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REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

A atriz Isis Valverde mostrou o rosto de seu filho Rael pela 1ª vez em seu Instagram na manhã deste domingo, 5. Isis é conhecida pela privacidade com a qual tratava a aparência do bebê, que é fruto de seu relacionamento com André Resende.

Isis Valverde

No último sábado, 4, Isis já havia dado indícios de sua mudança de postura em relação à privacidade da imagem do filho. “Minha mãe e meu papai decidiram que agora estou bem grandinho e já posso conhecer vocês!”, escreveu ela, ‘simulando’ a fala de Rael, que tem apenas cinco meses e meio de vida. “Que seu domingo seja abençoado”, escreveu Isis Valverde na legenda da foto. “Ai meu Deus! Que lindos! Que amor!”, comentou Sabrina Sato. Outras personalidades como Giovanna Lancellotti, Mariana Rios, Mariana Fernanda Cândido também se derreteram pela fofura de Rael nos comentários.

Resultado de imagem para Isis Valverde mostra rosto do filho Rael pela 1ª vez no Instagram

terra

O Supremo Tribunal Federal Foto: Daniel Marenco / Agência O Globo
O Supremo Tribunal Federal Foto: Daniel Marenco / Agência O Globo

O inquérito aberto no Supremo Tribunal Federal (STF) para apurar “fake news” e ataques contra ministros não é o suficiente para proteger a Corte. O tribunal assinou, há duas semanas, contrato com uma empresa fornecedora de grades de isolamento e contenção. A previsão é de que, em um ano, sejam gastos R$ 36.208,00 com o aluguel de placas de alambrado para cercar o prédio principal do Supremo, que fica na Praça dos Três Poderes, no coração de Brasília. De acordo com o edital, as grades devem “ser instaladas nos locais determinados pelo STF em data e hora informadas previamente”. O serviço deve ser prestado em dias de evento ou de sessões normais, quando houver demanda. Nesses casos, o tribunal enviará ordem de serviço à empresa com antecedência prévia de 12 horas. O texto também menciona “situações emergenciais”, sem especificar quais seriam elas. Nessas hipóteses, a ordem de serviço poderá ser enviada quatro horas antes. Ainda no edital, a estimativa é de que serão feitas, em média, quatro requisições do serviço por mês. A área que pode ser isolada é de aproximadamente 500 metros nas redondezas do tribunal. O contrato é por demanda – ou seja, os valores serão pagos a partir da necessidade do serviço. Os R$ 36.208,00 são, portanto, o valor máximo a ser gasto ao longo de um ano, a contar de 30 de abril. No edital o STF informa que precisa, em média, de 320 grades envolta de sua sede por dia. Justiça seja feita: não é de hoje que o STF é protegido por grades. O visitante que se aproxima do edifício, a pé ou de carro, precisa passar por uma barreira de metal guarnecida por seguranças, localizada a poucos metros da porta principal. Em dias de manifestação, essas barreiras aumentam. Normalmente, os seguranças dizem que a intenção não é afastar o povo, mas proteger o patrimônio público e a integridade dos ministros e servidores.

epoca

‘SÓ NÃO SE IMPORTAM COM O EMPOBRECIMENTO RURAL EM MASSA’

Voltem uns séculos e calculem nossa dívida social com os trabalhadores do campo

Há expressões, textuais ou figurativas, que ótimos pensadores criam e que alguns de nós que ousamos escrever, por timidez, evitamos repetir para não parecer plágio ou, citado o(a) autor(a), puxa-saquismo. Não me vexo, por dar aos meus textos uma levada de humor, nas genialidades de Millôr Fernandes, Ivan Lessa, e outros pasquinianos eternos. Neste artigo me servirei de Luís Nassif. Ele reconhecerá que não se trata dos dois riscos acima citados. Usarei seu famoso “cabeça-de-planilha”, analistas e economistas que pensam apenas fazendo dos números certezas, sem cuidar das circunstâncias que os cercam ou da abrangência dos atributos que as ciências sociais fornecem.  Uma dupla de cabeças-de-planilha, Guilherme Resende Oliveira, doutor em economia pela UnB (meritocráticos , esses moços), trabalha para o governo de Goiás (Caiado, entendo); o outro, é diretor de uma secretaria (são muitas) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), José Eustáquio Ribeiro Vieira Fº, técnico de planejamento e pesquisa do IPEA. Juntaram esforços e planilhas para publicar, recentemente, no Valor, a sucursal de O Globo em São Paulo, o artigo “Previdência rural e assistencialismo”. Para quem vem a meus textos, poderia parar por aí. Prevendo a rasteira da dupla, ágeis, logo pulariam alto.Saiamos de suas planilhas e vamos direto às suas preleções. São a favor do que aí virá. No lugar da Previdência ao trabalhador rural, ora em vigor, propõem “sair do assistencialismo”, que assim a consideram, e promover: 1) aumento de tecnologias produtivas; 2) intensificar a qualificação da mão de obra; 3) investir nas “atividades de extensão e atividade técnica”. Bidus. E quem não acha o mesmo? Mais uma roubada minha, essa de Mino Carta (condolências): “até o mundo mineral sabe disso”. Todos cabeças-de-planilha tentam invalidar, como assistencialistas, os programas que serviram para retirar da extrema pobreza 36 milhões de brasileiros, além de permitirem alargar a faixa da classe média baixa. É como, 9 entre 10 analistas, tentam se redimir da eterna sina do meio rural: é preciso oferecer apoio técnico e qualificar a mão de obra. “Dinheiro, pra quê dinheiro”?

Aqui paro e aqui me fino. Pouco originais os rapazes que tiveram seu texto publicado no Valor. Ó fraquinhos editores, saibam que a madrinha de um deles, em São Joaquim da Barra, SP, os parabenizou e enviou um bolo de fubá.

Então tá, companheiros, permitam-me assim chamá-los, sem qualquer intenção partidária, pois já percebi as suas.

Quando se quer relativizar a agricultura familiar, assentados, indígenas, comunidades quilombolas, enfim, as pequenas propriedades, a que se referem? Seus pesos e incapacidades reprodutivas, como fez Bolsonaro? Ou ao que lhes sobra para a não extinção. Sabem o quê? O Estado, imbecis. E não aquele mínimo, que tanto querem. Assistencialista sim, se em país miserável.

Vamos planilhar, como propõem os autores:

“Em dez anos, o déficit rural [da Previdência] cresceu à taxa de 3,3% ao ano”. Um índice que sugere exterminá-los. Guedes comemorará.

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Os jovens tomam as ruas e o presidente vai para as cordas

mobilização dos estudantes e professores tomou o Brasil. De Norte a Sul, o dia 15 de maio reacendeu esperanças e mostrou que, mais cedo do que se imaginava, o medo começou a mudar de lado. O governo autoritário, conhecido pela retórica truculenta, ficou acuado no Palácio do Planalto, vendo seu ministro da Educação ser apertado no Congresso. Enquanto isso, mais de 1 milhão de jovens, professores e cidadãos tomavam as ruas sem medo e em defesa do futuro. Foi gigante. O clima anunciava-se com a multidão de estudantes no Colégio Pedro II, no Rio de Janeiro,  juntamente com os Institutos Federais, em protesto contra os cortes na Educação. Em tempos de graves retrocessos e ataques em série a direitos sociais, é revigorante ver gente que nasceu depois dos anos 2000 tomando as ruas com ousadia e fazendo história.

