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Em Governador Archer, no Maranhão, a população se uniu ao sindicato dos bancários para defender a permanência da única agência do BB na cidade – SEEB-MA

O fechamento de mais de 360 agências do Banco do Brasil no país e o programa de demissão de 5.000 funcionários, medidas anunciadas em janeiro pela direção do banco, irão, caso sejam levadas adiante, causar forte impacto nos municípios, especialmente aqueles mais pobres, com menor assistência bancária e necessidade de acesso a pequenos créditos.“Essas medidas vão enfraquecer ainda mais a atuação do Banco do Brasil, especialmente nas pequenas cidades, onde são mais necessárias as ações sociais, de fomento ao desenvolvimento e combate às desigualdades”, diz o presidente do Sindicato dos Bancários do Maranhão (SEEB-MA), Eloy Natan. O município de Governador Archer, localizado a 310 km da capital São Luís é um exemplo do caos que poderá ser provocado com o fechamento de agências em pequenas cidades do país. A população se uniu ao sindicato em defesa da manutenção da única agência da cidade, que sequer vai receber posto de atendimento. Para ter acesso aos serviços bancários, será necessário percorrer quase 40 quilômetros até o município mais próximo.


População de Governador Archer, no Maranhão, coleta assinaturas contra fechamento de única agência do município / SEEB-MA

Os próprios moradores abraçaram a causa, em reconhecimento aos impactos que irão sofrer e coletaram mais de 1.600 assinaturas, entregues ao sindicato. É o que explica a pequena comerciante Saldanha Maria Monteiro, moradora de Governador Archer e cliente do banco há mais de 22 anos. “Alguns comerciantes irão fechar, porque não haverá circulação de dinheiro na nossa cidade, irá causar prejuízos a pessoas idosas e deficientes que precisarão se deslocar até outras cidades para realizar um saque. Eu sou cliente há mais de 22 anos e é uma agência que sempre trabalhou corretamente. Não há necessidade para o fechamento de uma agência que ajuda as pessoas da sua cidade e que gera economia para a nossa cidade”, defende Monteiro. Para atuar junto à população, ao sindicato e demais entidades, foi criada também a “Frente Parlamentar Contra o Fechamento das Agências Bancárias no Maranhão”, de autoria do deputado estadual Marco Aurélio (PCdoB), com o apoio de outros 23 deputados estaduais. O deputado explica que com a falta de acesso às ferramentas digitais, além de prejudicar a população, o deslocamento a outros municípios vai impactar diretamente a economia da região. “Quando a pessoa vai fazer uma atividade de movimentação financeira em outra cidade, automaticamente ela já tende a consumir lá, dificultando o comércio na outra região. É algo que prejudica diretamente toda a população, para além dos servidores”, afirma o parlamentar.

Caso de Justiça

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A intervenção do presidente Jair Bolsonaro na Petrobrás, com a exigência de troca no comando da petroleira e reclamações sobre a alta no preço dos combustíveis, provocou forte turbulência no mercado financeiro e acabou respingando nas demais estatais. O risco de um intervencionismo maior e adoção de medidas populistas fizeram as ações das três principais estatais do País (Petrobrás, Banco do Brasil e Eletrobrás) perderem R$ 113,2 bilhões em dois dias – o que equivale a quase o valor de um BTG Pactual, segundo dados da consultoria Economática.

Pedestre passa em frente à sede da Petrobras no Rio de Janeiro
REUTERS/Ricardo Moraes
          Pedestre passa em frente à sede da Petrobras no Rio de Janeiro
Só na Petrobrás (incluindo parcela da BR Distribuidora) a queda foi de R$ 99,6 bilhões. As ações da empresa, que já tinham caído quase 8% na sexta-feira, despencaram 20,48% (ON) ontem e podem manter o desempenho negativo nos próximos dias. Pelo menos seis casas rebaixaram a recomendação para as ações e reduziram o preço-alvo da companhia para os próximos 12 meses. No Banco do Brasil, o valor de mercado recuou R$ 12,6 bilhõesem dois dias e, na Eletrobrás, quase R$ 900 milhões. Nesse cenário, com as principais ações do Ibovespa em queda, a B3 recuou 4,87% no pregão de ontem, a maior queda para um único dia desde 24 de abril do ano passado, quando o ex-ministro Sérgio Moro deixou o governo em meio a denúncias de tentativa de intervenção do presidente na Polícia Federal. A Bolsa paulista perdeu quase 6 mil pontos e fechou em 112.667 pontos – o menor patamar desde 3 de dezembro. O dólar também sofreu com o mau humor dos investidores e subiu 1,27%, para R$ 5,45. Na máxima do dia, chegou a bater R$ 5,53, o que exigiu atuação do Banco Central (BC) para acalmar os ânimos. No total, vendeu US$ 3,6 bilhões e ajudou a dar certo alívio à moeda. Outro efeito das incertezas com a indicação do general Joaquim Silva e Luna para o comando da Petrobrás foi o avanço do contrato de credit default swap (CDS), que mede o risco do País. O CDS subiu 11% em relação ao fechamento de sexta-feira, para 163,25 pontos.

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O governador João Doria (PSDB) anunciou que o Instituto Butantan fez um repasse de 1,2 milhões de doses da CoronaVac, vacina contra a covid-19 feita em parceria com a biofarmacêutica chinesa Sinovac, para o Ministério da Saúde nesta terça-feira, 23.

