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Alinne Moraes (Foto: FOTO: BRUNNO RANGEL; DIRECAO CRIATIVA: MARCELO FEITOSA)

Alinne Moraes (Foto: FOTO: BRUNNO RANGEL; DIRECAO CRIATIVA: MARCELO FEITOSA)

Alinne Moraes está deixando saudade em seus fãs. Longe das telinhas desde Espelho da Vida, na TV Globo, a atriz garante que não demora para voltar. Enquanto isso, na vida pessoal ela está vivendo tranquilamente ao lado de seus dois amores (o filho Pedro e o companheiro Mauro Lima) e, por isso, topou posar para um ensaio inspirador. Aos 36 anos, Alinne bateu um papo exclusivo com a Vogue Brasil e contou um pouco sobre seus projetos atuais que incluem uma peça no Teatro Petra Gold. “Estreei a peça do Gustavo Pinheiro, ‘Relâmpago Cifrado’, nela interpreto uma médica ao lado de Ana Beatriz Nogueira. É um embate que abala as estruturas de duas pessoas de perfis muito diferentes. Uma peça que trata de individualismo e altruísmo”, disse sobre a temporada em cartaz até 22 dezembro. “Em Janeiro começo a pré da próxima novela da Lícia Manzo. A novela está prevista pra começar em maio de 2020”, adiantou ela que além do trabalho como atriz se encontrou no papel de mãe: “Me encontrei mais do que em qualquer outro papel nesses anos de carreira. Ser mãe é minha maior motivação hoje em dia, sem dúvida. Vivo pra minha família. Mas por ora, não pensamos em mudar o “combo”, continuou a bela sobre não ter planos de aumentar a família. 

Com trabalhos marcantes na carreira, ela ainda tem sonhos para realizar como atriz e conta o que mais mudou desde que estreou na televisão em 2002. “Tenho alguns… uma peça infantil por exemplo. E, na realidade, a cada dia aprendo um pouco mais, pessoal e profissionalmente. Aprendo com cada personagem que faço, a cada trabalho, com cada elenco com quem contraceno, cada diretor, cada autor e assim por diante. Enxergo a como terapia, principalmente”.

Alinne Moraes 

Alinne Moraes (Foto: FOTO: BRUNNO RANGEL; DIRECAO CRIATIVA: MARCELO FEITOSA)

Alinne Moraes (Foto: FOTO: BRUNNO RANGEL; DIRECAO CRIATIVA: MARCELO FEITOSA)

Vivendo um lindo amor com Mauro Lima, em 2014 ela deu à luz seu primeiro filho Pedro, fruto da sua união com o cineasta e contou como tudo começou. “Não casamos em cartório, nem igreja, tampouco cerimônia. Há sete anos me mudei pro apartamento do Mauro por conta de uma reforma na minha casa. Foi assim que oficializamos (risos): com uma muda de roupa e paixão de sobra. Dessa união nasceu nosso filho, Pedro. Se isso não é um casamento não sei o que seria”, dispara. 

Sobre seu maior sonho como casal, Alinne surpreende novamente: “Sonho é o que eu tinha no começo, agora estou no modo ‘realizando'”, conta ela que não se arrisca a dar dicas sobre o amor: “Não me arrisco a empurrar fórmulas pra ninguém no que diz respeito a relações amorosas e conjugais. Acho que não existe segredo. Talvez ter sempre em mente que o casamento não é uma empresa, que precisa apresentar balancetes, receita líquida positiva, coisas do tipo”. 

vogue

O Ministro da Educação  Abraham Weintraub. Foto: Evaristo Sa/AFP

O MINISTRO DA EDUCAÇÃO ABRAHAM WEINTRAUB. FOTO: EVARISTO SA/AFP

Combate ideológico permitiu a Weintraub bancar uma espécie de ação entre amigos, o que seguidores de Bolsonaro chamariam de ‘mamata

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, é inimigo das pesquisas de pós-graduação. Em 2019, sua pasta cortou quase 12 mil bolsas de mestrado e doutorado. Neste ano, o órgão do MEC que financia esses estudos, a Capes, terá 600 milhões de reais a menos, um total de 3,6 bilhões. No orçamento original desenhado pelo governo, a perda era de 2 bilhões. O combate ideológico a essas pesquisas permitiu a Weintraub bancar uma espécie de ação entre amigos em cargos federais sob sua jurisdição. Uma situação que os seguidores de Jair Bolsonaro chamariam de “mamata”, se tivesse ocorrido na era PT. Além do ministro, os protagonistas dessa história são Heloísa Candia Hollnagel, diretora de Relações Internacionais da Capes, e Matheus Ghitti Baione, coordenador-geral de Acompanhamento e Monitoramento de Resultados da mesma diretoria. Uma dupla egressa da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), onde Weintraub era professor.Baione foi nomeado em 4 de março, com salário de 10.373,30 reais. Sua designação foi assinada pela Secretaria Executiva do MEC. Só não foi pelo próprio Weintraub porque, em fevereiro, o ministro baixou uma portaria a terceirizar certas admissões. A nomeação exigiu a demissão de um funcionário de carreira da Capes, Adi Balbinot Junior, servidor concursado há 20 anos. A função de Baione será controlar e decidir todas as parcerias internacionais de pesquisas do Brasil. Possui credenciais para tanto?

