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REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

Sergio Moro volta ao centro dos holofotes no momento em que é alvo de setores do Judiciário e do próprio governo. Em entrevista à ISTOÉ, ele mantém a serenidade que o consagrou, diz que não atua com viés partidário e garante foco no trabalho à frente do Ministério da Justiça

Crédito: Wenderson Araujo

SOB ATAQUE Sergio Moro diz que, nas mensagens interceptadas ilegalmente, ninguém fala em fraudar provas ou incriminar inocentes: “queriam anular a Lava Jato” (Crédito: Wenderson Araujo)

Daniel Marenco

Sergio Moro comemorou 47 anos no último dia 1, mas nem tudo são flores e festas na vida do ministro da Justiça e Segurança Pública. Hoje, como quando esteve à frente da Operação Lava Jato, ele está novamente no centro dos holofotes. É o homem da vez. Só que diferentemente do período em que tomou posse como o principal ministro de Jair Bolsonaro, Moro experimenta um dos momentos mais delicados da carreira. É alvo preferencial de grupos do Poder Judiciário — leia-se STF —, por ter contrariado poderosos e inconfessáveis interesses, e vítima de fogo-amigo até mesmo dentro do Palácio do Planalto, por razões que nem a nossa vã filosofia pode imaginar. No final da semana, a República parecia girar em torno dele. Foi criticado por cometer deslizes semânticos, ao declarar que os homens recorriam à violência contra as mulheres por se sentirem intimidados por elas, virou manchete de todos os sites ao encaminhar um documento ao ministro Luiz Fux em que repetia o que disse em entrevista exclusiva à ISTOÉ, ou seja, que jamais houve qualquer determinação para destruição do material colhido com os hackers presos pela PF, e chegou a ser admoestado pelo próprio presidente da República, ao discorrer sobre o projeto anticrime em tramitação no Congresso. “O Moro está vindo de um meio onde ele decidia com uma caneta na mão. Vem da Justiça, mas não tem poder, não julga mais ninguém. Entendo a angústia de querer que o projeto vá à frente, mas temos que fazer o Brasil andar”, disse. O homem é ele e suas circunstâncias, já dizia o filósofo espanhol Ortega y Gasset. Por mais que ele tente manter a fleuma habitual, são as circunstâncias que fazem de Sergio Moro o personagem da semana. Para o bem e para o mal.

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Resultado de imagem para A DONA DO PEDAÇO: FABIANA DESTRÓI

Nos próximos capítulos de A Dona do Pedaço, novela da Rede Globo, Otávio (José De Abreu) descobre que Fabiana (Nathalia Dill) foi usada como “laranja” por Agno (Malvino Salvador) e declara guerra à ex-noviça.A megera ameaça a contar para todos que Otávio banca um apartamento para sua amante e ainda coloca os custos na conta da construtora.PUBLICIDADEFurioso, o milionário chega a barrar a entrada de Fabiana na Habitex, o que a deixa com mais ódio ainda.Decidida a se vingar, ela se aproxima de Sabrina (Carol Garcia) e a faz virar assistente pessoal de Vivi Guedes (Paolla Oliveira).Depois de um tempo, a vilã conta para a irmã que a moça é amante de Otávio, mas jura que não sabia de nada.Vivi vigia o pai, confirma a história e resolve conversas com ele mais uma vez, porém Beatriz (Natalia do Valle) acaba ouvindo parte da conversa.”Sabe muito bem. O Cosme (Osvaldo Mil) antes de morrer me disse que você era o pai do filho que a Edilene (Cynthia Senek) estava esperando. Ela morreu porque fez uma intervenção por sua causa. Você é o culpado pela morte daquela garota. E mesmo assim não se emenda, arrumou outra amante?”, diz a digital influencer.Após ouvir a verdade sobre o marido, Beatriz anuncia a separação. –

Esta notícia pertence a https://www.ofuxico.com.br

É essencial concentrar esforços em plano de carreira pautado pelo desempenho em sala de aula e formação inicial sólida, defende relator da Base Nacional Comum de Formação de Professores da Educação Básica no CNE

O Brasil avançou muito nas últimas décadas em relação ao acesso à Educação, com uma taxa de atendimento escolar de crianças de 4 a 17 anos que saltou de 48%, em 1970, para 96,4%, em 2017. A efetiva aprendizagem dos alunos ao longo da trajetória acadêmica, entretanto, é um enorme desafio.

O Brasil não consegue alfabetizar adequadamente a maioria das crianças (em 2016, os alunos do 3º ano do Ensino Fundamental atingiram 45,3% e 45,5%, respectivamente, de proficiência em leitura e matemática) e menos de 10% dos egressos do Ensino Médio, em 2017, possuíam o nível de proficiência adequado em matemática.

