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REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

Lexa
Lexa (Foto: Webert Belicio/ AGnews)

A cantora Lexa curtiu suas férias em mares australianos! Nesta segunda-feira (12), ela resolveu compartilhar algumas fotos, em seu Instagram, exibindo o corpo em boa forma. A famosa estava usando um maiô estampado. “Indo embora da Austrália feliz! Nessa viagem, apesar de rápida, tive o prazer de conhecer diferentes culturas, lugares e pessoas! Nova Zelândia (Auckland) e Austrália (Sydney, Melbourne e Gold Coast) que lugares sensacionais! Indico demais! Vibe boa, parece que tudo flui … vi Canguru, piscinas naturais lindíssimas, Torres gigantescas, baladas com pessoas do mundo inteiro (pensem em uma terra cheia de gente de todo o canto do mundo!) mas que abraça e respeita, e isso me encantou!“, começou ela, em uma das publicações. “Agora volto pro meu Brasil, que também é lindo, cheio de pessoas maravilhosas e com a MELHOR comida do mundo, pq isso meu amoooor, nós damos show! Até mais queridas férias, agora é hora de voltar pro Brasil e lançar uma PANCADA chamada Provocar, vocês não tem noção do HINO que está chegando! A raba de vocês me agradecerá”, garantiu a musa.

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Coreografia na Praia de Iracema, Fortaleza (CE), para demonstrar apoio ao então candidato Bolsonaro - Créditos: Reprodução Youtube
Coreografia na Praia de Iracema, Fortaleza (CE), para demonstrar apoio ao
então candidato Bolsonaro / Reprodução Youtube

Afinal, não é necessário estudar para ser fascista

Aqueles que observam o fenômeno Bolsonaro de forma mais crítica e, por que não dizer, com certo humor, revelam uma discordância sobre as eleições e a ressaca pós-eleitoral. Um dos grandes nomes da fotografia, o brasileiro Sebastião Salgado, acha que o Brasil “ficou louco”. No seu diagnóstico, o país já dava “sinais de insanidade”, dois anos atrás quando operou um impeachment sem crime de responsabilidade. Quadro patológico que, agora, se agravou. Muita gente também entende que o Brasil não enlouqueceu, mas foi assaltado por um surto incontrolável de idiotia.Bem, as duas hipóteses não são excludentes. Até porque, tanto a loucura quanto a burrice podem se enamorar do fascismo. Nos dois casos, os sintomas do paciente são similares: negacionismo, intolerância, brutalidade. Para quem sofre as consequências pouco importa se o motor daquilo é demência ou disparate.Os italianos, que conviveram por décadas com o fascismo, primeiro apaixonadamente e depois com uma raiva que acabou dependurando Mussolini num gancho de açougue, sempre gostaram de discutir o assunto.Federico Fellini, por exemplo, tratou dele no cinema e numa antiga entrevista ao El País, da Espanha. “A época do fascismo elevou a imbecilidade ao nível de pensamento político”, comentou o diretor. Para nós, 73 anos após a derrota do fascismo de Mussolini, é uma descrição que parece bem familiar, não? Outro italiano, Umberto Eco, notou que, sob o prisma fascista, “pensar é uma forma de castração”.  O escritor e filósofo explicou que, por isso mesmo, a cultura é suspeita na medida em que é identificada com atitudes críticas.

“Foram tempos em que caía bem apresentar-se como ignorante”, agregou Fellini. O que nos aclara outro ponto: numa sociedade regida pelo fascismo, a cultura não só é suspeita como deplorável. Mais vale cultuar o corpo do que o espírito. Na Itália fascista, reparou Fellini, todo mundo se pôs a fazer ginástica e os músculos, desde logo, ganharam mais importância do que o saber. Para ele, “o fascismo foi triste porque fez com as pessoas se tornassem estúpidas e más. O italiano, em geral afável, despreocupado e generoso, tornou-se venal e instável”.

Logo, se a cultura é suspeita, cultiva-se a ignorância. O que Fellini e Eco testemunharam, na Itália fascista, reproduz-se em Pindorama. Aqui, turbinado pelas fake news que fazem vítimas aos milhões e instantaneamente. Sob bombardeio, figuras antes até doces, transformam-se. Convertidas, buscam a verdade que mais se adapta a sua transformação. Da cogitação partem em velocidade de trem-bala para a convicção sem um pit-stop na reflexão.

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Para atender o interesse dos patrões, a reforma desfigurou a CLT e não resolveu a crise - Créditos: Agência Brasil / José Cruz
Para atender o interesse dos patrões, a reforma
desfigurou a CLT e não resolveu a crise

/ Agência Brasil / José Cruz

A reforma trabalhista do Governo Temer (MDB), que alterou mais de 200 pontos na CLT – conjunto de leis que protegia os direitos dos trabalhadores – completa um ano neste domingo (11). Ao longo desse período, as previsões catastróficas de especialistas foram confirmadas e a reforma, que retirou direitos fundamentais dos brasileiros, só serviu para agravar a crise do emprego e renda. Atualmente, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 12,5 milhões de brasileiros estão desempregados. Com a falsa promessa de ser uma “vacina” contra a diminuição da oferta de vagas, a proposta de reforma atendeu a interesses do mercado financeiro e dos empresários, segundo o analista político Marcos Verlaine, do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap).“Essa tentativa de alterar a CLT vem de muito tempo. Não é uma coisa recente. Entretanto, desde a redemocratização, os empresários e o mercado não conseguiram reunir os elementos para aprovar a mudança, que seriam: uma bancada no Congresso com esse objetivo, força política na sociedade brasileira e uma dificuldade do movimento sindical de resistir ”, disse Verlaine.  Para enfraquecer os sindicatos, a reforma atacou a fonte de financiamento das entidades. “Houve uma queda de mais ou menos de 80% da arrecadação dos sindicatos com o fim da contribuição obrigatória. Isso desequilibrou bastante as negociações”, afirmou. As mudanças aprovadas há um ano, segundo Verlaine, alteraram radicalmente as características da CLT e abriram espaço para a precarização dos empregos“Sai a consolidação das leis do trabalho e entra a consolidação das leis de mercado. A legislação vigente privilegia o patrão e o mercado em detrimento do trabalhador”, resumiu o analista político. A criação de novas modalidades de contratação, com flexibilização aguda dos direitos trabalhistas, salários menores e pouca margem para negociação, dão a tônica da reforma.A reforma trabalhista contribuiu ainda para ampliar os impactos da crise econômica, o que atrapalha qualquer perspectiva de retomada do crescimento da atividade econômica, segundo a economista Marilane Teixeira, pesquisadora do Centro de Estudos Sindicais de Economia de Trabalho da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas).“Esses contratos têm uma renda muito instável. Se você têm uma renda instável, você não planeja o futuro. Não tem perspectiva de assumir qualquer tipo de compromisso, contratação de crédito. Isso tem impacto sobre o consumo, a produção e o investimento. As medidas [da reforma] não têm condições de contribuir para que se retome a atividade econômica”, constata.

