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 Atriz usou suas redes sociais para compartilhar um clique do seu dia.

A atriz usou suas redes sociais para compartilhar um clique do seu dia
Thais Fersoza aproveita fim de tarde e compartilha clique com os fãs

A atriz Thais Fersoza aproveitou o fim de tarde desta quarta-feira, 20, da melhor maneira e compartilhou em suas redes sociais.Em seu perfil do Instagram, a morena surge com um sorriso de orelha a orelha enquanto aproveita o pôr do sol.“Pq eu simplesmente amo essa luz de fim de tarde.. energizando!”, declarou a mamãe dos pequenos Teodoro e Melinda na legenda da publicação. Nos comentários, os fãs não pouparam elogios para a esposa do cantor sertanejo Michel Teló“Maravilhosa”, comentou uma seguidora. “Linda”, disse outra. “Perfeita”, completou uma internauta.

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Agência Brasil)

O ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta ironizou a fala do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) sobre cloroquina durante entrevista nesta quarta-feira (20) na GloboNews. O médico afirmou que “quem é de direita usa cloroquina. Quem é de esquerda, tubaína. E quem é de juízo, escuta a medicina.” O ex-ministro falou sobre a implantação do medicamento no Sistema Único de Saúde (SUS).

De acordo com Mandetta, é muito mais confortável para Bolsonaro ter um ministro que não é médico. “Qualquer um que se sentou nas cadeiras das universidades de medicina tem dificuldade em assinar”. O médico estava se referindo ao ministro interino da Saúde, Eduardo Pazuello. O ex-ministro ainda alertou para os riscos da automedicação. “Meu maior medo é que as pessoas comecem realmente a se automedicar. Para jovens, não vejo problemas. Mas, por ter muitos efeitos colaterais, os idosos correm risco”, afirmou.

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Na próxima segunda-feira dia 25 as 14:30 com dr Diego Aragão especialista em endocrinologia  é clínica metabólica. Faça uma visita a clinica SEG VIDA faça seu plano de saúde.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, avalia reduzir o valor do auxílio emergencial para R$ 200, após o pagamento da terceira parcela do benefício. A possibilidade é uma das formas de fazer com que o programa seja encerrado de forma gradual, como defende Guedes.

O valor de R$ 200 foi mencionado pelo ministro durante reunião com empresários nesta terça-feira. Como revelou o GLOBO, Guedes disse, no mesmo encontro, que é preciso “suavizar a queda” do pagamento do auxílio, mas negou prorrogar o programa indefinidamente, por falta de espaço fiscal. Na versão original do projeto, a equipe econômica previa que o auxílio emergencial — criado para mitigar os efeitos da crise do coronavírus — fosse de R$ 200. O valor foi pensado por ser semelhante à média do repassado às famílias do Bolsa Família. No Congresso, o benefício acabou sendo ampliado para R$ 500 e, depois, o presidente Jair Bolsonaro fechou acordo para elevar a ajuda para R$ 600. Se o auxílio fosse de R$ 200, daria para pagar por mais meses, teria dito Guedes, segundo um interlocutor. Segundo essa fonte, Guedes lembrou que quando propôs R$ 200, a estimativa era beneficiar 30 milhões de pessoas. Mas o valor subiu para R$ 600 para 60 milhões de pessoas. Na redução gradual do valor seria uma das formas em estudo para estruturar o fim gradual do auxílio emergencial. Outra possibilidade é incorporar o programa em outra plataforma de auxílio do governo, ainda não definida. Também está em análise a possibilidade de definir um público mais específico para receber as próximas parcelas do auxílio. Com essa focalização, seria possível reduzir o valor total do programa.

 

20052020 videoconferencia stf rosinei coutinho

Para compensar Estados e Municípios pelas perdas de arrecadação decorrentes das medidas previstas na Lei Kandir, o plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) homologou, nesta quarta-feira, 20 de maio, acordo financeiro entre a União e os demais Entes. Assim, o governo federal deverá repassar um montante de R$ 65,5 bilhões – por regra, 25% do valor pertence aos Municípios brasileiros, ou seja, R$ 16,3 bilhões. A Confederação Nacional de Municípios (CNM) comemora a homologação do acordo, uma vez que o pagamento da compensação é pleito antigo do movimento municipalista – a entidade vai acompanhar a tramitação da proposta no Congresso Nacional de forma de garantir a distribuição desses recursos aos Municípios.

Do total, R$ 58 bilhões têm de ser repassados até 2037. Da quantia restante, R$ 4 bilhões dependem da venda, por leilão, de dois blocos excedentes do pré-sal, Atapu e Sépia, e R$ 3,6 bilhões serão pagos após três anos a partir da aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 188/2019, apelidada de Pacto Federativo.

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       Uma entrevista que deixou o público perplexo com a humilhação fez com o jornalista , esto foi no dia  7 de mai. de 2020.
   Em um longo comentário, publicado no perfil de Regina Duarte no Instagram, Anitta expõe sua indignação com a fala da atriz, hoje integrante do governo de Jair Bolsonaro, e a indaga sobre o trabalho feito para conter o novo coronavírus no Brasil.
  “E as famílias que perderam parentes com a doença? Como se sentiriam ouvindo um depoimento de quem faz pouco caso do momento?”, pergunta.  A entrevista da secretária especial de Cultura, Regina Duarte rendeu bastante polêmica nesta quinta-feira (7). Antes de abandonar a conversa ao vivo, a atriz opinou sobre a ditadura militar, cantando a marchinha ‘Pra Frente Brasil’, que foi símbolo naquela época, e chegou a dar risada ao falar sobre os óbitos originados pelo regime.
www.em.com

                                       

Reportagem no dia 20 de maio com o presidente Jair Bolsonario.

  A atriz Regina Duarte vai deix0u o comando da Secretaria de Cultura. A informação foi divulgada pela analista de política Basília Rodrigues, da CNN, na manhã desta quarta-feira (20) e confirmada pelo presidente e pela própria atriz por meio das redes sociais de Bolsonaro. A artista se encontrou com o presidente nesta manhã e acertou um “tom de saída honrosa”. Conforme a CNN antecipou, o nome mais forte para substituir Regina é o do ator Mário Frias. Vai assumir a Cinemateca em São Paulo.

    A Cinemateca é subordinada à secretaria que Regina comandava e hoje sofre com a falta de dinheiro. Funcionários reclamam de atrasos nos salários e dizem que não têm como pagar nem contas básicas como a de luz. Os exaltados sempre serão humilhados, é o que acontece com Regina, veja o 1º vídeo.