A sociedade tem debatido de forma acalorada o que fazer para modificar esse quadro e melhorar a aprendizagem das crianças e jovens. Há um relativo consenso de que a receita para essa mudança deve partir de um pacto federativo em prol da Educação, aliar aperfeiçoamentos nos mecanismos de financiamento, especialmente no Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação – Fundeb, que reflitam o aumento no investimento por aluno na Educação Básica, especialmente onde ele é mais necessário, e, como não poderia deixar de ser, uma política nacional de valorização docente.O professor possui papel central em uma Educação de qualidade. Para ter bons professores, é necessário não somente atrair os alunos mais talentosos para a carreira docente, mas igualmente uma boa formação inicial e continuada para prepará-los para a sala de aula.Os desafios começam na atratividade para a carreira docente. Apenas 2,4% dos jovens de 15 anos querem ser professores na Educação Básica, de acordo com o levantamento feito pelo Interdisciplinaridade e Evidências no Debate Educacional (Iede), com base nos dados do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa) de 2015. Isso se deve, dentre outros fatores, à falta de prestígio social da carreira e ao rendimento médio pouco competitivo frente a outras profissões que demandam nível superior. Segundo o Anuário Brasileiro da Educação Básica 2019, do Todos pela Educação, em 2018, o rendimento médio dos professores da Educação Básica correspondia a 69,8% do salário médio de outros profissionais com curso superior e, ao longo da carreira, essa defasagem salarial aumenta cada vez mais. O reflexo da baixa valorização da carreira está, inclusive, no fato de que 49% dos professores ouvidos na Pesquisa Profissão Docente, feita pelo Ibope, Todos pela Educação e Fundação Itaú Social, em 2018, afirmam que não recomendariam sua profissão a um jovem.

As formações inicial e continuada dos professores são igualmente decisivas para professores bem preparados e engajados. No Brasil, 37,8% dos docentes não possuíam titulação em grau superior compatível com as disciplinas que lecionavam nos Anos Finais do Ensino Fundamental, em 2018. Como se isso não bastasse, diversas pesquisas retratam que, em sua grande maioria, os cursos de formação inicial no Brasil, tanto em Pedagogia quanto em Licenciaturas específicas, estão pouco focados em técnicas de “como ensinar” os alunos. A meta 15 do Plano Nacional de Educação prevê a garantia de uma política nacional de formação dos profissionais da educação e a estratégia 15.6, por sua vez, enfatiza a necessidade de promover a reforma curricular dos cursos de licenciatura e estimular a renovação pedagógica, de forma a assegurar o foco no aprendizado do aluno.

Para falar sobre esse aspecto tão fundamental para uma Educação de qualidade, conversei com Mozart Neves Ramos, Diretor de Articulação e Inovação do Instituto Ayrton Senna e relator da Base Nacional Comum de Formação de Professores da Educação Básica no Conselho Nacional de Educação (CNE).

Como superar a baixa atratividade da carreira docente e atrair jovens talentos?

Segundo Mozart Neves, todos os estudos mostram que, entre os fatores que podem ser controlados pela política educacional, o professor é o que tem maior peso na determinação do desempenho escolar dos alunos. “Sem bons professores, não avançaremos”, afirma.Tomando isso como premissa, ele defende que é preciso concentrar esforços no professor, a começar pela atratividade da carreira docente para os jovens egressos do Ensino Médio, em face do grande déficit de professores no Brasil, em particular nas áreas vinculadas às ciências exatas e da natureza. Para Mozart, é essencial concentrar esforços em quatro direções: salário inicial atraente, plano de carreira pautado pelo desempenho em sala de aula e pela formação continuada, formação inicial sólida com foco na prática docente, e escolas bem estruturadas e organizadas.

Essas mudanças estruturais não serão possíveis, entretanto, sem um efetivo pacto entre quem emprega e quem forma, isto é, entre os governos federal, estaduais e municipais e as universidades. 

Como melhorar a formação inicial e continuada dos professores?

Mozart Neves alerta que é preciso, mais do que nunca, investir na formação inicial para a carreira do magistério. Isso significa “que as universidades precisam urgentemente despertar para esse tema, desconstruindo a atual formação – que deixa muito a desejar, por ser distante da realidade escolar –, muito teórica e descasada da prática”. Os atuais estágios curriculares são, em grande parte, um faz de conta: não há propriamente projeto ou plano de estágio, nem sinalizações sobre o campo da prática ou a atividade de supervisão. Países que desenvolvem programas de residência pedagógica focados no diálogo entre teoria e prática, como a Finlândia, têm obtido resultados exitosos no PISA.

Para promover as mudanças necessárias, o CNE começa a rever a Resolução CNE/CP nº 2, de 1º de julho de 2015, que estabelece as diretrizes curriculares da formação inicial e continuada de professores para a educação básica e que entraria em vigor em 2019, após sucessivas prorrogações, para alinhá-la, dentre outros aspectos, à Base Nacional Curricular Comum (BNCC), aprovada em 2017.

Segundo Mozart, relator para a Base Nacional Comum de Formação de Professores da Educação Básica, a BNCC deve não apenas fundamentar a concepção, a formulação, a implementação, a avaliação e a revisão dos currículos e das propostas pedagógicas das instituições escolares, mas também contribuir para a coordenação nacional e o alinhamento das políticas e ações educacionais – especialmente a política relativa à formação inicial e continuada de professores. “É preciso inserir o tema da formação no contexto de mudança que a implementação da BNCC desencadeia na Educação Básica”, defende.

Como garantir que os professores estejam melhor preparados para os desafios cotidianos da sala de aula?

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Relator das contas do governo no TCU, ministro diz que situação é dramática e ‘otimismo’ impede planejamento

Relator das contas do primeiro ano de governo do presidente Jair Bolsonaro no Tribunal de Contas da União (TCU), Bruno Dantas diz que o forte bloqueio de despesas do Orçamento tem levado o governo a “vender o almoço para pagar o jantar”, em situação dramática para o funcionamento dos Ministérios. Dantas diz que serviços poderão ser afetados e faz um alerta para a falta de planejamento do governo nos cortes de gastos. Para ele, a busca de receitas extraordinárias não passa de uma “solução-tampão”. “O fato é que o governo precisa adotar mecanismos para solucionar o problema sem infringir a legislação vigente”, afirma ele, responsável também no TCU, pela área que cuida dos assuntos do Ministério da Economia e dos bancos públicos.

