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Judivan Contábil

 

 

 O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, declarou nesta sexta-feira (26), durante o Congresso Bicentenário dos Povos do Mundo, que o seu governo se solidariza com o povo do Brasil que, por conta das políticas negacionistas de Bolsonaro, vive uma grave crise sanitária.

“Compartilhamos a solidariedade mundial com o povo do Brasil que sofre de maneira muito grave a pandemia do coronavírus. Produto da política totalmente negacionistas e irresponsáveis de Jair Bolsonaro, que gerou a crise sanitária mais espantosa do mundo inteiro, a crise que vive o povo do Brasil”. Maduro destacou o fato de que o Brasil “superou a contagem de mil casos diários, há dias que os chegam em 3 mil ou mais falecidos por dia”. Maduro também falou sobre o envio de oxigênios por parte de seu governo ao estado do Amazonas. “Graças a classe trabalhadora se enviou cilindros de oxigênio de maneira emergencial e agora estamos enviando de maneira permanente à capital do estado de Amazonas e à cidade de Boa vista”, declarou o presidente da Venezuela.

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Luis Ildefonso afirma que as medidas sanitárias dos 'shoppings' são referência

Luis Ildefonso afirma que as medidas sanitárias dos ‘shoppings’ são referência | Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

Antes do coronavírus desembarcar no Brasil, o país tinha 105 mil lojas em 577 shoppings, com 1,5 milhão de empregos diretos. Agora, 14 mil estabelecimentos nos centros comerciais estão fechados e 120 mil pessoas demitidas, conforme o mais recente levantamento da Associação Brasileira de Lojistas de Shoppings (Alshop). A Revista Oeste entrevistou o diretor-institucional da Alshop, Luis Ildefonso, que analisou o cenário. Segundo ele, os shoppings poderiam estar funcionando porque conseguiram se adaptar à epidemia e demonstraram respeito às medidas sanitárias contra o vírus chinês.

Qual a situação hoje dos shoppings em razão dos sucessivos fechamentos? É possível mensurar quantas lojas já fecharam e quantas pessoas ficaram desempregadas?

A contragosto, os shoppings têm se adaptado aos fechamentos. Zelamos pela saúde, mas gostaríamos que eles pudessem funcionar, ainda que num horário reduzido, de modo a evitar a mortalidade das lojas. Os centros comerciais têm rígidos protocolos de segurança e já demonstraram que, dentro de seu ambiente, não há aglomerações, tampouco propagação do coronavírus. Restrições ao comércio não podem ser prolongadas por muito tempo porque fazem sucumbir a economia. Segundo o nosso mais recente levantamento, 12% das lojas de shoppings fecharam. Aproximadamente 14 mil encerraram suas atividades no Brasil e cerca de 120 mil colaboradores deixaram de trabalhar. Essa é a realidade do setor.

Quanto tempo vai levar para os lojistas saírem da crise?

É difícil dizer. A variável, que é o coronavírus, não tem previsibilidade. Inicialmente, falava-se que os shoppings chegariam ao patamar de “quase normalidade” depois do Natal deste ano. Isso, entretanto, não é válido hoje. A Alshop ainda está mensurando os impactos das novas medidas de restrição. Um novo levantamento será publicado em breve.

Quais medidas a Alshop está tomando com a finalidade de proteger os lojistas?

Para que as lojas tivessem fôlego, fomos em busca de financiamentos federais, no BNDES [Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social], e estaduais, no Banco do Povo, além do programa Desenvolve São Paulo. Recentemente, o governador João Doria (PSDB) aumentou os volumes de empréstimos com taxas convenientes e mais tempo para pagar. Nessas atividades, a Alshop participa firmemente, até na elaboração das categorias de financiamento.

Como o setor que o senhor representa pode se reinventar para sobreviver ao surto de covid-19?

Antes da pandemia, os shoppings brasileiros já vinham se transformando ao diversificar o mix de serviços. De algum tempo para cá, cresceu nos centros comerciais a quantidade de clínicas odontológicas, escolas de línguas e até faculdades. Há, também, negócios de costura, de assistência técnica, entre outras, sem falar nas academias. São fatores que contribuem para o crescimento dos shoppings, por atrair gente, e devem ajudar na retomada econômica.

O governador João Doria estabeleceu a fase emergencial do Plano São Paulo. A Alshop estuda recorrer à Justiça?

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        Assista também pelo Instagram a live da professora de hebraico Márcia, da IEAD da cidade de Caruaru-PE. Tema: “A CARTA DE LAMENTAÇÃO DE JEREMIAS, hoje (27/03), de 18 às 19 horas. O pastor evangelista Aldeir Lopes da IEAD em Santa Terezinha – PE, convida a todos para estarem assistindo a live, para nossa edifica espiritual.