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ACESSEM O VÍDEO

                                     

Choveu bem neste domingo (17), na cidade de Santa Terezinha PE. Segundo o Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA) -PE, o volume foi de 75 ml. No sertão do Pajeú as chuvas têm sido constantes desde o mês de janeiro até aqui. Tinha dado uma trégua, mas voltaram novamente. É benção de Deus, para nosso sertão, que já passou por tantas secas prolongadas. Nos últimos anos, têm sido um dos melhores inverno na nossa região.
Com a dispensa de licitação autorizada pelo decreto de calamidade, multiplicam-se as suspeitas de desvios de dinheiro público em estados e municípios.
As compras de ventiladores usados para auxiliar na respiração de doentes infectados pela Covid-19 têm sido os principais alvos de suspeita dos órgãos de fiscalização. Foto: Mark Kauzlarich / Bloomberg / Getty Images
As compras de ventiladores usados para auxiliar na respiração de doentes infectados pela Covid-19 têm sido os principais alvos de suspeita dos órgãos de fiscalização. 

Lagoa de Dentro, município com pouco mais de 7 mil habitantes no interior da Paraíba, concluiu no dia 22 de abril uma de suas principais compras na área da Saúde em 2020. Em plena pandemia do novo coronavírus, a prefeitura desembolsou R$ 15 mil — em recursos do Fundo Nacional de Saúde — para comprar e imprimir cartilhas informativas sobre prevenção à Covid-19, apesar de o Ministério da Saúde disponibilizar gratuitamente livretos sobre o assunto. O empresário Jandeilson Araújo Leite, dono da gráfica que celebrou o contrato com o município, recebeu a visita de uma equipe da Polícia Federal no dia seguinte. O motivo: no dia 1º de abril, ele havia firmado um contrato semelhante com a prefeitura de Aroeiras, município de 18 mil habitantes que comprou a impressão de nada menos do que 7 mil exemplares da mesma cartilha, chamada Coronavírus — O combate começa com a informação, a um custo total de R$ 279 mil. A gráfica de Leite era fantasma. As cartilhas não foram encontradas. Até o momento, o contrato com Aroeiras foi rompido, e a prefeitura foi alvo de busca e apreensão. A prefeitura de Lagoa de Dentro tampouco explicou por que optou por comprar a R$ 40 a unidade cada cartilha se podia usar as gratuitas oferecidas pelo Ministério da Saúde.

O governador do Pará, Helder Barbalho, faz vistoria em caixas de respiradores que chegaram da China. Os equipamentos foram comprados, mas não são recomendados para pacientes de Covid-19. Foto: Marco Nascimento / Agência Pará
O governador do Pará, Helder Barbalho, faz vistoria em caixas de respiradores que chegaram da China. Os equipamentos foram comprados, mas não são recomendados para pacientes de Covid-19.
Foto: Marco Nascimento / Agência Pará

O caso dos dois pequenos municípios expõe a vulnerabilidade do Erário diante das más intenções de gestores públicos num período em que o fluxo de dinheiro aumenta e os gastos têm de ser elevados em razão da pandemia. São mais de 5 mil cidades habilitadas a gastar, e os mecanismos de controle nem sempre são eficientes. Nos estados, os problemas se repetem. No Rio de Janeiro, em Santa Catarina e no Pará, já houve busca e apreensão, bloqueio de bens e até prisões por causa de contratações suspeitas feitas por governos estaduais. Em São Paulo, foi instaurado um inquérito para investigar compras de mais de R$ 500 milhões feitas pelo governo estadual. O decreto de calamidade, editado em razão do novo coronavírus, dispensa muitas administrações de fazerem os procedimentos comuns de licitação. O mecanismo, criado para desburocratizar a máquina num cenário de emergência, nem sempre é usado de boa-fé.

Monitores multiparâmetros que chegaram da China para equipar o Hospital de Campanha do Riocentro, em Jacarepaguá, no Rio de Janeiro. Foto: Fabio Motta / Agência O Globo
Monitores multiparâmetros que chegaram da China para equipar o Hospital de Campanha do Riocentro, em Jacarepaguá, no Rio de Janeiro.
Foto: Fabio Motta / Agência O Globo

O site de ÉPOCA mostrou, na última semana, que o governo de Helder Barbalho (MDB), no Pará, havia instalado respiradores que não funcionavam direito em hospitais do estado, comprados sem licitação. A importadora SKN do Brasil entregou 152 aparelhos de modelos diferentes daqueles pedidos em contrato — e que não eram indicados para tratar pacientes da Covid-19. O estado chegou a classificar como “mentirosas” as alegações contidas na reportagem, mas mudou a postura depois que o Ministério Público (MP) visitou as unidades para apurar as denúncias. No domingo, em regime de plantão judiciário, o governo do Pará pediu o bloqueio de R$ 25 milhões em bens de sócios e pessoas ligadas à empresa, alegando que as irregularidades não estavam em sua gestão, e sim na empresa fornecedora. O caso agora está sendo investigado pelo MP

A mesma empresa também está envolvida em problemas no Rio. A SKN foi responsável pela importação de respiradores encomendados pela MHS Produtos e Serviços, que tinha um contrato de R$ 56 milhões para fornecer 300 aparelhos ao governo do estado, mas sinalizou que não entregaria os modelos prometidos. Glauco Octaviano Guerra, responsável pela MHS, foi preso na última quinta-feira em Belém. Segundo o colunista do jornal O GLOBO Lauro Jardim, Guerra estava em companhia de André Felipe de Oliveira da Silva, um dos sócios da SKN do Brasil, no momento da prisão. Na quarta-feira 13, Silva também foi preso pela Polícia Federal, em Brasília.

“O DECRETO DE CALAMIDADE, EDITADO EM RAZÃO DO NOVO CORONAVÍRUS, DISPENSA MUITAS ADMINISTRAÇÕES DE FAZEREM OS PROCEDIMENTOS COMUNS DE LICITAÇÃO. O MECANISMO, CRIADO PARA DESBUROCRATIZAR A MÁQUINA NUM CENÁRIO DE EMERGÊNCIA, NEM SEMPRE É USADO DE BOA-FÉ”

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Além do caso da MHS, dois subsecretários da área de compras do governo de Wilson Witzel, no Rio, foram exonerados e presos por suspeitas de irregularidades nas últimas semanas, na Operação Mercadores do Caos, da Polícia Federal. São Gabriell Neves e Gustavo Borges da Silva. Somando todas as compras de respiradores, 1.000 unidades que custaram R$ 183,5 milhões ao estado estão sob suspeita. Não só o atraso na entrega suscitou desconfiança, mas a polícia investiga também o valor de cada unidade: R$ 187.500, o preço cobrado pela MHS, é o dobro do praticado por fabricantes de respiradores. Além da MHS, as fornecedoras do aparelho A2A e ARC Fontoura também são investigadas e os representantes foram presos.