O ministro do TCU Bruno Dantas
O ministro do TCU Bruno Dantas
Foto: Dida Sampaio / Estadão

Segundo ele, não é possível mais tolerar “artifícios tão exóticos quanto nocivos” a pretexto de viabilizar o fechamento das contas: “Quando a gestão fiscal não se pauta nesse corolário, o tribunal pode emitir alertas e, no limite, na análise da prestação de contas do Presidente da República, opinar pela rejeição dessas contas”.

Como o sr. tem visto a situação das contas públicas com o corte?

A sensação que dá é que o governo está vendendo almoço para comprar o jantar. Contam com algumas receitas que até podem acontecer. Pelo volume e concentração, porém, no fim do ano, se acontecer algo errado, o governo terá um problema muito sério. O timing do Congresso não é igual ao do Executivo. Há certa dificuldade do governo de lidar com essa situação, que é dramática.

Qual o risco?

Em economia se fala muito da profecia autorrealizável. O governo, muitas vezes, tem a tentação de dizer que está tudo bem, que vai cumprir todas as metas. Se ele diz desde já que não vai cumprir, problemas mais graves podem acontecer. Mas isso acaba impedindo o governo de planejar melhor o que é necessário para resolver o problema. Se o governo começasse a planejar desde agora cortes pontuais em determinados setores da administração, talvez causasse menos prejuízos à população. O problema é que eles não têm como planejar porque o planejamento significaria, em si, o fracasso da meta. Não tem como planejar o não cumprimento da meta. Quando há a não realização da receita esperada, eles são obrigados a fazer cortes simétricos. Isso em termos de gestão publica é o retrato do fracasso do planejamento.

O governo projeta que o resultado fiscal ficará bem abaixo do previsto. Ministérios podem parar por conta do contingenciamento elevado?

Sem dúvida podem. Temos visto pelos números uma frustração de receitas causada pela falta de crescimento. É bem verdade que o governo tem mais dados que nós. Mas é preciso olhar para essas declarações com certa cautela. O governo tem interesse em criar o clima de otimismo. Por outro lado, isso não pode significar falta de transparência sobre a real situação das contas públicas.

O governo já consumiu até mesmo a reserva de contingência do Orçamento. Não é perigoso?

Sim. Há risco de paralisação ou realização precária de serviços públicos, sendo necessário esforço interno de ajuste em cada órgão para que as restrições não afetem ou afetem o mínimo possível a população.

Não pode haver um shutdown? O TCU poderá enviar alertas?

O papel do TCU é acompanhar de perto a execução orçamentária e financeira justamente para evitar que o País chegue a uma situação limite, como a de um shutdown. O tribunal acompanha as medidas adotadas para garantir, ao longo do exercício, as metas fiscais e outras regras fiscais. Isso é pressuposto de uma ação planejada e transparente, em que se previnem riscos e corrigem desvios capazes de afetar o equilíbrio das contas públicas. Quando a gestão fiscal não se pauta nesse corolário, o tribunal pode emitir alertas e, no limite, na análise da prestação de contas do Presidente da República, opinar pela rejeição dessas contas.

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A atriz contou que amamentar a ajudou a ser forte durante separação de José Loreto

© Divulgação A atriz contou que amamentar a ajudou a ser forte

durante separação de José Loreto

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Débora Nascimento, 34, afirmou que a maternidade e a possibilidade de poder amamentar a filha, Bella, 1, a ajudaram a ser mais forte e a enfrentar momentos difíceis da sua vida. 

“Eu sempre lembrava que eu tinha que me manter íntegra, no meu prumo, para poder dar o suporte para a minha filha, e que eu era capaz disso. Apesar de tudo, eu não ia fazer da minha filha vítima -essa palavra é horrível, porque eu nunca me senti vítima de nada. Mas eu não ia passar para a minha filha sequelas do que o mundo estava fazendo comigo”, disse ela à reportagem, na tarde desta quinta-feira (8).

Em fevereiro deste ano, a atriz e o ator José Loreto, pai da menina, anunciaram o fim do casamento. O término foi cercado de muita especulação e suspeitas de que o ator a teria traído. 

Além de ajudar no processo da separação, Débora afirmou que continuar dando de mamar para a filha a auxiliou em outros momentos, como na hora em que ela teve de conciliar o trabalho com a maternidade. A atriz voltou a gravar (ela estava na novela “Verão 90”) quando Bella tinha cinco meses.

“Ela me deu força por meio dessa postura do tipo: ‘Minha filha não vai sofrer o que eu posso sofrer do mundo. E isso me fez ficar cada vez mais forte, mais forte, mais forte. E até hoje as coisas que eu enfrento, eu penso muito nela”, contou.

A atriz também disse que a experiência da maternidade lhe tornou mais potente e abriu horizontes. Como resultado disso, ela começou a desenvolver um projeto autoral artístico, que deve apresentar para o público no início de 2020, mas que ainda não pode dar muitos detalhes. “Eu entendi que eu sou uma mãe que trabalha, que fico feliz e plena trabalhando. Então, ela também vai saber isso, que é ótimo ter uma mãe que fica feliz trabalhando”.

