (Foto: Moises Almeida)

Giovana Cordeiro está radiante com a volta às novelas. Depois do sucesso em O Outro Lado do Paraíso (2017) e de uma breve participação em Malhação – Vidas Brasileiras, a atriz fará Verão 90, nova novela das 7, que estreia em janeiro. Na trama, que é ambientada na década de 1990, ela interpretará Moana, melhor amiga de João (Rafael Vitti), um dos protagonistas da história. Para o papel, ela adianta que terá que passar por uma transformação no visual. “Quero que a Moana seja mais solar”, diz.

No bate-papo, ela também falou sobre o processo de transição capilar e falou de uma vontade para o futuro: “Apesar de usar o cabelo longo, sou louca por cabelo curto. Quando eu usava ele liso, cheguei a cortá-lo acima dos ombros. Sou muito mais fã dos cabelos curtos. Sou doida para cortar joãozinho”.

QUEM: Você está escalada para Verão 90 e fará a personagem Moana. O que pode adiantar deste trabalho?
GIOVANA CORDEIRO:
 A novela vai ser bem solar, bem pra cima e vai retratar o verão carioca. Por ser ambientada na década de 90, época que foi muito importante politicamente, para a tecnologia, para o meio artístico… A ênfase [da trama] estará nesses setores. Serei a Moana, uma menina que será parceiraça do personagem João, vivido pelo Rafa Vitti. Estou feliz em fazer mais uma parceria com ele. A Moana corre atrás do que quer e estuda jornalismo. Ela vai estar sempre ao lado do João. Ainda não comecei a gravar. Acho que novela vai ser um sucesso. A moda era é linda, o elenco é lindo. Estou muito animada

Giovana Cordeiro: Antes e depois da transição capilar (Foto: Reprodução/Instagram)

Seu cabelo cacheado é muito elogiado. Sempre foi assim?
Alisei o cabelo muito cedo, aos 12, 13 anos. Antes disso, era muito trabalhoso para cuidar. Todo mundo alisava o cabelo, fazia chapinha. Entrei nessa onda porque achava mais prático e mais bonito. Hoje em dia, meu cabelo é elogiado e acho curioso isso. Antes, achava ele muito volumoso, armado. Entrei na onda e quase todo mundo alisou o cabelo. Não lembrava como era o meu cabelo 100%. Aos 17 anos, parei de fazer progressiva e demorei três anos para que meu cabelo voltasse a ser 100% natural. Aprendo a cuidar dele a cada dia. Se eu mudo o corte, o creme ou o leave-in tenho que adaptar e ter outros forma de cuidar dele. É uma adaptação. Durante a transição também é uma eterna adaptação porque a cada semana está diferente.

Vai passar por alguma mudança pra Moana?
Vou passar por uma mudança, sim. Acredito que a caracterização vai pedir e eu vou propor também. Já fiz Rock StoryO Outro Lado do Paraíso e Malhação com o mesmo cabelo. Em Malhação, estava com os fios mais curtos, mas era o mesmo tom. Quero trazer uma coisa mais solar para a Moana.

Giovana Cordeiro (Foto: Moises Almeida)

Já pensou em radicalizar?
Apesar de usar o cabelo longo, sou louca por cabelo curto. Quando eu usava ele liso, cheguei a cortá-lo acima dos ombros. Sou muito mais fã dos cabelos curtos. Sou doida para cortar joãozinho. Acho lindo, charmoso e tenho curiosidade de ver como ficaria em mim. Também tenho vontade de pintar. Meu cabelo é virgem de tinturas.

O ano de 2018 teve bastante trabalho para você. Que balanço faz do ano? Qual sua meta pra 2019?
Realmente, 2018 foi um ano importante de amadurecimento pessoal e profissional. Fiz O Outro Lado do ParaísoMalhação e, agora Verão 90. A Moana chegou aos 45 do segundo tempo e me surpreendeu. Espero que em 2019 eu esteja mais firme e madura para os trabalhos. Meu trabalho interfere muito na minha vida pessoal. Com ele, consigo ajudar a minha família.