Esses jovens têm sentido na pele os efeitos da tesoura generalizada do ministro Abraham Weintraub. O bloqueio, que chega em alguns casos a mais de 50% das verbas discricionárias, afeta o funcionamento básico das atividades pedagógicas. Impede do pagamento de água, luz e papel higiênico à compra de materiais para aulas práticas em laboratório e gastos com diárias e transporte. Sem falar nas bolsas de estudo e pesquisa, cujo corte compromete a produção científica nacional. O argumento orçamentário é fraco e contraditório. Vale uma comparação básica. O conjunto dos cortes na Educação – que também atingem o Ensino Básico – chegou a 7,4 bilhões de reais. A promessa do governo Bolsonaro em emendas para os deputados que votarem pela reforma da Previdência é de 12,3 bilhões. São 40 milhões de reais por deputado e o mínimo de 308 votos. Basta fazer as contas, não precisa sequer de bombons. Mas, sabemos, o problema não é simplesmente matemático. Como dizia há 40 anos Darcy Ribeiro, a crise da Educação no Brasil é um projeto político.

Mas o fato é que um corte dessa magnitude pode implicar, segundo seguidas declarações de reitores e diretores de Institutos Federais, o fechamento dessas instituições, paralisando todas as atividades de ensino e pesquisa e prejudicando a vida de milhões de alunos. Além, é claro, de impactar negativamente na economia local: em torno dessas instituições forma-se uma rede imensa de trabalhadores informais, terceirizados, comerciantes e prestadores de serviço.

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TEXTO ÁUREO

“Porque um tabernáculo estava preparado, o primeiro, em que havia o candeeiro, e a mesa, e os pães da proposição; ao que se chama o Santuário.” (Hb 9.2)

Verdade Prática

Através de sua morte expiatória, Jesus nos garantiu o livre acesso ao Santíssimo Deus.

LEITURA DIÁRIA

Segunda – Êx 25.31-40: O Castiçal iluminava o ambiente

Terça – Jo 1.4-9: Jesus ilumina o homem

Quarta – Jo 8.12: A luz que dá vida

Quinta – Êx 29.1-9: Cerimônias da consagração

Sexta – Êx 37.25-28: O Altar de Incenso

Sábado – Hb 5.7; 1 Ts 5.17; Jo 17.1-9: Obra de sacrifício e oração

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Êxodo 25.23,30,31; 26.31-37; 30.1,6-8

25.23,30,31:

23 – Também farás uma mesa de madeira de cetim; o seu comprimento será de dois côvados, e a sua largura, de um côvado, e a sua altura, de um côvado e meio,

30 – E sobre a mesa porás o pão da proposição perante a minha face continuamente. 31 – Também farás um castiçal de ouro puro; de ouro batido se fará este castiçal; o seu pé, as suas canas, as suas copas, as suas maçãs e as suas flores serão do mesmo.

26.31-37:

31 Depois, farás um véu de pano azul, e púrpura, e carmesim, e linho fino torcido; com querubins de obra prima se fará. 32E o porás sobre quatro colunas de madeira de cetim cobertas de ouro, sobre quatro bases de prata; seus colchetes serão de ouro. 33Pendurarás o véu debaixo dos colchetes e meterás a arca do Testemunho ali dentro do véu; e este véu vos fará separação entre o santuário e o lugar santíssimo. 34E porás a coberta do propiciatório sobre a arca do Testemunho no lugar santíssimo, 35e a mesa porás fora do véu, e o castiçal, defronte da mesa, ao lado do tabernáculo, para o sul; e a mesa porás à banda do norte. 36Farás também para a porta da tenda uma coberta de pano azul, e púrpura, e carmesim, e linho fino torcido, de obra de bordador, 37e farás para esta coberta cinco colunas de madeira de cetim, e as cobrirás de ouro; seus colchetes serão de ouro, e far-lhe-ás de fundição cinco bases de cobre.

30.1,6,7,8

1 – E farás um altar para queimar o incenso; de madeira de cetim o farás.

6 – E o porás diante do véu que está diante da arca do Testemunho, diante do propiciatório que está sobre o Testemunho, onde me ajuntarei contigo.

7 – E Arão sobre ele queimará o incenso das especiarias; cada manhã, quando põe em ordem as lâmpadas, o queimará.

8 – E, acendendo Arão as lâmpadas à tarde, o queimará; este será incenso contínuo perante o SENHOR pelas vossas gerações.

HINOS SUGERIDOS: 90, 97, 252 da Harpa Cristã

OBJETIVO GERAL

Conscientizar que devemos prestar um verdadeiro serviço e adoração a Deus.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Conceituar o Lugar Santo;

Elencar as três peças que compunham o interior do Lugar Santo; Explicar o véu que demarca o Lugar Santo e o Lugar Santíssimo.

INTERAGINDO COM O PROFESSOR

Na lição passada vimos que as cores das cortinas do Tabernáculo apontavam para a obra completa de salvação. Nesta lição, veremos a importância do serviço e da adoração a Deus refletida no Lugar Santo, um lugar de reverência e sacrifícios ao Altíssimo. Não podemos perder o senso de serviço e adoração divina. Uma vida piedosa é o que Deus requer de seus servos. Para isso, não precisamos de intermediários para entrar na presença de Deus. Nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo, nos abriu essa porta.

                           
VÍDEO AULA

PONTO CENTRAL

Sejamos zelosos em nossa vida de serviço e adoração a Deus.

INTRODUÇÃO

Local de serviço e de comunhão com Deus, as peças do Tabernáculo denotavam a sacralidade do lugar; os dois véus realçavam a santidade que o local requeria. O Lugar Santo tem muito a nos dizer. Por isso, estudaremos a sua simbologia, pois esta tem muito a ensinar-nos nestes dias difíceis e trabalhosos. Há consolação neste estudo.

I – LUGAR SANTO: UM LOCAL DE SERVIÇO E COMUNHÃO COM DEUS

1.Que lugar é esse?

O texto de Êxodo 26.33 mostra a distinção dos dois compartimentos do Tabernáculo. O primeiro é chamado de “Santuário” ou Lugar Santo, e o segundo “Santo dos Santos” ou Lugar Santíssimo. O primeiro aparece como local de serviço, no qual somente os sacerdotes podiam entrar para oficiar diante de Deus (Hb 9.6). Os israelitas limitavam-se a trazer suas ofertas ao altar dos holocaustos. O povo tinha acesso ao Pátio (Átrio), mas não ao Lugar Santo.

2.Um lugar de serviço e adoração.

No Tabernáculo, havia uma porta e dois véus. Esses três elementos impediam a entrada de pecadores na presença de Deus. O caminho para Deus começava com o derramamento do sangue inocente dos animais, a fim de restaurar a vida do pecador. Era um lugar de serviço, porque ali eram ministrados sacrifícios ao Senhor. Mas também era um local de adoração e profunda reverência. Nos dias atuais, devemos ter o mesmo espírito quando exercemos um ministério na igreja local ou apresentamos o nosso culto ao Pai Celestial (Rm 12.1,2). Quando nos reunimos, ministramos uns aos outros, mas, sobretudo, todos estão reunidos para adorar ao Criador.

3.O propósito do Lugar Santo.