Pacientes com Covid-19 no Hospital Universitário Pedro Ernesto, no Rio de Janeiro, onde há UTI exclusiva para os infectados. Foto: Alexandre Cassiano / Agência O Globo
Pacientes com Covid-19 no Hospital Universitário Pedro Ernesto, no Rio de Janeiro, onde há UTI exclusiva para os infectados. Foto: Alexandre Cassiano /
Agência O Globo
” É lamentável a situação de milhares de brasileiros que estão passando nesses hospitais, mais mesmo com este vírus ceifando inúmeras vidas, muitos políticos aproveitam a situação caótica para roubarem que já é praxe.’  Continue lendo
Monique Aguiar, nomeada por Marcelo Álvaro Antonio para coordenar o órgão do Patrimônio Histórico e Artistico no Rio, não atende a critérios exigidos
A blogueira Monique Aguiar, nomeada para coordenação do Iphan fluminense
Foto: Reprodução
A blogueira Monique Aguiar, nomeada para coordenação do Iphan fluminense Foto: Reprodução

A blogueira Monique Aguiar, nomeada para coordenar no Rio de Janeirio o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), não tem a qualificação curricular exigida por lei para ocupar um cargo de direção de nível 3, o chamado DAS 3. Mesmo assim, o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antonio, assinou sua nomeação no dia 16 de abril. O ministério não soube informar à coluna por que o ministro a nomeou sem os pré-requisitos, e respondeu que a situação de Aguiar está “sob análise”. De acordo com o currículo da coordenadora, que só agora foi entregue ao Ministério do Turismo — embora ela esteja nomeada há um mês —, Aguiar não tem curso superior em nenhuma área. A coordenadora afirmou em redes sociais, entretanto, que tinha curso superior em turismo.

Em seu currículo, ela cita formação e experiências profissionais que nada têm a ver com a área do patrimônio histórico e artístico. Afirma ter se formado como professora durante o Ensino Médio e estar cursando turismo na Estácio e teatro na Escola de Atores para TV CCPAC. Diz ter criado um site de divulgação de destinos turísticos, ter escrito para dois sites de Macaé (RJ), ter sido executiva de contas da Cielo, representante da Desconto Brasil, corretora de seguros de Bradesco e Alfalink e vendedora de carros Chrevrolet e Hyundai. O artigo 3 do decreto 9.727 define que, para ocupar um cargo DAS 3, é necessario atender a pelo menos um desses cinco critérios: – possuir experiência profissional de, no mínimo, dois anos em atividades correlatas às áreas de atuação do órgão; – ter ocupado cargo em comissão ou função de confiança em qualquer Poder, inclusive na administração pública indireta, de qualquer ente federativo por, no mínimo, um ano; – possuir título de especialista, mestre ou doutor em área correlata às áreas de atuação do órgão ou da entidade ou em áreas relacionadas às atribuições do cargo ou da função; – ser servidor público ocupante de cargo efetivo de nível superior ou militar do círculo hierárquico de oficial ou oficial-general; – ter concluído cursos de capacitação em escolas de governo em áreas correlatas ao cargo ou à função para o qual tenha sido indicado, com carga horária mínima acumulada de cento e vinte horas. Procurado ontem para que o ministro Marcelo Álvaro Antonio respondesse por que desrespeitou o decreto que regula comepetências do DAS, o Ministério do Turismo enviou a seguinte nota: “O Ministério do Turismo informa que a situação de Monique Aguiar esta em análise pela Pasta e a conclusão deverá ser divulgada nos próximos dias”. A coluna também perguntou se Monique Aguiar queria comentar o fato de ter dito em redes sociais que tinha curso superior, mas o ministério nao respondeu sobre isso.

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O presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), decidiu nesta segunda-feira que não haverá o recesso parlamentar de julho previsto pela Constituição em razão da crise do coronavírus.

Congresso Nacional, em Brasília (DF).
Congresso Nacional, em Brasília (DF).

Foto: Renato Araújo/Agência Brasília / Estadão Conteúdo

A posição foi definida após reunião de líderes, segundo nota divulgada pela assessoria do senador. A assessoria do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), ainda não informou se a decisão de Alcolumbre também alcança o funcionamento da Casa. A Constituição prevê a pausa dos trabalhos do Legislativo entre os dias 17 e 31 de julho, desde que tenha sido votado o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). A Câmara e o Senado já têm adotado rotina de trabalho diferente por conta da pandemia. Para garantir o isolamento social, ambas as Casas têm realizado sessões remotas de votação.

 

Segundo o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta, a exigência do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) em ampliar o uso da cloroquina para pacientes com quadro leve do novo coronavírus (Sars-coV-2) pode levar a pressão por vagas nos hospitais e até gerar mortes por arritmia em casa.

Ex-Ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta

Ex-Ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta

“Começaram a testar pelos [quadros] graves de Covid-19 que estão nos hospitais. Do que sei dos estudos que me informaram e não concluíram, 33% dos pacientes em hospital, monitorados com eletrocardiograma contínuo, tiveram que suspender o uso da cloroquina porque deu arritmia que poderia levar a parada [cardíaca]”, disse Mandetta , sobre os estudos que recebeu quando ainda estava no governo, à Folha . Ele também revelou ver na pressão de Bolsonaro pela cloroquina uma tentativa de estimular o retorno das pessoas ao trabalho. Para Mandetta, todavia, o país atravessou até o momento apenas o começo da crise sanitária que enfrentará nas próximas 12 semenas. “A ideia de dar a cloroquina  é que, se tiver um remédio para a  Covid-19 , as pessoas voltam ao trabalho. É uma coisa para tranquilizar, para fazer voltar sem tanto peso na consciência. Se tivesse lógica de assistência, isso teria partido das sociedades de especialidades [não de Bolsonaro ]. Por isso não tem gente séria que defenda um medicamento agora como panaceia”.

Fonte: undefined – iG

Em roupas militares, o grupo que esteve ontem no Palácio não é o primeiro a produzir esse conteúdo imagético do braço direito levantado em direção ao “líder supremo” da Nação

O vídeo desta matéria não deixa margem à dúvida. A saudação utilizada ontem no Palácio do Planalto por um grupo de paraquedistas veteranos é uma adaptação da saudação nazista ao führer na Alemanha dos 30 e 40 e que também era utilizada pelo partido fascista na Itália para saudar Mussolini.

Em roupas militares, o grupo que esteve ontem no Palácio não é o primeiro a produzir esse conteúdo imagético do braço direito levantado em direção ao “líder supremo” da Nação.

Bolsonaro e seus comunicadores vêm estimulando este conteúdo já há algum tempo. A maioria dessas imagens divulgadas pelas redes são de líderes religiosos que ao orar ao “líder supremo” estendem a mão direita em sua direção. Por este motivo, até a tarde de ontem alguns consideravam exagero afirmar que havia uma intenção clara de reprodução da saudação nazista nesses encontros na frente Palácio. Mas o fato concreto é que se o conteúdo das imagens incomodasse Bolsonaro e ao seu grupo político, cuidados já teriam sido tomados para que novas imagens dessas não fossem produzidas ou circulassem.