Deus é a fonte da vida do homem

Desde o momento em que chega a este mundo chorando, você começa a cumprir seu dever. Desempenhando seu papel no plano de Deus e em Sua ordenação, você começa a sua jornada de vida. Não importa o seu passado, não importa a jornada à sua frente, ninguém pode escapar das orquestrações e dos arranjos do Céu, e ninguém está no controle do próprio destino, pois apenas Aquele que governa todas as coisas é capaz de tal obra. Desde o dia em que o homem veio a existir, Deus sempre operou assim, gerenciando o universo, dirigindo as regras de mudança para todas as coisas e a trajetória de movimento delas. Como todas as coisas, o homem é silenciosa e inconscientemente nutrido pela doçura, pela chuva e pelo orvalho de Deus; como todas as coisas, o homem vive inconscientemente embaixo da orquestração da mão de Deus. O coração e o espírito do homem são guardados na mão de Deus, tudo de sua vida é observado pelos olhos de Deus. Não importa se você acredita nisso ou não, todas as coisas, vivas ou mortas, vão se transformar, mudar, se renovar e desaparecer de acordo com os pensamentos de Deus. Tal é a maneira pela qual Deus preside sobre todas as coisas.

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Crédito: Reprodução/Instagram

Claudia Leitte 

Cláudia Leitte, de 40 anos, falou sobre carreira, vida pessoal, família e pandemia em entrevista ao Gshow. Longe dos palcos, a cantora disse que precisou aprender a produzir em casa: “Ter o apoio de quem eu amo e produzir, compor são bases muito importantes para mim agora e sempre. Aprendi a produzir em novos formatos, a buscar novas estratégias, principalmente em digital, sempre com apoio da minha equipe”, contou ela.“A música é minha vida e me cercar de projetos e ações me mantém ativa e motivada. Eu fiquei triste e muito sensibilizada com tudo o que está acontecendo. Foi de repente, de uma hora para outra tivemos que nos adaptar a uma nova realidade e reaprender muitas coisas”. Leitte ainda revelou que se sente uma mulher realizada: “Madura, cheia de energia e pronta para o que der e vier”. Ela ainda falou sobre sua nova rotina durante o isolamento social e que sua relação com os filhos ficou mais fortalecida:
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 (Foto: Reprodução)Foto: Reprodução

O governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), e mais outros 15 governadores brasileiros, enviaram nesta quarta-feira (24) uma carta ao Congresso Nacional solicitando que o auxílio emergencial seja pago em parcelas de R$ 600. A sugestão é superior à do governo, que planeja o retorno do benefício em abril com parcelas de R$ 150, R$ 250 ou R$ 375, dependendo da família. Paulo Câmara apontou a situação vivida pelo país neste ano, com 300 mil mortes causadas pela Covid-19. “O Brasil tem enfrentado o seu pior momento da pandemia. São recordes diários de casos e mortes. Frear essas curvas crescentes tem exigido medidas restritivas, impactando diretamente a economia e a vida de milhares de famílias”, explicou. “Para o governador, é importante atenuar os impactos da pandemia na população mais vulnerável. “Por isso, assinei uma carta, juntamente com outros 15 governadores, solicitando ao Congresso Nacional urgência na apreciação e votação de um auxílio emergencial de R$ 600,00, semelhante ao que foi pago no ano passado, também por conta da crise sanitária”, completou. A carta dos governadores também argumenta nesse sentido. “Entendemos que a redução dos valores do auxílio emergencial é inadequada para a eficácia da proteção da população. Enquanto a vacinação não acontecer em massa, precisamos garantir renda para a população mais vulnerável”, diz o texto, assinado também por nomes como o governador de São Paulo, João Doria (PSDB); e o governador do Maranhão, Flavio Dino (PCdoB).

Veja a íntegra da nota dos governadores:

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No último domingo (7), Lucas Penteado pediu para sair do BBB21, da Rede Globo, após passar por diversas humilhações.A gota d’água foi quando o ator beijou Gilberto e outros participantes afirmaram que isso não passava de uma estratégia de jogo.Em seu Instagram Stories, Cleo comentou sobre os recentes acontecimentos do reality e demonstrou seu apoio a Lucas Penteado.BBB21: Mulher de Projota diz que filha foi jurada de morte por causa do reality”Deixar aqui meu apoio ao Lucas. Sentimento de acolhimento e falar também que fico muito indignada com o que algumas pessoas fizeram lá dentro com ele e com a Juliette, que isolaram e fizeram uma espécie de tortura psicológica. Dá muito gatilho ver isso. Mas acho que é importante a gente ver, ter essa discussão. É uma abertura de diálogo sobre acolhimento, empatia, convivência, sobre cancelamento. Sobre erros e acertos”, começou ela.Em seguida, a atriz comentou sobre o beijo entre os participantes.”Fiquei muito doída com o beijo do Lucas e do Gilberto ter sido visto pelas pessoas como forma de jogo, sendo que isso nunca foi usado contra ninguém que ficou lá dentro dessa forma, pesada. Ainda mais o garoto se assumindo bissexual, sendo preto e periférico”.Saiba tudo o que rola no BBB21Cancelamento A artista contou que apesar de não concordar com as atitudes de Karol Conká e Lumena, também não concorda com o ódio que as sisters estão recebendo aqui fora.”A gente tem que questionar a forma que a gente pensa, de quem a gente está falando e como a gente está falando. Eu não apoio a forma como a Karol e a Lumena estão levando o posicionamento delas. Talvez seja a forma com a qual elas estão comunicando as coisas, mas não quero linchar elas. Não acho que tem que ter esse ódio todo. Muitos homens brancos ali dentro fizeram coisas piores e não receberam esse nível de ódio”, disse ela, afirmou.BBB21: ‘Não pretendo seguir os mesmos erros da minha mãe’, diz filho de Karol ConkáPara concluir, Cleo defendeu que a cantora e a psicóloga merecem ter uma segunda chance.”Parece um surto coletivo. Espero que elas tenham uma segunda chance como as outras pessoas brancas também tiveram. Fizeram m**** e tiveram chances, então espero que elas também possam ter”, finalizou. – Esta notícia pertence a https://www.ofuxico.com.br/bbb/noticias/bbb21-parece-um-surto-coletivo-diz-cleo-sobre-o-reality/2021/02/08-395933.html © 2000 – 2020. Todos direitos reservados. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.

