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O prazo para deputados e senadores indicarem Municípios para emendas parlamentares foi prorrogado até dia 16 de fevereiro. A publicação foi feita em edição extra do Diário Oficial da União (DOU) na tarde desta terça-feira, 4 de fevereiro, e dispõe sobre procedimentos e prazos para operacionalização das emendas parlamentares individuais de execução obrigatória, bem como sobre procedimentos e prazos para a superação de impedimentos de ordem técnica.

A Confederação Nacional de Municípios (CNM) reforça que, neste ano, há duas modalidades de repasse: especiais e de finalidade específica. Vale lembrar que as novas regras para transferência direta dos recursos para os Entes, decorrentes das Propostas de Emenda à Constituição (PEC) 61/2015 e 48/2019 – promulgadas como EC 105/2019 – já estão vigentes.

A CNM alerta que por ser último ano de mandato dos gestores municipais, o Município pode pedir prioridade aos recursos de emendas especiais para custeio – recurso limitado a 30% do orçamento de cada parlamentar. Portanto, entre em contato o mais breve possível com seu parlamentar para agilizar a indicação, sob pena de o Município não ser contemplado com esses recursos.

Crédito: Reprodução/MultiShow

Tatá Werneck mostrou que tem muita influencia na web. A apresentadora do Lady Night, da Globo, alcançou a marca de 39 milhões de seguidores em seu perfil no Instagram, com isso, ultrapassando a sua amiga, a atriz Bruna Marquezine, que conta com mais de 38 milhões se seguidores em seu perfil.Após conquistar os 39 milhões de seguidores, Tatá só ficou atrás da cantora Anitta, que lidera o ranking com mais de 44 milhões de admiradores em sua rede social. Com o nascimento da filha, Clara Maria, a popularidade de Tatá Werneck aumentou totalmente devido todas as suas publicações fofas envolvendo sua herdeira. Após o nascimento da filha, a apresentadora aumentou cerca de 1,2 milhão.
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Especialista explica como prevenir a mononucleose e aproveitar a folia com segurança (Foto ilustrativa: Freepik)
Especialista explica como prevenir a mononucleose e aproveitar a folia com segurança (Foto ilustrativa: Freepik)
É na temporada carnavalesca que cresce a incidência da mononucleose. O vírus Epstein-Barr (VEB), da mesma família do herpes, é transmitido principalmente pela saliva e por objetos compartilhados, como copos e canudos. Devido ao modo de contágio, o problema ficou popularmente conhecida como a doença do beijo. O período de Carnaval é propício ao aparecimento da mononucleose, já que as más condições de higiene e a grande concentração de pessoas em espaços pequenos facilitam a dispersão do vírus. De acordo com a infectologista da Doctoralia, Flávia Cunha Gomide, a enfermidade apresenta sintomas que perduram de duas a quatro semanas. “Os principais são febre, gânglios inchados no pescoço, virilhas e axilas, cansaço, dores no corpo, dor e inflamação na garganta e erupção cutânea”, diz Flávia.

                                                                 

A doença do beijo tem sintomas parecidos com os de outras infecções, como a amidalite bacteriana. Ao perceber os sinais, é importante procurar um médico para o diagnóstico correto. “Não há um tratamento específico para a doença do beijo. Geralmente, são indicados repouso e medicamentos que amenizem os sintomas”, acrescenta Flávia.O problema é mais frequente entre adolescentes e adultos jovens, que ficam mais próximos uns dos outros durante as festas. Isso facilita a transmissão pelas gotículas de saliva. É bom alertar que os sintomas aparecem duas semanas após a contaminação.

Confira abaixo as dicas da infectologista Flávia Cunha Gomide

Tenha hábitos saudáveis. Exercícios, boa alimentação e horas adequadas de sono aumentam sua resistência para se defender de infecções

– Cubra a boca com a parte interna do braço, quando for tossir ou espirrar

– Não compartilhe alimentos, pratos, copos e outros utensílios

– Lave frequentemente e corretamente as mãos. Quando não for possível, higienize as mãos com álcool em gel.

blogs.ne10.uol.

Uma cena de poucos segundos chamou a atenção dos internautas durante a programação do canal pago SporTV, da Globo, nesta segunda-feira (10). Durante uma entrada ao vivo, enquanto uma jornalista analisava o jogo do São Paulo contra o Santo André deste domingo (9), dois funcionários apareceram no fundo do estúdio brincando com potes de álcool em gel, simulando uma “guerra” de jatos do gel. O jornalista Lucas Strabko, mais conhecido como “Cartolouco”, confessou que estava entre os participante da “guerra” e afirmou em seu Instagram que “tomou uma bronquinha”.
“Guerra de álcool gel ainda será esporte esporte olímpico. Por enquanto só foi ao vivo no Redação SporTV”, escreveu ele em uma publicação. “É por isso que eu amo trabalhar na Globo. Tem momentos sérios, momentos de descontração, mas sempre é um clima muito bom. Todos são amigos. Tomamos uma bronquinha? Sim. E justa. Mas nunca deixam a gente parar de criar e ser o que a gente é. Muitos me perguntam porquê não vou para o Youtube… É exatamente por isso. Estou realizando o maior sonho da minha vida: trabalhar aqui.”O vídeo caiu nas redes sociais, e internautas também apontaram Cassio Barco como participante da brincadeira. “Fazer jornalismo pra brinca de guerrilha de álcool em gel”, escreveu um. “Quando você começar a trabalhar você vai criar responsabilidade e maturidade/eu brincando com meu amigo de guerra de álcool em gel no trabalho”, afirmou outro.
diariodepernambuco.