VEJAM A FINAL DO VÍDEO

Ao contrário, o grupo de paraquedistas veteranos fardados que esteve ontem na frente do palácio ensaiou a saudação e usou uma variação de Heil Hitler, o “Bolsonaro Somos Nós”. Todos em torno do líder reafirmando o compromisso em torno dos seus ideais. O vídeo foi divulgado nas redes de Bolsonaro sem nenhum constrangimento. A saudação nazista é a marca da violência. É a marca de uma submissão a líderes sanguinários. A pessoas que levaram suas nações a desastres humanitários. Que será o destino do Brasil se continuarmos a fazer de conta que atos como este de ontem são normais. Se continuarmos a naturalizar a barbárie e o fascismo.

revistaforum

Collor pede perdão aos brasileiros por confisco da poupança em 1990

Antônio Cruz/EBC

Em sua conta no Twitter, o ex-presidente Fernando Collor pediu desculpas aos brasileiros pelo confisco das poupançasanunciado em 16 de março de 1990. “Pessoal, entendo que é chegado o momento de falar aqui, com ainda mais clareza, de um assunto delicado e importante: o bloqueio dos ativos no começo do meu governo. Quando assumi o governo, o país enfrentava imensa desorganização econômica, por causa da hiperinflação: 80% ao mês!”, iniciou Collor.

“Os mais pobres eram os maiores prejudicados, perdiam seu poder de compra em questão de dias, pessoas estavam morrendo de fome. O Brasil estava no limite! Durante a preparação das medidas iniciais do meu governo, tomei conhecimento de um plano economicamente viável, mas politicamente sensível, com grandes chances de êxito no combate à inflação. Era uma decisão dificílima. Mas resolvi assumir o risco. Sabia que arriscava ali perder a minha popularidade e até mesmo a Presidência, mas eliminar a hiperinflação era o objetivo central do meu governo e também do País. Acreditei que aquelas medidas radicais eram o caminho certo. Infelizmente errei. Gostaria de pedir perdão a todas aquelas pessoas que foram prejudicadas pelo bloqueio dos ativos. Eu e a minha equipe não víamos alternativa viável naquele início de 1990. Quisemos muito acertar. Nosso objetivo sempre foi o bem do Brasil e dos brasileiros”, defendeu.

” Depois de 30 anos o prepotente e arrogante ex- preside Colo vem que um pedido de desculpas. Quantas pessoas morram, empresas fora a valência. Será que poderia chama de imbecil?.’

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Em reunião recheada de palavrões e xingamentos, presidente expõe sua truculência e deixa explícita sua necessidade de intervir no comando da PF para proteger familiares e amigos

Crédito: Marcos Corrêa/PR

SHOW DE HORRORES Reunião de ministros revela o lado mais sombrio do governo:

falta de educação e autoritarismo 

Que o presidente Jair Bolsonaro é destemperado e tem por hábito ofender quem diverge dele não é novidade. Mas o que se sabe sobre o conteúdo do vídeo da reunião ministerial do dia 22 de abril, antevéspera da saída do então ministro da Justiça Sergio Moro, vai além da falta de educação. O encontro, em meio a ataques, xingamentos e palavrões, vindos do presidente e de alguns ministros, revela que Bolsonaro pretendia interferir na troca do superintendente da Polícia Federal no Rio de Janeiro com o objetivo específico de proteger familiares e amigos. Com quase duas horas de duração, e ainda sob sigilo, o vídeo foi exibido na terça (12) para Moro e seus advogados, representantes da Advocacia-Geral da União (AGU) e investigadores da PF e do Ministério Público.

A partir daí, alguns trechos foram vazados e acabaram confirmando o argumento dado por Moro para deixar o governo. No vídeo, Bolsonaro teria dito que sua família não poderia se “f***” por causa da “perseguição”, e que trocaria todos da “segurança” antes disso acontecer. Além disso, afirmou que não poderia ser “surpreendido” por não ter informes antecipados da PF. O trecho vazado foi confirmado por ao menos três fontes que assistiram ao vídeo e viram na fala de Bolsonaro um ataque ao trabalho de Moro e do diretor-geral da PF, Maurício Valeixo. Para rebater os vazamentos, Bolsonaro tentou emplacar outra versão, baseada nos depoimentos dos ministros — generais da reserva Augusto Heleno (Gabinete da Segurança Institucional), Walter Braga Netto (Casa Civil) e Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo), que ocorreram no mesmo dia. Mas a história não se sustentou.

Bolsonaro negou que tenha usado os termos “Polícia Federal”, “investigação” e “superintendente”, mas admitiu os palavrões. Teve ainda um “bosta”, destinado ao governador João Doria (PSDB-SP), e “estrume” para o governador do Rio de Janeiro Wilson Witzel (PSC). Mas o que ficou sem explicação é que se o objetivo era a “segurança pessoal” da família e não o controle da PF-RJ, o alvo das críticas deveria ser o general Heleno e não Moro. Cabe ao GSI e à Agência Brasileira de Inteligência (Abin), vinculada ao GSI, a segurança pessoal do presidente e familiares. Aliás, o titular da Abin era Alexandre Ramagem, indicado por Bolsonaro para o lugar de Valeixo, medida que acabou suspensa pelo ministro Alexandre de Morais (STF).

No seu depoimento, Braga Netto insistiu que Bolsonaro não falou sobre trocar a PF-RJ, mas sobre segurança pessoal, GSI e Abin. Esse argumento, contudo, contradiz o que foi dito pelos generais Heleno e Ramos. Em seu depoimento, Heleno disse que Bolsonaro falou sobre a necessidade de receber relatórios antecipados da inteligência da PF e teria reclamado de saber das coisas pela imprensa. Ao depor, Ramos disse que Bolsonaro fez menção à PF, confirmando o que já havia sido dito por Heleno. As oitivas dos ministros foram separadas, mas expressões como “não me recordo” e “não ouvi” estiveram nos três depoimentos. Ramos, inclusive, pediu duas alterações em seu depoimento após Bolsonaro apontar um equívoco de sua parte ao citar a PF.