Tinha-se como principal função ser o local onde os sacerdotes ministravam sacrifícios pelas diversas espécies de pecados cometidos pelo povo israelita. A cada violação individual, familiar ou nacional, o sacerdote entrava no Lugar Santo e apresentava a Deus um sacrifício. Ali, estava explícita a santidade de Deus, pois esse lugar era o local adequado para restaurar a vida do pecador diante de Deus. Entretanto, a apresentação dos sacrifícios não era perfeita nem suficiente, como registra a Epístola aos Hebreus (Hb 9.11-14). Hoje, sabemos que foi Cristo quem apresentou um sacrifício perfeito e suficiente no “Lugar Santo”, por meio de seu próprio sangue, garantindo-nos, em seu nome, a remissão de todos os nossos pecados. Por isso, quem está em Cristo tem o privilégio de entrar na presença de Deus (Ef 2.18,19; Hb 10.19-22).

SÍNTESE DO TÓPICO I

 

O Lugar Santo era um local de serviço e de adoração.

SUBSÍDIO TEOLÓGICO

“Porque o ministério à Igreja reflete uma figura bíblica que representa a Igreja como um organismo, podemos ver como a dimensão relacional da vida na Igreja é dinâmica, e não estática. Certamente exercemos algum efeito uns sobre os outros. O ministério à Igreja corrige a tendência da sociedade ocidental de enfatizar o indivíduo mais do que a comunidade. O ministério da Igreja inclui equipar um grupo de pessoas que vivem em mútua comunhão, capacitando-as a crescer até formarem uma entidade amorosa, equilibrada e madura. Paulo diz claramente em Efésios 4.11-16 que a equipagem dos santos para o serviço compassivo em nome de Cristo deve acontecer numa comunidade. O crescimento espiritual e o contexto em que ele ocorre de modo mais eficaz não surgem por mera coincidência. O amadurecer do crente não poderá acontecer fora da comunidade da fé. O discipulado não possui nenhum outro contexto que não seja a igreja de Jesus Cristo, porque não se pode seguir fielmente a Jesus à parte de uma participação cada vez mais madura com outros crentes na vida e no ministério de Cristo” (HORTON, M. Horton (Ed.). Teologia Sistemática: Uma Perspectiva Pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, 2018, pp.601-02).

II – AS TRÊS PEÇAS QUE COMPUNHAM O INTERIOR DO LUGAR SANTO

1.Os mobiliários do lugar.

O Lugar Santo era o espaço de preparação dos sacerdotes para a entrada na segunda divisão do Tabernáculo, o Lugar Santíssimo. No Lugar Santo, havia três peças que compunham um ambiente perfeito de oração, intercessão, adoração e louvor: o castiçal de ouro (candeeiro ou candelabro), a mesa para os pães da proposição e o altar de ouro para os incensos (este ficava no centro do Lugar Santo e de frente para o véu que dava para o Lugar Santíssimo).

2.O castiçal de ouro (Êx 25.3137).

O castiçal era feito de uma só peça de ouro, e sustentado por uma coluna central, de onde saiam três braços de cada lado, formando assim, sete lâmpadas. Essas lâmpadas eram, interiormente, alimentadas por dutos, nos quais havia uma mecha embebida no azeite, fornecendo dessa forma, um combustível que, uma vez aceso, fazia o Castiçal iluminar todo o ambiente. Ou seja, as sete lâmpadas produziam uma só luz. Nos Evangelhos, o Senhor Jesus é apresentado como “a luz do mundo” (Jo 8.12). Ele, por sua vez, disse aos discípulos: “vós sois a luz do mundo” (Mt 5.16). Da mesma forma que o castiçal de ouro iluminava o ambiente escuro, Jesus é a luz que ilumina o mundo em trevas. A Igreja também tem essa mesma função na Terra até a volta do Senhor (Fp 2.15,16). Ela possui o verdadeiro azeite como a marca da unção do Espírito Santo (Jo 14.26). Assim, somos chamados por Cristo a iluminar o mundo, pregando o Evangelho com poder, autoridade e ousadia (At 1.8)

3.A Mesa com os Pães da Proposição (Êx 25.30).

A mesa era feita com madeira de acácia e recoberta de ouro. Nela, eram colocados os doze pães da proposição (Lv 24.5-9; Êx 35.13). Os pães eram feitos sem fermento (Lv 24.5). Deviam estes ser comidos pelos sacerdotes, a fim de que os ministrantes estivessem nutridos para exercer o ofício na presença de Deus. O Senhor Jesus é o “pão da vida”. E todos os obreiros devem alimentar-se de Cristo. Só assim poderão ministrar com graça e autoridade diante da Igreja de Deus. Nesse sentido, todo crente é um sacerdote. Logo, devemos nutrir-nos do “pão da vida” (Jo 6.35,58). Somos o sacerdócio real feito por Deus (1 Pe 2.9)!

4O Altar de Incenso (Êx 30.1-10).

O altar de incenso era também identificado como “o altar de ouro” ou “altar do cheiro suave”, em virtude do perfume, feito à base de plantas aromáticas, que queimadas sobre ele, exalavam um agradável perfume (Lv 16.12). Esse altar também ficava diante do véu que dava acesso ao “Lugar Santíssimo”. A Palavra de Deus correlaciona o incenso como uma figura da oração (Sl 141.2; Lc 1.10; Ap 5.8; 8.3). Nosso Sumo Sacerdote, Jesus Cristo, intercede por nós. Ele cumpriu sua tarefa de intercessor supremo quando, através de sua morte, fez-se nosso único Mediador entre Deus e o homem (Hb 4.14,15; 1 Tm 2.5).

SÍNTESE DO TÓPICO II

As três peças que compunham o interior do Lugar Santo eram o Castiçal de Ouro, a Mesa com os Pães da Proposição e o Altar de Incenso.

SUBSÍDIO VIDA CRISTÃ

“A Oferta do Cristão

Nós nos aproximamos hoje do Senhor não com uma pomba, ou um cordeiro, ou uma cabra, ou um novilho. Nós chegamos com o nosso tudo, oferecendo-o ao Senhor. Não barganhando com Ele para obter a bênção. Muita raramente sei de pessoas que perderam a bênção de Deus quando se achegaram abertamente e disseram: ‘Eu desejo receber; eu quero dar tudo de mim’. Este é o segredo de todo o afeto entre pessoa e pessoa, entre os sexos. As pessoas nem sempre estão procurando alguém que as ame; estão procurando alguém que elas possam amar. Quando duas almas estão buscando aquela a quem possam amar, há união, e o mundo constata gradualmente que há verdadeiros casamentos. Há uma união de espírito tão indissolúvel, que nada na terra ou no céu o divide. Cristo está buscando a alma que receberá o seu amor, e o cristão, o verdadeiro, está buscando Cristo, que receberá o amor dele. Ambos estão praticando a inalterável lei de Deus: ‘Dai, e ser-vos-á dado” (LAKE, John G. Devocional. Série: Clássicos do Movimento Pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, 2003, pp.161-62).

lll – O VÉU QUE DEMARCA O LUGAR SANTO E O LUGAR SANTÍSSlMO

1.O primeiro véu (Êx 26.36).

Depois de passar pelo Altar dos Holocaustos e pelo Lavatório no Pátio, havia no Tabernáculo um véu que dava acesso ao Lugar Santo. Esse véu ficava na entrada do “Lugar Santo”. Ele era feito com linho torcido bordado. E só depois de passar pelo Altar dos Holocaustos e pela Bacia do lavatório, o sacerdote poderia entrar no Lugar Santo. Logo, esse primeiro véu tinha o objetivo de demarcar o espaço entre o Pátio o Lugar Santo. Aqui, começava a ficar claro os espaços permeados de sacralidade no Tabernáculo. O primeiro véu deixava patente o propósito sacro do lugar.

2.O segundo véu (Êx 26.32,33).