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jair bolsonaro
Não bastasse o agravamento da crise econômica, ele ainda adota medidas que agravam a crise política. E se for preciso ele governar dentro de um regime autoritário ele o fará – Zak Bennett/AFP

Bolsonaro decidiu enfrentar a crise com mais medidas restritivas. O oposto do que deveria fazer

Iniciamos a semana com um elevado nível de tensão. Não apenas no Brasil, mas no mundo inteiro, em decorrência do agravamento dessa crise crônica pela qual passa o sistema capitalista. E eu digo o agravamento por conta, sobretudo, do coronavírus, que tem feito com que a produção diminua no mundo inteiro, sobretudo nos grandes centros – produtores e consumidores – como a China e a União Européia. 

Por conta de uma falta de acordo entre Arábia Saudita e Rússia, dois membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), no sentido de diminuir o volume de produção para manter estabilizados os preços – a Rússia não acatou este acordo –, a Arábia Saudita diminuiu significativamente o preço do seu combustível petróleo, provocando uma queda brusca de aproximadamente 30% no valor do barril do petróleo.

O mundo inteiro acordou na segunda feira – ou dormiu no domingo – abalado pelas quedas drásticas nas bolsas de valores. No Brasil, a bolsa teve que dar uma parada momentânea por conta, repito, deste agravamento de uma crise econômica.

Muitos analistas econômicos dizem que a culpa de tudo é o coronavírus. Não é verdade. O coronavírus somente agravou uma crise sistêmica do capitalismo que vem em curso desde 2008. Aqui no Brasil, as consequências e as previsões são dramáticas, porque nós já passamos por um momento muito difícil. 

Bolsonaro decidiu enfrentar essa crise da pior forma possível. Nós defendemos que em um momento de contração da economia, o governo tem a obrigação de promover incentivos, com investimentos públicos, ampliação dos programas sociais, garantias de maiores e mais benefícios ao conjunto dos trabalhadores. 

E o governo Bolsonaro vem fazendo exatamente o contrário. Exatamente todas as reformas encaminhadas ao Congresso Nacional e aprovadas até agora são reformas que prejudicam e pioram ainda mais esse momento de recessão econômica que nós estamos vivendo. A reforma trabalhista retira direitos; o congelamento do salário mínimo retira renda dos trabalhadores e das trabalhadoras; a reforma previdenciária, pior ainda, porque em média 40% a menos que os aposentados receberão. 

Isso tudo vai piorar a nossa crise. E diante destes últimos fatos o que continua a fazer o governo Bolsonaro e a maioria do congresso nacional? Acenando para a aprovação de mais reformas restritivas, de arrocho fiscal. Ou seja, de retirada de direitos e renda do povo e de aumento apenas para aqueles que já ganham muito. O Brasil pode se deparar com uma situação extremamente grave. Sabedor disso, o que faz Bolsonaro? Não bastasse o agravamento da crise econômica, ele ainda adota medidas que agravam a crise política, em uma sinalização clara de que quem vai governar é ele. E se for preciso ele governar dentro de um regime autoritário ele o fará.

É exatamente isso que o presidente faz quando, pessoalmente, se dedica à mobilização dos atos do dia 15, que não são só atos contra o orçamento impositivo que o Congresso está aprovando. São atos contra o próprio sistema democrático, contra o Supremo Tribunal Federal, contra o Congresso Nacional, contra a nossa própria democracia. 

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O Paulo Guedes não tem uma saída muito elegante para a situação”, ressalta o economista Paulo Nogueira Batista Jr. – Bryan R. Smith / AFP

Os dias de pânico para a economia mundial, com o registro de dois “circuit breaker” (mecanismo disparado pela bolsa de valores que suspende as negociações em momentos atípicos) durante a semana, é resultado de uma “máquina de instabilidade” inflada pelos mercados.

É o que afirma o economista Paulo Nogueira Batista Jr., ex-vice-presidente do Novo Banco de Desenvolvimento estabelecido pelo Brics, o grupo econômico de países de mercado emergente. Para ele, os mercados estimulam o lucro por meio de incertezas.

É o que ocorre no momento, diz o economista: o cenário de completa obscuridade, causado pela pandemia do coronavírus e pela guerra de preços do petróleo, caracteriza o que economistas chamam de “momento Minsky”, quando a euforia do mercado financeiro é, abruptamente, transformada em pânico após uma reversão inesperada. . “Quando a maré baixa é que você vê quem estava nadando nu”, ilustra. 

Nesta quarta-feira (11), o Ministério da Economia brasileiro informou que a estimativa oficial de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) deste ano foi revisada de 2,4% para 2,1%. Ao mesmo tempo, o risco-país, medido por meio dos contratos CDS (Credit Default Swap), subiu 34% – a maior alta desde 2002. Ainda nesta quarta, após a revisão da estimativa, o ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que, no pior cenário, em decorrência da pandemia de coronovírus, o PIB em 2020 seria de 1%, menor que o crescimento registrado em 2019, que ficou em 1,1%. Confirmado esse quadro, o Brasil registraria o quarto ano de baixo crescimento da economia.

Diante da crise, Batista Jr. prevê um ano de retração à economia global. Ele calcula que, na esteira do mercado internacional, o Brasil, que antes previa um “voo de galinha” na economia, em 2020, deve ficar estagnado. A expressão é utilizada popularmente para caracterizar um crescimento pequeno, quase nulo.