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O maquiador Lucas Vieira usou o gloss de boca em Bruna Marquezine (Foto: Reprodução/Instagram)

O maquiador Lucas Vieira usou o gloss de boca em Bruna Marquezine

Um queridinho do início dos anos 2000 voltou com tudo nas bocas das famosas em 2019: o famoso gloss de boca. “O efeito molhado deu um novo sentido para a maquiagem hoje”, diz a make up artist Jessica Cardoso. Segundo a profissional, outro destaque vai para as makes iluminadas e os delineados coloridos. “Muitas blogueiras de moda estão abusando dessa tendência de delineado colorido, não existe só o delineado preto e as pessoas começaram a perceber que a combinação está ficando linda, inclusive para usar em eventos sofisticados”, comenta. Jessica também aponta a volta do blush. “Hoje usamos para dar aquela corzinha de praia. Até então não usavam mais blush, era coisa do passado e foi substituído por contornos bem marcados. Agora todas gostam de deixar o rosto rosado”, afirma. As maquiagens ecológicas também estão ganhando as penteadeiras das mulheres. “Muitas marcas estão atentas a essa nova preferência dos consumidores, inclusive as famosas. A tendência é que todas comecem a usar makes cada vez mais ecológicas”, explica.

revistaquem

TEXTO ÁUREO
“Porque ele é a nossa paz, o qual de ambos os povos fez um; e, derribando a parede de separação que estava no meio.” (Ef 2.14)

VERDADE PRÁTICA
Ao morrer na Cruz do Calvário, CRISTO reconciliou os eleitos desfazendo a inimizade entre DEUS e os homens.
 

LEITURA DIÁRIA
Segunda – Ef 2.14 CRISTO derrubou a parede de separação entre DEUS e o homem
Terça – At 21.28-30 CRISTO desfez a separação entre o povo judeu e os gentios
Quarta – Mt 5.17 CRISTO se fez carne e cumpriu a Lei na sua integralidade
Quinta – Cl 2.11 DEUS ama a todos de igual modo e, por isso, não faz acepção de pessoas
Sexta – Gl 3.13; 1 Pe 2.24 CRISTO se fez maldição em nosso lugar, acabando com toda inimizade
Sábado – 2 Co 5.18-20 O ministério de reconciliação foi efetivado por meio do sacrifício da cruz

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE – Efésios 2.14-19

Efésios 2:

14.Porque ele é a nossa paz, o qual de ambos os povos fez um; e, derribando a parede de separação que estava no meio,

15.na sua carne, desfez a inimizade, isto é, a lei dos mandamentos, que consistia em ordenanças, para criar em si mesmo dos dois um novo homem, fazendo a paz,

16.e, pela cruz, reconciliar ambos com Deus em um corpo, matando com ela as inimizades.

17.E, vindo, ele evangelizou a paz a vós que estáveis longe e aos que estavam perto;

18.porque, por ele, ambos temos acesso ao Pai em um mesmo Espírito.

19.Assim que já não sois estrangeiros, nem forasteiros, mas concidadãos dos Santos e da família de Deus.

INTRODUÇÃO

Nesta Aula trataremos da grande verdade revelada: a nossa reconciliação com Deus, que teve sua consumação no Calvário por meio do sacrifício redentor de Cristo. Na Aula anterior estudamos que a situação dos gentios era deprimente, desoladora e perdida – estavam fora das promessas de Deus, do Céu e não tinham nenhuma esperança quanto ao porvir (cf. Ef.2:11,12). Mas, agora, os gentios foram aproximados de Deus (Ef.2:13) e, por conseguinte, há uma maravilhosa esperança para eles. O preço dessa reconciliação foi “o sangue de Cristo” (Ef.2:13). Ao morrer por todos nós, Jesus agiu como nosso Representante; quando Ele morreu, todos morreram nEle. Assim como o pecado de Adão se tornou o pecado de seus descendentes, também a morte de Cristo se tornou a morte daqueles que nEle creem (Rm.5:12-21; 1Co.15:21,22). Por causa de seu sacrifício vicário somos agora novas criaturas (2Co.5:17), ou seja, temos uma nova posição em relação a Deus e ao mundo. Temos agora uma nova forma de viver, na qual desaparece a vida pregressa e os velhos costumes. Por ocasião da conversão, não apenas viramos uma pagina de nossa vida velha, começamos um novo estilo de vida sob o controle do Espírito Santo. Esse novo estilo de vida é consequência lógica da conversão, pois o amor de Deus pela humanidade (João 3:16) constrange-nos a viver integralmente para Ele.

I. CRISTO DESFEZ A INIMIZADE ENTRE OS HOMENS

 “Pois ele é a nossa paz, o qual de ambos os povos fez um e destruiu a barreira, o muro de inimizade”(Ef.2:14 – NVI). Paulo descreve aqui a maior missão de paz da história. Jesus não apenas reconciliou judeus e gentios, mas também desfez a inimizade entre eles e os pôs em um corpo: a Igreja (Ef.2:14).

1. A parede de separação entre os homens (Ef.2:14)

“…a parede de separação que estava no meio” (ARC).

Pela morte sacrificial por nossos pecados na cruz, Cristo nos reconciliou com Deus e uns com os outros. Embora os dois grupos – judeus e gentios – estivessem reconciliados em Cristo, havia outro aspecto: “o muro de inimizade”, ou “parede de separação”, que simbolizava que os gentios estavam alienados de Deus, como também de Israel.

Evidentemente não era uma parede física propriamente dito, mas uma barreira invisível criada pela lei de Moisés, como mandamentos na forma de ordenanças. Isso separou o povo de Israel de todas os demais povos. Para ilustrar esse fato, muitos usam como exemplo a parede que existia no Templo judaico e que restringia o acesso de quem não fosse judeu, limitando a permanência dessas pessoas ao Átrio dos gentios. O historiador judeu Flavo Josefo escreveu que nessa parede havia a seguinte inscrição, em grego e latim: “nenhum estrangeiro pode adentrar a barreira que circunda o santuário e a parte interna. Quem for apanhado fazendo isso será culpado de sua própria morte, que se seguirá” (veja Atos 21:28,29). Isto retratava o exclusivismo religioso do judaísmo. Cristo, porém, veio para desfazer tal inimizade e exclusivismo (Ef.2:14).

2. A derrubada da parede da separação (Ef.2:14)

Outro aspecto da obra de Cristo pode ser chamado demolição: “… e, derribando a parede de separação que estava no meio”. Cristo Jesus através da sua morte, destruiu a parede que separava judeus de gentios, estabelecendo a paz entre os dois grupos. Embora a parede que cercava o templo, e ainda excluía os gentios, estivesse de pé quando Paulo escreveu a Epístola aos Efésios, espiritualmente ele já havia sido destruído quando Jesus morreu na cruz. Mais do que estabelecer a paz, Cristo reconciliou a ambos com Deus. Aqueles que criam nEle tornar-se-iam único povo – a Igreja.

Em outras palavras, os crentes, tanto judeus como gentios, antes separados pela parede da inimizade, agora se aproximam, uma vez que Deus fez de “ambos um” em Cristo, a saber, de crentes judeus e gentios. Agora eles não são mais judeus ou gentios, mas cristãos. Rigorosamente falando, não é certo referir-se a eles como cristãos judeus ou cristãos gentios; todas as distinções ligadas ao corpo, como, por exemplo, a nacionalidade, foram cravadas na cruz. Infelizmente, ainda há muros que separam uma pessoa da outra; os muros do preconceito, das ideologias e do racismo.