Esse é o véu que ficava entre o Lugar Santo e o Lugar Santíssimo (ou Santo dos santos). No Santuário, somente o sumo sacerdote podia entrar, representando todo o povo de Israel. No Lugar Santíssimo encontramos apenas a Arca da Aliança. O segundo véu tinha objetivo de demarcar o espaço entre o Lugar Santo e o Lugar Santíssimo. Aqui, a sacralidade inspirava uma consciência de intimidade com o Altíssimo. O segundo véu deixava claro que a partir daquele espaço havia um propósito santo e remidor no lugar sagrado. Os dois véus são uma imagem para nós. Antigamente, havia uma gradação e divisão do propósito sacro no Tabernáculo. Mas em Cristo, o nosso Sumo Sacerdote, por intermédio de seu próprio sangue, o acesso à presença santa de Deus está aberto (Hb 9.6,7). Assim, a Igreja de Cristo tem a liberdade de exercer seu sacerdócio na presença de Deus (1 Jo 1.3,7).

SÍNTESE DO Tópico lll

O primeiro véu separava o Pátio do Lugar Santo; e o segundo fazia separação entre o Lugar Santo e o Lugar Santíssimo.

SUBSÍDIO DIDÁTICO-PEDAGÓGICO

Ao final da exposição do tópico é importante que você faça uma revisão de toda a lição. Essa revisão pode ser feita por meio de algumas ênfases em cada tópico ou por meio das perguntas do questionário. Revisar é fundamental para garantir o processo de ensino-aprendizagem do aluno.

CONCLUSÃO

A cheguemo-nos, com ousadia e confiança, diante de Deus. Através do sangue de Jesus, fomos salvos, justificados, adotados como filhos de Deus e santificados. As cortinas que nos separavam do Pai Celeste foram removidas pelo Cordeiro através de sua morte no Calvário. Portanto, não deixe de usufruir desse glorioso privilégio.

PARA REFLETIR

A respeito de “O Lugar Santo”, responda:

  • O povo tinha acesso ao Lugar Santo?

O povo tinha acesso ao Pátio (Átrio), mas não ao Lugar Santo.

  • O que havia no Tabernáculo, segundo a lição?

No Tabernáculo, havia uma porta e dois véus.

  • Qual é o privilégio de quem está em Cristo?

Quem está em Cristo tem o privilégio de entrar na presença de Deus (Ef 2.18,19; Hb 10.19-22).

  • Quais são as três peças que compunham o Lugar Santo?

O castiçal de ouro, a mesa com os pães da proposição e o altar de incenso.

  • Fale sobre o primeiro e o segundo véu.

Primeiro véu: depois de se passar pelo altar dos holocaustos e pela Bacia de Bronze, havia, no Tabernáculo, um véu que dava acesso ao Lugar Santo. Segundo véu: esse é o véu que ficava entre o Lugar Santo e o Lugar Santís­simo (ou Santo dos santos).

Publicado dia 17 de maio de 2019 – Método Simples de Acabar com dores no ciático e na lombar intriga especialistas!.

Sofrer com dores no nervo ciático, na lombar, e dores nas costas em geral é algo que já se tornou rotina para milhares de brasileiros, que não imaginando existir alguma solução que seja rápida e simples, simplesmente aprendem a conviver com o problema. A grande questão nisso é que: ainda que você aprenda a conviver com essas dores,o que convenhamos não é nada facil não é mesmo?

No dia a dia, você se torna uma pessoa completamente desagradável a todos a sua volta.Pois uma pessoa que vive com dor é uma pessoa constantemente irritada e indisposta, e geralmente vive se queixando das dores, o que com toda certeza acaba afastando as pessoas, afinal ninguém gosta de ficar ao lado de pessoas que vivem reclamando e sempre com aparência horrível

Durante meu estudo do caso para produzir esta matéria para nossos leitores antes mesmo de tentar encontrar alguma solução fui buscar o que era a verdadeira causa dessas dores, veja como surge essas dores:

A dor é causada por algum tipo de inflamação ou dano ao nervo ciático (que pode ocorrer dentro do canal espinhal ou em algum outro ponto do percurso que o nervo faz), e ainda pela pressão da coluna sobre o nervo. Geralmente, os anéis que circundam os discos se rompem com o aumento de pressão, intensificando as dores nas costas. Com o rompimento do anel, o núcleo escapa para o interior do canal e comprime o nervo, caracterizando a dor.Por este motivo algumas joelheiras como a Beactive tem feito tanto sucesso, eles agem fazendo pressão direto no ponto da dor!

O que é a Be-active

A joelheira Be-Active é um produto que foi especialmente fabricado para tratar das dores nas costas (principalmente na região lombar), nas pernas ou possíveis inflamações no nervo ciático, se trata de um produto que age sob pressão na perna, que deve ser colocado um pouco a baixo do joelho. A pressão exercida em cima do nervo ciático que transcorre todo o percurso da perna e da coluna lombar faz com que as dores desse local sejam reduzidas com o passar do tempo em que se fica utilizando o produto.

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O modo de preparar influi no valor nutricional

O modo de preparar influi no valor nutricional

Valor nutricional

Vegetais crus têm mais nutrientes dos que o que foram cozidos. No cozimento à vapor, a perda é menor do que em água fervente. Isso ocorre porque muito da riqueza nutricional do alimento fica na água. Já as preparações fritas, refogadas ou ensopadas perdem mais do valor por conta da temperatura de preparação e da adição de outros ingredientes, como a gordura. 

Comparação

Cozimento a vapor
A perda é menor do que quando se mergulha o alimento em água fervente. Entretanto, caso não seja possível utilizar o vapor, a água de cozimento pode ser utilizada para a elaboração de caldos caseiros, substituindo os caldos artificiais. A água também pode ser utilizada em diversas preparações tais como sopas, risotos, entre outras, enriquecendo o seu valor nutricional. Preparações fritas, à milanesa, caramelizadas, refogadas ou ensopadas
Além das perdas provenientes do aquecimento, ocorrem outras alterações na composição nutricional dos alimentos, principalmente devido ao acréscimo de outros ingredientes, como óleos e gorduras, que podem aumentar o valor calórico.

Ingredientes
Gorduras de origem animal, como a manteiga ou gordura de porco, contêm grandes quantidades de gorduras saturadas, relacionadas ao risco de doenças. Apesar de gordura de coco ser de origem vegetal, apresenta valores superiores de gorduras saturadas do que os óleos vegetais. 
Os óleos, como de soja, girassol e canola, são os mais utilizados na culinária e apresentam em sua composição maior quantidade de gorduras insaturadas, mais benéficas à saúde, quando consumidas com moderação. Entretanto, é importante ainda pontuar que alimentos como a manteiga e gordura de porco são muitas vezes produzidos pela própria família, sendo interessante o uso de preparações caseiras e artesanais que valorizem a proximidade das famílias com os alimentos. Nestes casos, priorizam-se os alimentos in natura e minimamente processados, mas sempre ressaltando a necessidade do seu uso moderado. Dado que o sal, óleos, gorduras e açúcar são produtos usados para temperar e cozinhar alimentos, seu impacto sobre a qualidade nutricional da alimentação dependerá essencialmente da quantidade utilizada nas preparações culinárias.

Legumes em conserva
Legumes em solução de água e sal e, às vezes, vinagre, como conservas de cenoura, pepino ou cebola (assim como ervilha, batata e outros alimentos em conserva), são alimentos processados. Como outros alimentos em conserva, preservam grande parte dos nutrientes do alimento in natura, mas contém quantidade excessiva de sódio, motivo pelo qual o consumo deve ser limitado.