O economista ressalta, no entanto, que a causa para o baixo crescimento da economia brasileira este ano não é decorrência apenas da pandemia de coronavírus, mas também das ações do governo brasileiro. “Não é só o coronavírus que causa prejuízo nacional. Temos as restrições internas do governo. O coronavírus começou a gerar preocupação em fevereiro. Antes disso, as expectativas de crescimento já vinham sendo rebaixadas um pouco no Brasil”, ressalta.  Resta saber, agora, se a crise vem para ficar ou é passageira. De acordo com Batista Jr., não há uma resposta concreta para a dúvida, apenas apostas – quem prever o futuro com mais clareza ganhará mais dinheiro.

Em entrevista ao Brasil de Fato, Paulo Nogueira falou dos possíveis cenários futuros, das consequências da crise ao trabalhador comum e da tentativa do governo de contornar a recessão com reformas. “O Paulo Guedes não tem uma saída muito elegante para a situação”, ressalta.

Paulo Nogueira Jr. é ex-vice-presidente do Novo Banco de Desenvolvimento / UFRGS/Divulgação

Confira a entrevista completa:

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Globo surpreendeu ao deixar plateia do ‘Encontro’ vazia por coronavírus; entenda

Globo surpreendeu ao deixar plateia do 'Encontro' vazia por coronavírus; entenda

 ‘Encontro’ reduz plateia pela metade
 – Reprodução/TV Globo

As medidas de segurança da Globo a respeito do coronavírus estão cada vez mais intensas.

Na manhã desta quinta-feira (12), o Encontro com Fátima Bernardes contou com uma plateia bem reduzida para evitar contágio da doença pandêmica.

Fátima começou o programa com a nuvem de palavras costumeira, quase todas relacionadas ao novo coronavírus. Depois, ela explicou as medidas que estão sendo tomadas, incluindo cancelamentos de eventos, para conter a propagação do vírus. Então a apresentadora explicou que o programa também adotou uma medida drástica. “A nossa plateia hoje está com um número menor. Essa foi uma medida de segurança que foi adotada aqui nos estúdios Globo“, contou, mostrando a plateia claramente mais vazia. Ela explicou: “A gente normalmente tem até 120 pessoas, hoje esse número foi reduzido à metade. A nossa torcida é que a gente possa logo ter os lugares ocupados e receber as pessoas com segurança“. A redução nas plateias deve atingir também o BBB20.

Ao responder um comentário de um seguidor nas redes sociais, Boninho soltou até palavrão para contar a decisão que deverá ser anunciada oficialmente ao público nos próximos dias“Como faz para ir de plateia no paredão?“, perguntou o fã “Com essa m**** de covid-19 vamos fazer sem”, respondeu o comandante da atração.

Foi lançado, nesta terça, o Programa Taça das Favelas, iniciativa de prevenção social que une esporte, educação e cultura 

por meio de competições de futebol de campo

Mais um passo em favor da cidadania em Pernambuco foi dado nesta terça-feira (10.03). O governador Paulo Câmara lançou, no Palácio do Campo das Princesas, a Taça das Favelas, programa que une esporte, educação e cultura para promover a inclusão social por meio do futebol, de forma a influenciar positivamente a realidade dos adolescentes e jovens pernambucanos. Considerado o maior torneio de futebol de campo entre comunidades do mundo, com mais de 100 mil participantes, a Taça das Favelas, em Pernambuco, contemplará jovens de municípios da Região Metropolitana do Recife (RMR).

“Estamos lançando, hoje, a Taça das Favelas. Mais uma ação coordenada pela Secretaria de Políticas de Prevenção à Violência e às Drogas. Com esse projeto, educação, cultura e esportes caminham juntos pela cidadania com o apoio de todos. A taça trabalhará em favor da cidadania, do esporte, da paz e da prevenção, e isso vai originar muita coisa boa. Talentos serão revelados, mas, acima de tudo, o projeto vai mostrar aos nossos jovens que existem caminhos, alternativas, para que eles não se envolvam com coisa ruim. E que, com cultura, educação e esportes é possível alcançar todos os sonhos”, afirmou Paulo Câmara. A Taça das Favelas é organizada pela Central Única das Favelas (CUFA) nos vários Estados do País. As inscrições são abertas para meninos de 14 a 17 anos e, entre as meninas, a partir de 17 anos, com espaço igualitário para times masculinos e femininos. As inscrições são feitas por meio de aplicativo disponível nas plataformas Android e IOS, ou pelo site www.tacadasfavelas.com.br. A disputa começa na fase de peneiras, nas próprias comunidades, com chaves montadas por sorteio. Em seguida, vem a fase de grupos, as quartas-de-final, as decisões e a grande final.  Secretário da pasta que coordenará a Taça das Favelas, Cloves Benevides registrou que, além da cidadania, o projeto está intrinsecamente atrelado à palavra esperança. “A linguagem do futebol é universal, sobretudo para os brasileiros, e se soma às perspectivas de futuro e de inclusão social. Será um grande momento de celebrar o esporte, mas também de pensar no futuro”, pontuou.  O secretário destacou que as principais etapas do torneio irão ocorrer em conjunto com uma etapa da Ação de Cidadania (parte do Programa Governo Presente) na própria comunidade, quando são oferecidos cerca de cem serviços públicos e privados, além de exames preventivos de saúde e difusão de direitos para o cidadão. Entre os serviços, estão a emissão de RG, CPF, certidões em geral, exames preventivos para saúde da mulher, aferição de pressão, além da distribuição de itens de cuidados pessoais. O Programa Juventude Presente também integrará a Taça das Favelas, oferecendo aos atletas amadores inscritos vagas em cursos de qualificação profissional e atividades de prevenção à violência