“A proximidade de Deus que todos os cristãos desfrutam por meio de Cristo é um privilégio que frequentemente tomamos como certo. Deus não mantém distância nem insistem em rituais ou protocolos complicados. Pelo contrário, por meio de Jesus Cristo e pelo Espírito Santo, temos acesso imediato a Ele como nosso Pai (Ef.2:18). Precisamos exortar uns aos outros para que aproveitemos esse privilégio” (Jon Stott. Lendo Efésios).

3. A revogação da lei dos mandamentos (Ef.2:15)

“No seu corpo, desfez a inimizade, isto é, a lei dos mandamentos, que consistia em ordenanças, para criar em si mesmo dos dois um novo homem, fazendo a paz”.

A causa da inimizade que existia entre os judeus e os gentios, e também entre o homem e Deus, era “a lei dos mandamentos, que consistia em ordenanças”. Segundo William Macdonald, a Lei de Moisés era um simples código legal, porém consistia de dogmas ou decretos que cobriam quase todas as áreas da vida. A Lei em si era santa, justa e boa (Rm.7:12), porém, a natureza pecaminosa se serviu dela para expressar revolta e ódio. Como a Lei colocava Israel num pedestal, dignificando-o como o povo escolhido de Deus, muitos dentre os judeus se tornaram arrogantes e desprezaram os gentios. Os gentios por sua vez respondiam com profunda hostilidade, hoje conhecida na forma de antissemitismo. Todavia, na cruz do calvário, Jesus aboliu a Lei da inimizade (Ef.2:15; Hb.7:18). De que modo Cristo removeu essa Lei? Em primeiro lugar, ele morreu para sofrer a penalidade da Lei transgredida; assim, Ele satisfez perfeitamente as justas exigências de Deus. Agora a Lei nada tem para apontar contra os que estão “em Cristo”. A penalidade foi paga completamente em favor deles. Os crentes não estão mais sob a Lei, mas debaixo da graça. Isso não significa que podem viver a seu bel prazer, mas que servem a Lei de Cristo e devem fazer o que lhe agrada.

Alguém pode indagar: “como o apóstolo Paulo pode declarar que Cristo anulou a Lei, quando o próprio Cristo, no Sermão do Monte, declarou especificamente que não tinha vindo para abolir a lei, mas para cumpri-la (Mt.5:17)”? Concordo com John Stott que, no Sermão do Monte, Jesus estava se referindo à Lei moral – o Decálogo. Jesus não aboliu a Lei moral como um padrão de comportamento, mas a aboliu como um meio de salvação.

Portanto, a principal referência de Paulo em Efésios 2:15 é concernente à “lei cerimonial dos mandamentos expressa em ordenanças”, isto é, a circuncisão, os sacrifícios materiais, as leis dietéticas, as regras sobre pureza e impureza, festas, sábado (Cl.2:11,16-21), rituais estes que governavam as relações sociais. Se a vida das pessoas e as relações sociais estão sob essa luz, a Lei só faz dividir, pois não podemos obedecer completamente a ela, por mais que tentemos. Assim, ela nos separa de Deus e uns dos outros. Mas, Jesus eliminou toda essa dimensão cerimonial, e Ele o fez “em seu corpo”, ou seja, através de sua morte física; na cruz Ele cumpriu todo o sistema cerimonial do Antigo Testamento. Jesus obedeceu perfeitamente à Lei em sua vida e, em sua morte, suportou as consequências de nossa desobediência.

II. PELA PAZ, CRISTO FEZ UM “NOVO HOMEM”

“Pois ele é a nossa paz, o qual de ambos os povos fez um e destruiu a barreira, o muro de inimizade”(Ef.2:14 – NVI).

A Paz aos que estavam longe (os gentios) e aos que estavam perto (os judeus) (Ef.2:13), que tinha sido proclamada por Isaias (Is.57:19), foi estabelecida em Jesus Cristo. É por meio da Paz em Cristo (Rm.5:1) que alcançamos paz com o próximo e abrimos caminho para a amizade cristã (Ef.2:14). Precisamos fazer uso desse privilégio. Assim sendo, fica liberado o nosso acesso a Deus, visto que a parede de separação foi derrubada (Ef.2:14; Hb.10:22; Tg.4:8).

1. O conceito bíblico de Paz

Paz, na língua hebraica (língua em que se escreveu a quase totalidade do Antigo Testamento), é “shalom”, que, muito provavelmente, é a palavra hebraica mais conhecida no mundo. A ideia israelita de “shalom” é diferente da ideia que se disseminou posteriormente entre os povos, principalmente entre os gregos, cuja cultura foi determinante para a formação do pensamento ocidental. Para eles, a paz era chamada de “eirene”, sendo concebida como um estado de ausência de conflitos. Entre os Judeus, principalmente em Israel, Shalom é usada como cumprimento usual. Embora shalom seja uma palavra plena de significado, é um cumprimento como qualquer outro: olá, adeus e outros tantos entre povos e costumes. No entanto, se esta palavra for tomada pelo seu significado, expressa o melhor desejo que se pode ter em relação a uma pessoa: estima-se a paz, a harmonia – o melhor que se pode desejar a alguém. A ideia de paz como completude, como integridade, somente veio depois da tradução das Escrituras para o grego (a chamada Septuaginta), quando, então, a “eirene” passou a se dar a ideia de “shalom”, até porque “shalom” foi traduzida por “eirene” naquela versão do Antigo Testamento.

Jesus, ao falar da paz, fez uma distinção entre estes dois conceitos. Nas suas últimas instruções aos discípulos, afirmou que lhes deixava a sua paz, que não era a paz do mundo (João 14:27). A paz do mundo, conforme inferimos dos ensinos do Senhor, era uma paz precária, insegura e sujeita a temores constantes, porque era apenas a ausência de conflitos, uma ausência que não era garantida por coisa alguma. Era a situação vivida pelos contemporâneos de Cristo, que viviam a chamada “pax romana” (paz romana), que era o período de ausência de guerras e de conflitos nas regiões que estavam sob o domínio romano, nos governos dos imperadores César Augusto e Tibério, que logo passaria, pois se tratava de apenas uma acomodação política instável e que dependia, fundamentalmente, da eficiência dos exércitos e dos órgãos de controle do poder romano.

A paz de Cristo é “shalom”, ou seja, o sentimento de comunhão, de estar completo com a habitação divina em nosso espírito, o que se obtém somente se alcançar a salvação em Cristo Jesus; esta é a paz descrita nas Escrituras, vivida pelos crentes e que emana das atitudes do salvo; é a paz como virtude do Fruto do Espírito (Gl.5:22).