Caixas da CoronaVac 04/09/2020 REUTERS/Thomas Peter
Caixas da CoronaVac 04/09/2020 REUTERS/Thomas Peter

Foto: Reuters

“Até 5 de março estaremos entregando 5,6 milhões de doses da vacina. São novas doses e chegaremos a 16,6 milhões de doses da vacina do Butantan para o Brasil. Estamos torcendo por mais vacinas, a da Astrazeneca em parceria com a Fiocruz, é importante e necessária, mas precisamos de mais”, diz Doria.Na última quarta-feira, 17, a gestão estadual tinha comunicado que 3,4 milhões de doses seriam enviadas em lotes de 426 mil doses ao longo de oito dias. Está previsto o repasse de 46 milhões de doses até abril.

Também na semana passada, Doria anunciou que o instituto vai antecipar a entrega de um lote com 54 milhões de doses do imunizante em um mês e o repasse de da nova remessa será em agosto. “Até 30 de agosto, teremos entregue 100 milhões de doses”, afirma o governador. Diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas disse que a instituição reforçou o trabalho para aumentar a produção sem interromper a fabricação da vacina contra a gripe, e que não há problemas para a produção das futuras doses. Tínhamos previsto mais de 420 mil doses para hoje, amanhã, mais de 900 mil e mais de 5 milhões até o dia 5. Cada um dos funcionários teve a sua contribuição. Temos pedido esforços redobrados para que a vacina seja produzida e repassada para o povo brasileiro. Aumentamos a força de trabalho e estamos buscando alternativas para duplicar nossa produção”, diz Covas, que se emocionou durante o evento, que também comemorava os 120 anos do Instituto Butantan. “Na semana que vem, 8,2 mil litros da vacina devem chegar. Não temos problema com o fluxo de vacinas. O governo chinês está auxiliando. “Diante do registro definitivo dado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para o imunizante da Pfizer, Covas diz que esta não é uma prioridade do instituto. “Não temos vacina da Pfizer no Brasil e não teremos em curto prazo. A do Butantan está sendo produzida. Estamos aguardando documentos e temos a intenção de submeter o mais rápido possível.”

Primeira dose 100% brasileira deve ser produzida em dezembro

Doria afirmou que a primeira dose produzida integralmente no Brasil deve ser feita em dezembro.

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Condutor da agenda econômica neoliberal do governo Bolsonaro, Guedes (à dir.) tenta avançar com cartilha por meio de PEC 186, que enxuga ainda mais máquina pública – Marcelo Camargo /Agência Brasil

Setores sociais e políticos que demandam a volta do auxílio emergencial têm reagido à conduta do governo Bolsonaro de condicionar o benefício à aprovação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 186, a chamada “PEC Emergencial”, que deve ir à votação no Senado na próxima quinta-feira (25). “Eles estão construindo um discurso de verdade única de que só é possível que haja auxilio se houver aprovação dessa PEC, e ela traz uma série de problemas. Estão tentando via este momento de desespero dos brasileiros, desses mais de 60 milhões que perderam o auxílio e estão aí entregues à fome e à pobreza”, afirma Elisa de Araújo, da ONG Conectas Direitos Humanos, uma das entidades da campanha “Renda Básica que Queremos”.

PEC dos ajustes fiscais

De autoria da equipe econômica de Bolsonaro, liderada pelo ministro Paulo Guedes, a PEC se destina à criação de mecanismos de ajuste fiscal para todos os entes federados. O texto foi protocolado no Congresso Nacional em novembro de 2019, mas ficou parado no Senado por conta das antipatias políticas que circundam a proposta. Entre outras coisas, a medida acaba com as vinculações mínimas de verbas para as áreas de saúde e educação e veta reajustes salariais de servidores públicos em todas as esferas de poder. O argumento do governo é de que a volta do benefício precisaria vir acompanhada de cortes de outras despesas para evitar rombo no fluxo de caixa do Estado.

Quatro parcelas de R$ 250

Entre idas e vindas e após uma pressão multilateral pelo auxílio, a gestão está propondo agora a criação de um benefício de quatro parcelas de R$ 250, tendo como alvo um público de cerca de 40 milhões de pessoas. Além de o valor estar abaixo da metade do auxílio de R$ 600 aprovado pelo Congresso na primeira metade de 2020, o contingente de brasileiros a serem beneficiados cai em cerca de 25 milhões de pessoas.  

“Ele, por um lado, viabiliza o pagamento de um auxílio bem menor e, em troca, coloca uma série de medidas de austeridade que reforçarão esse regime fiscal, esse emaranhado de regras que ou vão significar corte de gastos  em meio a uma crise, que é o que estamos vivendo agora, ou  vão determinar cortes de gastos estruturalmente, independentemente da situação do país”, afirma o economista e assessor técnico do Senado Bruno Moretti, ao comentar o raio de alcance da PEC 186.

Costuras

Diante da rejeição de parlamentares à aprovação da medida, Guedes e aliados viram o coro pelo auxílio emergencial como uma janela de oportunidade para tentar alavancar as negociações políticas que podem levar à aprovação da proposta de emenda. Paralelamente, o auxílio emergencial é um tema em que o governo vem demonstrando resistência desde o início da pandemia.