Renda

Segundo a pesquisadora Marilane, uma das mudanças da reforma trabalhista mais aplicadas nos acordos coletivos dos últimos 12 meses, por parte dos empregadores, foi a instituição do banco de horas.

Para os trabalhadores com carteira assinada, isso teve um impacto direto na remuneração pois afetou o pagamento de horas extras. “O banco de horas substitui as horas extras, que para boa parte dos trabalhadores já foi incorporada ao salário. Então teve uma queda de renda familiar. Isso é grave porque dois terços do produto nacional vem do consumo das famílias. Quando o consumo das famílias reduz em função da queda da renda familiar, o impacto é muito grande, disse.

Aposentadoria

O advogado Guilherme Portanova, especialista em direito previdenciário, aponta o reflexo da reforma trabalhista nas aposentadorias e benefícios pagos pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). O percentual de crescimento da arrecadação líquida das contribuições, descontadas dos contracheques e recolhida pelas empresas, teve redução de 58%, na média de nove meses após a implantação da reforma, comparando com o mesmo número de meses antes da reforma. “A redução no ritmo de crescimento da arrecadação tem a ver com o desemprego em alta e, em boa parte, com a precarização do trabalho gerado pela reforma da CLT”, analisa. Antes da reforma, a arrecadação líquida média era de R$ 29,7 bilhões com um crescimento de 5,39%. Após a entrada em vigor das novas regras, a média ficou em R$ 30,4 bilhões, ou seja, o crescimento ficou em 2,25% apenas.

Ações na Justiça

Um levantamento apresentado pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST) mostra que o número de novos processos trabalhistas caiu 36,2% com a reforma. De janeiro a setembro de 2017, as varas do trabalho protocolaram 2,01 milhões de ações. Já entre janeiro de setembro de 2018, com a reforma em vigor, foram 1,28 milhãoPara Estanislau Maria de Freitas Júnior, advogado especialista em Direito do Trabalho, pela USP, e em Políticas Públicas, pela Fundação do Desenvolvimento Administrativo (Fundap), essa redução é reflexo da mudança que desequilibrou a correlação de forças entre empregador e trabalhador. “As empresas continuam cometendo irregularidades e não cumprindo a lei. Mas com a reforma ficou mais arriscado para o trabalhador entrar com a ação por conta da regra nova, que obriga a parte que perde a ação a pagar as custas do advogado da outra parte. Essa é uma prática do direito civil que foi importada para o direito trabalhista na reforma”, disse.

Vagas

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Em 2016, Moro tornou públicos telefonemas grampeados de Lula e Dilma Rousseff, poucos dias das mobilizações em favor do impeachment de Dilma - Créditos: Heuler Andrey/ AFP
Em 2016, Moro tornou públicos telefonemas grampeados de Lula e Dilma
Rousseff, poucos dias das mobilizações em favor do impeachment de Dilma
/ Heuler Andrey/ AFP

A adesão do juiz Sérgio Moro ao governo Bolsonaro não prova, agora, que ele seja um “político”. Isso já estava provado há muito tempo. A demonstração mais evidente ocorreu em março de 2016, quando Moro tornou públicos telefonemas grampeados de Lula e da então presidenta Dilma Rousseff. Por “coincidência”, a poucos dias das mobilizações convocadas em favor do impeachment de Dilma.  O juiz, como era de se esperar, foi o “herói” daqueles atos. E não se fez de rogado. Na mesma noite, soltou nota confessando-se “tocado pelo apoio” à Lava Jato e sugerindo que “autoridades e partidos” ouvissem “a voz das ruas” e cortassem “na própria carne” – isto é, aderissem ao impeachment. 

Moro, portanto, sempre foi político. O curioso, apenas, é que ele parecia tucano. Por várias vezes posou ao lado de lideranças do PSDB. O episódio mais estrondoso foram as fotos constrangedoramente íntimas com Aécio Neves, ao receber – junto com Temer e um rol de tucanos – prêmio da revista IstoÉ, em dezembro de 2016.  Um “tucano”, inclusive, internacional, vinculado ao Partido Democrata dos Estados Unidos e apoiado pelo prestigioso Woodrow Wilson Center, onde proferiu palestras e deu entrevistas (o nome homenageia o presidente estadunidense – e democrata – durante a I Guerra Mundial, o mais célebre dos “globalistas” adeptos de “intervenções humanitárias” nos países atrasados). 

Essa é uma transformação notável, não apenas de Sérgio Moro, mas de todo o processo golpista. Inicialmente estimuladas por grupos estadunidenses vinculados ao Partido Democrata e às “revoluções coloridas”, a Lava Jato e a perseguição ao PT de certo modo “saíram do controle” e caíram no colo dos grupos protofascistas do Partido Republicano, os mesmos que elegeram Donald Trump. 

Paulo Bearzoti Filho, professor e militante do Movimento Popular por Moradia.

brasildefato

Deputados começaram a analisar nesta segunda-feira (12) a medida provisória que facilita a privatização de serviços de saneamento básico em empresas públicas. Mas um acordo costurado entre o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e líderes da oposição estabeleceu que a medida só deve começar a ser analisada quando houver quórum mínimo de deliberações, ou seja, 257 deputados registrando presença em plenário.