Andressa Suita arrasou com vestido ousado
Andressa Suita arrasou com vestido ousado                                                               Andressa Suita arrancou suspiros de fãs nesta quarta-feira (24).A modelo apareceu poderosíssima com um vestido soltinho. Super decotado e contando com uma fenda que sobe quase até a virilha, o modelito destacou o bronzeado da musa. Linda demais“, elogiou uma seguidora, sentimento ecoado por vários outros. A bela, aliás, se tornou assunto dentro do BBB21. É que o sertanejo Rodolfforevelou fatos da intimidade entre Andressa e o (ex?) marido, Gusttavo Lima“Ele disse que não voltava, não!”, afirmou o cantor.Gusttavo Lima mexeu com o coração de fãs.O sertanejo apareceu em uma série de fotos usando somente uma sunga. Com os músculos marcados e as veias saltando nas pernas saradas, o cantor mexeu com a imaginação das admiradoras.Uma seguidora não disfarçou o assanhamento: “O zoom foi automático“, confessou.

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Gabi Martins divulga faixa inédita de seu novo DVD
Gabi Martins fala sobre seu novo lançamento 

Na próxima quinta-feira, 25, Gabi Martins divulgará ‘Cancela’, música inédita de seu DVD intitulado ‘Fatos Reais’.

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Crédito da foto: Tony Winston / Ministério da Saúde

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou, nesta quarta-feira (24/03), a criação de uma secretaria especial de combate à pandemia e a aceleração da campanha de vacinação contra a covid-19 no Brasil. De acordo com o ministro, o foco é monitorar de perto e de forma contínua as ações de enfrentamento da doença em todos os setores e ampliar a capacidade diária de imunização no país. “Nosso país tem o Programa Nacional de Imunizações (PNI), reconhecido mundialmente. Agora, com a pandemia, a determinação do presidente da República é para ampliar o número de vacinas. Hoje, aplicamos 300 mil por dia. O Ministério da Saúde assume o compromisso, a curto prazo, de aumentar em três vezes essa velocidade de vacinação para 1 milhão de vacinas todos os dias. É uma meta plausível”, disse.

Queiroga pediu a união entre os governos federal, estaduais e municipais, além da colaboração da população brasileira para conter a circulação do coronavírus, com reforço de medidas como uso de máscara e higienização constante das mãos. “A grande ferramenta para a concretude das coisas é o SUS. Com essa ferramenta, junto com estados e municípios, de maneira organizada, vamos continuar no enfrentamento dessa pandemia. Vamos buscar uma maneira disciplinada de organizar a movimentação e o distanciamento social e construir um ambiente de harmonia para que a população possa contribuir com as autoridades sanitárias. É hora de gerar luz, não calor”.  Médico cardiologista, o ministro assumiu o compromisso de monitorar de perto a assistência à saúde da população e os cuidados com os profissionais de saúde da linha de frente: “Eu vou visitar os hospitais para ver como podemos melhorar, habilitando leitos, dando melhores condições aos profissionais de saúde, fazendo com que o Ministério da Saúde se faça presente e se mostre solidário com as pessoas e com os profissionais”, explicou.  Queiroga disse apostar na ciência e no humanismo, citando investimentos em pesquisas e na autossuficiência na produção de matéria-prima para a produção total de vacinas covid-19 em território nacional – processo que já está em desenvolvimento em instituições públicas como Fiocruz e Butantan.  “Peço um voto de confiança dos senhores. Vamos fazer uma forte parceria com instituições científicas, com os conselhos federais de Medicina, Enfermagem, Fisioterapia, e demais profissionais. O Ministério da Saúde é a casa de todos os profissionais de saúde”, finalizou.