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 Maju Coutinho no "Jornal Hoje" (Foto: Reprodução / Globo)

Maju Coutinho se despede de equipe e volta para o seu Jornal (Foto: Reprodução / Globo)

Maju Coutinho se despede de equipe e volta para o seu Jornal

Maju ficou no comando do Fantástico para cobrir as férias de Poliana Abritta no Fantástico. Após o último domingo, ela informou que iria retornar ao Jornal Hoje e voltou como titular na última quarta.Em seu comando estava César Tralli, seu agora substituto oficial do jornal da tarde. Ao se despedir do Fantástico, Maju deu show de simpatia e agradeceu a equipe que amparou ela no programa. Apesar de não ser a titular da atração, ela garante sempre ser bem tratada no programa noturno.

Isis Valverde (Foto: Reprodução Instagram)
Isis Valverde

Isis Valverde está passando alguns dias em Fernando de Noronha e, neste sábado (20), aproveitou o dia de muito sol para fazer um paseio de barco pelas praias do arquipélago pernambucano. De biquíni cruzado de estampa de onça e saída de praia em linha, a atriz de 34 anos posou na embarcação, sozinha e com uma amiga. “É sobre isso”, filosfou Isis, na legenda do post no Instagram em que compartilhou algumas fotos com os seguidores. Isis completou 34 anos essa semana e, antes de viajar para Noronha, comemorou com o filho, Rael, de 2 anos e 2 meses, da união com o modelo André Resende. “Eu e meu maior presente! Parabéns pra mim!”, disse ela.

deputado federal Tiago Mitraud na tribuna da Câmara dos Deputados
                                                                                      Divulgação/Câmara dos Deputados

Passada as eleições para as presidências da Câmara e do Senado e o feriado de Carnaval, a reforma administrativa, proposta que mexe nas regras do funcionalismo público, tende a tramitar com mais velocidade. Pegando rebote na agenda econômica, parlamentares já constroem um consenso sobre a necessidade de mudanças no funcionalismo público, Um dos líderes desse processo é o deputado federal Tiago Mitraud (Novo-MG), presidente da Frente Parlamentar da Reforma Administrativa. Ele tem conversado com parlamentares, sindicalistas e com integrantes do governo para fazer avançar a proposta. PEC nº 32, de 2020, chamada de reforma administrativa, mexe na forma de contratação, na remuneração e no desligamento de pessoal. Um dos pontos mais polêmicos é o fim da estabilidade. O Brasil tem cerca de 12 milhões de funcionários públicos nos níveis federal, estaduais e municipais. Somente a União, por exemplo, tem 600 mil empregados ativos. Caso sejam aprovadas, as mudanças deverão ter efeito escalonado. Em entrevista ao Metrópoles, Mitraud afirma que não encaixa a reforma como uma medida econômica, mas sim, uma reforma de estado.

“A estrutura não oferece um serviço de qualidade. É neste ponto que estados trabalhando. Vamos criar um consenso sobre as mudanças. Estou conversando com as lideranças [sindicais], com as lideranças do Congresso e espero que a reforma comece a tramitar”, destaca.

O parlamentar afirma que “agora é a hora” da PEC deslanchar na Câmara, com a tramitação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).“Será um debate tranquilo. Os sindicatos estão se armando para o debate. Cabe a nós [deputados], legitimar os ajustes necessários”, explica.

Falta interlocução

Uma parcela do sindicalismo afirma que falta interlocução com o Congresso, governo federal e lideranças parlamentares que estão tocando a tramitação da PEC. “Nunca deixei de receber ninguém. Nunca conversei tanto com sindicalista”, garante Mitraud, afirmando que tem dialogado com todas as pessoas envolvidas no processo. O deputado afirma que o grande debate ocorrerá durante as audiências públicas. “No início da tramitação, os representantes farão a defesa do que é determinante. Isso ocorre nas audiências públicas. Todos serão ouvidos”, salienta o líder da frente. Apesar do otimismo, Mitraud sabe que a reforma enfrenta diversas resistências no Congresso. “Isso ocorre desde o início. Desde 2019 existe um viés e precisamos fazer a sensibilização para a mudança”, conclui.

O que muda

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Andressa Urach retoca tatuagem e manda indireta
Andressa Urach retoca tatuagem e manda indireta – Reprodução/Instagram

A modelo Andressa Urach aproveitou o sábado, 20, para retocar uma tatuagem em local ousado e manda indireta para os internautas. Em seu perfil do Instagram, a musa compartilhou alguns registros de sua tatuagem que vai da bunda até coxa retocada.” Obrigada, Rafinhaa, ficou linda minha tattoo! Retocando a minha tatuagem da perna. Primeira etapa concluída! Você é Top. Eu amei! Buscando o melhor de mim para um grande projeto que segunda-feira, às 8h, vou contar para vocês. Aguentem o coração aí! Em breve novidades!!! Obs: Pecado é julgar e machucar as pessoas com as palavras.”, declarou na legenda da publicação. Nos comentários, os fãs ficaram confusos com a atitude da loira. “Não entendi mais nada! Ela não estava removendo?”, comentou uma seguidora. “Ela não tinha se arrependido”, disse outra. “Mas não acabou de apagar várias tatuagens?”, completou uma internauta.