Por volta das 20h30 de hoje, o número de parlamentares presentes girou em torno de 300. Partidos de oposição anunciam obstrução, entre eles PT, Psol, Rede e PCdoB, justamente devido à manobra da maioria governista que levou à inversão de pauta: vota-se uma matéria que beneficia hospitais filantrópicos e, em seguida, a que privatiza serviços de saneamento. “No caso do saneamento da água, há muitos casos de reversão de privatização no mundo inteiro”, reclamou o líder do Psol na Câmara, Chico Alencar (RJ).

Houve inversão de pauta, segundo o acordo costurado por Maia, para abrir caminho para a votação da MP da privatização. E, neste momento, o que se discute é a segunda MP pautada para o plenário, a 848/2018, que cria linha de financiamento para as Santas Casa e demais hospitais filantrópicos usando recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). O texto principal já foi aprovado, mas os deputados ainda precisam analisar destaques de plenário.

A proposta que muda regras do regime de tributação de pequenas e microempresas, conhecido como Supersimples, também deve ser analisado. O substitutivo do deputado Otávio Leite (PSDB-RJ) prevê que as empresas e o microempreendedor individual (MEI) tenham direito à devolução ou ao crédito de valores correspondentes à substituição tributária do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

Saneamento

A MP 844/18 foi aprovada na comissão mista no fim de outubro e muda a regra da lei de consórcios públicos para permitir que o contrato entre a empresa pública a ser privatizada e os municípios continue vigente. Antes da MP, esse contrato teria de ser extinto.

O relatório do senador Valdir Raupp (MDB-RO) também prevê a dispensa de licenciamento ambiental para unidades de tratamento de esgoto sanitário com vazão média de até 100 litros por segundo. O texto também amplia as finalidades dos recursos do fundo federal para parcerias público-privadas (PPP), retirando uma reserva de 40% para que as regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste usem o fundo -que atualmente financia apenas as PPPs – para execução de obras.congressoemfoco

Reprodução

Não é preciso abandonar completamente a sua cor natural para conseguir um resultado incrível. Inspire-se!

Honey balayage

                                     (Jeff Spicer/Getty Images)

Outra opção são mechas na técnica honey balayage, que garante mechas finas em tom mel para garantir dimensão entre os fios sem marcações.

Caramel latte

 (Kelly Sullivan/Getty Images)

A referência ao doce caramelo não é à toa: a cor promete deixar o castanho do cabelo com um aspecto mais “queimado” e levemente mais claro que a cor natural. Porém, a técnica não fica igual para todos os tons de cabelo. No castanho mais claro, a coloração chega perto do loiro. Já no castanho escuro ou até preto, o tom caramelo fica mais em evidência. O cabelo da advogada Amal Alamuddin Clooney tem fundo quase preto e mechas de três diferentes tons abaixo de seu natural, todas próximas à cor de avelã. As luzes começam, aproximadamente, a quatro dedos da raiz. Segundo a publicação norte-americana Allure, o tom vem sido chamado de Mahogany.

Chocolate apimentado

 (John Phillips/Getty Images)

Fundo chocolate com mechas apenas no comprimento foi a escolha da modelo Bella Hadid. Apesar do castanho desde a raiz, o que chama atenção no visual é a parcela iluminada das pontas com uma nuances acobreadas.O tom caramelo eleito por Olivia Wilde valoriza o rosto angular da atriz. Ele também é perfeito para dar sensação de volume nos fios mais finos – melhor ainda se completar o look com um corte repicado. A parte boa é que, se bem feita, a coloração fica tão difusa no castanho que não exige retoques frequentes.

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Luciana Gimenez
Luciana Gimenez (Foto: AGnews)

Ao lado de grandes nomes da Televisão, a apresentadora Luciana Gimenez brilhou no palco do Teleton! Ela foi escolhida para comandar o palco e boa parte das atrações da festa, durante a noite deste sábado (11).Com um look bem ousado, ela chamou atenção dos telespectadores. Abusando da transparência, Luciana esbanjou seu corpo impecável, e suas belíssimas curvas, em um vestido preto. A morena ainda protagonizou de perto, uma apresentação triunfal da sertaneja Nayara Azevedo.A cantora fez um grande espetáculo, e por fim, se emocionou com as histórias lindas das crianças da AACD. Celso Portioli e Ratinho foram alguns nomes que apresentaram o evento, ao lado de Luciana, que recebeu atrações de peso.

Luciana Gimenez
Luciana Gimenez (Foto: Francisco Cepeda/AgNews)
Crédito: Reprodução/Instagram
Em seu Instagram, Túlio Gadêlha revelou o destino escolhido para passar duas semanas de férias com a namorada, a apresentadora Fátima Bernardes. O casal vai passar alguns dias na capital francesa, Paris. “Chegamos em Paris. Já apresentei minha namorada pra minha madrinha, tios e primos. Amanhã conheceremos o Capibaribe parisiense. Se a água não tiver gelada dou um mergulho. #eueela #paris #férias”, escreveu Túlio. Ativista de esquerda, o advogado foi eleito deputado federal pelo estado de Pernambuco pelo PDT.  No início deste mês, ele publicou um texto com críticas ao projeto Escola Sem Partido, defendido pelo presidente eleito Jair Bolsonaro. “Essa é mais uma tentativa de avanço do autoritarismo para institucionalizar a perseguição e a censura nas escolas. O ensino de qualidade e de tempo integral, a partir do estímulo ao livre pensamento, nunca será a opção escolhida por eles”, escreveu.
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O cancelamento dos encontros ocorre em meio a discordâncias entre a equipe eleita e o presidente do Senado e da Câmara.