Giovana Cordeiro (Foto: Moises Almeida)
revistaquem

Yasmin Brunet tem um dos cabelos mais elogiados do mundo das celebridades. A modelo, que mantém os fios bem longos, na cintura, contou à QUEM, que pensa em mudar o penteado um dia. “Eu penso em cortar, sim. Acho que vai ter uma hora que vai me dar uma louca e eu vou me revoltar e cortar ele bem curto. Corto uma vez por ano só”, declarou a loira na inauguração de um salão de beleza em São Paulo, na noite desta terça-feira (19).

Yasmin Brunet (Foto: Manuela Scarpa/Brazil News)
Yasmin Brunet (Foto: Manuela Scarpa/Brazil News)
Thais Fersoza e Michel Teló (Foto: Reprodução / Instagram)

Thais Fersoza aproveitou o sábado (9) ensolarado no Rio de Janeiro para contemplar a beleza da cidade ao lado do marido, Michel Teló. No Instagram, a atriz publicou uma foto em que aparece coladinha no amado. “Sem palavras… e olha q eu não sou de não ter hein?!? Hahaha BOM SABADÃO PRA NÓS… e vem q vem 2019! To ansiosa por vc!”, disse ela na legenda. A publicação, com o cenário paradisíaco, encantou os seguidores. Em apenas três minutos, a foto já angariava mais de 13 mil curtidas, com muitos elogios. Poucos minutos depois, foi a vez do sertanejo declarar o seu amor. Ele, porém, elogiou Thais em sua publicação.  “Sobre o dia da mulher, com a da minha vida”, disse ele, no clique em que aparece abraçado à atriz .Recentemente, Thais relembrou um momento fofo ao lado do marido, Michel Teló, com quem tem Melinda e Teodoro. A atriz usou o mesmo anel que estava em seu dedo no primeiro encontro com o sertanejo e festejou o simbolismo do momento. “Esse anel esteve presente no nosso primeiro encontro.. eu nunca desfiz dele e minha vontade (e vou fazer!) é passar pra Melinda pra que ela também tenha a benção que eu tive de encontrar o amor da minha vida!”, contou.

revistaquem
Gabriela BBB19

Gabriela BBB19 (Reprodução)

Na manhã desta sábado (09), logo após o toque de despertar no BBB19Gabriela enquanto aguardava para fazer o raio-x sentada no sofá da sala, observou e falou para Rízia, Hariany e Paula que gostaria de ter a disposição de Carolina para malhar logo após acordar. “Que isso mulher?”, disparou Gabriela ao vêr Carol no jardim. “Já está no pique”, disse Rízia. “Quando crescer quero ser igual a Peixinho. Minha meta para 2019”, disse a paulista ao observar a baiana correndo no jardim. “No pique! Que massa”, concordou Hariany. Carol foi a primeira sister que acordou na casa. Ela preparou um café da manhã, logo em seguida vestiu uma roupa de ginástica e foi malhar. Enquanto a sister se alongava, os demais participantes ainda permaneciam dormindo e só acordaram após o toque de despertar. A baiana pode ser indicada ao paredão após Danrley ter atendido o Big Fone. O carioca teve que colocar duas pulseiras, e escolheu Tereza e Carolina. No domingo ele escolhe uma das duas para indicar para a berlinda. Entretanto, Gabriela está imune por ter voltado do paredão falso.

observatoriodatelevisao

     Na manhã e na parte da tarde desta quarta-feira dia 07 de março, iniciou-se o ano letivo no Centro Municipal de Educação Infantil (CEMEI) Maria Helena Soares de Moura, e com ele novas expectativas, novos projetos e novos anseios.

    O centro conta com uma nova gestão, que preocupada em acolher pais e alunos não mediu esforços para deixar a escola bonita e organizada. Alunos e pais foram recepcionados com carro de som, a presença do prefeito, secretária de educação e o secretário de cultura Geilson Pereira que fez belos desenhos no prédio proporcionando um ambiente mais acolhedor e alegre para as crianças. Na parte da tarde estiveram presentem a secretária de educação Maria Lima, a pedagoga Salédja  Sales, a gestora Erbene Soares e os demais funcionários que recepcionaram os alunos e seu pais.

 

   

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

É nessa perspectiva, que toda equipe da CEMEI, inicia o ano letivo de 2019, objetivando a educação de qualidade e a garantia dos direitos da criança.

 

O blogdozefreitas.com.br – É da PAZ e do BEM.


Tudo isto e muito mais.