Os produtores rurais brasileiros em breve terão a opção de comprar novo tipo de semente de cenoura para cultivo orgânico, já batizado pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) como Cenoura BRS Paranoá. As hortaliças da nova cenoura são mais resistentes à queima de folhas – principal doença da cultura, causada por bactérias e fungos – e não exigem adição de defensivos químicos para evitar pragas. A nova cultivar também é mais tolerante a problemas causados por microrganismos do solo (nematoides das galhas) que afetam o crescimento da raiz.

A expectativa é que as lavouras da Cenoura BRS Paranoá sejam mais produtivas do que as plantações com as sementes hoje disponíveis no mercado.“Tem potencial produtivo de pelo menos o dobro da cenoura híbrida”, disse Agnaldo Carvalho, pesquisador da área de melhoramento genético da Embrapa Hortaliças, no Distrito Federal.A polinização da cultivar desenvolvida pela Embrapa é aberta, não precisa ser induzida como ocorrem com as sementes híbridas atualmente mais utilizadas.

Menor custo

O método tem custo menor e os produtores, quando capacitados, podem aproveitar as sementes colhidas para o próximo plantio, evitando o gasto com a aquisição de novas sementes.  Ainda neste semestre, a Embrapa deverá lançar edital de oferta pública da semente da BRS Paranoá para que empresas privadas possam fazer o licenciamento da tecnologia, já registrada, e multipliquem e comercializem as sementes. A estatal de pesquisa agropecuária recomenda o plantio da semente da BRS Paranoá entre os meses de outubro e março, período de entressafra de cultivares tradicionais –  quando há mais calor e chuvas (típico do verão) – e o preço da cenoura tende a ser melhor para os pequenos produtores orgânicos. A colheita deve ser feita 90 dias após a semeadura.

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São Paulo — O ministro da Educação, Abraham Weintraub, deve ter dia duro no Congresso nesta terça-feira, 11. O ministro tem presença confirmada em uma audiência na Comissão de Educação do Senado para prestar esclarecimentos sobre os problemas na correção do Enem 2019, em que as notas de cerca de 5.900 alunos foram mostradas erroneamente. A reunião está prevista para às 11h.

A passagem do ministro pelo Senado nesta terça será voluntária, já que ele foi convidado e não convocado. Os requerimentos foram apresentados por senadores de oposição ao governo, como Randolfe Rodrigues (REDE-AP) e Humberto Costa (PT-PE). No pedido, os senadores solicitam esclarecimentos sobre inconsistências na correção do Enem. O MEC afirmou que o problema ocorreu na impressão das provas pela gráfica Valid. De acordo com Alexandre Lopes, presidente do Inpe, órgão que aplica o Enem, houve uma falha nos códigos de barra de identificação do gabarito, que relaciona o candidato à cor da prova feita por ele.

Embora os erros na correção, segundo o MEC, tenham ficado restritos à menos de 6.000 provas, o caso gerou uma desconfiança geral com o exame, que é usado como critério de seleção em universidades públicas e privadas e para concessão de bolsas do governo. Mais de 172.000 estudantes enviaram mensagens ao Ministério apontando erros em suas notas. Weintraub estará novamente sob os holofotes após um início de ano turbulento. No dia 28 de janeiro, ele foi advertido pela Comissão de Ética da Presidência da República por não se comportar dentro de “padrões éticos”. Dois dias depois, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, disse que o ministro é um “desastre” e que ele “brinca com o futuro de milhões de crianças”.

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Fernanda Keulla abre o jogo e revela bastidores do BBB20
Fernanda Keulla abre o jogo e revela bastidores do BBB20 
Reprodução/Instagram

Campeã do BBB13 e agora repórter, Fernanda Keulla relembra participação no reality

Fernanda Keulla também deu uma passadinha pela Ilha de CARAS e claro, falou tudo para CARAS Digital sobre os bastidores do Big 

A vigésima edição do programa está dando o que falar e com menos de três semanas, o programa já está rodeado de polêmicas. A repórter contou que os participantes não fazem ideia de que estão divididos em Camarote (convidados) e Pipoca (inscritos). “Eles não sabem dessa nomenclatura, eu que conto quando eles são eliminados”, revelou. Logo no início, o público e os próprios participantes pensaram que os inscritos não teriam chances pelos convidados já serem famosos. Mas Fernanda não enxerga essa divisão dentro da casa. “O Big Brother é um jogo único. Você entrou ali dentro da casa, é de igual para igual. Independente do que você deixou aqui fora […] Mesmo uma pessoa que já é conhecida aqui fora, ela jamais foi vigiada 24 horas por dia. Então ela está ali sem filtro e sem nada. É um risco”, falouA loira venceu a décima terceira edição e já trabalhou vários anos cobrindo assuntos relacionados ao reality. Agora, ela já está há 3 anos como repórter do programa, e relembrou como foi a experiência em 2013.

“Eu não era uma fã ficionada de BBB para entender o que acontecia, para falar que eu entrei lá sabendo que ia acontecer isso e aquilo…Foi uma loucura que eu fiz porque eu vislumbrava muito ganhar o prêmio. Além de tentar estudar outras coisas”, contou a advogada, que revelou que tinha muita vontade de explorar outras áreas.