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A atriz mostrou fotos do Carnaval em que conheceu o cantor há nove anos atrás e deu detalhes do momento emocionante
Thais Fersoza relembra sua história de amor com Michel Teló – Reprodução/Instagram

Thais Fersoza e Michel Teló estão completando nove anos de paixão!

Neste sábado, 20, a atriz recordou fotos do momento em que se cruzaram no Carnaval e mais uma vez emocionou ao contar detalhes da história de como se conheceram.“Começando do começo… o ano era 2012. Esse ano eu não ia assistir os desfiles… correria danada, gravando novela a mil… mas pela primeira vez minha irmã estava com a data livre e poderia ir. Sendo assim, fomos! Ele, sempre no corre, muitas viagens, muitas noites sem dormir, turnê na Europa em dois ou três dias, mas ainda assim no último momento foi trabalhar na Sapucaí! Deus, destino… benção!”, contou como tiveram seus caminhos cruzados.E continuou: “Uma das nossas primeiras foto se casal é essa. Tiramos ainda meio tímidos… mas já dava pra ver a carinha de apaixonados…”Tatá Fersoza deu mais detalhes sobre o encontro. “E a sequência do camarote… do dia… o tal dia tão inesperado que mudou nossas vidas pra sempre. Um esbarrão, uma troca de olhar, palavras gentis muito envergonhadas e um toque de mãos que fez todo sentido! Que fez parecer natural, um encaixe perfeito!”, comentou.

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Ao BdF Entrevista, Rita Serrano explica o impacto das privatizações para a população – Reprodução

É uma política premeditada de encolhimento do Banco do Brasil, para poder acabar com ele

“Muitas vezes a gente ouve o presidente da República falando ‘Não vou privatizar a Caixa, o Banco do Brasil, a Petrobrás’. Ele fala isso porque essas empresas têm grande apego popular. Mas elas estão sendo privatizadas. Como isso está acontecendo? Através da venda das suas subsidiárias”, alerta Rita Serrano, do Conselho de Administração da Caixa Econômica Federal. Ela começou a trabalhar no banco em 1989, e foi presidenta do Sindicato dos Bancários do ABC entre 2006 e 2012. Desde 2017, é representante eleita dos funcionários no Conselho da Caixa, e está na linha de frente da luta pela defesa do patrimônio público. Em 2020, a Caixa atendeu cerca de 120 milhões de brasileiros por meio do pagamento do auxílio emergencial, além de oferecer crédito habitacional e empréstimos para pequenas e médias empresas. Mesmo assim, a visão dominante é de que os serviços públicos são de má qualidade. “Só que tem um problema: o que é público é para todos, está voltado aos interesses dos cidadãos e das cidadãs. O privado está voltado para os interesses do consumidor, daquele que pode pagar”, afirma Rita.

 

Em conversa ao BdF Entrevista, quadro que vai ao ar todas as sextas-feiras, às 20h, na Rede TVT, Rita Serrano elenca quais seriam os impactos da privatização dos bancos públicos para a população em geral, além de explicar o que está em jogo com o projeto de lei da autonomia do Banco Central, aprovado pela Câmara dos Deputados em 10 de fevereiro. “Os EUA são considerados o país mais liberal do mundo. Lá não existe saúde pública, não tem banco público federal. E acontece que é o país com o maior número de mortes na pandemia. Então esse modelo liberal de um Estado que não tem estrutura pública de atendimento caiu por terra”, ressalta Serrano.

Confira como foi a conversa:

Brasil de Fato: Queria começar falando sobre a Medida Provisória 995, que abria brecha para a privatização da Caixa e caducou em dezembro do ano passado. Explique um pouco do que se trata essa MP e se ainda há risco de a privatização acontecer. 

Rita: Muitas vezes a gente ouve o presidente da República falando “Não vou privatizar a Caixa, o Banco do Brasil, a Petrobrás”. Ele fala isso porque essas empresas têm grande apego popular. Mas elas estão sendo privatizadas. Como isso está acontecendo? Através da venda das suas subsidiárias. A Petrobrás há pouco tempo vendeu mais uma refinaria com o preço abaixo do valor de mercado.

O Banco do Brasil privatizou a área de seguridade, fala em privatizar a área de cartões e de fundos de investimento. A Caixa é a mesma coisa. Foram criadas várias subsidiárias na área de seguros, de cartões, de loterias, de fundos de investimentos. E agora se fala em criar mais uma, um outro banco, uma outra instituição financeira que nasceria subsidiária da Caixa e, em seguida, a Caixa transferiria suas operações principais para essa subsidiária e privatizaria. Então, apesar da MP 995 ter caducado, o governo pode a qualquer momento emitir uma nova medida provisória para cumprir essa função. 

Quais seriam os impactos de uma possível privatização da Caixa para a população em geral?