Frutas cristalizadas
Frutas inteiras adicionadas de açúcar, como as cristalizadas e em calda, são alimentos processados. Como tal, preservam grande parte dos nutrientes do alimento in natura, mas o processamento aumenta excessivamente o conteúdo em açúcar. Como outros alimentos processados, devem ser consumidas em pequenas quantidades e como parte de preparações culinárias ou de refeições onde predominem alimentos in natura ou minimamente processados. Frutas cristalizadas, por exemplo, podem fazer parte de tortas e bolos, e frutas em calda podem ser alternativas ocasionais para sobremesas.

Dicas
Para manter os nutrientes dos alimentos e ainda ter uma alimentação saudável, prefira:

– Alimentos crus
– Bem lavados
– Cozidos no vapor
– Com pouca gordura
– Pouco sal ou açúcar

Brasília – Acolhimento e orientação. Quinze de maio é dia de celebrar a assistência social e as vidas que a profissão ajuda a transformar. Maioria no Sistema Único de Assistência Social (Suas), os assistentes sociais representam 40% da rede – Centro de Referência de Assistência Social (Cras), Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) e  Centros de Referência Especializados para População em Situação de Rua (Centro POP) -, formada por 36 mil trabalhadores. Atuam como a porta de entrada para o acesso às políticas públicas e aos direitos fundamentais, como saúde e educação. O trabalho também compreende a população em vulnerabilidade, contribuindo para o fortalecimento de vínculos familiares. A assistência social rompe fronteiras: é por ela que refugiados venezuelanos têm o primeiro contato com a Operação Acolhida, relata a assistente social Gheisy Moura. Há 11 meses, ela tem a missão de receber famílias vindas de Santa Elena de Uairén, na Venezuela, e que buscam refúgio no Brasil. Em média, a assistente social atende 200 pessoas todos os dias, em Pacaraima (RR). Gheisy destaca o diferencial da atividade com imigração que, além de receber a população, escutá-la e acolhê-la, também executa a função de organização da fronteira. “É uma experiência única, porque a gente acaba estabelecendo novas formas de atuação da assistência social nesse contexto de fronteira. É um trabalho inédito que o Ministério da Cidadania está fazendo no Brasil e que pode ser replicado em outros locais. ”

Garantia de direitos – De outro ponto do território nacional, em Guarapari (ES), Aline Codorini fala sobre o papel que desempenha no Centro de Referência de Assistência Social (CRAS). Diariamente, o local recebe aproximadamente 300 pessoas que buscam atendimento para diversos serviços. A assistente social é responsável pelo acesso de famílias em vulnerabilidade a benefícios e trabalha para assegurar a elas direitos, como saúde e educação, por meio de articulações com outras pastas. “São benefícios que promovem dignidade e humanização. Com esse atendimento, a pessoa sente que pertence ao nosso serviço e que é valorizada”, ressaltou.

A família de Maria D’Ajuda Oliveira Santos, de 36 anos, encontrou alento no serviço oferecido por Aline. O casal e os cinco filhos compartilham a casa de um quarto, em uma região periférica da cidade. No acompanhamento, a dona de casa conta encontrar suporte para a depressão causada pelo desemprego e para todas as dificuldades que impactam na qualidade de vida. “Chego lá, ela me recebe e me abraça, dá carinho e me escuta, conversa comigo e me dá conselho. Sempre que estou com problema, corro para ela e consigo ajuda. Sou muito grata por isso. Sempre que posso, vou ao Cras. ”

Avanços – A secretária nacional de Assistência Social do Ministério da Cidadania, Mariana Neris, salienta o alcance da profissão no país, que representa um ponto importante para a mudança social. Avanços que devem continuar. “É um privilégio contribuir para a transformação de vidas e da sociedade. Nós, agora, precisamos trabalhar os vínculos desses profissionais, de forma a exercer nossa função com protagonismo”, pontuou, em evento que celebrou o Dia do Assistente Social, nesta quarta-feira (15).

*Renata Garcia

Informações sobre os programas do Ministério da Cidadania:
0800 707 2003

Informações para a imprensa:
Ascom/Ministério da Cidadania
(61) 2030-1505

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Brasília – As famílias de baixa renda inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal têm direito à Tarifa Social de Energia Elétrica. O benefício, cujo desconto no valor da conta de luz varia de 10% a 65%, pode ser requerido por famílias com renda de até meio salário mínimo por pessoa ou que tenham algum membro que receba o Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social (BPC).

Também podem pedir o desconto as famílias com renda mensal de até três salários mínimos e que possuam membros portadores de doença ou deficiência cujo tratamento médico demande o uso continuado de aparelhos com elevado consumo de energia elétrica. Já as famílias indígenas e quilombolas com renda por pessoa de até meio salário terão direito ao desconto de 100% na conta de energia elétrica, até o limite de consumo de 50 KWh/mês.O percentual é calculado com base no consumo mensal de energia elétrica do domicílio. As famílias que gastam até 30 KWh recebem 65% de desconto. De 31KWh a 100 KWh, o índice é de 40%. Para quem utiliza entre 101 KWh e 220 KWh, o desconto é de 10%.

CONSUMO MENSAL PERCENTUAL DE DESCONTO
Até 30 KWh 65%
De 31 KWh a 100 KWh 40%
De 101 KWh a 220 KWh 10%

Suporte – O diretor do Departamento do Cadastro Único do Ministério da Cidadania, Walter Emura, destaca a importância da Tarifa Social no suporte às famílias de baixa renda. “Esse é um dos programas que busca combater a pobreza e auxiliar as pessoas em situação de vulnerabilidade socioeconômica. A tarifa é fundamental para proteger essa camada da população”, enfatiza.

Para ter acesso ao benefício, é necessário estar com os dados do Cadastro Único em dia. Para isso, basta comparecer ao Centro de Referência de Assistência Social (Cras), portando o Cadastro de Pessoa Física (CPF) e comprovante de residência. Segundo Emura, manter o cadastro atualizado é fundamental para que o governo consiga ampliar e melhorar os serviços sociais oferecidos. “É importante que o cidadão atualize seu cadastro sempre que houver alguma mudança, como composição da família ou renda mensal. Dessa forma, podemos acompanhar as necessidades da população e melhorarmos nossos serviços”, explica.

*Por Henrique Jasper

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Brasília – O Senado Federal aprovou o Projeto de Lei da Câmara (PLC) 37/2013 que altera o Sistema Nacional de Políticas Públicas Sobre Drogas (Sisnad), responsável por coordenar medidas relacionadas à prevenção do uso de psicoativos, à atenção à saúde de usuários e à repressão ao tráfico. A votação se deu nessa quarta-feira (15) e o projeto segue, agora, para sanção do presidente Jair Bolsonaro. Entre as modificações, a legislação prevê a internação involuntária de usuários de drogas, reforça o trabalho executado pelas comunidades terapêuticas e amplia a pena imposta a traficantes. Médico de formação e autor do projeto de lei, o ministro da Cidadania, Osmar Terra, ressaltou que este é um momento histórico para o país. Para ele, a lei aprovada pelo Senado é uma resposta à sociedade diante da epidemia causada pelo uso de entorpecentes. “É um projeto de lei referendando o decreto que o presidente Bolsonaro fez agora, nos 100 dias de governo, para traçar uma política efetiva de combate, com maior rigor contra o tráfico de drogas e garantindo um tratamento mais eficaz para aquelas pessoas que precisam. Aumenta a pena para o tráfico, enfim, é um conjunto de ações que têm impacto enorme para resolver, ou pelo menos amenizar, essa trágica realidade que a gente vive das drogas”, comentou.