Ainda sobre sua experiência no BBB, ela relembrou: “Eu procurei viver muito as pessoas da casa. Eu não tinha medo. E outra coisa que sei que o público cobra muito de quem vai para lá, eu não tinha medo de me posicionar, de falar que eu estava de um lado, o que eu achava correto. Hoje em dia, elas entram com medo, ficam de um lado e de outro, e não adianta. O público não perdoa!”

Fernanda garantiu que ainda não sabe para quem vai sua torcida nessa edição.“Minha torcida vai para minha sobrevivência e da minha equipe”, brincou. “Independente de quem ganhar, de quem o público escolha, está puxado. Estamos muito felizes de verem as pessoas engajadas. Está sendo uma edição diferente, são 20 anos comemorados de um jeito ‘hard’. Estamos 24h no ar mesmo. A galera está confinada do lado de dentro e nós estamos do lado de fora”, brincou.

caras

Mulher cuidado com a pele

Manter a pele bonita e saudável em uma rotina corrida pode ser um grande desafio para muitas mulheres. Durante o dia, nossa cútis ficam expostas aos raios solares, à poluição, aos produtos químicos e à variação de temperatura, tudo isso – e mais alguns outros fatores, como má alimentação – influenciam no envelhecimento precoce da pele.

Por isso, para alcançar resultados satisfatórios, é preciso manter cuidados diários. “No início pode parecer difícil, mas com o tempo você se acostuma com essa rotina de beleza”, afirma a dermatologista Danuza Dias Alves, da Clínica Leger. Consultas rotineiras a um especialista são importantes para conhecer melhor a sua pele e descobrir quais fatores podem contribuir para o envelhecimento, como idade, nível de agressão cutânea e alimentação e, assim, identificar o tratamento adequado.

Dias Alves listou algumas dicas do que fazer e do que não fazer na hora de cuidar da pele para evitar seu envelhecimento. Confira!

O que fazer

  • Mantenha uma rotina diária de cuidados que inclua o uso de sabonete específico para a face e ideal para o seu tipo de pele;
  • Sempre remova a maquiagem com demaquilante ou água micelar antes de dormir. Esse hábito auxilia em uma limpeza mais profunda da derme;
  • À noite, use um ácido sugerido pelo seu dermatologista de acordo com a época do ano e o tipo de pele. Ele acelera a renovação das células e ajuda a tratar as rugas, além de estimular o colágeno;
  • Faça uma hidratação com o creme ideal para o seu tipo de pele. Para saber a frequência de uso indicada, converse com o seu dermatologista. Uma pele bonita e bem hidratada depende não só de você, mas também do médico.
  • Hidrate também seu corpo! Manter o equilíbrio hídrico é importante para o bom funcionamento dos órgãos, além de manter as células “inchadas”, o que elimina o aspecto rugoso.

O que não fazer

  • Não faça esfoliação com muita frequência. Esse é um dos problemas mais recorrentes no consultório. Remover a oleosidade em excesso faz com que você tenha mais oleosidade, o que não é indicado;
  • Não procure por um produto que seja milagroso. Não existe um produto que seja o melhor de todos. O sucesso da pele do paciente depende de uma combinação de tratamentos rotineiros feitos corretamente e acompanhamento com dermatologista, pelo menos uma ou duas vezes ao ano, dependendo da necessidade da sua pele.
  • Não durma pouco. A falta de uma boa noite de sono aumenta a produção do hormônio cortisol, que favorece o envelhecimento das células corporais, inclusive as da pele.
  • claudia

Os quase 50 anos do Fórum Econômico Mundial foram completados este ano com uma questão ainda sem resposta: como lidar com as consequências da 3ª Revolução Industrial (a digitalização), entre elas o impacto ambiental. A conferência, que acontece todo ano em Davos, na Suíça, reúne empresários, líderes políticos, personalidades influentes, jornalistas e ativistas para discutir as questões mais urgentes enfrentadas mundialmente. Em 2020 o lema é Grupos de interesse para um mundo coeso e sustentável.

FEM, como também é conhecido o Fórum, é uma instituição imparcial e sem fins lucrativos, com a missão de ajudar a melhorar o mundo. A proposta nasceu em 1971, com o economista alemão, Klaus Schwab, que propôs usar conceitos de gestão corporativa para tratar de interesses mais amplos que envolvam também as comunidades. Ao longo dos anos o evento foi ganhando relevância mundial, mas muitos criticam que ainda há mais discussão do que ação.

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Fernanda Motta (Foto: Reprodução/ Instagram)

Fernanda Motta

(Foto: Reprodução/ Instagram)

A ordem é brilhar – e Fernanda Motta mostrou como fazer isso em grande estilo no Baile da Vogue 2020. Na noite de sexta-feira (07.02), a top e apresentadora surgiu a bordo de um vestido branco de seda da Dolce&Gabbana, com centenas de cristais costurados a mão, um a um, na festa arada no Copacabana Palace, no Rio de Janeiro. 

Essa semana, a modelo teve divulgada a notícia de que estaria na etapa final da luta contra um câncer. 

A modelo de 38 anos foi diagnosticada há seis meses com um tumor na mama e o tratamento que já está na reta final incluiu quimioterapia e retirada de dois pequenos nódulos. Apenas familiares e amigos íntimos sabiam do tratamento que teve um resultado bem sucedido. 