Penso que depois da pandemia ficou muito mais simples explicar para as pessoas as consequências de um processo de privatização. Vejamos: os EUA são considerados o país mais liberal do mundo. Lá não existe saúde pública, não tem banco público federal. E acontece que é o país com o maior número de mortes. Então esse modelo liberal de um Estado que não tem estrutura pública de atendimento caiu por terra, esse discurso de privatização caiu por terra. Lá também tem um auxílio emergencial, que inclusive o novo presidente retomou. Esse auxílio nos EUA é pago em cheque. Imagine em pleno século XXI, no país mais avançado do mundo, para as pessoas terem acesso a auxílio emergencial, elas têm que receber um cheque em casa, porque não existe um banco com o porte, a expertise, a capilaridade da Caixa, um banco público que possa cumprir essa função. Tanto é que o número de fraudes lá é muito maior do que aqui.

A área que mais tem corrupção é o setor privadosonegação fiscal das empresas, dinheiro enviado para fora do país

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Carreata pelo impeachment de Bolsonaro em Curitiba (PR)
        Carreata pelo impeachment de Bolsonaro em Curitiba
                                                                                          (PR) – Giorgia Prates

coro anti-Bolsonaro ganhou força no país neste sábado (20), com protestos vindos de cidades das cinco regiões do país. Neste sábado (20), aconteceram manifestações em 38 municípios de 12 estados. As ações foram coordenadas pelas Frentes Brasil Popular (FBP) e Povo sem Medo e reuniram participantes de carro e bicicleta, de forma a respeitar o distanciamento necessário à prevenção da covid-19. Entre as pautas de destaque, os grupos envolvidos pedem o impeachment do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) por conta dos erros na condução da pandemia e cobram a continuidade do plano de imunização contra a doença e a volta do auxílio emergencial.  

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A troca no comando da Petrobras veio após críticas de Bolsonaro ao aumento sucessivo nos preços dos combustíveis – Marcos Corrêa/PR

Um dia após demitir o presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco na sexta-feira (19) e indicar para o seu lugar o nome do general Joaquim Silva e Luna, o presidente Jair Bolsonaro anunciou neste sábado que fará mais trocas no governo na próxima semana e afirmou que, se dependesse dele, o Brasil não viveria um regime democrático“Alguns acham que eu posso fazer tudo. Se tudo tivesse que depender de mim, não seria esse o regime que nós estaríamos vivendo. E apesar de tudo, eu represento a democracia no Brasil”, afirmou durante evento na Escola Preparatória de Cadetes do Exército (EspCEX) em Campinas (SP). “Se a imprensa está preocupada com a troca de ontem, semana que vem teremos mais. O que não falta para mim é coragem para decidir, pensando no bem maior para nossa nação”, afirmou o presidente. Durante esse final de semana, o presidente Jair Bolsonaro é alvo de protestos em ano menos 15 estadosAs manifestações que pedem “Fora, Bolsonaro” começaram neste sábado, enquanto Bolsonaro participava do evento em Campinas. A troca no comando da Petrobras veio após críticas de Bolsonaro ao aumento sucessivo nos preços dos combustíveis.  Foi o quarto aumento do ano para a gasolina, que acumula alta de 34,7%, e o terceiro aumento para o diesel, que já ficou 27,7% mais caro em 2021. Quem paga é o consumidor: no caso da gasolina, o litro foi a R$ 2,48, um acréscimo de 23 centavos, a partir desta sexta-feira (19).

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Média móvel está acima de mil mortes desde 21 de janeiro; sem vacinas e auxílio emergencial, protestos pedem impeachment

A média móvel de mortes por causa do coronavírus no Brasil está acima de 1 mil desde o dia 21 de janeiro – Nathalie Brasil/Semcom

O Brasil registrou 1.212 mortes por covid-19 nas últimas 24h. A informação foi divulgada neste sábado pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) A média móvel de mortes por causa do coronavírus no Brasil está acima de 1 mil desde o dia 21 de janeiro. Durante esse período, o país chegou a registrar recorde no resultado. Em nenhum momento da pandemia, o dado ficou tanto tempo em patamares tão altos. No mês de julho de 2020, considerado o mais negativo do Brasil até agora, a média ficou acima de mil entre os dias 3 e 28. O resultado é calculado a partir da soma de todos os casos dos últimos sete dias, dividida por sete. Nesta sexta-feira (19), ficou em 1.039. Foram confiramdos pelo Conass 57.472 novos casos da doença no país nas últimas 24h, com um total de 10.139.148 infectados pela covid-19 desde o início da pandemia. Ao todo, foram confirmados no Brasil 245.977 óbitos em decorrência da doença.

Protestos

O avanço da pandemia pelo país, o atraso no cronogração de vacinação contra a doença e o fim do auxílio emergencial para a população motivaram protestos pedindo a saída de Jair Bolsonaro (sem partido) neste sábado. As manifestações pelo “Fora, Bolsonaro” também estão previstas para este domingo (21) em ao menos 15 estados.

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Empresa japonesa suspenderá produção no início de março por escassez de componentes eletrônicos; problema já afeta outras indústrias no Brasil e no mundo.

A corrida global por componentes eletrônicos, cuja escassez vem parando fábricas em todo o mundo, chegou à indústria brasileira provocando desde atrasos de produção a paralisações completas de linhas. Na indústria de automóveis, a Honda já havia parado na semana anterior ao carnaval a fábrica de Sumaré (SP) e voltará a interromper a produção nos dez primeiros dias de março. A montadora ficou sem circuitos eletrônicos para produzir o compacto Fit e os sedãs Civic e City. Como a eletrônica é necessária em quase todas as partes de um veículo, dos painéis de instrumentos e dispositivos de mídia aos sistemas de frenagem, itens como sensores, microprocessadores e semicondutores são hoje essenciais ao setor.