Ao lado da também atriz Milena Toscano e de especialistas na área, Débora participou nesta quinta-feira (8) do Conversa de Mãe, evento promovido pela rede de lojas Alô Bebê, em São Paulo. 

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Valeu! valeu! concordo plenamente, é isto mesmo, vivemos em um país  de vaziez de quase tudo. As injustiças sociais são enormes, corrupções e impunidade dia a dia, vem corroendo uma boa parte da sociedade brasileira, é lamentável! um país com tantas riquezas naturais, mas com tantos corruptos e injustiças sociais”.

Valentina Sampaio (Foto: Getty Images)

Valentina Sampaio (Foto: Gui Paganini)

Em meio a tantas reviravoltas em seu posicionamento, a Victoria’s Secret anunciou na última semana o nome de sua primeira modelo transgênero. A brasileira Valentina Sampaio mostrou os bastidores em uma sessão de fotos para o novo catálogo da linha Pink da grife. “Nunca pare de sonhar”, escreveu ela na publicação.

A top cearense se consagra em mais um feito histórico e esta é a primeira vez que uma modelo transgênero integra as publicidades da marca. Agenciada pela JOY Model, mesma agência de Lais Ribeiro, Valentina há tempos transita com Lais, única angel brasileira da grife.  O diretor de marketing da empresa, Ed Razek, foi criticado no ano passado por comentários que fez sobre a inclusão de modelos trans no desfile da Victoria’s Secret.

“Você não deveria ter transexuais no show?”, perguntou um jornalista. “Não, não acho que devamos. Porque o show é uma fantasia” , disse ele. A falta de inclusão foi parte da razão pela qual a label perdeu uma de suas modelos veteranas, Karlie Kloss. “A razão pela qual eu decidi parar de trabalhar com a Victoria’s Secret foi que eu não senti que era uma imagem que realmente refletia quem eu sou e o tipo de mensagem que eu quero mandar para jovens mulheres ao redor do mundo sobre o que significa ser linda” , disse ela à Vogue britânica no mês passado. “Eu acho que foi um momento crucial em mim, entrando no meu poder como feminista, sendo capaz de fazer minhas próprias escolhas e minha própria narrativa, seja através das empresas com as quais eu escolhi trabalhar, ou através da imagem que eu coloquei para o mundo”.

Paralelamente, Valetina está comemorando a conquista e falou com exclusividade para a Vogue Brasil contando detalhes dos testes e analisando o novo momento da marca: “um sonho realizado e que representa muito!”.

Como foram seus testes?
Os testes foram bem bacanas, leves e divertidos. Todo o time foi muito legal e atencioso comigo. Para o catálogo, o teste foi apenas pela Internet, através de um vídeo-teste, mas eles já me conheciam por conta de testes presenciais que eu tinha feito antes disso. Também nos falamos por telefone, após a aprovação do trabalho, para organizarmos detalhes como numeração de manequim, etc.

Precisou fazer alguma mudança física para entrar no time (emagrecer, cortar cabelos, …)?

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Glamour Garcia
Glamour Garcia Ivan Faria

Glamour Garcia foi convidada para contracenar no vídeo sertanejo de ‘Mamacita’, de Angelo & Angel

Glamour Garcia, que dá vida à personagem Britney, em A Dona do Pedaço, aproveitou o tempinho livre das gravações para ser estrela de um vídeo de música sertaneja.A faixa Mamacita, que tem previsão de estreia nas plataformas digitais para o próximo dia 16, cantada por Angelo & Angel, promete trazer uma mistura do sertanejo com o reggaeton e muita dança.“Eu estou em um momento muito legal da minha carreira e quero aproveitar ao máximo as oportunidades. O convite para fazer o clipe é um presente. Angelo & Angel já mostraram que têm talento e será um prazer fazer parte desse vídeo”, contou a atriz.Os cantores se tornaram famosos por chegarem às semifinais do programa The Voice Brasil, na edição de 2017.“Estamos contando os dias para contracenar com a Glamour Garcia. Viramos fã do trabalho dela na novela e tem tudo a ver com o nosso projeto. A Glamour ao participar desse trabalho vem trazer ainda mais energia positiva para tudo isso”, declarou Angelo.

caras

Rachel Sheherazade
Rachel Sheherazade 

Rachel Sheherazade se envolve em nova polêmica e é castigada por Silvio Santos

Depois de ter sua demissão pedida a Silvio Santos por Luciano Hang,Rachel Sheherazade teria levado um castigo do dono do SBT. Segundo o Notícias da TV,  a âncora foi punida e não apresentará mais o jornal às sextas-feiras a partir desta sexta-feira, 9. O motivo seria o número de reclamações que Silvio Santos está recebendo da jornalista, que dá sua opinião nas redes sociais, criticando o presidente Jair Bolsonaro. Na segunda-feira, representantes do Sifuspesp (Sindicato dos Funcionários do Sistema Prisional do Estado de São Paulo) teriam ido à emissora do dono do baú para reclamar do vídeo Monstros contra Monstros, no qual Sheherazade chamou os carceireiros de “monstros” ao falar sobre o massacre do presídio de Altamira, no iterior do Paraná. Irritados com a situação os funcionários teriam pedido que o SBT emitisse um comunicado afirmando que não concorda com as opiniões da jornalista, contudo, o pedido não foi aceito. Ainda no vídeo, Rachel Sheherazade criticou o presidente Jair Bolsonaro e o Ministro da Justiça, Sergio Moro.