“Decidi abrir meu coração para vocês. Há um tempo descobri por meio do autoexame um câncer de mama em estágio inicial. Sou muito cuidadosa com a minha saúde, sempre mantive meus exames em dia e por isso consegui identificar os nódulos rapidamente. É muito importante o autoexame para descoberta precoce.Já fiz a quimioterapia e, em dezembro, passei por uma cirurgia para retirada total do tumor. Ainda continuo em tratamento preventivo pós-cirúrgico via oral. Durante esse tempo me resguardei e busquei forças, fé e coragem para passar por tudo isso de forma otimista. O apoio emocional é imprescindível e um dos maiores aliados. Graças à Deus tive a sorte de ter amigos maravilhosos, e familiares ao meu lado nesse momento tão difícil, e agradeço à todos por todo apoio e amor. Optei por tratar tudo com leveza, bom humor e calma, (quem me conhece sabe que humor aqui não falta rsrs) além de muita fé, acreditando e vivendo um dia de cada vez. Cada indivíduo é único e encara de forma diferente, mas, a perseverança, a superação, o apoio e o amor vencem todo medo e te transformam em uma pessoa mais forte. Estou muito bem, segura, confiante, motivada e cuidando da minha saúde. Conto com as boas energias e vibrações de vocês.

A vida é muito linda… merece toda a atenção do mundo, nunca me desesperei, sempre soube que um dia eu estaria bem e que Deus jamais abandona a gente! Amigos eu amo muito vocês! Família meu tudo! Escolhi essa foto porque foi tirada no dia que recebi o diagnóstico e a frase que eu escrevi quando postei no mesmo dia, eu levei para todo o tratamento e levarei para toda a minha vida!!! Eu escolhi sorrir!!!!”

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Pâmela Thomé com penteado assinado por Ramon Quinhones, expert de Kérastase

Pâmela Thomé com penteado assinado por Ramon Quinhones, expert de Kérastase

Com o tema “Jardim das Delícias – uma noite de surrealismo tropical em ode ao Rio de Janeiro”, o Baile da Vogue 2020 inspirou muitos penteados com toques assim, como o da atriz e influenciadora Pâmela Tomé. Embaixadora Kérastase Brasil, ela arrumou os fios para a noite com o hairstylist Ramon Quinhones, expert K, de Kérastase, no salão Care Ipanema. “A gente montou tudo a partir do vestido, que foi a primeira coisa que eu escolhi. Um modelo todo bordado”, contou Pâmela. O vestido tinha brilhos bem carnavalescos e ela não quis usar nenhum acessório de cabeça. Por isso, optou por deixar o cabelo volumoso, com um aspecto “tropical moderno e descontraído”. Ramon, então, usou o VIP Volume in Powder para dar textura aos fios. Depois, entrou em cena o Laque Couture, que ajudou a modelar os cachos após o babyliss, e o Laque Noir foi usado na finalização. O hairstylist ainda aproveitou para dar uma dica extra, que pode inspirar outros carnavais: “Mais uma ideia de penteado é usar o Laque Couture só no topete, amassar e prender com um grampo como se fosse uma princesa”, diz.

vogue

Favela (Foto: Agência Brasil)

                                                                                           FAVELA (FOTO: AGÊNCIA BRASIL)

‘Normalizou-se esse absurdo de que as demandas sociais devem se adequar ao orçamento e não o contrário’, diz o economista Pedro Rossi

Entre as várias frases cristalizadas – quase mantras – que dominam o debate econômico brasileiro há uma particularmente perversa: “A Constituição de 1988 não cabe no orçamento”. Ela costuma ser repetida por defensores das políticas de austeridade, os mesmos que apregoam que “o estado não deve gastar mais do que arrecada”, ou que basta ajustar as contas públicas para a confiança voltar e a economia crescer. Há, porém, uma parte dos economistas que rema contra a maré, desafia essa visão que privilegia os interesses do “mercado” e propõe que a política fiscal mantenha relação estreita com o orçamento público e os direitos sociais.

Isso significa que, do ponto de vista desse grupo, do qual faz parte Pedro Rossi, professor do Instituto de Economia da Unicamp, sempre deverá haver recursos para atender ao artigo 6º do Capítulo II da Constituição, que define como direitos sociais os direitos à educação, à saúde, alimentação, trabalho, moradia, transporte, lazer, segurança, previdência social e proteção à maternidade e à infância. Ou seja, o orçamento deve se adaptar a essas exigências tanto pelo potencial de arrecadação via uma reforma tributária progressiva como pela reorganização da alocação de recursos tendo como prioridade o bem-estar da população.

“Essa é uma relação que os economistas costumam ignorar. Normalizou-se esse absurdo de que as demandas sociais devem se adequar ao orçamento e não o contrário”, afirmou Rossi.

Pedro Rossi integrou, ao lado das economistas também do IE-Unicamp Grazielle David e Ana Paula Guidolin, uma mesa-redonda na capital paulista, em 5 de dezembro, dentro da série de debates promovidos desde 2016 pela Fundação Friedrich Ebert Stiftung (FES) e Brasil Debate para discutir os efeitos das políticas de ajuste fiscal no país. O encontro foi dedicado à discussão sobre o impacto dos cortes de gastos sociais em programas voltados para a garantia dos direitos, em especial os direitos à moradia e à saúde. Participaram o líder do MTST (Movimento de Trabalhadores Sem-Teto) Guilherme Boulos, ex-candidato à Presidência da República pelo PSOL, e outros representantes de movimentos de moradia.

Rossi defendeu que decisões econômicas refletem escolhas políticas, não técnicas, e que, portanto, é uma opção atropelar direitos na busca da eficiência e de equilíbrio fiscal, como vem fazendo o governo federal. Segundo ele, esse debate vai esquentar em 2020, com a tramitação do pacote de três propostas de emenda à Constituição (PEC) que compõem o Plano Mais Brasil, elaborado pela equipe econômica do governo e apresentado no Senado em novembro.