   

     Hoje Quinta-feira 07/03/2019. Foi dado a largada do ano letivo da Escola Municipal José Paulino De Siqueira.
Dando as boas vindas aos alunos da rede municipal com a Profissional de Educação Física, Professora: Nathalya Deijamily que foi convidada pela Diretora: Geiza Martins para falar um pouco da Importância do Exercício Físico e seus benefícios para saúde.  

    Fala da Professora: A prática de exercícios físicos é benéfica e recomendada para pessoas de diferentes idades, traz melhorias não somente estéticas, como de condicionamento para o praticante, e atribuindo prevenções de pressão arterial, diabetes, doença cardiovasculares, dentre outras.

     O blogdozefreitas.com.br – É da PAZ  E  DO  BEM.

Tudo isto e muito mais.

Em sessão solene em comemoração ao Dia Mundial das Doenças Raras, o ministro da Saúde destacou que o uso do ‘compartilhamento de risco’ é um marco no SUS, que terá início com a aquisição do medicamento spinraza

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, anunciou nesta quarta-feira (27) que a pasta irá adotar a modalidade de compartilhamento de risco na aquisição de medicamentos. Na prática, isso significa que o governo só pagará pelo medicamento se houver melhora do paciente. O nusinersen (spinraza), destinado ao tratamento da doença rara Atrofia Muscular Espinhal (AME), poderá ser a primeira medicação incluída no Sistema Único de Saúde (SUS) pelo viés da nova modalidade. Atualmente, o tratamento por paciente custa R$ 1,3 milhão por ano. A análise de sua possível incorporação deve ocorrer em março, pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (CONITEC).

Crédito: Erasmo Salomão

“Ao iniciarmos o trabalho à frente da Saúde, tomamos a decisão de fazer do spinraza a primeira medicação a ser incluída no nosso sistema de saúde por meio do compartilhamento de risco. Avançamos pouco na questão de como selecionar, incorporar, precificar e diluir o custo de novas tecnologias para a sociedade brasileira. Em doenças raras, o último capítulo foi o spinraza, que tem trazido uma gangorra de emoções às famílias e aos pacientes portadores da patologia”, ressaltou o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta.De acordo com o ministro, a nova modalidade de aquisição de medicamentos aproxima o Brasil de países que já utilizam essa modelagem, como Canadá, Itália, França, Espanha, Alemanha e Inglaterra. “Uma série de compromissos e resultados são colocados nessa tratativa. Isso induz o estado a monitorar os pacientes, e quando o medicamento não cumprir a função para qual foi indicado, esse risco de custo é compartilhado com o laboratório que propôs o tratamento”, explicou o ministro.O pedido de incorporação do spinraza será analisado na próxima reunião da CONITEC, em março, e deverá seguir, com celeridade, os demais trâmites previstos em lei. “O que está em discussão no mundo é para onde vai essa terapia. O nosso país, o nosso sistema, precisa urgentemente se colocar na linha da pesquisa genética humana”, disse o ministro.No Brasil, aproximadamente 13 milhões de pacientes têm doenças raras. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), 65 pessoas a cada 100 mil indivíduos vivem com essa condição. São cerca de 8 mil doenças raras no mundo, sendo que 80% decorrem de fatores genéticos e 20% estão distribuídos em causas ambientais, infecciosas e imunológicas.Desde 2014, o Brasil adota a Política Nacional de Atenção Integral às Pessoas com Doenças Raras, que visa organizar a rede de atendimento para prevenção, diagnóstico, tratamento e reabilitação, no âmbito do SUS. O objetivo da Política é melhorar o acesso aos serviços de saúde e à informação; reduzir a incapacidade causada por essas doenças; e contribuir para a melhoria da qualidade de vida das pessoas com doenças raras.

TRATAMENTO NO SUS

Atualmente, o SUS possui 40 Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) para tratamento de doenças raras, como Doença de Gaucher, Esclerose Múltipla, Fibrose Cística, Mucopolissacaridose I e II, Hepatite Autoimune, Lúpus Eritematoso Sistêmico, Esclerose Lateral Amiotrófica e Doença Falciforme (rara em algumas regiões). Do total de protocolos, 15 estão em fase de atualização. Também, desde 2014, a pasta incorporou 22 medicamentos para tratamento de diferentes doenças raras.   