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O presidente eleito, Jair Bolsonaro, não vai mais ao Congresso Nacional, na próxima terça-feira (13). Os encontros com Eunício Oliveira (MDB), presidente do Senado e Rodrigo Maia, presidente da Câmara (DEM), que constavam da agenda de Bolsonaro, foram cancelados, informou a equipe responsável pela transição de governo.O cancelamento dos encontros ocorre em meio a discordâncias entre a equipe eleita e o presidente do Senado e da Câmara. Nesta semana, Eunício demonstrou insatisfação por não ter sido procurado pela equipe de Bolsonaro. O futuro ocupante do Palácio do Planalto se encontrou com os chefes dos dois outros poderes, Executivo e Judiciário. Em entrevista, Eunício, que não se reelegeu, lembrou que ainda é presidente de um dos poderes e disse não estar preocupado “se Bolsonaro vai gostar ou não” do que é votado no Congresso. Gerou desconforto ainda entre os parlamentares frase do futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, defendendo “uma prensa” no Congresso para aprovar a reforma da Previdência. Em relação a Maia, preocupa ao presidente da Câmara que uma linha do PSL não esteja disposta a apoiar sua reeleição à Casa no ano que vem.

Dentro da equipe de Bolsonaro há a preocupação de que os parlamentares que não foram reeleitos utilizem o resto do ano para votar as chamadas “pautas bomba”, com impacto fiscal.

Com informações do UOL

Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Para o advogado criminalista Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, a nomeação de Sergio Moro no Ministério da Justiça “significa um tapa na cara do Poder Judiciário. Esse homem mandou prender o maior opositor do atual presidente eleito, saiu do cargo de juiz com maior visibilidade do país, agiu com mão de ferro, sempre dizendo que jamais faria política. Esse homem recebeu o principal ministro do presidente que estava para ser eleito antes das eleições e continuou no cargo. Eu acho que é uma afronta à liberdade do Poder Judiciário”.

“Caiu a máscara. O Moro sempre foi isso aí e está demonstrando agora”,

diz o criminalista Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay

– Foto: Carlos Humberto/SCO/STF

O advogado cita o que, em sua opinião, é uma agravante: “E pior: não se exonerou imediatamente. Ele tinha a obrigação de fazer isso. Ele tirou férias e agora está fazendo reuniões e dando entrevistas como ministro da Justiça. Eu entendo que se ele quisesse assumir um cargo político, pois o Ministério da Justiça é evidentemente um cargo político, ele tinha obrigação ética, moral de imediatamente ter se exonerado. Não é correto. Mas ele tem uma visão muito própria do que é correto e do que é incorreto. Para ele, correto é aquilo que ele faz. Caiu a máscara. O Moro sempre foi isso aí e está demonstrando agora”.

Para o jurista, essa nomeação não se trata de um fato isolado. “Tudo isso é um plano, uma ideia. Acho que ele quer ser presidente da República, o que é um direito dele, e ele tinha um plano: usou o Judiciário abertamente, com toda aquela aparente neutralidade – ‘Eu julgo todo mundo igual, eu condeno todo mundo’. Acho que nós, advogados criminais, vamos ter muito trabalho pela frente. Eu, como cidadão, reconheço que vivo um momento de muita perplexidade e preocupação ao ver esse reacionarismo assumir o país”.

Marco Aurélio de Carvalho, advogado especializado em Direito Público e membro integrante dos grupos Prerrogativas e Associação Brasileira de Juristas pela Democracia (ABJD), espera que o Ministério da Justiça não seja utilizado como instrumento de Estado. “Espero que não vire um aparato repressivo de um partido político, de um projeto político. É claro que ele teria condições de utilizar o Ministério da Justiça para isso, mas espero que a opinião pública e a imprensa acompanhem e repreendam essa tentativa. Vamos torcer para que isso não ocorra”, destaca.

Fernando Hideo, advogado criminalista e professor de Direito Processual Penal na Escola Paulista de Direito, avalia a questão da seguinte forma: “Fato é que o juiz mais aclamado pela mídia brasileira e por agências econômicas internacionais abandonou a magistratura para ingressar de vez no mundo da política. Mais especificamente: o juiz que mandou Lula para a prisão aceitou ser chefiado pelo sujeito que prometeu deixar Lula apodrecer na cadeia”. Ele observa que, do ponto de vista do cidadão Sérgio Moro, embora haja questionamentos legítimos de entidades junto ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ), não há empecilho legal para sua nomeação. “Mas penso que devemos refletir sobre as questões sob a ótica moral e as consequências institucionais dessa transição de carreiras”.

“Em primeiro lugar, compromete-se a credibilidade do magistrado: as decisões pretéritas do juiz Moro perdem qualquer aparência de imparcialidade que ainda restava, colocando-se em uma situação característica de suspeição. Em segundo lugar, limita-se a atuação de uma das mais importantes pastas do Executivo, pois as expectativas sobre os atos futuros do ministro Moro se resumem à expansão da lógica bélica Lava Jato como racionalidade de governo. Acontece que a atuação do Ministério da Justiça (especialmente agora, como um “Superministério”) é muito maior do que simplesmente o combate à criminalidade. Além disso, os obstáculos políticos que Moro enfrentará para implementar a sua agenda serão muito mais difíceis de transpor do que aqueles que enfrentava em seu gabinete no Poder Judiciário”, ressalta Hideo.

Quarentena

Questionado sobre se Moro deveria aguardar um período para ingressar definitivamente na política, Marco Aurélio acredita que sim. “Se bem que esse ingresso na política agora é meramente simbólico, formal. Ele já estava na política quando usou a função que abraçou para tirar do processo eleitoral o então candidato favorito, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Então, ele sempre atuou com dimensão política, sempre olhando para os holofotes, sempre procurando a aprovação da opinião pública, atuando em conluio com setores da imprensa, com setores da política tradicional para atingir tais resultados”.

O advogado Marco Aurélio de Carvalho: “Eu acredito que tem que haver

uma espécie de quarentena para todo e qualquer juiz que queira entrar na

política” – Foto: Arquivo Pessoal

Para o advogado, Moro já tinha usado a toga para fazer política. “Eu acredito que tem que haver uma espécie de quarentena para todo e qualquer juiz que, por ventura, queira entrar na política. Não vejo nenhum problema que entre na política, mas a quarentena é fundamental, exatamente para evitar que a função pública seja utilizada com interesses político-eleitorais, político-partidários. Então, é uma quarentena, que poderia equivaler a um, dois ou três anos e seria muito saudável, muito bem-vinda”, avalia.