Embora o sentido bíblico da paz seja o de integridade, o de completude, as Escrituras nos falam, de três aspectos da paz, a saber:

  1. a)Paz com Deus– “Sendo, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo”(Rm.5:1) A paz com Deus é a reconciliação entre o homem e Deus, a união de Deus com o homem mediante o perdão dos pecados por intermédio da aceitação de Cristo como único e suficiente Senhor e Salvador.

Esta paz, quebrada lá no Paraíso, por causa do pecado, só se tornaria possível através da morte expiatória de Jesus, na Cruz do Calvário, pela qual alcançamos a nossa Redenção – “Em quem temos a redenção pelo seu sangue, a saber, a remissão dos pecados… Porque foi do agrado do Pai que toda a plenitude nele habitasse e que, havendo por ele feito a paz pelo sangue da sua cruz, por meio dele reconciliasse consigo mesmo todas as coisas, tanto as que estão na terra como as que estão nos céus”(Cl.1:14,19,20). O restabelecimento da paz entre o homem e o seu Criador foi uma obra de Deus. Ele quis que a paz fosse restabelecida. Para nós custou tão pouco, mas, para Ele teve um preço muito elevado. Adão, antes de pecar, tinha paz com Deus; nós, depois da remissão ou perdão de nossos pecados, temos paz com Deus.

A Paz, assim como o Amor, faz parte da própria natureza de Deus. Sendo assim, ela faz parte, também, da natureza de seus filhos – “Pelas quais nos tem dado grandíssimas e preciosas promessas, para que por elas fiqueis participantes da natureza divina…”(2Pd.1:4).

  1. b)Paz de Deus.A paz de Deus é diferente da paz que o mundo dá. Jesus disse: Deixo-vos a paza minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize”(João 14:27).

Cada um só pode dar o que tem, e o mundo só pode dar a sua “paz”, e a sua paz pode ser passageira, é fraca e não resiste diante das adversidades: ela pode durar enquanto dura o efeito das drogas; ela pode durar enquanto o homem está bem empregado; ela pode durar enquanto se goza de uma perfeita saúde; ela pode durar enquanto dura um bom relacionamento amoroso; ela pode durar enquanto dura a glória do poder; ela pode durar enquanto não aparece a primeira ruga como sinal da velhice; ela pode durar enquanto dura o sucesso de uma carreira; ela pode durar enquanto uma crise financeira não bater à porta; ela pode durar enquanto um micro vírus, como o covid-19, não aparece ameaçando vidas independentemente da classe social, econômica ou credo religioso.

A Paz que o Senhor Jesus dá não se abala diante das circunstancias adversas. Conta-se que certo rei ofereceu um prêmio ao artista que pintasse o melhor quadro sobre a paz. Muitos artistas tentaram. O rei examinou todos os quadros, mas havia apenas dois dos quais ele realmente gostou, e teve que escolher entre eles: -Um quadro era de um lago tranquilo. O lago era um espelho perfeito para pacíficas torres de montanhas ao redor dele. No alto estava um céu azul com nuvens brancas. Todos que viam este quadro consideravam-no um quadro perfeito da paz. -O outro quadro também tinha montanhas. Mas estas eram acidentadas e nuas. Acima estava um céu irado de onde caía a chuva, e relâmpagos eram vistos. Lá embaixo, ao lado da montanha, caía uma cascata espumante. Isto não parecia de forma alguma um quadro da paz. Só que o rei escolheu este segundo quadro. Sabe por quê? Quando o rei olhou, atrás da cascata viu um minúsculo arbusto crescendo numa rachadura na rocha. No arbusto um pássaro-mãe havia construído seu ninho. Ali, no meio da fúria das águas correntes, deitou-se o pássaro-mãe em seu ninho, em paz perfeita. O rei explicou: “Paz não quer dizer estar num lugar onde não há qualquer barulho, problema, ou trabalho duro. Paz quer dizer estar no meio de todas essas coisas e ainda assim estar tranquilo no seu coração”. Este é o significado da paz de Deus.

Por isso, a Paz de Deus é uma das virtudes do Fruto do Espírito Santo (Gl.5:22), pois ela permanece mesmo em meio ao perigo e circunstâncias contrárias. Isaías declara: “Tu conservarás em perfeita paz aquele cuja mente está firme em Ti; porque ele confia em Ti” (Is.26:3). Portanto, se sua mente e coração estão em Deus, então você desfrutará a genuína Paz do Senhor, mesmo em um mundo de aflições. Na Bíblia está registrada a expressão “não temais” 365 vezes, uma para cada dia do ano, precisamente para que os salvos não tenham medo, não se deixem abalar, mas desfrutem da Paz de Deus.

  1. c)Paz com as pessoas, como o próximoA paz de Deus é consequência direta e inevitável da paz com Deus. Quem tem paz com Deus, transmite às outras pessoas e a si mesmo a paz de Deus, ou seja, um sentimento de tranquilidade e confiança que é gerado em nós pelo Espírito Santo, mediante o qual, mesmo nas maiores aflições e dificuldades, não somos abalados, não perdemos a nossa confiança em Deus, nem muito menos a direção que devemos seguir.

As igrejas locais dos tempos apostólicos tinham esta paz e era nela que eram edificadas (Ef.2:19,20). Mas, Satanás sempre procurou destruir esta paz entre os irmãos da igreja primitiva e, ainda hoje, este é um dos seus principais trabalhos (Rm.16:17;1Co.11:18). Devemos ter discernimento espiritual e, sabendo que a origem da dissensão nunca é divina, mas carnal e diabólica (1Co.3:3; Gl.5:20; Tg.3:14-16; Jd.19), devemos sempre nos desviar de todo e qualquer movimento contrário à paz na igreja local. A exortação contundente do Espírito Santo é esta: “Segui a paz com todos…” (Hb.12:14).

“Quem dentre vós é sábio e inteligente? Mostre, pelo seu bom trato, as suas obras em mansidão de sabedoria. Mas, se tendes amarga inveja e sentimento faccioso em vosso coração, não vos glorieis, nem mintais contra a verdade. Essa não é a sabedoria que vem do alto, mas é terrena, animal e diabólica” (Tg.3:14-16).

2. Cristo é o motivo da nossa Paz

“Porque ele é a nossa Paz…”. Aqui é dito que Cristo é a nossa Paz. Ou seja, Cristo não é somente o Autor da nossa paz, mas é literalmente a “nossa paz”. Como o homem Jesus Cristo é a nossa paz? A resposta é a seguinte: quando um judeu crê no Senhor Jesus, ele perde a sua identidade nacional, daí em diante passa a estar em Cristo; o mesmo sucede quando uma pessoa não judia recebe o Salvador, a partir desse momento ela está “em Cristo”. Em outras palavras, os crentes, tanto judeus como gentios, antes separados pela inimizade, agora se aproximam, uma vez que Deus fez de “ambos um” em Cristo. Visto que são unidos com Cristo, forçosamente são unidos uns aos outros; chamamos isso de comunhão espiritual. Se há comunhão espiritual, então há comunhão com Deus, pois está escrito que “onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles” (Mt.18:20). Por isso é coreto dizer que o homem Jesus Cristo “é a paz”, conforme profetizou Miqueias (Mq.5:5) – “E este será a nossa paz… “.