Gilberto Prazeres
Secretário Executivo de Imprensa
gilberto.prazeres@gmail.com
(81) 98235.1065 | 3181.2226

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Relatório preliminar de uma comissão de educação formada por 50 deputados concluiu que 'o planejamento e a gestão do MEC (estão) aquém do esperado' Foto: GETTY IMAGES
Relatório preliminar de uma comissão de educação formada por 50 deputados concluiu que ‘o planejamento e a gestão do MEC (estão) aquém do esperado’ Foto: GETTY IMAGES
BBC topo (Foto: BBC)

Resolução homologada pelo MEC prevê mudanças na formação de professores Foto: GETTY IMAGES

Desde o dinheiro que financia a maior parte da educação básica pública e mudanças na formação de professores até o modelo de funcionamento das universidades federais e a própria permanência do ministro da Educação no cargo. Esses são alguns dos temas que devem dominar os debates educacionais do Brasil em 2020, depois de um ano turbulento em um dos ministérios mais importantes do país.Em 2019, primeiro ano da gestão de Jair Bolsonaro, Abraham Weintraub assumiu o Ministério da Educação (MEC) em abril, com o objetivo de “acalmar os ânimos” depois das polêmicas envolvendo seu antecessor, Ricardo Vélez. As polêmicas, porém, estavam longe de terminar: primeiro, o MEC teve um contingenciamento de verbas de cerca de R$ 6 bilhões (segundo o ministério, esse dinheiro já foi liberado), à espera da reforma da Previdência e por causa do que o ministro chamou de “situação dramática do país do ponto de vista fiscal”.

Quem primeiro sentiu os efeitos foram as universidades federais, que tiveram recursos congelados e foram alvo de acusações, por parte de Weintraub — sem que tenham sido oferecidas provas concretas —, de “balbúrdia” e de terem “plantações de maconha” e “laboratórios de drogas”.

O ensino superior foi afetado também pelo congelamento do orçamento da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), que levou ao corte de bolsas de mestrado, doutorado e pós-doutorado. Segundo a Capes, o orçamento da instituição já foi restaurado.

Na educação básica, o panorama tampouco foi alentador. Um relatório preliminar de uma comissão de educação formada por 50 deputados, tornado público em novembro pelo jornal O Estado de S. Paulo, concluiu que “o planejamento e a gestão do MEC [estão] aquém do esperado”, sem que haja “priorizações, clareza nas metas, prazos ou responsáveis para as ações propostas”.O MEC se disse “aberto ao diálogo” e afirmou que áreas técnicas estão analisando o relatório para avaliar possíveis contribuições a ele. Sobre as opiniões de especialistas citadas na reportagem abaixo, o ministério afirmou que não se manifestaria.

Essas discussões provavelmente vão se estender ao longo de 2020, ao lado de questões decisivas para a educação brasileira no ano que vem. Veja a seguir algumas delas:

FUNDEB, O FUNDO BILIONÁRIO DA EDUCAÇÃO QUE VAI EXPIRAR

Audiência pública sobre o Fundeb na Câmara, em junho; existe um impasse em torno de o quanto a União deve contribuir ao fundo Foto: LUIS FORTES/MEC
Audiência pública sobre o Fundeb na Câmara, em junho; existe um impasse em torno de o quanto a União deve contribuir ao fundo Foto: LUIS FORTES/MEC

A maior parte (cerca de 60%) dos gastos na educação pública brasileira vem do Fundeb, um fundo bilionário de dinheiro público que entrou em vigor em 2007, mas que, por lei, expira em 31 de dezembro de 2020. Ou seja, obrigatoriamente até o final do ano que vem, governo e Congresso têm de aprovar o que vai acontecer com o Fundeb — caso contrário haverá uma desordem total no pagamento de salários de professores, manutenção e construção de escolas etc. “Sem o Fundeb seria o caos absoluto, porque a maior parte dos municípios depende do fundo para garantir a folha de pagamento”, explicou à BBC News Brasil Binho Marques, que foi secretário de Educação e governador do Acre pelo PT e hoje é gestor de políticas públicas.

É que estamos falando de muito dinheiro: em 2018, o Fundeb contou com R$ 150 bilhões, sendo 90% deles pagos por estados e municípios (via impostos como ICMS) e 10% pagos pelo governo federal. A discussão sobre o Fundeb se estendeu por boa parte de 2019 no Congresso, mas sem um consenso. Um relatório preliminar apresentado pela deputada Professora Dorinha (DEM-TO), relatora do tema na Câmara, prevê que o dinheiro injetado pelo governo federal aumente desses atuais 10% para 15% a partir de 2021 e, gradativamente, chegue até 40%, desafogando assim Estados e municípios.