” Cade a democracia? a libertada de de expressão, a mesma se encontra Constituição Federal de 1988.”  Liberdade de imprensa e a Constituição Federal de 1988. … Com relação à liberdade de imprensa, a Constituição Federal (BRASIL, 1988) em seu artigo 5°, inciso IX dispõe: “é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença”.

” Parabéns a jornalista renomada Rachel Sheherazade”

Resultado de imagem para ''Barraco tem nome e sobrenome. Raquel Dodge''

Em novo vazamento de mensagens obtidas pelo site The Intercept e publicados pelo portal El País, nesta sexta-feira (9/8), procuradores comentam a atuação da procuradora-Geral da República, Raquel Dodge, na Lava-Jato e discutem a possibilidade de repassar informações secretas a jornalistas para pressioná-la a liberar delações ao Supremo Tribunal Federal (STF). Em uma das mensagens divulgadas, o procurador Januario Paludo chega a dizer: ”Barraco tem nome e sobrenome. Raquel Dodge.” De acordo com o El País, Dodge era vista como uma espécie de inimiga pela força-tarefa da Lava-Jato em Curitiba. Dias antes de ela ter sido indicada à PGR pelo então presidente Michel Temer em 2017, o procurador Deltan Dallagnol disse que “Dodge se aproximou de Gilmar Mendes e é a candidata dele a PGR”. Essa proximidade entre Dodge e o ministro do STF Gilmar Mendes é um dos pontos de desconfiança. Em uma conversa de 2018, Deltan disse que Dodge apenas não confronta Mendes porque quer um cargo no STF, tão logo o mandato de PGR acabe. Ainda segundo o El País, outra crítica dos procuradores é a morosidade de Dodge em homologar acordos de delação.  Um desses casos, seria o acordo com o empreiteiro Léo Pinheiro, assinado em dezembro de 2018, mas que, até hoje, não teria sido enviado ao Supremo. 

Usar a imprensa 

Em 29 de junho de 2018 — um dia depois de o procurador Athayde Ribeiro Costa ter perguntado sobre a evolução do caso de Léo Pinheiro e o integrantes do grupo “OAS-Curitiba-acordo” discutirem as férias de Dodge —, Dallagnol propõe aos colegas pressionar Dodge “usando a imprensa em off” ou pressionar a PGR a apresentar um prazo limite para o encaminhamento. “Dá saudades do Janot”, Dallagnol comenta ao se referir a Rodrigo Janot, ex-PGR. A saudade de Janot não é comentada apenas com os colegas, como mostra o El País. Em conversa  datada de 16 de julho de 2015, quando Janot ainda era o PGR, o procurador diz ao colega que ele [Janot] “permitiu que esse trabalho integrado acontecesse, a começar pela criação da FT e todo apoio que deu e dá ao nosso trabalho. Você merece um monumento em nossa história”, disse.   

Relação Dodge e Lava-Jato

Em 12 de agosto de 2018, Dodge enviou a Dallagnol um link com uma matéria do jornal O Globo que comentava os atritos entre a PGR e a Lava-Jato. O procurador, no entanto, nega ter passado informações a jornais. “É uma pena que problemas dentro da instituição acabem expostos na imprensa. Como lhe disse, não temos essa prática de notas”, escreveu. “Confio que terá sabedoria para ouvir frustrações com serenidade, avaliar criticamente o que é pertinente e usar isso para fortalecer os relacionamentos e o trabalho que é de todos nós”, aconselhou Dallagnol. 

O procurador Anderson Lodetti é mais incisivo: “Raquel está destruindo o MPF, achincalhando a gente…[…] teria que ser incinerada publicamente, internamente e internacionalmente”, disse no grupo do Telegram, quando Dodge não comentou a decisão do ministro Alexandre de Moraes de ordenar buscas e apreensão contra militares e procuradores sobre fake news. A relação entre a PGR e a força-tarefa da Lava-Jato de Curitiba piorou quando Dodge decidiu sobre o futuro do dinheiro de multas pagas pela Petrobras nos Estados Unidos. Segundo o El País,a PGR foi até o Supremo pedir a anulação do acordo firmado entre procuradores e autoridades norte-americanas que resultaria na criação de uma fundação para gerir R$ 2,5 bilhões desviados por corrupção“O barraco tem nome e sobrenome. Raquel Dodge.

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Sophie Charlotte
Sophie Charlotte 

Antes com o cabelo bem curtinho, Sophie Charlotte surpreendeu ao surgir com longos cachos em fotos vazadas

Longe das telinhas, Sophie Charlotte surpreendeu os fãs nesta sexta-feira, 9.A atriz surgiu bem diferente durante uma gravação. Em Itacoatiara, no Amazonas, onde grava o longa O Adeus do Comandante, a globalapareceu com longos cabelos cacheados na altura da cintura.Nos últimos tempos, a mãe de Otto abusou do cabelo bem curto que possuía um ar estiloso.Gravando ao lado do maridoDaniel de Oliveira, a morena tirou foto ao lado dos fãs no Norte do país. Para quem já está com saudade de Sophie, ela retorna à TV Globo como a protagonista da minissérie O Anjo de Hamburgo.