Segundo Fernando Hideo, Moro tem agido politicamente desde, ao menos, o início da Operação Lava Jato. “O que distingue a atividade jurídica e a política? A função de um juiz é aplicar a Constituição e a lei de modo imparcial e objetivo. Já o conceito do político, segundo Carl Schmitt, remete à identificação e ao combate de um inimigo. Assim, fica a reflexão: o que o juiz Moro tem feito nos últimos anos, se não orientar o exercício da sua função de magistrado para um anunciado combate de inimigos rotulados de corruptos? A verdade é que combater inimigos não é função de juiz, mas uma atividade tipicamente política”, ressalta.

Kakay tem opinião semelhante: “Sem dúvida, tem que haver uma regulamentação sobre isso. Um cidadão não pode ser um juiz hoje, ajudar a decidir os destinos de uma eleição, mandar prender os opositores, ajudar a implementar uma pauta no país e imediatamente entrar no governo que ganhou”.

A procura

O próprio Sérgio Moro admitiu que foi procurado por Paulo Guedes, futuro ministro da Economia, antes do término das eleições. Para Marco Aurélio, esse fato só agrava a situação. “Mostra que houve, de fato, da parte dele um descuido absolutamente imperdoável, que provocou, seguramente, um resultado eleitoral que o beneficiou. Ele atuou com dimensão política dentro do cargo que ocupou e ninguém duvida disso, muito ao contrário, a própria opinião pública internacional tem o seu veredicto, seu diagnóstico a respeito. Infelizmente, esse episódio apenas confirma o que a gente sempre falou, que ele estava atuando com o objetivo claro de tirar das eleições o franco-favorito: o ex-presidente Lula. Então, ele ter sido convidado no primeiro turno ainda, ter tido o comportamento que teve, de expor uma delação inconsistente, a delação do Palocci, com resultados eleitorais é, no mínimo, questionável”.

Kakay é contundente em relação à questão: “Acho absolutamente imoral que um juiz receba um pedido de um governo que, de certa forma, ele estava claramente ajudando e que, imediatamente após a eleição, resolva sair do cargo e aceitar esse pedido”. Na avaliação de Hideo, é indiscutível que as decisões do juiz Moro impactaram o processo de impeachment da presidenta Dilma e a corrida eleitoral que conduziu Bolsonaro à presidência. “Aceitar ser comandado por um sujeito que se beneficiou da sua atuação enquanto magistrado para ser eleito presidente compromete a mínima aparência de imparcialidade que ainda poderia existir.”

Na avaliação do criminalista Fernando Hideo, é indiscutível que as

decisões do juiz Moro impactaram a corrida eleitoral que conduziu

Bolsonaro à presidência – Foto: Arquivo Pessoal

Prêmio

Marco Aurélio de Carvalho tem absoluta convicção de que Moro recebeu uma espécie de prêmio. “Se eventualmente Jair Bolsonaro quisesse chamar um juiz para ocupar o Ministério da Justiça não faltariam opções. Há juízes extremamente sérios e comprometidos com a função pública e extremamente respeitados pela classe e pela opinião pública, muito mais, inclusive, do que o próprio Sérgio Moro e com muito mais experiência. Ele escolheu Moro, seguramente, como um reconhecimento ao papel que ele teve nessas eleições”, destaca.“Foi uma jogada de mestre da equipe do presidente eleito. Bolsonaro só tem a ganhar. De cara, associa sua imagem ao juiz mais aclamado pela mídia brasileira e por agências neoliberais internacionais. Futuramente, se o novo ministro fracassar pode dispensá-lo a qualquer momento. Por outro lado, se for bem-sucedido pode fazê-lo seu sucessor ou nomeá-lo ao Supremo Tribunal Federal (STF). A nomeação do juiz Moro agrega ao novo governo de militares a aclamação midiática de uma vertente autoritária do Poder Judiciário”, afirma Hideo. Kakay, por sua vez, não acredita “nessa história de toma lá, dá cá, como se fosse uma espécie de prêmio por ele ter tirado o Lula da eleição. Isso é um plano, adredemente preparado por todo um grupo. Ele faz parte de um grupo que quer tomar o poder. Ele próprio está se dando um prêmio, pois ajudou a construir isso”.

Lula

Para Marco Aurélio, uma vez no ministério, Moro pode interferir ainda mais nas pautas que têm relação com o presidente Lula. “Ele já demonstrou isso, inclusive, na coletiva que deu. Foi muito preocupante a forma como se comportou, ao sinalizar que queria rever a execução provisória das penas. O objetivo é claro, deixar mais pacífica a discussão sobre a presunção de inocência, que poderia favorecer o presidente Lula. Isso é muito grave, que precisa ser duramente repreendido. Se ele utilizar o Ministério da Justiça com o objetivos político-partidários, como fez com a função pública de juiz, ele vai, seguramente, sofrer processos e as consequências dessa ação. Agora, que é possível ele utilizar na dimensão de prejudicar ainda mais o presidente Lula, ninguém tem dúvida, infelizmente”.

Onyx

Durante sua primeira entrevista coletiva, após ter aceitado ser ministro, Sérgio Moro, ao se referir a Onyx Lorenzoni, seu futuro colega no ministério de Bolsonaro, réu confesso de Caixa 2, disse: “Ele já admitiu e pediu desculpas”. Uma reação, no mínimo, surpreendente para alguém que, ao menos na retórica, sempre se posicionou intransigente quando o assunto é corrupção.

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O historiador Carlos Fico, especialista em estudos sobre a ditadura militar Foto: Stefano Martini / Editora Globo
O historiador Carlos Fico, especialista em estudos sobre a ditadura
militar
Foto: Stefano Martini / Editora Globo

1.O que representa a vitória de uma chapa composta de militares e de ministérios preenchidos também por generais?

Essa onda conservadora que há no mundo inteiro se dispersa muito, no Brasil, pelo retorno dos militares à política, e isso não chega a ser uma surpresa, porque tivemos uma ditadura militar recentemente. Existe uma percepção da população de que os militares teriam um perfil adequado para cuidar da segurança.