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Agênci dos Correios Foto: Agência Brasil
Agência dos Correios Foto: Agência Brasil

Sob fogo cerrado de Jair Bolsonaro desde o ano passado, os Correios caminham para privatização em 2021. A definição do futuro da instituição será dada por um parecer técnico que deverá estar pronto em outubro. Depois, passará pela apreciação do presidente da República.  Ainda em janeiro deverá ser assinado o contrato para que o BNDES escolha a empresa que fará a análise da estatal. O trabalho deve começar até abril. Os Correios foram incluídos em agosto no Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) e, para o governo, sua venda tornou-se o trunfo da agenda de privatização. Depois que se mostrou politicamente inviável a desestatização de gigantes como Caixa, Banco do Brasil e Petrobrás, eles são a mais vistosa vitrine do programa.

Enquanto isso, seus funcionários correm contra o tempo para tentar reverter esse cenário. Essa movimentação passa por tentar sensibilizar a sociedade, parlamentares e formadores de opinião sobre as consequências da transferência do serviço postal para a iniciativa privada.

Esse trabalho esbarra no dilema com o qual a instituição vem convivendo há alguns anos. Em uma era cada vez mais digital, é inexorável a redução gradual do envio de correspondências no Brasil e no mundo. Em 2018, eles entregaram cerca de 6 bilhões de unidades, o que corresponde a 46% do negócio da empresa. Anos antes, foram 8 bilhões. O principal trunfo dos Correios é justamente o monopólio constitucional da entrega de cartas, mensagens e telegramas. A privatização, portanto, terá necessariamente de ser aprovada no Congresso, para rever a Constituição. Mas o filé mignon do serviço postal atualmente são as encomendas. As compras pela internet aumentam a demanda por serviços de entrega, porém nessa seara a competição é acirrada. Até mesmo aplicativos de entrega por motocicleta ou bicicleta concorrem com multinacionais e o tradicional Sedex, dos Correios.

Para justificar a permanência dos Correios como uma instituição pública, a Associação dos Profissionais dos Correios (Adcap) argumenta que, em um país continental “a logística postal é bem complexa”. A Adacp questiona se na lógica empresarial  de redução de custos e otimização de resultados haveria espaço para o atendimento a cidades longínquas e sem atrativo comercial. A estatal está presente nos 5.570 municípios do país e tem um importante papel social.

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Sasha Meneghel (Foto: Reprodução/Instagram)

Frases motivacionais
Sasha Meneghel elegeu o que sente mais falta do Brasil em conversa com Quem. A estudante de moda vive em Nova York, nos Estados Unidos, por conta da faculdade e cita os irmãos Mikael, de 4 anos, e Davi, de 6 anos, filhos de Luciano Szafir com Luhanna Melloni.

“Sinto falta de ver meus irmãos crescendo e da praia. Normalmente venho mais para São Paulo que para o Rio, sempre de bate e volta para trabalhar. Esse ano vim bem menos por conta do meu TCC, da faculdade, tive que dar uma regulada nisso. Mas consigo vir com bastante frequência, graças a Deus”, disse em entrevista para Quem.

Paolla Oliveira posa com o namorado, a sogra e a enteada
                                                Paolla Oliveira posa com o namorado, a sogra e a enteada Reprodução

Namorado de Paolla Oliveira mostra foto da atriz com a sogra e a enteada e se derrete

romance de Paolla Oliveira com Douglas Maluf parece estar super firme.O coach decidiu homenagear a amada no Dia da Mulher, celebrado no último domingo, 8. Em seu Instagram, ele compartilhou uma foto ao lado da atriz, de sua mãe e de sua sogra.“Elas. Ser mulher é ser livre, é ser líder, é ser dona do próprio destino. Neste dia Internacional da Mulher, além de parabenizá-las, eu faço questão de ressaltar minha profunda admiração por vocês. Que a cada 8 de março, vocês possam comemorar mais e mais. Sempre donas de si e do próprio florescer”, escreveu na legenda.A musa se derreteu com a publicação fofa do namorado. “Aahh”, se derreteu ela com emojis de apaixonada. “Feliz todos os dias. Obrigada”, continuou nos comentários.Em novembro, começaram os rumores de que Paolla estaria vivendo um romance com Douglas. Discreta quando a sua vida amorosa, a bela ainda não publicou nada com ele e nem falou sobre o assunto.Mas no Carnaval, ela não escondeu e chegou acompanhada do gato todos os dias, além de posar para as fotos ao lado dele.

caras

                                                                                       

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Operando Deus, quem impedirá?

A Barragem de Três Marias em Minas Gerais abre o vertedouro hoje após 16 anos. Com as intensas chuvas em Minas Gerais, nos últimos dias a direção da Barragem de Três Marias abriu o vertedouro hoje dia 04/03 em caráter de urgência e segurança. Com à abertura do vertedouro, e previsão de chuvas para Minas Gerais, nos próximos dias foi emitido alerta aos ribeirinhos e famílias, já estão sendo retiradas de suas residências pela Defesa Civil, com apoio da Polícia Militar e Marinha, deixando sobre aviso o Exército, para apoio caso seja necessário.  Volta a esperança de que os níveis das barragens ao longo do Rio São Francisco como a de Paulo Afonso, Sobradinho e Xingó volte à níveis como no passado, trazendo de volta o mar de água doce em municípios do nordeste brasileiro.  Foi emitido alerta para as próximas horas, para a região central de Minas, principalmente para a capital mineira e para algumas cidades do Norte de Minas, como Montes Claros.  O Governo de Minas, determinou que famílias que residem as margens do Rio São Francisco, principalmente em ilhas que deixem imediatamente as suas residências, pois com à abertura do vertedouro da Barragem de Três Marias o nível do Rio São Francisco pode superar níveis das cheias dos anos de 1979 e 1989.