Fábrica da Honda em Sumaré: paralisações por falta de circuitos eletrônicos.
Fábrica da Honda em Sumaré: paralisações por falta de circuitos eletrônicos.

Foto: Divulgação / Estadão

Em linhas mais flexíveis, a saída tem sido manter as fábricas ocupadas com os modelos sem problemas de componentes, adiando aqueles em que não há material suficiente para concluir a montagem. Isso tem, por enquanto, evitado paradas mais prolongadas, mas não atrasos que geram falta de carros nas concessionárias e dificuldade de recomposição de estoques, atualmente em níveis historicamente baixos.

Nas fábricas de eletrônicos, como notebooks, TVs e celulares, os componentes eletrônicos importados da Ásia entraram em janeiro no rol de insumos com maior dificuldade de abastecimento. Na lista, ficam atrás apenas de papelão, materiais plásticos e cobre, segundo sondagem feita com associados pela Abinee, entidade que representa o setor. De acordo com Wilson Périco, presidente do Centro da Indústria do Estado do Amazonas (Cieam), embora não exista registro até agora de interrupção de atividades, parte das empresas do polo de Manaus, onde está concentrada a produção nacional de eletroeletrônicos, motos e bicicletas, vem relatando falta de peças.Os fornecedores de chips, em sua maioria asiáticos, não estão dando conta da dupla demanda: a da indústria em geral e a das fábricas de eletrônicos, que viram a demanda por seus equipamentos em meio à pandemia de covid-19.Todos os maiores grupos automotivos do mundo – como General Motors, Stellantis (dona da Fiat, da Chrysler e da Peugeot), Ford, Volkswagen e Renault – já anunciaram ajustes de produção ou fechamento temporário de fábricas nos Estados Unidos, no México e na Europa por falta de peças. No Brasil, não será surpresa se a decisão da Honda fizer um movimento parecido. Além dos componentes eletrônicos, o setor tenta contornar a insuficiência de insumos como aço, peças plásticas e pneus – que ainda deve durar mais seis meses.

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Ahora Ciudad propone  escuelas al aire libre

A partir de 1904, escolas ao ar livre começaram a ser fundadas em países europeus, como Bélgica e Alemanha, movimento que cresceu nos anos seguintes. Mais de duas décadas depois, o modelo começou a chegar ao Brasil, ainda que aos poucos, com iniciativas mais destacadas no Rio e em São Paulo. Esse tipo de instituição ganhou espaço por uma motivação sanitária, como forma de evitar a transmissão principalmente da tuberculose, como lembra Diana Gonçalves Vidal, professora de História da Educação na USP. A ideia era de que todas as atividades – ou a maior parte – fossem realizadas em espaços externos, até pela presença do sol.” A escola é naturalmente um lugar de contágio, de aglomeração. E, no caso da tuberculose, não havia vacina (embora tenha sido criada em 1921, ela levou décadas para ter aplicação ampla).”Além da questão sanitária, a professora comenta que havia, naquela época, um entendimento de que a natureza, em si, é educadora e benéfica para o desenvolvimento físico e intelectual. “A proposta de escola ao ar livre se associa à proposta de liberdade das crianças, de fuga da escola mais tradicional.”

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O Brasil foi dormir ontem com uma bomba. O deputado federal do PSL, Daniel Silveira, foi preso por ordem do ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes. Não é a primeira vez que um ministro do Supremo ordena a prisão de um deputado. O que de alguma forma pode ser entendido como uma sobreposição de um poder ao outro. Mas, é a primeira vez que isso acontece por conta de ataques de um parlamentar à instituição e aos seus ministros. Silveira incitou a violência contra ministros do Supremo e, ao mesmo tempo, os desafiou a prendê-lo. Mas não só a ele. Também disse o mesmo em relação ao general Villas Bôas, que fez chacota com a indignação do ministro Edson Facchin pelo tuite que postou há 3 anos, pouco antes de a corte julgar um habeas corpus para o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Para quem não se lembra das mensagens de Villas Boas, seguem. Elas são importantes para entender o que pode estar acontecendo hoje. “Nessa situação que vive o Brasil, resta perguntar às instituições e ao povo quem realmente está pensando no bem do País e das gerações futuras e quem está preocupado apenas com interesses pessoais?”, dizia a primeira postagem, feita no dia 3 de abril de 2018. “Asseguro à nação que o Exército Brasileiro julga compartilhar o anseio de todos os cidadãos de bem de repúdio à impunidade e de respeito à Constituição, à paz social e à democracia, bem como se mantém atento às suas missões institucionais”, completava.