Marina Pagno
Ministério da Saúde

Saúde e Vigilância Sanitária

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), subiu o tom contra Jair Bolsonaro nesta quarta-feira (24) e, sem citá-lo diretamente, deu a entender que o Congresso pode abrir um processo de impeachment contra o titular do Planalto.

Apesar de não ter utilizado o temo impeachment, Lira falou sobre “remédios políticos amargos”, em uma referência indireta ao mecanismo. “Será preciso que essa capacidade de ouvir tenha como contrapartida a flexibilidade de ceder. Sem esse exercício, a ser praticado por todos, esse esforço não produzira os resultados necessários. Os remédios políticos no Parlamento são conhecidos e são todos amargos. Alguns, fatais. Muitas vezes são aplicados quando a espiral de erros de avaliação se torna uma escala geométrica incontrolável. Não é esta a intenção desta presidência. Preferimos que as atuais anomalias se curem por si mesmas, frutos da autocrítica, do instinto de sobrevivência, da sabedoria, da inteligência emocional e da capacidade política”, disparou o deputado. A fala de Lira se deu após a reunião que participou com Bolsonaro e lideranças dos dos outros poderes de República para discutir a criação de um comitê de combate à pandemia, o que demonstra que o presidente da Câmara não saiu satisfeito do encontro. Em seu discurso no plenário da Câmara, Lira ainda deu outros recados para o Palácio do Planalto, dizendo que “tudo tem limite”. “CPIs ou lockdowns parlamentares, medidas com níveis decrescentes de danos políticos, devem ser evitados. Mas isso não depende apenas desta Casa. Depende também, e sobretudo, daqueles que fora daqui precisam ter a sensibilidade de que o momento é grave. A solidariedade é grande, mas tudo tem limite, tudo. E o limite do parlamento brasileiro, a Casa do povo, é quando o mínimo de sensatez em relação ao povo não está sendo obedecido”, pontuou. Em outro trecho de sua fala, o deputado disse que apertou “o sinal amarelo”, em mais um alerta ao governo: “Estou apertando hoje um sinal amarelo para quem quiser enxergar: não vamos continuar aqui votando e seguindo um protocolo legislativo com o compromisso de não errar com o país se, fora daqui, erros primários, erros desnecessários, erros inúteis, erros que que são muito menores do que os acertos cometidos continuarem a serem praticado”.

Bolsonaro muda o tom

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A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal concluiu, nesta terça-feira (23), o julgamento sobre a suspeição do ex-juiz Sergio Moro na ação que condenou o ex-presidente Lula no caso do triplex do Guarujá. Por três votos a dois, Moro foi considerado parcial. As provas vão ser anuladas e não poderão ser usadas num eventual novo julgamento. No julgamento que começou em 2018, a defesa do ex-presidente apontou indícios da parcialidade do então juiz Sergio Moro na condenação de Lula por corrupção e lavagem de dinheiro no caso do triplex do Guarujá. Na época, os ministros Edson Fachin e Cármen Lúcia votaram contra a suspeição de Moro. A sessão foi interrompida com um pedido de vista do ministro Gilmar Mendes e foi retomada há duas semanas, um dia depois que o ministro Edson Fachin decidiu anular as condenações do ex-presidente na Justiça Federal do Paraná no âmbito da operação Lava Jato, e declarar extintas as ações que questionavam a parcialidade de Moro por entender que não havia mais o que ser analisado nesses casos. Mas Fachin foi voto vencido e a Turma decidiu julgar a suspeição. Na retomada do julgamento, os ministros Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski votaram para declarar a suspeição e anular o processo do triplex e empataram o placar em dois a dois. O julgamento foi novamente suspenso pelo pedido de vista de Nunes Marques e foi retomado nesta terça (23). O ministro Nunes Marques começou destacando que o habeas corpus usado pela defesa de Lula não é o instrumento jurídico adequado para tratar da suspeição de um juiz, porque não abre espaço para o amplo contraditório, ou seja, para que Moro também se manifeste. Ressaltou que os fatos colocados pela defesa de Lula, que serviriam para comprovar a suspeição de Moro, já foram exaustivamente discutidos por outras instâncias da Justiça e que, por isso, não seria possível analisá-los novamente. “Todos esses fatos já foram objetos de análise em todas as instâncias do Poder Judiciário. É inviável a reanálise de três fundamentos nessa via eleita, não só por supressão de competência de instâncias inferiores, mas também porque na hipótese de suspeição de magistrado, esta depende de provas e da observância do princípio constitucional do contraditório”, disse Nunes Marques.

Nunes Marques levantou dúvidas sobre a veracidade de mensagens — Foto: Jornal Nacional/Reprodução

Nunes Marques levantou dúvidas sobre a veracidade de mensagens — Foto: Jornal Nacional/Reprodução

Nunes Marques afirmou que para comprovar a suspeição de um juiz é preciso demonstrar que o magistrado tenha agido com o objetivo de chegar a determinado resultado e que, para isso, são necessárias provas contundentes que demonstrem que houve irregularidade no processo, o que não ficou provado neste caso.