As propostas do Paulo Guedes, ministro da Economia, têm objetivo de reduzir gastos obrigatórios, revisar fundos públicos e alterar as regras do Pacto Federativo. “O Pacote do Guedes consegue ser pior que a emenda 95, do teto de gastos, que vai acabar inviabilizando a máquina pública”, afirmou Rossi. “No fundo é a supremacia fiscal sobre os direitos humanos”. Segundo o economista, uma das armadilhas do Pacote Guedes é incluir no artigo 6º da Constituição um direito social adicional que é o direito ao equilíbrio fiscal intergeracional. Na prática, isso significa condicionar todos os demais direitos à expectativa de equilíbrio fiscal, o que vai permitir, por exemplo, que se reduzam os recursos de educação e saúde. “Não há precedente histórico em nenhum outro país, é uma inversão de valores”.

Outra medida problemática, segundo ele, é a da chamada PEC Emergencial que cria gatilhos que permitem efetuar cortes de até 25% nos salários e na jornada dos servidores públicos, o que hoje é vetado pela Constituição. “Vai ser uma tragédia”, disse, lembrando que 60% dos servidores públicos são professores, pessoal da saúde e policiais, com salários baixos. “Não se leva em conta que o trabalho do servidor atua para reduzir a desigualdade social. Uma parte importante do funcionalismo é motor do Estado social”, lembrou Rossi. A mesma PEC prevê, como medida temporária, suspensão de promoções, vedação de novas despesas obrigatórias e proibição de concursos, entre outros pontos.

Focalização x universalização

A Constituição de 88 foi construída em cima do princípio do direito universal, de tal forma que os direitos sociais devem ser garantidos a todos. Porém, há uma tendência de políticos e economistas mais à direita de defender a redução da desigualdade social por meio de adoção de medidas focalizadas, que levam em conta particularidades locais ou miram grupos supostamente mais vulneráveis. Focalizar elementos das políticas públicas não é ruim em si, o problema é quando isso é feito reduzindo a universalidade do direito para economizar recursos, explica Grazielle David.

Segundo ela, essa visão está embutida, por exemplo, na agenda social proposta pela deputada Tabata Amaral (PDT-SP), que sugere, entre outras medidas, reduzir o abono salarial de algumas faixas salariais para aumentar outras. “Você tira do médio para dar ao mais pobre, empobrece o médio e deixa o rico intacto”, criticou. Para Grazielle, esse é um exemplo de que é possível reduzir a desigualdade sem fazer justiça social. “Política redistributiva, seja ela fiscal ou social, deve também levar em conta os direitos universais para ser justa”, enfatizou.

PAULO GUEDES E JAIR BOLSONARO

Sobre o impacto dos cortes impostos pela política de austeridade às áreas sociais, a economista mostrou dados de que entre 2014 e 2018 três áreas altamente afetadas porcortes foram moradia, com queda de 70% do orçamento; saneamento, com corte de 58%;e transporte, com 46%. Os dados são do Sistema Integrado de Planejamento e Orçamento (SIOP). Coincidentemente, três setores particularmente visados pela iniciativa privada. Um dos efeitos mais imediatos foi o fim da “Faixa 1” do programa Minha Casa Minha Vida, justamente a que é voltada às famílias de menor renda.

Já Ana Paula Guidolin se deteve na questão dos prejuízos para a saúde. Segundo ela, a austeridade não está respeitando o fato de o Brasil ser signatário de acordos internacionais que exigem cumprimento de objetivos como combate e prevenção de doenças, atenção primária à saúde etc., e cujo descumprimento é o mesmo que descumprir a Constituição. “A saúde mental foi a primeira a ser atingida pela situação de vulnerabilidade social e ela acaba desencadeando outras doenças”, informou.

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Desigualdade aumenta no Brasil

                     DESIGUALDADE AUMENTA NO BRASIL

O aumento da desigualdade coincide com o aumento do poder politico da direita, em todo o mundo

Em tempos de muita noticia ruim, devemos rapidamente compartilhar as boas. É o que faço contando que foi relançada a Ação Brasileira de Combate à Desigualdade.

Participei de criação desse movimento há quase vinte anos atrás. Ele foi lançado em Porto Alegre, num dos primeiros Fóruns Sociais Mundiais, que anunciava que “outro mundo é possível’. Não me lembro o que conseguimos fazer para realizar nosso objetivo. Mas algo avançou no combate à desigualdade.

O governo Lula, eleito naqueles tempos, e depois o de Dilma, conseguiram diminuir a pobreza e portanto um pouco da distância entre ricos e pobres. E se avançou também no próprio entendimento da desigualdade. Quando criamos a Ação pensávamos mais na desigualdade criada pela desigualdade na renda. Agora, no relançamento da Ação, se disse que temos que falar de desigualdades. Com SOu seja, hoje vemos mais claramente que há desigualdades devidas diretamente à cor da pele, ao gênero, ao tipo de trabalho, ao local de moradia, à origem étnica… Qualquer que seja o nível de renda. Assim como várias razões podem também se combinar. Como com a mulher

O problema é que agora as desigualdades estão aumentando. Aqui e em todo o mundo. Por isso o movimento renasce. Parabéns a quem teve a ideia de propor esse relançamento.

Nem se fale do crescimento da desigualdade na renda. O capitalismo financeiro está a toda, em todo o planeta. Os especialistas o mostram, ninguém contesta.