Reforço – De acordo com o secretário de Cuidados e Prevenção às Drogas do Ministério da Cidadania, Quirino Cordeiro, a lei reforça a política já executada pelo governo federal, que valoriza as comunidades terapêuticas e o trabalho em prol da abstinência no tratamento de dependentes químicos.“Sai o modelo que antes era focado, de maneira totalmente equivocada, na redução de danos; e entra o tratamento que promove a abstinência, fazendo com que o indivíduo possa viver livre das drogas, com sobriedade. Um trabalho focado também na sua reinserção social.”Na visão do senador Styvenson Valentim, do Rio Grande do Norte, relator do projeto de lei, a medida representa um grande avanço no sentido de devolver a cidadania aos dependentes químicos. “É humano. Ele vai cuidar dos dependentes químicos, vai tratar da reinserção social das pessoas que hoje são excluídas pelo vício. Esse cuidado com a vida das pessoas deve ser continuado”, argumentou.

A presidente da Federação Centro-Oeste de Comunidades Terapêuticas, Areolenes Nogueira, que trabalha com o tema há 16 anos, avalia que o setor ganha reconhecimento por meio da lei. “Trabalhamos muito para isso. Os dependentes químicos no Brasil, por meio das comunidades terapêuticas, terão um equipamento voltado para a abstinência, porque nós não tínhamos. O Brasil inteiro vai ganhar com isso. Nós estamos muito felizes”, comemorou.

Modificações previstas na lei:

Internação A internação involuntária dependerá da avaliação sobre o tipo de droga, o seu padrão de uso e a comprovação da impossibilidade de uso de alternativas terapêuticas. O dependente químico poderá ficar internado involuntariamente por até 90 dias para desintoxicação. A família ou o responsável legal poderá pedir ao médico a interrupção do tratamento a qualquer momento.

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Alimentação Saudável combate hipertensão

Alimentação Saudável combate hipertensão

Alimentação Saudável combate a hipertensão

Bons hábitos alimentares previnem deficiências nutricionais, favorece a saúde e protege contra as doenças infecciosas. Rica em nutrientes que podem melhorar a função imunológica, a alimentação saudável contribui também para a proteção contra males crônicos não transmissíveis, como diabetes, acidente vascular cerebral, doenças cardíacas,  alguns tipos de cânceres e , hipertensão arterial, que estão entre as principais causas de morbidade, incapacidade e morte no Brasil e no mundo.

“O sucesso do tratamento da hipertensão arterial com medidas nutricionais depende da adoção de um plano alimentar saudável e sustentável. A dieta deve enfatizar o consumo de frutas, hortaliças e laticínios com baixo teor de gordura; inclui a ingestão de cereais integrais, frango, peixe e frutas oleaginosas; preconiza a redução da ingestão de carne vermelha, doces e bebidas com açúcar”, enumera a analista técnica da Coordenação Geral de Alimentação e Nutrição  do Ministério da Saúde, Isabel Diefenthaler.

Refeições saudáveis são aquelas preparadas com alimentos in natura e minimamente processados, com qualidade e quantidade adequada aos ciclos da vida, compondo refeições coloridas e saborosas, que incluem alimentos tanto de origem vegetal quanto animal.

De olho no sódio 

O controle da ingestão de sódio na alimentação diária é indispensável. Para isto, deve-se limitar o consumo de produtos ultraprocessados e da adição de sal no preparo dos alimentos, evitando o consumo de temperos e condimentos industrializados. Além disso, o consumidor deve ficar atento às informações do rótulo dos produtos. Esse cuidado é ainda mais importante para pessoas que necessitam de uma restrição de sódio na alimentação, como indivíduos hipertensos ou com doenças renais. “Utilize sal em pequenas quantidades ao temperar e cozinhar alimentos e criar preparações culinárias. Desde que utilizado com moderação em preparações culinárias com base em alimentos in natura ou minimamente processados, o sal contribui para diversificar e tornar mais saborosa a alimentação sem que fique nutricionalmente desbalanceada”, destaca Isabel, que reforça que “o consumo excessivo de sódio aumenta o risco de doenças do coração”. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o consumo  adequado de sódio para um indivíduo saudável é de cerca de 2.400 mg ao dia, valor que equivale a 5 g/dia de sal de cozinha. No entanto, segundo a Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), 2008-2009, o consumo médio diário de sal do brasileiro é de 11,4 g, ou seja, mais que o dobro da recomendação.

Dicas para uma Alimentação Saudável

Algumas mudanças ajudam na diminuição do consumo do sal, ajudando no combate aos efeitos da hipertensão.

> Tempero Caseiro

Uma boa opção para reduzir o consumo de sal é o preparo caseiro do tempero de alho e sal. O alho oferece proteção cardiovascular decorrente de suas propriedades antioxidantes e hipocolesterolêmicas. Outra alternativa é o uso de ervas aromáticas e que podem ser cultivadas em casa, como coentro, salsa, alecrim, manjericão, orégano e tomilho. Os temperos “instantâneos”, como temperos prontos de alho e sal e os temperos industrializados para saladas e outros alimentos, não são recomendados por possuírem grandes quantidades de sódio e gorduras, além de outros aditivos.

> Quantidade

Utilize sal em pequenas quantidades ao temperar e cozinhar alimentos e criar pratos. Desde que utilizado com moderação em preparações culinárias com base em alimentos in natura ou minimamente processados, o sal contribui para diversificar e tornar mais saborosa a alimentação sem que fique nutricionalmente desbalanceada.

>Evite os ultraprocessados

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O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Pernambuco (Senar/PE) formou a turma do curso Técnico em Agronegócio, no Sertão do

Estado.

Os formandos receberam, na sexta-feira (10), os certificados em uma solenidade no município de Parnamirim, onde está localizado o polo presencial de ensino dessa capacitação que teve início em março de 2017. A presidente do Sindicato Rural de Paramirim – parceiro na iniciativa, Estelita Menezes, destacou o engajamento dos alunos, e dos instrutores. “Agora, é difundir o conhecimento adquirido e contribuir para que o Sertão se torne uma região cada vez mais competitiva”, completou. Para o formando Edson Angelim, o curso abre oportunidades. “O futuro é uma agricultura tecnificada. Por isso, é preciso se atualizar frente às novas tecnologias”, destacou ele. Atualização essa que reflete no mercado e foi o pré-requisito para a também aluna do curso, Jucileide da Silva continuar empregada em uma empresa de Assistência Técnica, que exigiu a certificação em agronegócio. De acordo com o supervisor de Treinamentos do Senar Pernambuco, Adriano Pontes, o agronegócio oferece um amplo mercado de trabalho, que é voltado para a gestão das empresas agrícolas, mas sua atuação não se limita aos processos internos de uma fazenda, “podendo trabalhar em empresas comerciais, estabelecimentos agroindustriais, serviços de assistência técnica, extensão rural e pesquisa, revendas, consultorias, bem como em empresas de fomento”, explicou.