Era noite de 23 de outubro de 2018, faltando alguns dias para o segundo turno, e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) rodava na voltagem máxima. Saíra havia pouco do tribunal o então ministro Sérgio Etchegoyen, após uma reunião tensa com os outros ministros. Na mesa, a punição ou não de um coronel que insultara Rosa Weber. Luís Roberto Barroso, especialmente, estranhou-se com Etchegoyen. Chegou então o aviso de que Dias Toffoli estava a caminho. Só Rosa Weber e Edson Fachin o esperaram, Barroso foi para seu gabinete. Ao chegar, Toffoli relatou uma situação preocupante. Sem usar a palavra golpe, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) lembrou que o então comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, tinha 300 mil homens armados que apoiavam Jair Bolsonaro, um candidato que duvidava da lisura do processo eleitoral e incitava seus seguidores, os militares aí incluídos, a questionar as urnas eletrônicas. O TSE deveria ser, mais do que nunca, claro em seus posicionamentos.

A cena, narrada pelos repórteres Felipe Recondo e Luiz Weber, é uma das mais fortes do livro-reportagem Os onze , lançado na quarta-feira 31 pela Companhia das Letras. Ele revela os bastidores do STF, desde o mensalão, em 2005, ao governo do capitão, neste ano. O episódio é mais um a receber a luz do sol num momento em que, mais do que nunca, está posta a discussão: a que ponto chega a influência dos militares na vida nacional?

Qual é o tamanho que as Forças Armadas têm no governo Bolsonaro? A República, embora não subjugada como entre 1964 e 1985, ainda é tutelada pelas fardas? Mas que tutela é essa, em que, no mais militarizado governo desde 1985, os generais têm sido recorrentemente esnobados ou humilhados por Bolsonaro?

A referência a uma tutela vem de outro livro, que voltou recentemente às prateleiras, Forças Armadas e política no Brasil , lançado em 2005 pelo historiador José Murilo de Carvalho e até então esgotado. Agora reeditada pela Todavia, a obra ganhou um novo capítulo, “Uma República tutelada”, em que Carvalho analisa o papel dos militares sob a égide da Constituição de 1988.

O historiador registrou algumas melhorias nas relações entre civis e militares depois da redemocratização até poucos anos atrás. A principal delas foi um distanciamento, principalmente da Marinha e da Aeronáutica, da política. O anteparo do Ministério da Defesa passou a ser progressivamente respeitado. Mas restaram alguns pontos negativos dos dois lados. Do militar, a insistência em não reconhecer abusos praticados durante a ditadura e a resistência em abrir os arquivos da repressão — ao contrário do Chile e da Argentina, por exemplo. Do lado civil, a pouca importância dada à defesa nacional e a hostilidade de alguns políticos contra os fardados. Carvalho aponta um elemento definidor dessa relação: a Constituição de 1988.

Ele avalia que o texto constitucional deu um papel político e social às Forças Armadas ao expressar, no artigo 142, que elas se destinam à defesa da pátria e à garantia dos Poderes constitucionais e da lei e da ordem, por iniciativa de qualquer um desses Três Poderes. “É como se a República desconfiasse de sua capacidade de exercer o autogoverno civil e entregasse às Forças Armadas o papel político de tutela”, escreveu o historiador. “Não por acaso, chefes militares repetem sistematicamente que é seu dever constitucional intervir quando julgarem que as instituições correm risco.”

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O promotor Deltan Foto: Marcelo Silva / Agência O Globo
O promotor Deltan Foto: Marcelo Silva / Agência O Globo

Deltan Dallagnol falou pela primeira vez, em entrevista à edição desta semana de ÉPOCA, sobre a possibilidade de ser afastado pelo Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP). Segundo Dallagnol, seu afastamento seria algo contra a Lava Jato e contra o combate à corrupção como um todo.”Tenho visto essa questão [o afastamento] na imprensa nos últimos dias como uma possibilidade. Agora, quando eu penso nisso, eu penso que não se trata de Deltan. Se trata, sim, de um procurador que fez um trabalho consistente contra a corrupção, junto com vários outros agentes públicos e instituições, que está sendo agora… Cujo afastamento está sendo cogitado num movimento de reação às investigações”, afirmou.Segundo Dallagnol , caso o CNMP opte por afastá-lo, ele continuará ligado ao combate à corrupção.”Meu compromisso é com a causa pública e com o serviço à sociedade. Sempre vou usar, dentro da lei, dos instrumentos e das minhas habilidades para buscar servir à sociedade, seja como procurador da Lava Jato, como procurador fora da Lava Jato. Nós temos, ao longo de nossa vida, um compromisso com a causa pública”, afirmou.

” A corrupção é como uma especia de doença cronica e talvez contagiosa.”

Clã Bolsonaro: Flávio, Jair, Eduardo e Carlos Foto: Reprodução
Clã Bolsonaro: Flávio, Jair, Eduardo e Carlos Foto: Reprodução

Levantamento feito por ÉPOCA e pelo jornal O Globo sobre todos osassessores parlamentares da família Bolsonaro desde 1991 revela que, das 286 pessoas nomeadas nos gabinetes do clã, 102 delas têm algum parentesco ou alguma relação entre si. Elas integram 32 famílias diferentes. Segundo as folhas salariais das casas legislativas, elas receberam em salários brutos corrigidos pela inflação um montante equivalente a R$ 65,2 milhões dos R$ 105,1 milhões pagos ao total de funcionários.

família de Bolsonaro foi a que recebeu o maior valor em salários. Desde 1991, 22 parentes das duas primeiras mulheres do atual presidente tiveram cargos comissionados em seu mandato ou no dos filhos. Esse grupo obteve vencimentos brutos que totalizam R$ 21,1 milhões. Ou seja, de cada R$ 10 pagos em salários aos funcionários, R$ 2 entravam na conta de algum parente do clã.