A enormidade do que os milionários ganham hoje em dia é inacreditável. Suas fortunas crescem desmesuradamente a cada dia, a cada hora. Quase automaticamente. Surgem cada vez mais bilionários e até triclinários. Inclusive no Brasil. Dentro evidentemente do 1% que domina o mundo.

Seus lucros se multiplicam nas bolsas. Sonegam, especulam, tiram do trabalhador e do pobre tudo que podem. Os paraísos fiscais estão entupidos com seu dinheiro, neles escondido. Enquanto no resto do mundo faltam recursos até para necessidades básicas.

Outro dia apareceu em algumas redes sociais uma carta, escrita por alguns desses bilionários. Alertavam seus “colegas” de exploração. Era seguramente fake mas dizia uma verdade: “Gente, temos que começar a pagar impostos! Estamos indo longe demais! Pode dar ruim!”

A esquerda nasceu na politica para mudar as coisas combatendo o privilegio e a desigualdade. Essa é a sua luta histórica. É nisso que se opõe à direita. Ser de esquerda é lutar contra a desigualdade. Ser de direita é agir para manter o privilégio e aumentar a desigualdade.

O aumento da desigualdade no mundo coincide com o aumento do poder politico da direita, em todo o mundo. Aqui no Brasil foi primeiro com Temer e agora com a horda de doentes mentais, criminosos e oportunistas corruptos que o atual presidente levou para Brasília.

“A foto acima mostra que a ganância dos políticos são grande, é assim que eles gostam, que a nação fique no estado de  miserabilíssimo. Para eles é com imenso prazer ver o povo deste jeito e eles nas luxúrias, povo é sabedor.”

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05-02-2020 PARLAMENTARES IMPEACHMENT WEINTRAUB
Representantes de diversas siglas protocolaram o
pedido de impedimento
do ministro da Educação

Lula Marques/PT na Câmara

Um grupo de 25 parlamentares de diferentes siglas protocolou, no final da tarde desta quarta-feira (5), um pedido de impeachment do ministro da Educação, Abraham Weintraub, junto ao Supremo Tribunal Federal (STF). Eles acusam o mandatário de crime de responsabilidade por quebra de decoro e do princípio da impessoalidade. A iniciativa vem após os erros no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e uma sequência de problemas no Ministério da Educação (MEC), apontado como ponto de crise no governo Bolsonaro desde o início do mandato.

Deputados e senadores de nove siglas, ao todo – PDT, PT, PV, PSB, MDB, Cidadania, PCdoB, Rede e PSDB – entraram com a ação. A articulação foi encabeçada pela presidenta da Comissão Externa de Acompanhamento do MEC, deputada Tabata Amaral (PDT-SP), e pelo relator do colegiado, Felipe Rigoni (PSB-ES). O texto da denúncia traz trechos do relatório produzido pela comissão.

Do ponto de vista jurídico, os parlamentares apontam que o ministro teria infringido os princípios da impessoalidade, eficiência e transparência, previstos no artigo 37 da Constituição Federal. Além disso, Weintraub teria adotado posturas que se enquadram nas previsões da Lei do Impeachment (Lei nº 1.079/50).

Os parlamentares afirmam também que as falhas no Enem estiveram marcadas pela falta de transparência quando o MEC alterou, em diferentes momentos, dados sobre erros nas provas.

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“Brasil nega direito à educação de crianças, jovens e adolescentes e vai criando demanda reprimida”, afirma professora da UnB  – Foto de Arquivo/Agência Brasil

A ausência das pautas de educação na lista de prioridades apresentada nesta semana pelo governo de Jair Bolsonaro (sem partido) para 2020, associada à asfixia orçamentária que marca atualmente o setor, tende a afetar as respostas dadas pelo Brasil à transição demográfica vivida pelo país. A observação é feita pelo coordenador-geral da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Daniel Cara, para quem o país caminha na contramão das demandas da área.

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que, entre julho de 2018 e julho de 2019, a população nacional cresceu 0,79%. O percentual é menor que o do período anterior, quando a taxa foi de 0,82%.  Pelas projeções do IBGE, a porcentagem deve continuar caindo até 2048, quando o contingente de brasileiros tende a iniciar um processo de redução, situação atribuída ao envelhecimento da população.Quando o número de idosos se amplia, o esperado é que haja um aumento na quantidade de óbitos, por isso a taxa de crescimento populacional diminui. O fenômeno é típico do cenário chamado de transição demográfica. “A gente, na verdade, já tem um numero de crianças que é deficitário em relação ao de adultos e idosos e, com relação a jovens e adolescentes, este é o ultimo momento demográfico em que a gente vai ter uma grande quantidade de jovens e adolescentes. Então, seria necessário aumentar os recursos na área de educação pra poder garantir qualidade e dar matrícula para todos”, afirma Daniel Cara, acrescentando que o cenário atual tende a inviabilizar o atendimento a essa demanda.O cientista político pontua que o país ainda tem, fora da escola, cerca de 2,8 milhões de crianças e adolescentes com idade entre 4 e 17 anos, faixa etária de escolaridade obrigatória. A área de educação voltada ao segmento tende a ficar comprometida se, por exemplo, o Congresso Nacional não aprovar, até o final deste ano, o projeto que prevê a transformação do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) em política pública.

Este é o ultimo momento demográfico em que a gente vai ter uma grande quantidade de jovens e adolescentes. Então, seria necessário aumentar os recursos na área de educação pra poder garantir qualidade e dar matrícula para todos.