Secretaria de Desenvolvimento Social, Criança e Juventude reúne profissionais da educação, saúde, qualificação profissional e assistência social de mais de 30 municípios da região em Encontro sobre o tema
Pensando na melhoria da qualidade do Sistema Socioeducativo do Agreste, o Governo de Pernambuco, através da Secretaria de Desenvolvimento Social, Criança e Juventude (SDSCJ), realizou encontro, nesta sexta-feira (17/05), em Caruaru, sobre a intersetorialidade das políticas públicas na execução das medidas socioeducativas. Numa forma de integrar em favor do tema, a Secretaria Executiva de Assistência Social e a Gerência Geral do Sistema Socioeducativo da SDSCJ, reuniram, no Auditório do Centro Universitário UNIFAVIP, secretários, coordenadores e técnicos municipais de Secretarias de Educação, Saúde, Qualificação Profissional e Assistência Social dos municípios da Região do Agreste, além de representantes da Funase e Ministério Público. 
O Encontro contou com a participação de 31 municípios da região e teve por objetivo trabalhar junto aos municípios do Agreste a importância da Intersetorialidade das Políticas Públicas na execução das Medidas Socioeducativas em Meio Aberto. “Reunimos diversos profissionais, como por exemplo, representantes dos CREAS, que executam Medidas Socioeducativas em Meio Aberto e também das políticas setoriais de educação, saúde e qualificação profissional, para juntos pensarmos e atuarmos fortemente para avanços no sistema socieducativo”, explicou o secretário executivo da SDSCJ, Joelson Rodrigues. Garanhuns, Brejo Limoeiro, Sanharó e Gravatá foram alguns dos municípios participantes do evento, intitulado “Encontro Regionalizado do Sistema Socioeducativo: a intersetorialidade das políticas públicas na execução das medidas socioeducativas”.
A ideia foi se aproximar e entender o que ocorre nesses municípios, destacando as principais dificuldades na área. Entre os diversos casos abordados e exemplificados durante o Encontro, está o preconceito e a falta de oferta de vagas para a profissionalização dos socioeducandos nas empresas. “Existe uma dificuldade de empresas e órgãos absorverem nossos socioeducandos e esse é um desafio que estamos trabalhando para mudar”, explicou a gerente geral do Sistema Socioeducandos da SDSCJ, Suelly Cysneiros.

   O projeto LEITURARTE é realizado nas escolas do município de Santa Terezinha – PE, é fruto de um processo coletivo democrático elaborado e executado pelas coordenadoras e professoras.

    O projeto vem com a intenção de oportunizar aos alunos condições autentica de interação autenticas de intenção ao mundo letrado, para que venham a descobrir que a leitura traz prazer e emoções aquele que lê, no entanto, não basta ter consciência de que a leitura ´imprescindível a formação da pessoa, mas é necessário criar condições para que o ato de lê venha se torna uma realidade concreta na vida deste indivíduo.

    Este instrumento oportunizará aos alunos uma referência para o educador, norteando, desta forma, o seu fazer pedagógico, que, certamente uma vez alicerçado, contribuirá para significativamente para o desenvolvimento integral para o bem-esta e para a aprendizagem das crianças.

    

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Agradecemos aos profissionais da rede municipal pelo esforço no exército do olhar atento, compromisso com contexto literário que com empenho e responsabilidade, encaminharam o trabalho que se materializa este trabalho este projeto.

Santa Terezinha 15 de maio de 19

(foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

O presidente do Instituto Nacional de Pesquisas e Estudos Educacionais (Inep), Elmer Vicenzi, foi demitido nesta quinta-feira, 16. Ele estava no cargo desde 29 de abril.
Vicenzi é ex-delegado da Polícia Federal e assumiu após a demissão de Marcus Vinicius Rodrigues, que foi o primeiro a assumir o posto na gestão de Jair Bolsonaro e caiu porque resolveu acabar com a avaliação de alfabetização.O órgão é responsável pelo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Vicenzi estava em meio a uma disputa com integrantes da procuradoria do Ministério da Educação (MEC), órgão ao qual o Inep é ligado. Ele defendia a transparência dos dados produzidos pelo Inep, como avaliações e indicadores educacionais. Havia divergências também em relação ao Enem.
Vicenzi é a primeira baixa do MEC na gestão de Abraham Weintraub. A pasta ficou marcada pelas dezenas de demissões quando Ricardo Vélez Rodríguez era o ministro.
O ex-presidente elogiava da forma como o Enem é atualmente e inutilizou o relatório de uma comissão que foi formada na gestão anterior para analisar a “adequação” das questões. A ideia era a de que o grupo identificasse questões que tivessem “teor ofensivo”. Ele chegou a declarar que os itens (como são chamadas as perguntas da prova) são bens públicos e não poderiam ser jogados fora.

em.com.br

O presidente Jair Bolsonaro chamou os manifestantes que participam dos protestos contra o corte de verbas para a Educação de “idiotas úteis”. Na frente do hotel em que está hospedado, em Dallas, nos Estados Unidos, cercado de apoiadores que gritavam “mito”, Bolsonaro disse que eles são “massa de manobra”. Veja a íntegra do comentário:“É natural, é natural. Agora, a maioria ali é militante, não tem nada na cabeça. Se perguntar 7×8 pra ele, não sabe. Se perguntar a fórmula da água, não sabe. Não sabe nada. São uns idiotas úteis, uns imbecis que estão sendo usados como massa de manobra de uma minoria espertalhona que compõe o núcleo de muitas universidades federais no Brasil”.No Brasil, o vice-presidente Hamilton Mourão preferiu adotar uma postura menos polêmica ao limitar-se a dizer que os atos contra o bloqueio de verbas para a Educação “fazem parte do sistema democrático”, de acordo com informações de O Globo. “A manifestação faz parte do sistema democrático, desde que seja pacífica, ordeira e não limite o direito de ir e vir das outras pessoas, é uma forma que aqueles que se sentem inconformados têm de apresentar o seu protesto”. Sobre o contingenciamento no orçamento das universidades e institutos federais, Bolsonaro disse tratar-se de uma medida inevitável. “Simplesmente não tem dinheiro”, afirmou. Em seguida, ele trocou a palavra corte por contingenciamento, o mesmo termo usado pelo ministro Abraham Weintraub. “Não existe corte. Hoje nós temos um problema, eu peguei um Brasil destruído economicamente. As arrecadações, não era aquela prevista por quem fez o orçamento, e se não houver contingenciamento, eu simplesmente entro de encontro à lei de responsabilidade fiscal. Então, simplesmente não tem, não tem dinheiro. É o que qualquer um faz: não tem, tem que contingenciar. Agora gostaria que nada fosse contingenciado, gostaria, em especial a Educação. O presidente também comentou os resultados educacionais do Brasil em provas externas que, segundo, ele, estão “deixando a desejar” e são “cada vez mais ladeira abaixo” desde os anos 2000. “Você pega as provas do PISA, que eu peguei agora, de três em três anos, de 2000 pra cá, cada vez mais ladeira abaixo. A garotada, com 15 anos, na 9ª série, 70% não sabe uma regra de três simples. Qual o futuro dessas pessoas? Falam que falta, estão desempregados, 14 milhões… Sim, parte deles não tem qualquer qualificação porque esse cuidado não teve nas administrações do PT ao longo de 13 anos”.

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Desde a manhã desta quarta-feira (15/05), professores, estudantes, funcionários de universidades e instituições ligadas à Educação ocuparam as ruas do país para se manifestar  contra cortes de verba e bloqueios de bolsas de estudo promovidos pelo Ministério da Educação (MEC). Pautas como a reforma da previdência e retrocessos na Educação também ganharam força na paralisação.