”Atualmente, vemos muitas pessoas desanimadas, sem perspectiva de galgar patamares em suas vidas. Os sonhos foram enterrados, seja por causa das dificuldades, das perseguições ou das lutas. Em verdade, dentro das igrejas, vemos muitos irmãos sem conseguir crer numa mudança de vida, numa virada do cativeiro. São pessoas que, ao longo da caminhada, perderam a coragem, a intrepidez, a ousadia e o poder do Espírito Santo, e, portanto, estão lá, nos bancos da igreja, como agentes passivos, expectadores, julgando-se fracassados, derrotados, cabisbaixos, mas uma boa nova Deus tem para estes. Sim, se você está assim, ou conhece alguém que esteja, grave o recado de Deus para esta situação.

É preciso clamar a Deus, chamar a atenção de Deus, procurar tocar o coração de Deus, com seus louvores (não murmuração), orações e súplicas, e, então, Deus agirá em seu favor. A partir daí, você não precisará mais se preocupar, afinal, quando Deus opera, nunca, jamais na história da humanidade, alguém conseguiu parar o Seu mover. Mas, nunca esqueça, você precisa estar no Centro da Vontade de Deus, pois, assim, Deus se compromete com sua vida.”

             

Paolla Oliveira (Foto: Reprodução / Instagram)

Uma das atrizes mais bonitas – e talentosas – da televisão, Paolla Oliveira já sofreu por não se adequar aos padrões. Hoje, em paz com o que vê no espelho, a atriz de 37 anos conta ter encontrado uma rotina de cuidados com a beleza e a alimentação sem neuras. “Criei uma rotina de malhação”, diz a Vivi Guedes da novela A Dona do Pedaço, que nos dias em que não faz musculação corre ou pratica ioga.

Adoro uns lasers, faço radiofrequências. Todo dia  a gente está focada em fazer uma coisa diferente (risos).

Treina todo dia?
Malho todo dia, criei uma rotina de malhação. Quando eu não malho com o Marcão, que é meu personal há dez anos e com quem eu faço musculação, eu malho com outro personal. Eu tenho, inclusive, substitutos, para que eu não deixe de malhar (risos).

Como faz quando não consegue treinar?
Quando eu estou fora, eu corro, vou na ioga. Aí, você fala assim: ‘ah, mas todo mundo tem que fazer isso?’ Não. As pessoas têm que achar a forma delas para se sentirem bem. Mas a malhação, para mim, virou não só o corpo, virou a mente, porque eu me desestresso. O meu corpo sente falta, já. Talvez porque eu tenha malhado uma vida toda, eu fico com dor.

Mesmo?
Eu me sinto mais disposta quando eu malho. E não é só a malhação lá do Marcão, mas é fazer qualquer atividade física. Danço. É estar em movimento. Eu acho que isso faz bem para a gente, em mundo onde a gente sabe que é tão fácil da gente ficar sedentário, né. Ficar assistindo filme, ficar assistindo série, uma delícia ficar lá. E mexendo no telefone. E ficar sem fazer nada. É, dar uma enrolada, rapidinho passam seis horas e você não vê. Só mexendo. E que está tudo certo. Mas eu falo por mim, eu só posso falar por mim.

Como é sua relação com a comida?
Não sei se é o brasileiro, mas basicamente, pessoas. A gente se relaciona com comida, né? (risos) A gente comemora comendo e bebendo, a gente fica triste comendo e bebendo, é  almoço em família, jantar romântico. Não deixei de fazer nada disso, mas tirei um pouco da ansiedade que tinha em cima disso. E aprendi a comer, também, no dia a dia.

De que forma?
Aprendi a me entender. Cada corpo é um corpo. Sabe essas dietas que tinham antigamente, uma revistinha de dieta que servia para todo mundo? Nada serve para todo mundo! Eu aprendi a ver o que que me faz mal, a saber o que para mim, é alimentação saudável, por exemplo. E eu tenho a ajuda de profissional para isso, não aprendo nada sozinha. Tenho profissional para tudo. Eu tenho dermatologista, nutricionista. É um privilégio a gente poder ter profissionais que te ajudem. Assim como eu entendo dessa maluquice que é fazer novela, acho justo que alguém que entenda dessas coisas me ajude. Então, eu tenho sempre um acompanhamento.

Você come de tudo ou ataca um chocolate de vez em quando?
Faço linda, sim. Cadê minha taça de vinho maravilhosa, uma cervejinha para dar uma aliviada (risos).

Seus pais são daqueles que quando você vai à casa deles falam ‘come, minha filha’?
Exatamente! Meu pai, a primeira coisa, olha, ele não quer nem saber a hora que eu vou chegar, ele fala assim: ‘você quer comer o quê?’ e eu ‘ Eu falo: ai, meu Deus do céu’. É um prazer para ele. E eu acho que, na vida, a gente não pode perder o prazer das coisas. Se comer é um prazer, que a gente tenha esse prazer, mas que a gente malhe no outro dia.