Os protocolos trazem orientações para médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e demais profissionais de saúde sobre como realizar o diagnóstico, o tratamento e a reabilitação dos pacientes, bem como a assistência farmacêutica.

No SUS, o tratamento para doenças raras é feito por meio de avaliações individualizadas das equipes multidisciplinares nos diversos serviços de saúde do país, como unidades de atenção básica, hospitais universitários, centros especializados de reabilitação e atenção domiciliar. Além desses serviços, existem no país oito Serviços de Referência para Doenças Raras, localizados no Distrito Federal, Anápolis (GO), Recife (PE), Curitiba (PR), Rio de Janeiro, Porto Alegre (RS), Santo André (SP) e Salvador (BA). No ano de 2018, essas unidades registraram 3.483 avaliações clínicas para diagnóstico em doenças raras e 4.157 aconselhamentos genéticos. O Ministério da Saúde repassa anualmente R$ 26,17 milhões para o custeio dos serviços especializados.

Atendimento à imprensa
(61) 3315-3580 / 3315

Continue lendo

Os ministros da Educação, professor Ricardo Vélez Rodríguez, e da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, tiveram uma reunião na tarde desta quinta-feira, 28, no Ministério da Justiça, para conversar sobre o andamento do protocolo de intenções assinado em 14 de fevereiro. O objetivo do protocolo é apurar indícios de corrupção, desvios e outros tipos de atos lesivos à administração pública no âmbito do Ministério da Educação e de suas autarquias nas gestões anteriores. O acordo é o marco inicial para uma ampla investigação interministerial. O documento foi assinado pelos ministros da Educação, da Justiça, da Controladoria-Geral da União, Wagner Rosário, e pelo advogado-geral da União, André Mendonça. Na ocasião da assinatura, também estava presente o diretor-geral da Polícia Federal, Maurício Valeixo, que será peça fundamental na apuração dos fatos.

Apenas um mês após o início dos trabalhos no Legislativo, os parlamentares, mesmo aqueles eleitos sob o discurso de “renovação” e da “nova política”, não hesitaram em sair para o recesso do Carnaval, emendar a semana e totalizar 12 dias sem votação. Nesta quinta-feira (7), por exemplo, dos 594 deputados e senadores, apenas 21 haviam registrado presença até o meio da tarde. Os congressistas, porém, argumentam que não falta trabalho em suas bases eleitorais. O novo Congresso é considerado um dos mais renovados da história. O Senado renovou 59% das suas cadeiras, o mais alto índice pelo menos desde a redemocratização do país. Na Câmara, o percentual chegou a 52,5%, o maior desde 1994. Dos 567 parlamentares empossados em 1º de fevereiro, 118 deputados e dez senadores jamais haviam ocupado cargo eletivo. Tamanha mudança de nomes, no entanto, não acabou com uma velha tradição, a de enforcar a semana quando há algum feriado no meio dela. O feriadão foi determinado pelos presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP). As últimas sessões destinadas a votação no Congresso foram realizadas na quarta-feira da semana passada (27), e as próximas estão marcadas para a próxima terça (12).

“Dizer que o Congresso tem que trabalhar no Carnaval é querer demais. Tem que ser realista”, diz Petecão. Foto: Moreira Mariz/Ag. Senado

Procurado desde quarta-feira (6), Alcolumbre não foi encontrado pela reportagem em seu telefone pessoal. Sua assessoria de imprensa disse nesta quinta que não se trata de um “feriado prolongado”, uma vez que havia sessões não deliberativas – quando não há votações – no Congresso convocadas para hoje e amanhã (8). O senador, contudo, não retornou a Brasília após o Carnaval, tendo, ainda de acordo com sua assessoria, permanecido no Amapá. A previsão é que ele só volte à capital federal na segunda (11). Rodrigo Maia também não retornou o contato da reportagem. Com a suspensão das atividades nesta semana, a Câmara adiou para a próxima a instalação das comissões da Casa, inclusive a de Constituição e Justiça (CCJ), primeira parada da reforma da Previdência.

Nesta quinta, no Senado, a sessão foi aberta pouco depois das 14h, apenas para discursos. Até as 15h30, apenas quatro senadores haviam registrado presença na Casa e se inscrito para falar: Izalci Lucas (PSDB-DF), Reguffe (S/Partido-DF), Jorge Kajuru (PSB-GO) e Marcos do Val (PPS-ES). Na Câmara, neste mesmo horário, somente 17 deputados estavam por lá, segundo informações da Secretaria-Geral da Mesa.