Cristo estabeleceu a paz, pois Ele é a nossa paz (Ef.2:14); Ele fez a paz (Ef.2:15) e Ele proclamou a paz (Ef.2:17). Quando Ele proclamou a Paz? Em primeiro lugar, aconteceu na sua ressurreição. A palavra paz foi a primeira que Jesus falou aos discípulos depois da ressurreição (Lc.24:36; João 20:19,21,26). Em segundo lugar, aconteceu quando capacitou os discípulos com o Espirito Santo. Ele enviou os seus discípulos no poder do Espirito Santo os quais anunciaram o evangelho da paz (Atos 10:36). As boas novas da paz foram apresentadas “a vós outros que estáveis longe” (os gentios) e “aos que estavam perto” (os judeus) em cumprimento gracioso da promessa de Deus em Isaias 57:19.

3. A nova humanidade formada pela Paz

Em Cristo uma nova humanidade foi criada – “Pois ele é a nossa paz, o qual de ambos os povos fez um…” (Ef.2:14). Como vimos acima, a “barreira” da inimizade foi desfeita por Cristo através de sua morte vicária, e a paz foi estabelecida entre judeus e gentios. Mais do que estabelecer a paz, Cristo reconciliou ambos os povos com Deus. Em Jesus Cristo, judeus e gentios se tornaram um só povo: a Igreja. Judeus e gentios estavam alienados e em inimizade uns com os outros, mas uma vez que a Lei que dividia foi posta de lado, não havia nada para manter separadas essas duas partes da humanidade; em vez disso, Cristo criou “um novo homem”, fazendo a paz”. Cristo segura com uma das mãos o povo judeu e com a outra o gentio, e os une em Si mesmo. Essa nova humanidade vem à existência e cresce somente por meio da união pessoal com Cristo. Enquanto forem incrédulos, continuarão inimigos. Somente unindo-se a Cristo encontrarão a harmonia que o Senhor requer. De fato, Cristo abole qualquer diferença entre os seres humanos (Cl.3:11; Gl.3:28). Nele há uma unidade plena e perfeita. Isso leva os crentes a compartilhar a mesma vida, a mesma glória e a mesma herança que Cristo. “Nisto não há judeu nem grego; não há servo nem livre; não há macho nem fêmea; porque todos vós sois um em Cristo Jesus” (Gl.3:28).

III. PELA CRUZ, RECONCILIADOS COM DEUS NUM CORPO

“E tudo isso provém de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo por Jesus Cristo e nos deu o ministério da reconciliação, isto é, Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não lhes imputando os seus pecados, e pôs em nós a palavra da reconciliação” (2Co.5:18,19).Muitos desastres de proporções gigantescas a história já registrou, mas o maior desastre cósmico foi a Queda de nossos primeiros pais; ela afetou toda a criação e jogou toda a raça humana no abismo do pecado.

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Divida em duas fases, nos dias 11 e 17 de maio o público-alvo serão pessoas com deficiência de 6 meses a menores de 6 anos, gestantes e mães no pós-parto até 45 dias. Nos dias 18 de maio a 5 junho os professores de escolas públicas e privadas, adultos entre 55 á 59 anos serão os vacinados. A primeira fase da campanha era destinada a idosos com 60 anos ou mais, além dos profissionais de saúde. Mais de 18,9 milhões de idosos foram vacinados – que corresponde a 90,66% do público alvo. Para os profissionais da saúde, foram 75,5%. Na segunda fase que teve inicio em 16 de abril era voltada para os povos indígenas, caminhoneiros, motoristas e cobradores de transportes coletivos, membros das forças de segurança e salvamento; pessoas com doenças crônicas e adolescentes e jovens entre 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas e a população carcerária. , foram vacinados 36% de pessoas em todo o país Ainda faltam ainda 10 milhões de pessoas do grupo prioritário a serem vacinadas, segundo o Ministério da Saúde. Profissionais de transportes públicos, caminhoneiros e portuários que fazem parte do grupo que precisa ser vacinado registraram a menor procura pela vacina. Além de proteger contra o vírus Influenza, a vacina também age no enfrentamento a covid-19: a vacina previne de uma possível infecção dupla de gripe e coronavírus, fato esse que sobrecarregaria o sistema respiratório. A dose também ajuda a diferenciar os sintomas das duas doenças – se o paciente recebeu a vacina mas apresenta sintomas como tosse e falta de ar, pode não ser o vírus da Influenza. Quanto mais pessoas forem vacinadas, menor será o número de pessoas procurando por hospitais, ajudando o sistema público reservar leitos para internações pelo novo coronavírus.O governo federal ressalta a importância do registro e monitoramento das doses aplicadas. Porém, cinco municípios de Rondônia, do Amazona e Pará ainda não registraram nenhuma dose aplicada.

claudi

13052020 sessao senado jefferson rudy agencia senado

Com a aprovação do Plenário do Senado em sessão extraordinária remota nesta quarta-feira, 13 de maio, a Medida Provisória 909/2019, que divide R$ 8,6 bilhões entre os Estados, Municípios e o Distrito Federal vai à sanção presidencial. Os recursos são oriundos da extinção do Fundo de Reserva Monetária, que não recebe verba desde 1988. Originalmente, a proposta previa que o dinheiro seria usado para abater dívida pública dos Entes. No entanto, diante do atual cenário, o texto foi alterado ainda ontem na Câmara dos Deputados para destinar todo o montante para compra de equipamentos e materiais de combate à Covid-19.

De acordo com as regras aprovadas pelos parlamentares, 50% dos recursos ficarão com os Municípios e a outra metade será distribuída entre os Estados e o DF. Caberá ao governo federal definir os critérios de distribuição, levando em conta, por exemplo, o número de infectados por coronavírus em cada lugar. Para receber os recursos, o texto diz que os Entes terão de apresentar protocolos de atendimento com base nas regras determinadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para o combate à pandemia de Covid-19. Além disso, há regras de transparência, como divulgação na internet dos dados de contratações e compras feitas com a verba.

Extinção do fundo
Constituída com base em alíquotas do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), a Reserva Monetária foi criada pela Lei 5.143/66 e destinava-se a prover o Banco Central de uma fonte de recursos para atuar nos mercados de câmbio e de títulos. Deixou de receber aportes em 1988 e, em 2016, foi considerada irregular pelo Tribunal de Contas da União (TCU), que recomendou uma solução definitiva para as verbas.

 Agência Senado

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