 

Enquanto publicamente posava de vítima do Congresso, o governo acertava nos bastidores os termos do Orçamento impositivo. Foi muito jogo de cena por nada

Crédito: ilustração: leezio júnior

No folclore político de Brasília, era famosa entre os analistas a habilidade do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso em desarmar crises. Jair Bolsonaro, ao contrário, tem o dom oposto. Os embates políticos cotidianos, muitas vezes gerados pelo próprio presidente, são potencializados e viram conflitos institucionais. A disputa em torno do Orçamento impositivo é exemplar. Surgiu pela omissão e complacência do próprio mandatário e tornou-se um cabo de guerra entre os poderes Executivo e Legislativo, respingando no Supremo Tribunal Federal.

A disputa se refere à ambição do Congresso em controlar um naco de R$ 30,1 bilhões do Orçamento. É quase um quarto do total que o governo terá disponível para gastar em 2020 nas chamadas verbas discricionárias — não obrigatórias. Essa iniciativa foi aprovada em dezembro, por desmazelo do Executivo. Foi uma reação à destinação errática das verbas pelo governo — como o investimento de R$ 7,6 bilhões à estatal Emgrepron, para construção de navios da Marinha, feito no apagar das luzes de 2019. Ainda assim, ela desequilibra a divisão das atribuições entre o Legislativo e o Executivo.

Esse aumento das prerrogativas do Congresso foi indiretamente estimulado pelo próprio presidente, um defensor histórico do aumento do poder dos parlamentares sobre os recursos. A primeira versão do Orçamento impositivo passou em 2015, obrigando o governo a executar as emendas parlamentares individuais. No ano passado, sob apoio inflamado do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), foi aprovada a execução obrigatória também das emendas de bancadas. Os parlamentares acharam pouco e, numa articulação de líderes de partidos, acrescentaram mais R$ 30,1 bilhões ao montante em seu poder, em emendas a serem definidas pelo relator do Orçamento, o deputado Domingos Neto (PSD-CE). Com isso, o parlamentar teria o poder de dizer o destino desses gastos e muitos ministérios dependeriam dele para investir. A expectativa de gerir essa bolada em ano eleitoral levou à criação de um “megablocão” no Congresso, uma expansão do centrão, e a uma disputa entre Câmara e Senado.

Alertado pelo Ministério da Economia, apenas no início deste ano o presidente vetou o trecho que tornava obrigatória a execução de R$ 30,1 bilhões. Os apoiadores do presidente também se omitiram quando o Congresso tentou derrubar esse veto no início do ano. Apenas membros de partidos como Novo, Cidadania e Podemos e o grupo Muda Senado denunciaram e brecaram a iniciativa. Enquanto posava de vítima, o governo manteve o comportamento errático, ora incentivando um acordo intermediário que retivesse parte dos R$ 30,1 bilhões com o Executivo, ora estimulando as milícias virtuais contra a “chantagem do Congresso” — termo cunhado pelo general Augusto Heleno (GSI). Enquanto o ministro Paulo Guedes e o general Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo) negociavam, o general Augusto Heleno detonava o movimento “foda-se”, que embasa as manifestações de 15 de março (leia mais à pág. 32). Isso “tornou mais caro” o arranjo feito com o Congresso, fechado afinal na terça-feira, 3. Por meio dele, Bolsonaro enviou três projetos de lei para restituir R$ 19 bilhões ao relator, mantendo a prerrogativa de contingenciar parte dos recursos. O líder do Podemos no Senado, Alvaro Dias, disse que o acordo era um “drible na opinião pública”. O governo tomou a iniciativa mesmo tendo a quantidade de votos suficiente para manter o veto — garantidos pelos parlamentares independentes, e não da sua base.

Pacto na calada da noite

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Crédito: Divulgação

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Marcam para o próximo dia 15 uma manifestação sem pé nem cabeça – fora de hora e de encontro às recomendações das organizações de saúde, com riscos concretos para quem participa – em protesto aos “inimigos” de Bolsonaro, alocados no Congresso e no Supremo. Em outras palavras, articula-se na marra e à revelia do momento delicado uma intimidação aos demais poderes, impulsionada irresponsavelmente – como de resto até as pedras do Lago Paranoá já sabem – pelo próprio mandatário Messias nas suas redes sociais e por asseclas aloprados. A ideia: reunir centenas (quem sabe, milhares!) de pessoas nas ruas pelo Brasil afora para mostrar força de reação e resistência às decisões que contrariam o “mito”.

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Empresários e demais movimentos políticos e sociais que estavam dispostos a atender à conclamação bolsonarista para os protestos do dia 15 já recuaram. Perceberam que a manifestação é claramente um atentado contra a República e a favor da ruptura institucional

Crédito: Divulgação

EQUILÍBRIO Gabriel Kanner, presidente da entidade Brasil 200, fundada

pelo empresário Flávio Rocha: anúncio público de que não convocará para

a manifestação (Crédito: Divulgação

O bom senso ensina que se deve ir devagar com o andor quando o santo é de barro. E se ele, o andor, estiver podre? E se na madeira os cupins já começam a fazer os seus tortuosos, infinitos e sombrios túneis? Aí, se esse é o estado da charola, o melhor é que o santo nem saia da paróquia. O andor imprestável, em questão, é o governo antidemocrático de Jair Bolsonaro. Tão antidemocrático e tão ávido de esfacelar o Estado de Direito e enveredar pelo funesto cortejo do acirramento de uma crise institucional, insurgindo-se em relação aos demais poderes republicanos, que até associações, movimentos e grupos autodeclarados de direita e extrema-direita perceberam a gravidade da manifestação conclamada pelo mandatário para o próximo dia 15.