“Querer demais”

senador Sérgio Petecão (PSD-AC), primeiro-secretário do Senado, uma espécie de prefeito da Casa, afirmou que seu gabinete no estado está cheio e completou: “Dizer que o Congresso tem que trabalhar no Carnaval é querer demais. Tem que ser realista. Ontem foi feriado [na verdade, o feriado foi na terça]. Ter que ir para Brasília hoje, para voltar para o estado amanhã é um gasto desnecessário”. O senador passa a semana no Acre. Os parlamentares recebem R$ 33.763 mil por mês, considerando o salário bruto, sem descontos. Apenas em vencimentos, cada congressista ganha R$ 1.125,43 por dia, mais que um salário mínimo, que é de R$ 954. Pelo feriado prolongado de 12 dias sem trabalhos legislativos, cada parlamentar deve embolsar R$ 13.505,46. A ONG Contas Abertas faz uma conta mais ampla: os sete dias úteis sem votação (quinta e sexta passadas, toda esta semana, com exceção de terça, que foi feriado, e a próxima segunda), de acordo com a organização, custam aos cofres públicos cerca de R$ 207,12 milhões. O secretário-geral da instituição, Gil Castello Branco, explica ter chegado a esse número a partir da soma dos orçamentos da Câmara e do Senado, dividida pelos 365 dias do ano, multiplicada pelos sete dias úteis. Para ele, as sessões não deliberativas “são uma simulação de funcionamento” e “valeria inclusive colocar no cálculo os finais de semana”. “Se considerássemos somente os dias úteis ao calcular o valor de um dia do Congresso – R$ 29.589.041,09 –, esse número seria muito maior”, afirmou. Continue lendo

Elas lideraram movimentos revolucionários em diversos âmbitos da sociedade, do direito ao voto a métodos contraceptivos

POR

 
Tata Pinheiro

Em todo dia 8 de março, as mulheres acordam com uma certeza: receberão algum mimo, geralmente flores; ouvirão algum discurso sobre terem força combinada com delicadeza e provavelmente alguma piada sobre tarefas domésticas. Mas o Dia Internacional da Mulher é celebrado mundialmente como um marco na luta por direitos humanos. A data nasceu de uma série de manifestações de mulheres por melhores condições de trabalho no século 20, e é utilizada para gerar reflexão sobre o longo caminho percorrido na trilha da igualdade entre homens e mulheres.Prova disso é a projeção feita pelo Fórum Econômico Mundial no fim de 2018: ainda serão necessários mais de dois séculos para haver igualdade entre os gêneros no trabalho. Já em outras áreas, como acesso a educação, saúde e representação política, as disparidades entre homens e mulheres precisarão de 108 anos para chegarem ao fim. Professoras e professores devem aproveitar a oportunidade para debater em sala de aula os direitos que já foram adquiridos desde 1911 e refletir sobre o que ainda pode e precisa ser feito para criar oportunidades dignas a todos os cidadãos e cidadãs. Avançamos muito, mas as mulheres ainda têm sobrecarga maior de trabalho doméstico, salários mais baixos para funções de mesmo nível, e sofrem violências motivadas por gênero. Trabalhar esta data nas escolas é retomar essas problemáticas doloridas e formar cidadãos mais conscientes e capazes de mudar essa realidade”, aponta Veridiana Campos, doutora em Sociologia e especialista em desigualdade de gênero.Veridiana explica que os meninos são parte fundamental do debate. “As escolas também podem aproveitar para discutir conceitos de feminilidade e masculinidade, e repensar a criação de meninas e meninos, desassociando os universos culturalmente atribuídos a cada gênero, como profissões de exatas e atividades de força destinadas para meninos e profissões de humanas e atividades domésticas destinadas a meninas”, sugere. Para contribuir com o debate em sala, preparamos uma lista com as principais conquistas femininas ao longo do tempo e os motivos que as tornam tão importantes na história. Confira no infográfico abaixo.