Nunes Marques concluiu que as mensagens apreendidas pelaoperação Spoofing não podem ser usadas como provas da defesa, porque foram obtidas pela interceptação ilegal de dados dos aparelhos de autoridades – no caso, procuradores que fizeram parte da operação Lava Jato de Curitiba. Para o ministro, usar a troca de mensagens seria como legalizar a atividade hacker no país, e levantou dúvidas sobre a veracidade das mensagens. “Se o hackeamento fosse tolerado como meio para obtenção de provas, ainda que para defender-se, ninguém mais estaria seguro de sua intimidade, de seus bens, da sua liberdade, tudo seria permitido. No caso em exame, as provas da alegada suspeição são arquivos obtidos por hackers, mediante a violação ilícita dos sigilos telefônicos de dezenas de pessoas, conforme descoberto na operação Spoofing, da Polícia Federal”, afirmou Nunes Marques.

O ministro continuou: “Mesmo que fosse juridicamente admissível, utilizasse de diálogos obtidos criminosamente como prova em processo judicial, o que entendo claramente vedado, sem qualquer exceção pela Carta Magna, restaria ainda um enorme problema: pode-se confiar no conteúdo dos arquivos hackeados sem qualquer perícia oficial em contraditório? É fato que, em um diálogo, a supressão e inclusão de uma simples palavra pode mudar todo o seu significado. Como confiar, então, em provas fornecidas por criminosos? Será que uma perícia poderia atestar que as conversas criminosamente interceptadas são autênticas e exatamente fiéis, sem acréscimo ou supressão de qualquer palavra? O que sequer foi feito, não houve perícia”.

” Que vergonhosooooo”

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coveiros de cemitério de goiânia usam roupas especiais para enterrar vítimas da covid-19 em goiásVinícius Schmidt/Metrópoles

Pouco mais de um ano após a primeira morte por Covid-19 no Brasil, o país alcançou a triste marca de 300.675 mil óbitos pela doença. O número, impulsionado pelos novos 1.999 brasileiros que perderam a batalha para o Sars-CoV-2 nesta quarta-feira (24/3), fez com que a média móvel chegasse a 2.271, um acréscimo de 33,4% em comparação com o verificado há 14 dias. Apesar da queda na média em relação ao dia anterior — que marcou 2.364 –, vale ressaltar que os números desta quarta sofreram problemas na atualização depois que o Ministério da Saúde decidiu mudar a forma de registro de óbito. A modificação, na prática, pode impactar na notificação das mortes por Covid. Horas depois, a Pasta recuou na decisão, mas o sistema ficou instável.

Em relação aos infectados, foram contabilizados 89.414 novos casos. Os dados são do mais recente balanço divulgado pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass). No total, o Brasil já computou 12.219.433 casos de contaminação. Variações na quantidade de mortes ou de casos de até 15%, para mais ou para menos, não são significativas em relação à evolução da pandemia. Já percentuais acima ou abaixo devem ser encarados como tendência de crescimento ou de queda. Os cálculos são feitos pelo (M)Dados, núcleo de jornalismo de dados do Metrópoles, e se baseiam nos relatórios repassados pelo Ministério da Saúde. Essas informações também alimentam o painel interativo com notícias sobre a pandemia desde o primeiro caso da doença registrado no país.

Mês mais letal

Março nem acabou e já indica que o pesadelo da Covid-19 no Brasil está longe de acabar. Em apenas 24 dias, o vírus Sars-CoV-2 vitimou 45.733 pessoas no país, tornando o terceiro mês de 2021 o mais letal da doença por aqui. Até  então, os dias mais “trágicos” tinham ficado para trás, em julho de 2020, quando 32.881 brasileiros perderam a vida para o vírus, uma média de 1.060 por dia.

Veja gráfico:

Tarcísio Marciano da Rocha Filho, professor do Instituto de Física e um dos membros de um grupo de pesquisa interdisciplinar que abarca várias universidades brasileiras para estudar o avanço da Covid-19 no país, já havia alertado, em entrevista ao Metrópoles, para o aumento de óbitos e casos no primeiro semestre de 2021. “Vamos começar este ano com números preocupantes, e a tendência é crescer ainda mais. A previsão é um novo pico para março e abril, que vai ser ainda mais complicado do que já vivemos.” Acompanhar o avanço da pandemia de Covid-19 com base em dados absolutos de morte ou de casos está longe do ideal. Isso porque eles podem apresentar variações diárias muito grandes, principalmente atrasos nos registros. Nos fins de semana, por exemplo, é comum perceber redução significativa dos números. Para reduzir esse efeito e produzir uma visão mais fiel do cenário, a média móvel é amplamente utilizada ao redor do mundo. A taxa, então, representa a soma das mortes divulgadas em uma semana dividida por sete.

O nome “móvel” é porque varia conforme o total de óbitos dos sete dias anteriores.