” A probreza como sempre ser só para pancar a luxuria e tudo bem.”

Resultado de imagem para Fátima Bernardes opina sobre foto com a filha Beatriz:

Mãe de trigêmeos, Fátima posou com Beatriz em uma foto postada nesta sexta-feira (09) e avaliou os traços em comum com a jovem. ‘Brincando de modelar com Beatriz. Eu achei que ficamos parecidas’, escreveu. Segundo a apresentadora, a herdeira, no entanto, não concordou: ‘Ela achou que não. Quem está com a razão?’. Amigos famosos e seguidores anônimos deram razão à jornalista nos comentários: ‘Iguais’.

Fátima Bernardes sempre agita a web quando compartilha fotos com os filhos, Laura, Beatriz e Vínicius, por conta dos traços em comum com os herdeiros. E nesta sexta-feira (09), não foi diferente: a comandante do “Encontro” apareceu bem pertinho da filha Beatriz e, já na legenda, deu sua opinião sobre a semelhança entre as duas. “Brincando de modelar com Beatriz. Eu achei que ficamos parecidas. Ela achou que não. Quem está com a razão?”, questionou a apresentadora global.

Amigos famosos e fãs concordam com Fátima: ‘Muito parecidas’

Nas redes, a trigêmea voltou atrás parcialmente e admitiu: “Um pouco talvez”. Além da jovem, outros amigos famosos de Fátima comentaram no clique. Flávia Alessandra, cuja primogênita, Giulia Costa, é uma das melhores amigas de Beatriz, concordou: “Muito!”. Lair Renó, parceiro de Fátima no programa matinal, opinou: “Muito parecidas”. A jornalista Maíra Azevedo, conhecida como Tia Má no “Encontro”, também adicionou: “Achei super!”. “Super parecidas! E lindas!”, elogiou Giovanna Ewbank. E os seguidores anônimos também palpitaram. “Eu achei que era um app de deixar mais novo. Cópia fiel”, “Tal mãe, tal filha” e “Muito parecida, clone perfeito” foram algumas das opiniões.

União Nacional dos Estudantes (UNE) está convocando manifestação dos estudantes para o dia 13 de agosto em todo o País

O Ministério da Justiça e Segurança Pública autorizou o emprego da Força Nacional de Segurança Pública em apoio ao Ministério da Educação, nas ações de preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio, na defesa dos bens e dos próprios da União, em caráter episódico e planejado, nos dias 7, 12 e 13 de agosto de 2019.

Ministro da Educação, Abraham Weintraub
                                                                                                                                                              Ministro da Educação, Abraham Weintraub

Apesar da autorização já prever ação desde a quarta-feira, 6, dia 7, a Portaria está publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira, 8. A portaria diz ainda que, se necessário for e houver solicitação do MEC, o período de uso da Força Nacional poderá se prorrogado.A União Nacional dos Estudantes (UNE) está convocando manifestação dos estudantes para o dia 13 de agosto em todo o País. O movimento é contra os cortes na educação, em defesa da autonomia universitária e contra o projeto Future-se do MEC.

A Globo, que vinha blindando Jair Bolsonaro de suas declarações grotestas, resolveu divulgar na noite desta sexta-feira, 9, a sugestão de Bolsonaro para ajudar na preservação do Meio Ambiente; “É só você deixar de comer menos um pouquinho. Você fala para mim em poluição ambiental. É só você fazer cocô dia sim, dia não, que melhora bastante a nossa vida também”

(Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)

247 – O Jornal Nacional desta sexta-feira, 9, mostrou reportagem sobre a sugestão de Jair Bolsonaro para a ajudar na preservação do Meio Ambiente, das pessoas alternarem os dias de fazerem cocô. “É só você deixar de comer menos um pouquinho. Você fala para mim em poluição ambiental. É só você fazer cocô dia sim, dia não, que melhora bastante a nossa vida também”, afirmou Bolsonaro, em entrevista a jornalistas no Palácio da Alvorada.

Depois de polêmica ao chamar nordestinos de “paraíba”, Presidente volta a atacar governadores da região

Bolsonaro com Mourão
                                                                                             Marcos Corrêa/PR
Bolsonaro voltou a atacar os governadores do Nordeste

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta sexta-feira (9) que os governadores do Nordeste se consideram “os reis da área” e querem separar a região do resto do país. Bolsonaro negou que haja um desfavorecimentos dos recursos para a região.

 “Tem uns governadores do Nordeste que querem separar a região do Brasil. Não vão conseguir. Não vão precisar de outro (Duque de) Caxias para manter o Brasil unido. Eles acham que são os tutores, os reis da área. Não são os reis da área. Para você liberar empréstimo, você tem uma gama de pré-requisitos, vocês não pode simplesmente liberar a bel prazer. Estamos liberando muito recurso para o Nordeste — disse o presidente, ao deixar o Palácio da Alvorada.

Bolsonaro tem tido atritos com os governadores da região, a única em que ele não venceu nas eleições, principalmente após ter um microfone ter captado ele se referindo a eles como “governadores de Paraíba”. Depois, ele negou que tenha usado o termo. Nesta sexta, o presidente se referiu aos governadores como “petralhada”, apesar da maioria deles não ser filiada ao PT, e disse que para eles a mentira “é oxigênio”.  