Por trabalho

Continue lendo

Débora Nascimento
Débora Nascimento (FOTO: Reprodução/Instagram)

Seja por aqui ou por outros veículos de mídia, você certamente já leu várias matérias em que internautas exaltam as mais curvilíneas e ‘perfeitas’ formas dos corpos das celebridades. Em contrapartida, a mensagem passada por Débora Nascimento quebra um pouco esse paradigma enraizado. Na terça-feira (22), a atriz compartilhou foto de um bumbum feminino, com as estrias cobertas por glitter prateado. Na legenda da publicação, escreveu: Sobre POSSUIR suas marcas, sua BELEZA. Não sou eu, mas poderia ser”. Como resultado, mais de 143 mil internautas curtiram a mensagem, incluindo famosos como Bruna MarquezineSabrina Sato e IzaFabiana Karla e Adriane Galisteu, por sua vez, comentaram a mensagem de Débora com emojis de mãos batendo palmas. “Somos nossas marcas, nós constituímos através delas! Tão importante acolhê-las e aceitar como somos, tanta força temos… Quem dera se acreditássemos mais”, reverberou uma seguidora.

 

Campanha da Fraternidade 2019 traz como tema “Fraternidade e Políticas Públicas” e o lema “Serás libertado pelo direito e pela justiça” - Créditos: Divulgação
Campanha da Fraternidade 2019 traz como tema “Fraternidade e Políticas Públicas” e o lema “Serás libertado pelo direito e pela justiça” / Divulgação

As políticas públicas não apenas estão inseridas na temática da Campanha da Fraternidade 2019, como nortearam o discurso crítico à reforma da Previdência Social e à retirada de recursos do Sistema Único de Saúde (SUS), durante o lançamento nesta quarta-feira (6). A data marca o início da Quaresma – os 40 dias que antecedem a principal celebração do cristianismo: a Páscoa, ressurreição de Jesus Cristo, que é comemorada no domingo e praticada desde o século 4. Sob o tema “Fraternidade e Políticas Públicas” e o lema “Serás libertado pelo direito e pela justiça” (Is 1,27), a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) pretende estimular a participação dos católicos na defesa das políticas públicas. O texto-base da campanha descreve, entre outros tópicos, sobre o ciclo e etapas de uma política pública e faz a distinção entre as políticas de governo e as políticas de Estado, bem como apresenta os canais de participação social, como os conselhos previstos na Constituição Federal de 1988. Durante o lançamento, o médico cardiologista e instituidor do observatório de saúde do Distrito Federal, Geniberto Paiva Campos, questionou os impactos negativos da reforma da Previdência proposto pelo governo Michel Temer e o atual de Jair Bolsonaro. Ele indagou se não seria um “retorno ao século 19, a retirada dos direitos”.

Vânia Lúcia Ferreira Leite, representante do Conselho Nacional de Saúde, criticou o sucateamento do SUS, agravado pela Emenda Constitucional 95, que instituiu o teto de gastos, por comprometer o financiamento do sistema. Na mesma linha, Gilberto Vieira dos Santos, secretário-adjunto do Conselho Indigenista Missionário (Cimi), falou sobre as demandas de políticas públicas para os povos indígenas.

Embora o cardeal Sergio da Rocha, arcebispo de Brasília e presidente da CNBB tenha afirmado que não há um posicionamento oficial da entidade sobre a reforma da Previdência, ele acredita que não se deve penalizar as camadas menos favorecidas da sociedade. “Nesse momento, na elaboração de uma proposta é necessário considerar esses trabalhadores. O povo mais pobre e sofrido que necessita ser assistido e não sacrificado ainda mais”, disse.

Com relação à proposta do governo Bolsonaro em favor da posse de armas, o cardeal disse que a igreja já ressaltou em outras ocasiões que “a construção da paz seja feita por meio da justiça social”.