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Apresentador defendeu “fuzilamento de denunciados” e “limpeza de mendigos” – Foto: Reprodução / SBT

O apresentador Carlos Roberto Massa, o Ratinho, foi um dos assuntos mais comentados do país, após uma entrevista sem maquiagem, esta semana, em que defendeu uma intervenção militar no país, “fuzilamento de detentos” e “limpar mendigos” das cidades. O que o apresentador não falou foi sobre sua dívida de R$ 79,3 milhõescom o fisco. O calote na União tem origem em três empresas:Agropastoril Café no Bule Ltda (R$ 77,9 milhões); Agropecuária ACB Ltda(R$ 706,6 mil); e Massa & Massa Comunicação e Marcas Ltda (R$ 663 mil). As duas primeiras empresas com sede no Paraná e a última, no Rio Grande do Sul. Na Massa & Massa Comunicação e Marcas Ltda, o apresentador é sócio com Solange Martinez Massa, sua esposa. Nas outras duas, além da esposa, Ratinho divide o quadro societário e a dívida com os filhos Gabriel Martinez Massa, Rafael Martinez Massa e Carlos Roberto Massa Junior, o Ratinho Jr, governador do Paraná. Os dados estão disponíveis no banco de dados de dívidas ativas da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), vinculada ao Ministério da Economia. A consulta pode ser feita por qualquer cidadão através do aplicativo “Dívida Aberta”, lançado pela pasta.

“Intervenção militar”

Além de ser imbecil o mesmo é bajulador e diabólico. Ele se lembra do AI 5 que tantas pessoas sofreram inúmeras tonturas.” O rato cuidado no gato. Os débitos quando vai liquidar já que vc tem condições de pagar?

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Preço do dólar, do barril de petróleo e a política de preço da Petrobras podem ajudar a explicar os aumentos sucessivos – Foto: Governo do Mato Grosso do Sul

Esta semana a Petrobras anunciou um novo reajuste no preço dos combustíveis. Foi o quarto do ano para a gasolina, que acumula alta de 34,7%, e o terceiro aumento para o diesel, que já ficou 27,7% mais caro em 2021. Quem paga é o consumidor: no caso da gasolina, o litro foi a R$ 2,48, um acréscimo de 23 centavos, a partir desta sexta-feira (19).Para o presidente do Sindicato dos Trabalhadores na Indústria do Petróleo de Pernambuco e Paraíba (Sindipetro-PE/PB), Rogério Almeida, o governo tem responsabilidade direta nisso, ao manter a política que atrela os preços nacionais às oscilações do mercado internacional, mesmo sendo o Brasil um dos maiores produtores de petróleo do mundo.Em entrevista ao Brasil de Fato Pernambuco, Almeida alertou que esta situação poderá se agravar, caso o Governo Federal prossiga com sua política de privatizações. São oito refinarias da Petrobras que poderão ser vendidas em todo o Brasil, que juntas correspondem a 50% de todo o refino do país. “A sociedade tem que lutar, não podemos entregar nossas refinarias porque senão vamos ter que pagar cada vez mais caro por esses combustíveis”, diz o dirigente sindical. Confira:

Brasil de Fato : Há algum tempo vemos a ameaça da privatização da Petrobras e da venda das refinarias. Como anda essa questão no momento com a privatização da Refinaria Landulpho Alves-Mataripe na Bahia?

Rogério Almeida: Para falar das refinarias no nosso país é preciso entender o que está acontecendo agora. O governo está ameaçando vender oito refinarias em todo o Brasil, que juntas correspondem a 50% de todo o refino do país. Hoje a produção de petróleo no Brasil é de 2,6 milhões de barris por dia; nossas refinarias operando em 100% conseguem refinar 2,4 milhões para abastecer um mercado que é gigantesco no nosso país, de 2,2  milhões de barris por dia. Nós temos petróleo e temos refinaria para atender o nosso mercado. Precisa importar um ou outro produto para complementar algumas regiões, mas o governo está indo na direção contrária. Está vendendo as refinarias, inclusive a da Bahia, que está sendo fechado negócio com a Mubadala, que é um fundo soberano dos Emirados Árabes. Vejam, um fundo soberano está vindo comprar a soberania do Brasil. Temos que lutar para não entregar nossas riquezas, porque quem vai pagar o preço é a sociedade. O gás de cozinha está batendo os 100 reais, tem postos vendendo gasolina a R$5,20 e vai ter mais aumento, porque foi anunciado há alguns dias o aumento no diesel, gasolina e gás de cozinha. A sociedade tem que lutar, não podemos entregar nossas refinarias porque senão vamos ter que pagar cada vez mais caro por esses combustíveis.


Rogério Almeida é Presidente do Sindicato dos Trabalhadores na Indústria do Petróleo de Pernambuco e Paraíba (SINDIPETRO PE/PB) / Fátima Pereira

Brasil de Fato: Além dessa alta dos preços, quais os impactos da venda dessas refinarias?

Rogério Almeida: O Brasil como um país soberano na questão do petróleo não precisa acompanhar o mercado internacional como vem sendo hoje, porque se aumenta o petróleo lá fora, aumenta o combustível aqui no mesmo dia. Isso é incoerente. Agora  no hemisfério norte o inverno e as nevascas dificultam a extração em algumas regiões e isso afeta a gente, os conflitos no Oriente Médio nos afetam aqui. Não é justo que a dona de casa pague em dólar pelo gás de cozinha, que poderia estar sendo vendido hoje a R$40 e está sendo vendido a quase R$100. Por quê? 

Existem três fatores que influenciam nessa alta de toda a cadeia do petróleo. Um é o dólar. Quanto mais o dólar sobe, mais cara fica a gasolina nessa política de preço que está sendo usada hoje. O segundo é o valor do barril de petróleo, quando o preço do barril sobe. Estava em torno de 25 dólares e agora está batendo os 70 dólares. Se sobe o valor do barril, sobe o dos combustíveis.