O fundo, criado na década de 2000, tem previsão de término para este ano e financia os ensinos infantil, fundamental e médio. A demanda não entrou na lista de prioridades apresentada pelo governo ao Congresso Nacional na última segunda-feira (3).“O governo é contrário. Como ele é comprometido com o projeto ultraliberal do Paulo Guedes, que, de fato, é quem dá a lógica do governo em termos programáticos e de políticas públicas, a realidade é que, para o governo, investir mais nas áreas sociais, especialmente em educação e saúde, é ruim porque isso significa maior comprometimento do Estado, o que diminui o que é destinado [do orçamento público] para os rentistas”,critica Daniel Cara.

Modelo sistêmico

A professora Catarina de Almeida Santos, da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília (UnB), sublinha que a formação estudantil se pauta num modelo sistêmico, motivo pelo qual o país precisa seguir o Plano Nacional de Educação (PNE), que impõe metas para cada nível de ensino.

O Brasil nega o direito à educação das suas crianças, jovens e adolescentes e vai criando demanda reprimida.

Ela aponta que a carência orçamentária e a falta de prioridade para o segmento tendem a comprometer o escopo traçado para o setor, que tem metas como universalização do ensino e elevação da escolaridade média da população. A faixa etária apropriada para cada fase educacional também é observada pelo PNE.

“Se eu não cumprir a meta de educação infantil, não tenho como fazer com que os estudantes do ensino fundamental cheguem nessa fase e concluam na idade adequada, o que significa que eu vou impedir que isso aconteça no ensino médio e no acesso ao ensino superior. O Brasil nega o direito à educação das suas crianças, jovens e adolescentes e vai criando demanda reprimida, o que gera um problema no sistema de ensino”, explica.

Projeto de país

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Brasília – Agências da Caixa Econômica Federal do Distrito Federal e entorno estão abertas de 9h às 15h para atendimento exclusivo sobre contas inativas do FGTS neste sábado (18) (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

Os trabalhadores da iniciativa privada poderão antecipar os valores do saque-aniversário do FGTS com crédito mais barato. O governo deve concluir em dois meses a regulamentação da modalidade de empréstimo consignado que terá os resgates anuais como garantia.

O secretário de Política Econômica do Ministério da Economia, Adolfo Sachsida, espera que o novo produto provoque “um pulo” no crédito consignado. O potencial imediato é de R$ 11 bilhões em empréstimos, antecipa o secretário em entrevista ao Estadão/Broadcast. O saque-aniversário do FGTS foi criado em 2019 e permite ao trabalhador sacar anualmente uma parte do seu Fundo de Garantia, de acordo com o mês em que nasceu. Os primeiros resgates começarão a ser feitos em abril de 2020. Só os trabalhadores que aderirem a essa modalidade serão beneficiados – e poderão desistir após dois anos. Quem não fizer nada permanecerá com o saque-rescisão, com resgate de todo o saldo do FGTS em caso de demissão sem justa causa.O consignado do FGTS funcionará de maneira semelhante a uma antecipação do Imposto de Renda ou do 13º salário, modalidades já oferecidas atualmente pelos bancos. A diferença, segundo Sachsida, é que os trabalhadores poderão antecipar os saques de FGTS previstos para dois anos (período em que a permanência na modalidade é garantida) ou até mais tempo – neste caso, sujeito a uma taxa de juros um pouco maior.“A pessoa que quiser pegar por dois anos tem a melhor garantia do mercado, então a taxa (de juros) vai ser baixinha. Agora, à medida que ele for querendo pegar por mais tempo, ele pode? Pode só que a taxa que o banco ofertar é um pouco diferente”, afirma o secretário.

Dinheiro no bolso

A intenção do governo é dar ao trabalhador a opção de colocar no bolso os valores do saque-aniversário antes de chegar a sua data de resgate do dinheiro. “Vai ser muito barato”, diz Sachsida. Segundo ele, a taxa de juros deve ficar abaixo de 2% ao mês.Hoje a modalidade mais vantajosa de crédito consignado é a do servidor público, com juro de 1,4% ao mês em média. Mesmo essa opção tem riscos: o funcionário pode falecer ou se divorciar (o pagamento de pensão comprometeria uma parcela da renda, reduzindo a margem para o empréstimo). No caso do consignado do FGTS, Sachsida afirma que não há esses riscos. “O dinheiro já está lá disponível. Então, acredito que vai ser tão competitivo quanto o consignado do servidor público” afirma.

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Senador Randolfe Rodrigues (Foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados)

SENADOR RANDOLFE RODRIGUES (FOTO: LUIS MACEDO/CÂMARA DOS DEPUTADOS)

‘Uma fraude, uma zombação do povo pobre nesse país’, afirma o senador Randolfe Rodrigues, que acusa governo de ser demagogo
Foi promessa de campanha e assunto de grande divulgação do governo, mas, como 2019, acabou. A proposta do 13º salário à população beneficiária do Bolsa Família, uma medida provisória (MP) assinada pelo presidente Jair Bolsonaro em outubro, perderá seu efeito e irá caducar se não for votada pelo Congresso até o dia 24 de março. O problema é que quem vem esvaziando as reuniões de votação é o próprio governo, aparentemente não interessado em estender a política para além do discurso do passado.“O governo anuncia que vai ter 13º e depois não garante a permanência desse 13º. Editar a MP, na prática, foi uma fraude, foi uma zombação do povo pobre nesse país”, diz o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), líder da oposição no Senado e relator da medida provisória na Comissão Mista do Congresso.