Continue lendo

A possibilidade de contribuição por negociação coletiva ou assembleia foi eliminada pela MP  - Créditos: (Foto: Lu Sudré)
A possibilidade de contribuição por negociação coletiva ou assembleia foi eliminada pela MP
/ (Foto: Lu Sudré)

A frágil situação financeira dos sindicatos brasileiros tende a piorar com Jair Bolsonaro na presidência. Isso porque as entidades estão na mira do atual governo que, sem discussão prévia, aprovou a Medida Provisória (MP) 873, que determina novas regras para o recolhimento da contribuição sindical.  Publicada no dia 1º de março, na véspera do Carnaval, a MP estabelece que a colaboração do trabalhador está condicionada à autorização “prévia e voluntária do empregado”. Agora, também é necessário que a autorização seja “individual, expressa e por escrito”.  Até mesmo a possibilidade de contribuição por negociação coletiva ou assembleia foi anulada pela medida, que determina ainda ser obrigatório o pagamento da colaboração via boleto, excluindo a possibilidade do desconto em folha.  Na opinião de Clemente Ganz Lúcio, do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese), a MP tem como finalidade o desmonte das estruturas sindicais no país para facilitar aprovação dos projetos defendidos pelo governo.   “A intenção do governo é criar mais um problema [para os sindicatos] no momento em que ele prioriza a aprovação da reforma da Previdência. O governo sabe que os sindicatos atuarão rigorosamente contra essa reforma. Fazer essa iniciativa é criar mais um obstáculo para a vida sindical, criar uma adversidade no enfrentamento ao Congresso”, avalia Ganz. Marcos Verlaine, analista do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), compartilha a opinião de que a ofensiva do governo contra as entidades sindicais tem como objetivo enfraquecer as críticas e articulações populares contra as alterações na aposentadoria. “O governo Bolsonaro com essas atitudes, demonstra que escolheu inimigos frontais. Um deles é o movimento sindical. E no plano político, o que está por trás disso é a reforma da Previdência porque o governo já percebeu que um dos principais atores sociais adversários da reforma com esse conteúdo, vai ser exatamente o movimento sindical”, destaca Verlaine. “O combate à proposta do governo, por parte do movimento sindical, poderá ser muito mais complicado por falta de recursos, de condições materiais de atuar efetivamente na sociedade e nas categorias profissionais”. 

Mesmo projeto

Continue lendo

O juiz da Lava Jato Deltan Dallagnol postou em seu Facebook o depósito da Petrobras à ONG que será criada com o recurso. - Créditos: Heuler Andrey / AFP
O juiz da Lava Jato Deltan Dallagnol postou em seu Facebook o depósito da Petrobras à ONG que será criada com o recurso. / Heuler Andrey / AFP

Ainda não caiu a ficha da mídia sobre o que significa essa jogada da Lava Jato, de administrar R$ 2,5 bilhões bancados pela Petrobras. Foi montada uma fundação de direito privado que será totalmente controlada pelos procuradores e juízes da 13ª Vara Federal de Curitiba, o núcleo da Lava Jato. Apenas com a aplicação dos recursos, serão gerados R$ 160 milhões anuais, segundo nota do Ministério Público Federal do Paraná. A fundação terá um administrador escolhido pelo Procurador Chefe da Procuradoria da República de 1a instância. E selecionará as figuras da sociedade civil que comporão o conselho, compartilhando a supervisão com o juiz da 13ª Vara Federal, a de Sérgio Moro. Todo esse dinheiro poderá ser aplicado em iniciativas de combate à corrupção. Ou seja, qualquer consultor, colega procurador, ONG amiga, palestrantes ou consultores indicados por Rosangela Moro ou Carlos Zucolotto, poderá apresentar projetos para serem financiados. A ideia de que haverá fiscalização do TCU ou outros órgãos é ilusória. Qualquer projeto que tenha a capa da campanha anticorrupção terá cumprido os requisitos exigidos. Não haverá licitação para escolha dos projetos, nem a garantia da isenção partidária. Serão aqueles que forem selecionados pelo Conselho da Lava Jato. E serão aqueles com afinidades pessoais, profissionais ou políticas com a Lava Jato.

Lava Jato e a tomada do poder

Continue lendo

Faça Sua Pesquisa no Google Aqui!

 
bove=""

 

Visitas

contador de visitas

Redes Sociais

Click e acesse
  CLIQUE AQUI e fale com os novos ministros, fiquem de OLHO bem aberto alguma informação entre em contato com os ministros. Imagem relacionada
Vejam as verbas de suas cidades ,naveguem e fiquem bem informados CLIQUE AQUI E ACESSE!

CLIQUE AQUI e veja receita e despesa do seu municípios.

Aqui você encontra informações sobre a aplicação do dinheiro público nos municípios e no estado de Pernambuco.

Zé Freitas no Facebook

Zé Freitas no Twitter

Parceiros