Enquanto o ministro Abraham Weintraub presta esclarecimentos sobre os cortes na Câmara dos Deputados, as hashtags #TsunamiDaEducação, #TodospelaEducação e #NaRuaPelaEducacao figuram entre os trending topics do Brasil com fotos, vídeos e relatos dos manifestantes.

Pela hashtag #PorqueEuParei recebemos relatos de professores que aderiram à greve e contam o que os levou a sair às ruas neste dia de protesto:

“Nem sei o que dizer tamanha emoção, mas é incrível ver tantos professores, gente de todas as idades, estudantes, as Universidades, todos juntos em defesa da Educação. Raras vezes vi isso em Sorocaba. Não podemos aceitar os massacres da Educação! Educação tem que ser prioridade, só assim se constrói uma  sociedade mais justa e igualitária.” #TsunamiDaEducação #PorqueEuParei
Mara Mansani, professora da rede municipal de Sorocaba

“Eu aderi à paralisação, pois como professora não temos uma convenção assegurada, não temos um governo que apoie nossa categoria, nosso futuro é incerto e agora nos cercam mexendo com os nossos estudantes. Afinal, cortar verbas impacta diretamente em uma formação de qualidade, pesquisas sendo inferiorizadas. Eu sei o quanto a educação pode transformar a vida de alguém, pois foi isso o que aconteceu comigo, uma transformação pessoal, social, ideológica. Enquanto cidadã, mãe e formadora tenho o dever de lutar por aqueles que desejam se transformar, difundir os seus saberes. É preciso investir e incentivar nossos jovens, para que haja desejo de engajamento na sociedade e com todos os avanços a que a sociedade está submetida, os filhos do Brasil possam ser articuladores, polivalentes e eficazes em seus projetos e escolhas, e não pessoas medíocres e ínfimas por não terem tido se quer uma opção. #Ninguémsoltaamãodeninguém”
Amanda Fortunato Sousa, professora da rede particular

“Estou parando porque acredito em uma escola de qualidade que possa desenvolver seus projetos de forma integral, como tenho feito com minhas “Aulas Públicas”. Cortar orçamentos, a partir das universidades até chegar no Ensino Básico, é simplesmente tirar da sociedade o seu livre pensamento, marginalizar nossos estudantes e toda estrutura educacional” #PorqueEuParei
Paulo Magalhães, professor de Geografia da rede municipal de São Paulo

“Por ser um professor comprometido com os interesses de uma educação de qualidade #PorqueEuParei” 
Ivanílson Santos

“15 de maio: um dia para se levantar contra o retrocesso! Eu parei porque não aceito ver mentiras sobre meu trabalho disseminadas como verdade! Eu contribuo com o ensino na construção do conhecimento, eu faço pesquisa, realizo extensão, preparo jovens para o mercado de trabalho, preparo futuro professores, engenheiros, enfermeiros para produção científica, contribuo para uma sociedade mais tolerante e menos preconceituosa, eu contribuo com a cultura de paz…e, por tudo isso, não aceito ser desrespeitada e nem aceito ver meu ambiente de trabalho ser precarizado nas condições básicas de atuação! Eu parei porque não faço balbúrdia, eu semeio a esperança em cada aula!”
Fabiana Júlia de Araújo Tenório, do Instituto Federal de Pernambuco (IFPE)

“Por estar em constante luta em defesa da Educação pública, eu parei hoje. Parei para ir às ruas junto a professores e estudantes para dizer que não aceitamos a precarização de nossa profissão e não acreditamos em uma sociedade que não tem como prioridade o compromisso com Educação de qualidade em todos os níveis para seus cidadãos #PorqueEuParei”
Bianca Silva, professora de História

 “#PorqueEuParei Eu parei pois educação não pode parar”
Célia Senna

“Só em nosso Instituto Federal (IF) – Goiano, Ipameri/GO, tivemos um contingenciamento de verba de 40%. Isso é muito GRAVE e, por conseguinte, coloca em risco o funcionamento da nossa estrutura e compromete a existência de elementos básicos. Quem perde com o contingenciamento da #Educação? #TODOS nós: mães/pais, alunos, profissionais da educação. A nossa luta se fortalece essencialmente na tentativa de diálogo e se pauta pelo compromisso com a Educação Pública e de Qualidade. #PorqueEuParei #EducaçãoPública” 
Greiton Toledo, do Instituto Federal Goiano (IFG)

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Manifestantes ecléticos se mobilizam contra os contingenciamentos na educação

Os milhões de brasileiros que foram às ruas nesta quarta 15, em um volume surpreendente para os mais céticos ou apáticos, tinham uma pauta de protesto e reivindicação tão clara a ponto de impedir qualquer margem de manobra ou idiotia: aquela multidão de militantes (é essa a palavra) não aceita os cortes propostos pelo governo na área de educação. Ou contingenciamentos, que seja. Isso os uniu. E não foi pouco, como vimos. Alguns podem espernear, faz parte, mas as manifestações não foram partidárias. E por um motivo prosaico e de conhecimento público. Nenhuma agremiação política tem forças hoje para, isoladamente, conduzir ou mesmo representar os anseios da nação, na magnitude vista. Nesse aspecto, o país continua ferozmente dividido. Para o bem ou para o mal.

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Ana Rayssa/Esp.CB/D.A Press

O Ministério da Educação se manifestou na tarde desta quarta-feira (15/5) sobre os cortes nas universidades e institutos federais. Ao longo do dia, manifestações e protestos contrários ao contingenciamento ocorreram em todas as partes do país. No Distrito Federal, a Polícia Militar estima que 6 mil pessoas participaram do ato na Esplanada. Confira a nota na íntegra: 

“O MEC informa que está aberto ao diálogo com todas as instituições de Ensino para juntos buscarem o melhor caminho para o fortalecimento do ensino no país. O ministro da Educação, Abraham Weintraub, recebeu diversos reitores de Instituições Federais e Universidades desde que tomou posse no dia 9 de abril A pasta se coloca à disposição para debater sobre soluções que garantam o bom andamento dos projetos e pesquisas em curso.  Quanto ao bloqueio preventivo realizado nos últimos dias atingiu 3,4% do orçamento total das universidades federais. Importante frisar que o MEC, mesmo diante de um quadro de contingenciamento imposto pelo Decreto nº 9.741, de 28 de março de 2019 e da Portaria nº 144, de 2 de maio de 2019, manteve os salários de todos os professores e profissionais de ensino, assim como seus benefícios já adquiridos”, diz a nota. 

Sabatina

O ministro da Educação foi convocado nesta tarde à Câmara dos Deputados para esclarecer os cortes na educação. A aprovação da convocação foi considerada uma derrota para o governo. O pedido de convocação partiu do deputado Orlando Silva (PCdoB-SP) e foi aprovado por 307 deputados, incluindo filiados a partidos do Centrão. Só o PSL, de Jair Bolsonaro, e o Novo foram contra, somando 82 votos. Abraham Weintraub não conseguiu concluir a apresentação e foi convidado a voltar à mesa da Casa. Quando o tempo da apresentação acabou e o ministro foi interrompido, foi possível ouvir vaias e palmas.

Bolsonaro

Em viagem aos Estados Unidos, o presidente Jair Bolsonaro chamou os manifestantes de “idiotas úteis” e minimizou os protestos. “É natural, mas a maioria (dos manifestantes) é militante. Se você perguntar a fórmula da água, não sabem, não sabem nada. São uns idiotas úteis sendo usados como massa de manobra de uma minoria espertalhona que compõe o núcleo das universidades federais no Brasil”, afirmou.
 correiobraziliense.

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