2. O senhor acha que essa onda é natural e orgânica ou ela pode ter sido provocada de alguma maneira?

É um movimento que não acontece só no Brasil. Em grande medida, tem a ver com o ressentimento das classes médias e das pessoas mais pobres com o não atendimento do que consideram direitos. A questão da Previdência, por exemplo, e o fato de que o Estado do Bem-Estar Social precisa de reformulações. No caso do Brasil, acho que tem muito a ver com a questão não do antipetismo, mas de um ressentimento geral contra as elites, que não conseguiram, nas última décadas, resolver problemas elementares de educação, saúde e segurança pública. Essa precariedade dos serviços públicos acontece mesmo quando o Brasil apresenta algum crescimento econômico. Acho que há um grande ressentimento contra elites, formuladores, elites políticas, imprensa.

3. O senhor acha que o governo Bolsonaro pode fazer diferente do que fizeram essas elites em relação à qualidade dos serviços públicos?

Duvido muito. O governo Bolsonaro vai ser realmente uma mistura muito ruim de autoritarismo e inexperiência. Vários de seus assessores, ele próprio, o vice-presidente e generais da reserva que vão ser ministros, toda essa gente tem um perfil muito autoritário. Esse é um componente já por si ruim. As propostas amalucadas do Bolsonaro e do vice-presidente podem trazer problemas para a sustentação da democracia. Vai ser preciso enfrentar sempre esse tipo de iniciativa, porque acredito que eles proporão tudo o que prometeram. Tenho a forte impressão de que realmente vão propor uma agenda conservadora em relação a determinados direitos e a determinadas políticas de ação afirmativa, em relação ao politicamente correto e às questões ético-morais. Tudo isso vai criar uma atmosfera que é uma guinada à direita, e no meio dessas propostas há algumas que são de viés autoritário no sentido de fragilizar aquilo que tradicionalmente se conhece como políticas públicas em favor da democracia. Outro aspecto muito ruim nesse governo é a inexperiência. Todos os candidatos do PSL são muito novos. O próprio Bolsonaro e sua equipe são muito inexperientes em relação à gestão pública. E há esse componente voluntarista de que “vamos resolver tudo e começar do zero”. Um dos enormes problemas vai ser um tranco na gestão pública, porque certamente a gestão ficará paralisada pela inexperiência e pela quantidade de ministérios que vão supostamente recomeçar tudo.

epoca

Crédito: Reprodução/Instagram

Se a carreira de Paolla Oliveira como atriz vai muito bem, obrigado, agora ela resolveu se aventurar nos projetos musicais e participou, como cantora, do clipe da música “Se existe amor”, da Banda Fortunia, lançado nesta sexta-feira (9). “Oba… Saiu o clipe de #SeExisteAmor da Fortunia. Só essa galera para me fazer brincar de soltar a voz. Amei o convite, carinho, profissionalismo, tudo, tudo. Valeu, pessoal”, escreveu ela em uma publicação no Instagram. O vocalista Douglas Roger, que é irmão de Paolla, explica que quando a banda decidiu que a próxima música teria uma participação especial, perguntou a atriz se ela conhecia alguma cantora que topasse entrar no projeto. “Na semana seguinte, ela se prontificou a participar, já que havia adorado a música e gostaria de enfrentar este novo desafio”, festeja ele.“Fazer parte do projeto da banda do meu irmão me deixou muito motivada”, explica a atriz. “Me preparei para este momento, porém não é e nunca foi a minha intenção ser cantora’, comemora Paolla Oliveira a sua participação no clipe.

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Mentor Neto

Era uma vez, numa terra muito distante, o País do Cabeça Para Baixo.
Lá, tudo é ao contrário.
A água, ao invés de descer, sobe pelas cachoeiras.
As árvores crescem de ponta cabeça com as raízes para cima a as copas enterradas no chão.
Os carros andam de ré.
A chuva brota do chão e cai para cima.
As conversas começam com “adeus” e terminam em “oi”.
Nesse país, tudo é o oposto do que a gente imagina.
O que é feio é bonito e o que é bonito é feio.
O que é velho é novo e o que é novo é velho.
Quando você mora no País do Cabeça Para Baixo, compreende que a vida pode ser muito mais fácil.
Por exemplo, as leis são feitas para serem ignoradas então você pode fazer o que bem entender.
Os regulamentos, as regras, existem para serem burlados e sempre tem um jeitinho ou alguém que, por um trocado, resolve seu problema.
Quem mora no País do Cabeça Para Baixo aprende desde criança que estudar não é muito importante, porque não têm escolas para todo mundo.
Nem esgoto, nem hospitais, nem segurança.
Mas tudo bem, porque no País do Cabeça Para Baixo
fartura é faltar.
E mais.
No País do Cabeça Para Baixo pensar no coletivo é investir no ego.
Roubar não é grave.
Principalmente se for político.
Se alguém disser alguma coisa, respondem que tudo é feito pelo bem do povo.
E o povo acredita.
No País do Cabeça Para Baixo, as pessoas acreditam em tudo.
Em promessas, em boatos e até em mentiras deslavadas.
E as verdades, aquelas óbvias e inquestionáveis, todos acham que são mentiras.
Como é tudo ao contrário do que a gente imagina, quanto mais o tempo passa, menos aprendem sobre a vida, sobre as pessoas e sobre o mundo.
Esse ano estão acontecendo eleições no País do Cabeça
Para Baixo.
Eleições são um período onde o País do Cabeça Para Baixo fica especialmente diferente de tudo que já se viu.
Só o Carnaval deles é mais estranho que isso, com todo mundo andando pelado pelas ruas.
As eleições, contando ninguém acredita.
Os dois candidatos que disputam a presidência, por exemplo, são os que mostram bem como pensa quem vive no País do Cabeça Para Baixo.
O primeiro candidato nem é um candidato de verdade.
Está mais para um porta-voz, um candidato de mentira.
É que como o candidato para valer está preso, esse outro ocupa seu lugar.
Isso mesmo que você ouviu: preso.
O tal candidato de verdade foi preso por corrupção, mas, mesmo preso, continua mandando e desmandando no que o candidato de mentira pode falar.
Assim, antes de se pronunciar, o candidato de mentira tem de passar na cadeia para saber o que pode e o que não pode dizer.
Porque no País do Cabeça Para Baixo, preso é solto e solto é preso.
Eu sei, eu sei.
Difícil de acreditar, não é?
Você pode achar estranho, mas é só porque você não vive nesse país.
Muito mais estranho é que quando a bola entra no gol, é escanteio.
Quando vai fora, é gol.
Vai entender.
E tem o outro candidato.
Esse é um sujeito que diz que é “a favor da tortura”, que “tem de fechar o Congresso”, que abertamente se posiciona contra gays, índios, negros, e por aí vai.
Um monte de gente vibra com isso, porque no País do Cabeça Para Baixo o que é bom é ruim e o que é ruim é bom.
Os dois principais candidatos estão empatados nas pesquisas.
Um dos dois vai ganhar e a vida vai seguir seu curso.
Porque o correto, no País do Cabeça Para Baixo, é não ligar para nada.
Em alguns meses, ninguém lembra nem em quem votou, porque no País do Cabeça Para Baixo quem sofre de amnésia é quem lembra de tudo.
E olha, até hoje sempre deu certo.
Que para nós, na verdade, é errado.