” Lamentável”

metropoles

Pandemia e cortes no orçamento forçam o adiamento do Censo desta década – Foto

O dia seguinte ao anúncio de que o texto do Orçamento 2021 prevê um corte de R$ 1,76 bilhão, dos R$ 2 bilhões, do Censo Demográfico 2021, foi de protesto entre os servidores do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os trabalhadores exigem que o governo federal justifique a redução da verba para o levantamento. “Temos dúvidas sobre as intenções do governo. O governo decidiu por esse corte porque ele quer que o IBGE adie o Censo para 2022, por conta da pandemia, ou o governo não quer que tenha Censo? O governo imprimiu esse corte, mas está comprometido com o Censo em 2022? Ou ele não quer que e o IBGE faça Censo? Ou ele quer que o IBGE faça uma piada de Censo?”, questiona Luanda Botelho, coordenadora do Sindicato dos Trabalhadores do IBGE (ASSIBGE). Em nota divulgada na última terça-feira (23), o IBGE admitiu o adiamento, caso o orçamento não seja revisto, o que seria trágico. No documento, o órgão reforçou que “o país necessita das informações geradas pelo Censo, que são essenciais para subsidiar políticas públicas em diversas áreas, especialmente em um contexto de pandemia, onde esses dados são estratégicos para o avanço da vacinação e para o planejamento de infraestrutura em saúde.” O corte foi apresentado pelo relator-geral da Comissão Mista Orçamentária (CMO) do Congresso Nacional, senador Márcio Bittar (MDB-AC), na última segunda-feira (22). Com a revisão orçamentária, resta ao IBGE apenas R$ 190,7 milhões que poderiam já ser aplicados, além de outros R$ 50 milhões como crédito suplementar, que precisa ser corroborado pelos parlamentares. Botelho explica que o valor de R$ 2 bilhões “já era enxuto”. De acordo com a campanha “Em defesa do Censo”, encabeçada por servidores do IBGE, o valor necessário para a realização do levantamento seria de R$ 3,1 bilhões.

Vou fazer uma conta simples para você entender”, convida Botelho. “Temos mais de 70 milhões de domicílios e precisamos visitar esses domicílios em três meses. O IBGE calcula que, para essas visitas, nesse tempo, são necessários 200 mil recenseadores. Então, 200 mil recenseadores trabalhando por três meses, com um orçamento de R$ 200 milhões, você está falando que cada recenseador receberia R$ 300 por mês. E isso falando apenas do salário dos recenseadores, há uma enorme estrutura envolvida”, encerra a servidora. Em nota, a ASSIBGE acompanhou o desejo do IBGE e pediu o adiamento do Censo, caso o novo corte se confirme. “De forma crescente, centenas de técnicos do IBGE, em todo país, vêm se posicionando publicamente a respeito da inviabilidade de realização do Censo esse ano. Pensamos que a melhor solução é um novo adiamento, com uma mobilização da sociedade civil que garanta um Censo de qualidade, com o orçamento pleno, no momento em que a situação sanitária permitir.”

No calendário do Censo 2021, cujo início está marcado para agosto, estava prevista a realização do Teste de Homologação de Equipamentos e Sistema, no município de Engenheiro Paulo de Frontim, no Rio de Janeiro, que treinaria uma delegação do IBGE e também experimentaria os equipamentos utilizados pelos recenseadores. Porém, o evento foi cancelado pelo órgão, após solicitação da prefeitura local, que fechou a cidade, com receio da pandemia do coronavírus.

De acordo com a Agência Senado, a Comissão Mista do Orçamento deve se reunir nesta quarta-feira (24) para analisar a proposta de Bittar, e o projeto pode ser votado ainda nesta semana.

Cortes

A primeira versão do orçamento do Censo é de 2018, quando o IBGE previu que seriam necessários R$ 3,4 bilhões para a realização do levantamento. Em março de 2019, três meses após Jair Bolsonaro (sem partido) ser empossado na Presidência da República, o valor foi reduzido para R$ 2,3 bilhões.

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Economista e médico discutem a pertinência da antecipação das folgas frente à necessidade urgente do isolamento social

Cidades turísticas temem deslocamento em massa durante o feriado antecipado. – Arquivo RBA

antecipação dos feriados do ano com criação de uma semana de folga prolongada vem sendo anunciada e estudada em cidades de todo o Brasil, como forma de tentar aumentar o isolamento social e conter a propagação da covid-19. No entanto, frente a números cada dia mais alarmantes, colapso no sistema de saúde e superlotação de enfermarias e UTIs, a medida pode não ser suficiente. Além disso, a possibilidade de que o feriadão aumente os deslocamentos entre cidades preocupa. Nesta quarta-feira (24), o Brasil de Fato debate o tema em transmissão ao vivo pelo Youtube e pelo Facebook. Com participação do público, a live discute se um lockdown mais efetivo, rigoroso e organizado não seria mais apropriado para o momento de crise generalizada.      