O terceiro item é o mais escandaloso, que é a taxa portuária e de importação, que a Petrobras é obrigada a colocar no seu preço. Por exemplo: se uma importadora vem aqui no país, e traz seus combustíveis dos EUA, ela paga uma taxa portuária e de importação para transportar esse combustível até aqui. Esse valor é por litro, que seja, por exemplo, 20 centavos por litro. Hoje, a Petrobras com essa política de preço precisa pagar esses 20 centavos mesmo não tendo trazido o combustível. É mais um calo no bolso do consumidor, que não tem nada a ver. A gasolina que está sendo vendida em R$ 5,10 poderia estar sendo vendida a R$ 3,50.

“Uma boa parte dos políticos fazendo de tudo para parar o país, é desta e de outras maneiras que eles representam os votos que receberam do povo. ” A corrupção já é uma enorme atrocidade que “eles” fazem com a nação. Vejam o caso do senador Chico Rodrigues (DEM-RR), que foi flagrado com dinheiro escondido nas nádegas e na cueca é uma corrupção é enorme e a impunidade continua.

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Deputado federal Gonzaga Patriota (PSB/PE)
“Um dos deputado mais atuante do estado de Pernambuco”

Proposta altera pontos específicos da Lei, como conceito de dedicação exclusiva; proibição de advogar; e a proibição de formar sociedade empresária e praticar o comércio 

O deputado federal Gonzaga Patriota (PSB/PE) apresentou o Projeto de Lei nº 364/2021 que extingue o regime de dedicação exclusiva de Policiais Federais e Policiais Rodoviários Federais para o exercício desses cargos e permite que esses profissionais exerçam outras atividades remuneradas fora do horário de serviço. O socialista também protocolou o Projeto de Lei nº 363/2021 que permite o exercício da advocacia por policiais. “Com a crescente redução salarial dos servidores públicos, para manterem seu padrão ou até mesmo o sustento, são obrigados a empreender, o que é bom para eles e bom para o país. Ocorre que a legislação, da forma como se apresenta, simplesmente lança esses servidores na ilegalidade, passíveis de demissão de seus cargos”, explica Patriota.  Segundo o socialista, além da insegurança jurídica, essa situação representa injustificável limitação ao direito de empreender do servidor, desde que não ocorra conflito de interesse, notadamente em período em que a estabilidade passa a ser mitigada. “Torna-se necessária a elaboração da presente iniciativa com o objetivo de revogar o inciso X do artigo 117 da Lei 8112/90, para que não seja mais o servidor público impedido de participar de sociedade empresária, de praticar o comércio, desde que não o faça em evidente conflito de interesse com o cargo que ocupa”, destaca o parlamentar.  

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Centro Integrado Bem-Me-Quer fica em Fernando de Noronha — Foto: Ana Clara Marinho/TV Globo

Centro Integrado Bem-Me-Quer fica em Fernando de Noronha — Foto: Ana Clara Marinho/TV Globo

A partir desta sexta-feira (19), o arquipélago de Fernando de Noronha suspendeu as aulas no Centro Integrado de Educação Bem-Me-Quer. A medida é válida por dez dias e ocorreu depois de casos de Covid-19 entre os professores da instituição, segundo a Administração da Ilha.A instituição de ensino tem 220 alunos. Os estudantes do Centro Bem-Me-Quer são crianças de 4 meses até 6 anos de idade. A previsão é de que as atividades sejam retomadas no dia 1º de março, segundo a Secretaria de Educação e Esportes do governo do estado.Por meio de nota, a administração do arquipélago informou que a medida foi apoiada pela Secretaria de Educação e Esportes para garantir a segurança de alunos e funcionários da creche. Apesar da suspensão das atividades presenciais, as aulas remotas seguem mantidas.O ano letivo de 2021 em Fernando de Noronha havia começado no dia 3 de fevereiro. Os alunos do Centro Integrado Bem-Me-Quer foram os primeiros a voltar às atividades em sala de aula, seguindo protocolos de prevenção ao novo coronavírus (veja vídeo abaixo).

Alunos da educação infantil voltam às aulas em Fernando de Noronha
Alunos da educação infantil voltam às aulas em Fernando de Noronha.A Secretaria de Educação e Esportes informou que as atividades presenciais seguem normalmente na outra escola da ilha, a Escola Arquipélago, que tem alunos dos ensinos fundamental e médio.

Coronavírus em Pernambuco

Na quinta-feira (18), com mais 2.226 casos e 36 óbitos confirmados por Covid-19 em Pernambuco, o estado passou a totalizar 287.066 pacientes que receberam a confirmação da doença, além de 10.780 pessoas que perderam a vida após a infecção pelo novo coronavírus. A contagem teve início em março de 2020 (veja vídeo abaixo).

Pernambuco ultrapassa 287 mil casos da Covid-19 e chega a 10.780 mortes devido à pandemia

Pernambuco ultrapassa 287 mil casos da Covid-19 e chega a 10.780 mortes devido à pandemia.Somente em Fernando de Noronha, foram feitos 511 registros da doença, sendo que 457 pessoas estão recuperadas e dois óbitos foram confirmados.

g1

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