istoe

As redes sociais são projetadas para despertar emoções fortes, movidas a “engajamento”, excelentes para motivação. Mas não para reflexão ou deliberação

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Jair Bolsonaro ganhou as eleições. Mas quem levou mesmo foi o Facebook. O WhatsApp — parte do conglomerado que reúne 2,6 bilhões de usuários em quatro das cinco redes sociais mais usadas no mundo (excluindo a China) — garantiu a Bolsonaro um lugar de honra na lista de terremotos políticos recentes, ao lado do indiano Modi, do filipino Duterte, do americano Trump e do britânico Brexit. A influência das redes sociais em eleições, protestos e manifestações de toda sorte não surpreende mais ninguém. “Em campanhas recentes, o candidato com a maior e mais engajada comunidade no Facebook em geral venceu. Assim como a TV se tornou o meio primordial para comunicação política nos anos 60, as redes sociais estão se tornando no século XXI”, escreve o historiador americano Siva Vaidhyanathan, da Universidade da Virgínia, em Antisocial media (Mídia antissocial).

Vaidhyanathan é discípulo do britânico Neil Postman, autor do clássico Amusing ourselves to death (Nos divertindo até morrer). Em 1985, Postman escrevia que o maior risco à democracia não era o totalitarismo descrito por George Orwell em 1984, mas a distopia retratada por Aldous Huxley em Admirável mundo novo. “Orwell temia aqueles que proibiriam os livros. Huxley temia que não haveria motivo para proibir um livro, pois não haveria ninguém que quisesse lê-los”, escreveu Postman. “Orwell temia que a verdade fosse escondida. Huxley, que fosse afogada na irrelevância.” Para Vaidhyanathan, o Facebook é a realização da profecia de seu mestre: um mundo sem paciência para autonomia ou espaço para democracia, preguiçoso, narcótico, meio bobo — e meio divertido.

Quem quisesse, diz ele, construir uma máquina para “distribuir propaganda a bilhões de pessoas, distraí-las, insuflar ódio e fanatismo, erodir a confiança social, enfraquecer o jornalismo, disseminar dúvidas sobre a ciência e promover vigilância em massa, tudo ao mesmo tempo, criaria algo parecido com o Facebook”. Como a maior história de sucesso do Vale do Silício virou o lar de nazifascistas, terroristas, extremistas, anti-iluministas, ressentidos e revoltados? A resposta, afirma Vaidhyanathan, repousa na personalidade e na ideologia de Mark Zuckerberg, alguém que julga “profundamente despreparado”, sem sensibilidade para nuances, complexidades, contingências e dificuldades; dotado de senso moral, mas sem noção histórica dos males de que a humanidade é capaz; alguém cuja ideologia vê o software como solução universal a todo problema humano.

O resultado são redes que dividem mais que unem as pessoas, sem contribuir para riqueza cultural, compreensão mútua ou diálogo democrático. Projetadas para despertar emoções fortes, movidas a “engajamento”, excelentes para motivação. Mas não para reflexão ou deliberação.

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Comandante das Forças Armadas, o general Eduardo Villas Bôas se manifestou publicamente pela primeira vez depois que fez advertências, em redes sociais, na véspera do julgamento em que o Supremo Tribunal Federal (STF) negou habeas corpus ao ex-presidente Lula. Na ocasião, o militar escreveu uma mensagem de “repúdio à impunidade” e que o Exército brasileiro “se mantém atento às suas missões institucionais”. A mensagem, linda no final do Jornal Nacional (TV Globo) daquele 3 de abril, soou como uma ameaça de ação militar em caso de soltura do presidente, que viria a ser preso quatro dias depois, em 7 de abril.

“Eu reconheço que houve um episódio em que nós estivemos realmente no limite, que foi aquele tuíte da véspera do votação no Supremo da questão do Lula. Ali, nós conscientemente trabalhamos sabendo que estávamos no limite. Mas sentimos que a coisa poderia fugir ao nosso controle se eu não me expressasse. Porque outras pessoas, militares da reserva e civis identificados conosco, estavam se pronunciando de maneira mais enfática. Me lembro, a gente soltou [postagem no Twitter às] 20h20, no fim do Jornal Nacional, o William Bonner leu a nossa nota”, recorda o militar, em entrevista ao jornalista Igor Gielow, do jornal Folha de S.Paulo.

Na ocasião, como o Congresso em Foco antecipou, internautas interagiram com o militar e alguns até o apoiaram, mas houve forte reação de outros seguidores e de grupos da sociedade civil organizada. Mas Villas Bôas minimiza as críticas que recebeu.

“Do pessoal de sempre, mas a relação custo-benefício foi positiva. Alguns me acusaram… de os militares estarem interferindo numa área que não lhes dizia respeito. Mas aí temos a preocupação com a estabilidade, porque o agravamento da situação depois cai no nosso colo. É melhor prevenir do que remediar”, acrescentou o general, que luta contra uma doença degenerativa e tem se locomovido em uma cadeira de rodas.