Estarão no encontro virtual o economista da USP João Emboava Vaz, coordenador geral do Coletivo Arroz Feijão e Economia e do Médico infectologista, Ronaldo Hallal, membro do Comitê Covid da Sociedade Riograndense de Infectologia. A estratégia foi anunciada pela prefeitura de São Paulo e causou desconforto entre gestores de municípios do litoral paulista, por exemplo. O feriado está marcado para começar em 26 de março e seguir até o domingo de páscoa. As cidades do ABC seguiram a medida.

Evitando a corrida ao litoral

Para se proteger, os prefeitos do litoral estão adotando medidas de fiscalização mais rígidas. Mas a prefeitura de São Paulo chegou a ser acusada de adotar o feriadão sem dialogar com outras cidades sobre como evitar deslocamento em massa. No ano passado, a capital paulista definiu ação semelhante em maio, quando uniu dois feriados municipais. Mas a taxa de isolamento aumentou apenas três pontos percentuais na ocasião, o que foi considerado insuficiente por especialistas. No Rio de Janeiro, o governo do Estado do Rio de Janeiro também avalia a criação de um super feriado para reduzir a circulação. A medida também está em estudo pela prefeitura de Salvador, capital Baiana e já foi anunciada pela gestão de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul.

Um feriado estadual será antecipado no Piauí, nesta sexta-feira, dia 26. Outros municípios de diversas regiões brasileiras também já vêm anunciando estratégia semelhantes nos últimos dias. 

brasildefato

O deputado federal Gonzaga Patriota (PSB) conseguiu, juntamente ao Ministério do Desenvolvimento Regional, a liberação de recursos para o Comando Militar do Nordeste, do Exército Brasileiro, pagar os serviços prestados através de carros-pipa, no abastecimento de água da zona rural do Nordeste. Segundo informações, os veículos contratados pelos 71 e 72ª BPMs, do Agreste e do Sertão, estão sem receber os fretes dos meses de dezembro de 2020 e janeiro e fevereiro deste ano. De acordo com o ofício do Ministério do Desenvolvimento Regional, encaminhado ao deputado Gonzaga Patriota, o órgão aprovou o Orçamento da União de 2021 e os recursos no valor de RS 111.300.000,00 (cento e onze milhões e trezentos mil reais) para pagamento dos serviços de distribuição de água às famílias de áreas rurais isoladas por meio da Operação Carro-Pipa.

“A Operação Carro-Pipa é fundamental para atender muitas famílias do Nordeste que, infelizmente, não têm acesso à água potável. E nesse momento de pandemia, onde a questão da higiene é importante para combater o vírus é que essa operação se torna essencial para essas famílias”, comenta o socialista.

Giovanna Coimbra mantém rotina de cuidados com saúde física  mental (Foto: Moalmeida)

Giovanna Coimbra, 21 anos de idade, se define como uma pessoa solar. Mesmo com o fim do verão, a atriz — que fez sucesso como Gabriela na novela Bom Sucesso (Globo, 2019) — conta que dias iluminados a impulsionam para levantar e agir. Seguindo as medidas de distanciamento social, motivadas pela pandemia da Covid-19, ela conta que mudou os hábitos.”Apesar da praia ser o meu destino comum nessa época, sigo com as restrições da quarentena. Para atenuar o calor, às vezes, vou pra piscina do sítio dos meus avós. Lá tem a vista de um pôr do sol lindo”, diz ela, contando que os dias quentes permitem um cardápio mais saudável, com comidas leves e muitas frutas. “Tenho me arriscado na cozinha e até compartilhado nas minhas redes sociais receitas rápidas que eu realmente como no dia a dia pra refrescar.”

CUIDADOS COM O FÍSICO
“Eu acredito no nosso corpo como a nossa primeira casa. Eu mantenho um cuidado com ele frequente, porque ele reflete e contribui muito para o meu bem-estar interior. Nunca fiz grandes ajustes de intensidade dos exercícios pro verão, porque sempre tive isso como hábito, sou esportista desde os 11 anos. Eu amo praticar esportes.

Revelação na TV em Bom Sucesso, Giovanna Coimbra conta que passou a se arriscar mais na cozinha durante quarentena (Foto: Moalmeida)

Revelação na TV em Bom Sucesso, Giovanna Coimbra conta que passou a se arriscar mais na cozinha durante quarentena (Foto: Moalmeida)

PAIXÃO PELA CARREIRA
“Não me considero uma workaholic porque eu acho isso nocivo, mas sou uma tremenda apaixonada e dedicada ao que eu faço. Com certeza, meu maior foco em 2021 é realmente no profissional. Estou com alguns projetos em andamento e muito muito animada para tudo que está por vir.”

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Pix (Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil )

(Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil )

A partir de 1º de abril, os usuários do Pix poderão integrar as listas de contato de seus celulares à ferramenta. A mudança no regulamento foi anunciada na semana passada pelo Banco Central (BC) e publicada hoje (22/03), em resolução, no Diário Oficial da União. Segundo o BC, objetivo é facilitar a identificação de quem cadastrou seu número de celular como chave Pix, simplificando ainda mais o pagamento com a funcionalidade.