“Se essa petralhada parasse de mentir, já estaria fazendo um grande serviço à nação. Mas a mentira para eles é oxigênio”.

Bolsonaro criticou o governador da Bahia, Rui Costa (PT), por assumir a responsabilidade da construção do aeroporto de Vitória da Conquista. A inauguração do aeroporto, no mês passado, foi motivo de uma troca de farpas pública ente os dois. O aeroporto foi construído com 70% de verbas federais, dos governos de Dilma Rousseff (PT) e Michel Temer (MDB), e 30% de recursos estaduais.

“Olha o governador da Bahia anunciado, nas revistas de empresas aéreas, que o aeroporto de Vitória da Conquista é uma obra dele. Primeiro, é uma obra do povo. Outra, 90% de dinheiro da União, 10% deles. Para que isso daí? Eles querem crescer em cima de obra dos outros”.

Fonte:iG 

Por Helena Chagas, no Divergentes e para o Jornalistas pela Democracia

A decisão de suspender a transferência do ex-presidente Lula de Curitiba para Tremembé (SP), por um amplo placar de dez votos a um, foi o primeiro troco do Supremo Tribunal Federal na Lava Jato. Depois de ter nomes de ministros citados nas conversas impróprias vazadas pelo The Intercept como alvo ou como aliados da força-tarefa, essa maioria se formou rapidamente, incluindo tanto “garantistas” como ” lavajatistas”. Foi a maior derrota de Sérgio Moro, Deltan Dallagnol e a turma de Curitiba na mais alta Corte do país até hoje.

Quando alguém imaginou ter, num julgamento envolvendo Lula e a Lava Jato, Gilmar Mendes e Luiz Roberto Barroso votando lado a lado de forma igual? O relator, Edson Fachin, não mostrou qualquer hesitação depois de ouvir o parecer favorável da PGR Raquel Dodge e concedeu dois dos três itens da liminar pedida pela defesa do ex-presidente.  O outro ponto, que era a liberdade do ex-presidente, não foi acolhido e será decidido pela Segunda Turma quando ela retomar o julgamento do habeas corpus que questiona a parcialidade do ex-juiz e hoje ministro da Justiça na condenação do ex-presidente.

A vitória da defesa de Lula animou muita gente a apostar num desfecho favorável a ele, embora o julgamento na Turma não tenha ainda data confirmada. A decisão continua nas mãos do decano Celso de Mello, já que Edson Fachin e Carmen Lucia votaram contra e Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski são favoráveis. Mello continua sem dar pistas do que fará, mas nesta quarta recusou a argumentação do colega Marco Aurélio contrária à suspensão da transferência evocando uma “situação de clara periclitação do estado de liberdade do paciente”.

Não se sabe, tampouco, qual seria o placar no plenário do habeas corpus que hoje está na turma. É evidente que os chamados “lavajatistas”, como Barroso, Luiz Fux, Carmen Lúcia e Fachin não vão mudar de posição assim. Mas o episódio da transferência para Tremembé – um ato que cheirou a vingança da força-tarefa pela desmoralização trazida pela Vaza Jato – mostra que os ventos mudaram no Supremo.

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08102018 dinheiro EBC

As prefeituras irão partilhar a partir da próxima sexta-feira, 9 de agosto, o montante de R$ 3,9 bilhões referente ao primeiro decêndio do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Esse valor já está descontada a retenção do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). A Confederação Nacional de Municípios (CNM) lembra que esse repasse, geralmente, é considerado o maior do mês, mas alerta para possíveis variações nas demais transferências. Por isso, sugere cautela na gestão dos recursos.

Em valores brutos, incluindo o Fundeb, o montante repassado chega a R$ 4, 9 bilhões. De acordo com os dados da Secretaria do Tesouro Nacional (STN), o primeiro decêndio de agosto de 2019, comparado com mesmo período do ano anterior, apresentou crescimento de 16,62%. A CNM explica que esse repasse sofre influência da arrecadação do mês anterior, uma vez que a base de cálculo para o repasse é dos dias 20 a 30 do mês anterior. A transferência também representa quase a metade do valor repassado para o mês de agosto.

Quando o valor do repasse é deflacionado, ou seja, levado em conta a inflação do período e feita a comparação com a mesma época do ano anterior, o crescimento chega a 13,09%. Do total transferido a todos os Municípios, as cidades de coeficientes 0,6, que representam a maioria (2.460 ou 44,18%), ficarão com o valor de R$ 987,9 milhões. Esse valor é equivalente a 19,90% do que será transferido.

Valores diferenciados
A CNM também destaca que os Municípios de coeficiente 0,6 são diferenciados em cada Estado. Isso significa que cada um tem um valor na participação do Fundo. Na prática, representa que Municípios 0,6 do Estado de Roraima irão receber valores diferentes dos Municípios de mesmo coeficiente de outros Estados, como, por exemplo, do Rio Grande do Sul.

Ao considerar esse cenário, o primeiro decêndio de agosto do FPM para os Municípios de coeficiente 0,6 do Amapá receberão o valor bruto de R$ 215, 8 mil, enquanto os de mesmo coeficiente do Pará terão creditados o valor bruto de R$ 337, 8 mil sem os descontos. Já os Municípios de coeficientes 4,0 (166 ou 2,98% do total de entes do Brasil) ficarão com o valor de R$ 639, 2 milhões, o que representa 12,87% do que será transferido.

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