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Styvenson Valentim e Jair Bolsonaro

© Reprodução/Agência Senado Styvenson Valentim e Jair Bolsonaro

O senador Styvenson Valentim (Podemos-RN) afirmou, nesta sexta-feira, 7, que estranha a rejeição do presidente Jair Bolsonaro ao projeto de lei, de sua autoria, que exige o exame toxicológico para porte e posse de arma de fogo. Bolsonaro ameaçou vetar a proposta caso ela passe no Congresso.“Eu não entendo um presidente que fez campanha justamente pregando o combate às drogas, a diminuição dos índices de criminalidade, ser contra este tipo de projeto, de iniciativa”, disse Valentim, que é capitão da Polícia Militar, em entrevista a VEJA.O projeto de lei de Styvenson Valentim foi aprovado, por unanimidade, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, na quarta-feira 5. A matéria só será analisada no plenário da Casa se houver recurso. Caso contrário, seguirá para a Câmara dos Deputados.Na noite de quinta, em sua transmissão ao vivo nas redes sociais, Bolsonaro afirmou que a proposta não era bem-vinda. “Meu Deus do céu, tem que infernizar a vida de quem está fazendo a coisa errada, não de quem quer fazer a coisa certa. Quem quer comprar uma arma não é para fazer besteira. [Para] Fazer besteira ele vai aí para o câmbio negro, um lugar qualquer”, disse o presidente. O senador afirma que, após o comentário de Bolsonaro, recebeu uma enxurrada de críticas nas redes sociais. “O objetivo do projeto é tão lógico que não entendi essa repercussão.”Styvenson Valentim afirma que o projeto de lei é “um mecanismo para evitar o consumo de drogas”.

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4 motivos para não comprar um carro zero km no Brasil -

© Fornecido por Garagem 360 4 motivos para não comprar um carro zero km no Brasil –

Comprar um carro zero nem sempre é um bom investimento. Em algumas ocasiões, é possível usar a mesma quantia de dinheiro para adquirir veículos seminovos que oferecem mais acessórios e até conjuntos mecânicos superiores. A depreciação, o custo com documentação e até o valor do seguro automotivo também podem oferecer obstáculos.“Um zero quilômetro deprecia entre 10% e 20% no instante em que deixa a loja”, explica Maurício Feldman, CEO da Volanty, autotech que conecta compradores e vendedores de seminovos. A empresa separou alguns motivos para não investir em um veículo novo.

4 motivos para não comprar um carro zero km no Brasil

Imposto mais alto

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“Era uma cidade moderna e viva. Agora é uma cidade fantasma, deserta. O quadro é desolador”, diz o diplomata brasileiro João Batista Magalhães sobre Wuhan, na China, onde está para acompanhar o resgate dos brasileiros isolados na cidade, epicentro do surto de coronavírus. Sem poder tirar a máscara como medida de precaução, ele conversou nesta sexta-feira com a BBC News Brasil por chamada em vídeo, minutos antes de deixar o lobby do hotel para se deslocar ao aeroporto e embarcar com destino ao Brasil, numa operação envolvendo dois aviões da FAB (Força Aérea Brasileira). “A máscara é obrigatória para todo mundo aqui em Wuhan. Estamos em um hotel onde é permitida a permanência das delegações estrangeiras. A circulação nas ruas é restrita. Além disso, é recomendado que a gente lave as mãos e evite o contato com outras pessoas sem máscara”, diz. Segundo Magalhães, além dos cerca de 30 brasileiros, cinco cidadãos poloneses também estarão no voo “de carona”. Isso porque, diz o diplomata, no retorno ao Brasil, as aeronaves VC-2 (Embraer 190) vão fazer a primeira escala em Varsóvia. Dali, ainda param nas Ilhas Canárias (território espanhol na África Ocidental) e em Fortaleza. O destino final será a Base Aérea de Anápolis, em Goiás, onde todo o grupo vai permanecer em quarentena por 18 dias em um hotel de trânsito das Forças Armadas.

Wuhan

                 Direito de imagem PA MEDIA
                     Image captionEpicentro do coronavírus,
Wuhan, na China, virou ‘cidade fantasma’, diz diplomata brasileiro
Chineses usam material de proteçãoIlustração de coronavírus

Os aviões da FAB deveriam aterrissar em Wuhan na madrugada desta sexta-feira (07/02), mas houve um atraso no cronograma “por causa de um aumento no tráfego aéreo asiático, com missões de repatriação de diversos países”, informou mais cedo o Ministério da Defesa, em nota. De acordo com Magalhães, a previsão é que o voo com destino ao Brasil decole ainda na madrugada deste sábado (fim da tarde da sexta-feira no Brasil). A duração de todo o trajeto está estimada em cerca de 30 horas. Magalhães e outros dois diplomatas brasileiros, que trabalham na embaixada em Pequim, foram mobilizados para coordenar a operação de resgate. Ele conta que o trio teve de dirigir por 16 horas da capital chinesa até Wuhan após receber uma autorização especial do governo daquele país.

Sem essa permissão, ninguém pode entrar ou sair da cidade, explica o diplomata.

“Somos três diplomatas brasileiros lotados na embaixada em Pequim. Viemos de carro. Wuhan está em quarentena. Ninguém pode entrar ou sair. Obtivemos uma autorização especial para vir até aqui. Mas não temos autorização para voltar para Pequim. Tivemos de deixar o carro aqui. Vamos embarcar com os brasileiros e vamos ter de nos submeter à quarentena em Anápolis (Goiás)”, explica.

Obstáculos à operação

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