A partir desta segunda-feira, as instituições participantes do Pix devem informar sobre essa possibilidade de que outros usuários tenham conhecimento sobre a existência de sua chave Pix. A funcionalidade de verificação de chaves registradas se aplica ao número de telefone celular e também ao endereço de e-mail.De acordo com a resolução, a informação deve ser concedida em tempo hábil para que os usuários tenham condições de solicitar a exclusão de sua chave Pix, se assim desejarem.

Sistema de pagamentos instantâneos do Banco Central, o Pix permite a transferência de recursos entre contas bancárias 24 horas por dia. As transações são executadas em até 10 segundos, sem custo para pessoas físicas. Para usar o Pix, o correntista deve ir ao aplicativo da instituição financeira e cadastrar as chaves eletrônicas, que podem seguir o número do celular, o e-mail, o Cadastro de Pessoas Físicas (CPF), para pessoas físicas ou o Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ), para empresas. O usuário também pode gerar uma chave aleatória, com um código de até 32 dígitos ou mesmo usar os dados da conta. Cada chave eletrônica está associada a uma conta bancária. Pessoas físicas podem ter até cinco chaves por conta. Para pessoas jurídicas, o limite sobe para 20.

Dados cadastrais

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05062015 precatorio PGE SE

Em sessão conjunta do Congresso Nacional realizada nesta semana, parlamentares derrubaram o veto presidencial ao dispositivo da Lei 14.057/2020 que trata do pagamento a profissionais do magistério público com recursos dos precatórios do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef). A Confederação Nacional de Municípios (CNM) vem a público para esclarecer os gestores municipais sobre essa decisão do Legislativo. A Lei 14.057/2020 disciplina acordo com credores para pagamento, com desconto, de precatórios federais e acordo terminativo de litígio contra a Fazenda Pública. Em seu art. 7°, dispõe que os acordos a que a Lei se refere contemplam também os precatórios oriundos da cobrança judicial de repasses da complementação da União aos Estados e Municípios à conta do Fundef, por descumprimento pelo governo federal do critério de cálculo dessa complementação previsto na Lei 9.426/1996. O parágrafo único do art. 7º da Lei 14.057/2020, que foi objeto do veto do presidente da República derrubado na última quarta-feira 17, dispõe que os recursos dos precatórios do Fundef deverão obedecer à destinação originária, inclusive para fins de garantir pelo menos 60% do seu montante para os profissionais do magistério ativos, inativos e pensionistas do ente público credor, na forma de abono, sem que haja incorporação à remuneração dos referidos servidores.

Alerta

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Arquivo Embrapa. -

Instituído pela ONU em 1992, o Dia Mundial da Água é comemorado em 22 de março. Para alertar sobre o risco de escassez deste precioso recurso, a Embrapa Meio Ambiente (Jaguariúna, SP) lembra da necessidade da preservação e os cuidados no uso racional da água, tão vital para a manutenção da vida e para o equilíbrio dos ecossistemas do planeta.

As águas cobrem três quartos da superfície do planeta Terra. Mais de 97% desta água estão nos oceanos. Menos de 3% são água doce, portanto, próprias para consumo humano, dessedentação de animais e outros usos, como na agricultura. Desse total, 77% estão nas geleiras, calotas polares e congeladas nas montanhas; 29,9% são subterrâneos; 0,9% está presente na umidade do solo e na região dos pântanos; e apenas 0,3% em rios e lagos. Assim, apenas uma pequena parte de água doce está prontamente disponível para nosso uso.

A água é um recurso essencial diretamente ligado à saúde e a qualidade de vida. O uso da água apresenta também uma destacada importância econômica, seja para a geração de energia elétrica, uso industrial, ou na produção de alimentos, por meio da irrigação na agricultura e nos manejos da pecuária. Farta em algumas regiões e já escassas ou degradadas em outras, o uso inadequado deste recurso pode levar as próximas gerações a enfrentar o problema ainda maior da escassez dessa substância essencial à vida.

Mas como o Brasil lida com a água? Estamos explorando mal esse valioso recurso? Como a ciência tem atuado para sua conservação e para melhorar o seu uso?

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Em dezembro, o estoque de benefícios assistenciais em análise ou em exigência totalizou 534.848, segundo o INSS
Em dezembro, o estoque de benefícios assistenciais em análise ou em exigência totalizou 534.848, segundo o INSSReprodução internet
O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) suspendeu os bloqueios de benefícios até maio, por conta da pandemia do coronavírus (Covid-19). Entretanto, caso algum segurado tenha tido o pagamento interrompido recentemente, advogados especialistas em direito previdenciário explicam quais são os caminhos que os aposentados ou pensionistas devem fazer para conseguir reaver o dinheiro novamente.

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