Pesquisa Saúde do Homem, Paternidade e Cuidado, do Ministério da Saúde, aponta que 8 de cada 10 homens, presentes nas consultas de pré-natal, passaram a ficar mais cuidadosos com sua saúde

A terceira etapa da pesquisa Saúde do Homem, Paternidade e Cuidado, realizada pelo Ministério da Saúde, indica que 72,25% (26.965) dos pais ou cuidadores entrevistados participaram das consultas de pré-natal com suas parceiras no país. Desse total, 80,71% (21.763) afirmaram que esse envolvimento os motivaram a cuidar melhor da sua saúde. Os dados demonstram que a paternidade é a principal porta de entrada do homem na unidade de saúde para que ele também se cuide.“Na saúde brasileira, por barreiras socioculturais, por exemplo, diferentemente da mulher, a população masculina tende a buscar os serviços de saúde já na atenção especializada – e não no atendimento primário, por meio da promoção da saúde e da prevenção – o que traz como consequência o agravamento de doenças” explica o coordenador da Saúde do Homem do Ministério da Saúde, Francisco Norberto Moreira da Silva.Nesta terceira etapa da pesquisa foram realizadas 37.322 entrevistas com pais ou cuidadores que assumiram a figura paterna e que acompanharam o pré-natal, parto e pós-parto de crianças nascidas no Sistema Único de Saúde (SUS) no ano de 2015. O objetivo da pesquisa é obter dados sobre o acesso, acolhimento e cuidados com a saúde masculina nos serviços públicos de saúde; e levantar informações sobre o envolvimento do pai no pré-natal e nascimento da criança. A coleta de dados foi feita entre março de 2017 e março de 2018.Embora a pesquisa aponte maior conscientização em relação à saúde, devido a participação no pré-natal, ainda é alto o número de homens que não têm na sua rotina o cuidado com a saúde. Quando questionados sobre o costume de buscar os estabelecimentos públicos de saúde, 36,36% (13.570) dos entrevistados afirmaram não ter o hábito de ir nesses locais. Desse total, 47,57% (6.455) informaram que o desinteresse é motivado por nunca ter precisado; falta de interesse ou porque não gosta de hospital. Contudo, muitos agravos poderiam ser evitados, caso os homens realizassem, com regularidade, as medidas de prevenção.

A pesquisa Saúde do Homem, Paternidade e Cuidado integra a estratégia Pré-Natal do Parceiro, presente no eixo Paternidade e Cuidado, da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem (PNAISH), do Ministério da Saúde. A Política visa qualificar a saúde da população masculina, na perspectiva de linhas de cuidado, resguardando a integralidade da atenção (primária – promoção da saúde e prevenção do adoecimento; e especializada) no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).

NOVEMBRO AZUL

Neste ano, o Ministério da Saúde irá trabalhar o tema ‘Homem, da infância à velhice, cuide de sua saúde, de novembro a novembro’. “O objetivo é chamar atenção da população, dos gestores e dos profissionais de saúde para a importância de olhar para a saúde do homem de forma integral, destacando a promoção da saúde e a prevenção. Sem reforçar apenas a questão da próstata, e sim todos os problemas que envolvem a saúde do homem em todas as fases da vida”, afirma o coordenador da saúde do homem Francisco Norberto Moreira da Silva

Neste mês, em especial, serão intensificadas as ações de comunicação no portal e nas redes sociais do Ministério da Saúde, tv e rádio, além da realização e participação da pasta em eventos relacionados ao mês. Também já está no ar, no portal da pasta, página exclusiva voltada à Saúde do Homem.

No dia 14 acontece o IV Fórum Ser Homem: Discutindo Políticas Públicas para a Saúde do Homem, no Tribunal de Contas da União (TCU), em Brasília. O evento será realizado em parceria com o Instituto Lado a Lado, Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR), Serviço Social do Comércio (SESC) e Sociedade Brasileira de Urologia (SBU).

Nos dias 21 e 22 de novembro, a pasta promove o Simpósio Internacional: Saúde do Homem Integral e a Construção e Planejamento de Linha de Cuidado Participativa. O encontro será realizado no hospital do Paranoá, em Brasília, e contará com a presença de Noel Richardson, representante da Irlanda, primeiro país a implantar a política de saúde do homem. Também participa o professor da Universidade de Brasília (UnB), Muna Muhammad Odeh, que irá falar sobre o tema: A Construção de uma Linha de Cuidado Participativa e Integral em Doenças Prostáticas: Estudo Piloto na Região Leste.

                                                                               

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Lore Improta e Leo Santana
Lore Improta e Leo Santana 

No último dia de outubro, Leo Santana e Lore Improta apareceram em clima de chamego nas redes sociais, levantando a hipótese de um ‘revival’. Tudo começou devido à troca de elogios na web, além de amigos da dupla os ‘entregarem’.Antes de tudo, vale lembrar que eles romperam por 4 vezes, sendo que a última foi em julho desse ano. Em contrapartida, assumiram enfim que deram mais uma chance ao amor, ao trocarem declarações em seus respectivos perfis no Instagram. Primeiramente, Leo publicou um vídeo com os melhores momentos do casal e escreveu: 1 ano e 10 meses! Deus esteja sempre conosco”. Logo depois, Lorena compartilhou uma selfie descontraída e rendeu elogios aos momentos a dois: “Ah para, que todo mundo tem uns momentos exóticos assim… Risadinha sem graça com jogada de cabelo e zaga. E ama? Porque eu amo”. Confira!.

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Karyn Bravo
Karyn Bravo 

Karyn Bravo encheu a web de fofura ao compartilhar um momento divertido da filha, Rafaela, que nasceu no último dia 30 de outubro. Na imagem divulgada nas redes sociais, Rafa surge fazendo biquinho e usando um look que já foi do irmão, Eduardo, de 4 anos.“Rafaela com a primeira roupinha que o Dudu usou quando nasceu! Sempre guardei com carinho pensando na próxima estrelinha que Deus me mandasse! E ela chegou”, falou a jornalista. O clique que já soma mais de 3 mil curtidas. Rafa e Eduardo são frutos do casamento de Karyn com André Loureiro. Os fãs ficaram encantados com a publicação. “Ela é uma estrelinha linda mesmo. Parabéns e muita saúde e felicidades”, disse uma fã. “Bonequinha! Tão delicada. Parabéns, Ká!”, falou outra admiradora da famosa.

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