Empresários recuam, como, por exemplo, os que integram a entidade Brasil 200, fundada por Flávio Rocha e presidida por Gabriel Kanner – que já anunciou que não fará convocação para os prostestos. Ao contrário: após uma série de desentendimentos entre o Brasil 200 e o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, sobretudo devido à proposta de reforma tributária (PEC 45), a costura de uma reconciliação já está em andamento — e será agendado um jantar. Movimentos sociais e políticos, a exemplo do Brasil Livre e do Vem Pra Rua, também não estão empenhados em engrossar os protestos. Capitão Bolsonaro, o senhor perdeu! O estilo de seu governo é sobejamente conhecido, trata-se de difamar e afastar da gestão os seus opositores, confrontar sempre e dialogar nunca, transformando a República no quintal de seu clã. Muitos daqueles que em um primeiro instante sentiram o ímpeto de ir à manifestação, logo perceberam que, no momento, o senhor elegeu a própria instituição democrática, nos recortes do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal, como obstáculo a seus caprichos. Ou seja: o desejo, de agora, mais do que nunca se mostrou autocrata, pois parte da presunção de que o Poder Executivo é superior aos Poderes Legislativo e Judiciário.

Devido ao coronavírus, em todo o mundo pede-se que se evitem aglomerações. O problema é que os bolsonaristas vivem fora do planeta

Temor da milicialização

Junte-se a isso a dubiedade com que Bolsonaro se manifestou em relação à ilegal e inconstitucional greve dos policais no Ceará, ao apoiá-los na absurda reivindicação de não punibilidade e anistia – acertadamente não concedida pelo governador Camilo Santana. Foram treze dias de motim, deixando que bandidos e milicianos assassinassem cerca de duzentas e cinquenta pessoas. Grupos empresariais condenaram a tibieza do governo federal e o risco de que cresça a milicialização da Polícia Militar nos estados. Ser de extrema-direita, direita, democrata, esquerda ou extrema esquerda é um direito constitucional de todo e qualquer cidadão – bem diferente é tentar golpear as instituições como podem ser traduzidas as convocatórias que se espalham para o dia 15. Quem parou e pensou descobriu que, de fato, o andor apodrecera.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

     PAZ Maia e a classe empresarial já se reconciliam após as divergência
em torno da PEC 45: a Câmara dos Deputados segue prestigiada
(Crédito: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Há, no entanto, outro contrassenso igualmente grave porque envolve questão de saúde pública. Existe quem não tenha a menor noção do que acontece a um palmo de distância de si, tamanha é a compulsão por ficar fechado em seu mundinho – de celular nas mãos e provocando gente e instituições pelas redes sociais. Como convocar dezenas de milhares de pessoas para uma concentração, no momento em que as mais categorizadas autoridades do mundo, na área da infectologia, estão pedindo para que não ocorram eventos desse tipo devido à pandemia do novo coronavírus? Museus estão sendo fechados em praticamente toda a Unidade Europeia, escolas tiveram aulas suspensas também na Europa e em países asiáticos, missas e cultos sofreram alterações em suas rotinas, campeonatos de futebol viram-se interrompidos e, quase certo, não teremos Jogos Olímpicos, marcados para o segundo semestre no Japão. No Brasil, sobe o número de infectados, o que faz parte, infelizmente, da propagação natural de enfermidades virais.

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11062015 RAP CNM destaque

Levantamento da Confederação Nacional de Municípios (CNM) — com dados do Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi) — estima que, no início de 2020, a soma de Restos a Pagar (RAPs) pendentes de repasses para os cofres municipais ultrapassa R$ 29,1 bilhões. Do total, R$ 20,974 bilhões (72%) são de valores não processados. Segundo relatório publicado pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN), o total de Restos a Pagar inscritos no Orçamento Geral da União (OGU) em 2020 é de R$ 181,5 bilhões.

A entidade acompanha ao longo dos anos o volume de empenhos destinados aos Municípios e sem pagamento no exercício. Nos últimos 10 anos, 2016 alcançou o patamar mais alto, com R$ 38,15 bilhões de RAPs. Em comparação a 2019, quando o volume foi de R$ 33,77 bilhões, ocorreu uma queda de 13,8% em relação a 2020. No entanto, o estudo alerta que, nesse período, houve uma mudança de legislação e muitos empenhos de exercícios anteriores foram cancelados. Ainda assim, segue elevado, quase em R$ 30 bilhões, o valor que o governo federal deve aos Municípios em 2020.

Os Restos a Pagar (RAPs) são despesas empenhadas, mas não pagas até 31 de dezembro de cada ano. Eles estão relacionados aos estágios da despesa pública — empenho, liquidação e pagamento. A CNM destaca que os empenhos representam obras ou aquisições de equipamentos que foram validados pelos ministérios e que estão pendentes de verificação por parte do concedente ou em execução. Os processados é quando ocorreu a liquidação e apenas se aguarda o pagamento. Já os não processados, em tese, são de ações e obras que ainda não começaram, mas, na prática, cerca de 77% tiveram início no Município. Assim, o presidente da CNM, Glademir Aroldi, ressalta o impacto negativo que o resto a pagar têm nos Entes locais. “A cada ano, vemos este volume enorme de recursos que foram prometidos, projetos que foram realizados pelos gestores municipais, mas que os recursos não chegam na ponta. Muitas obras estão paradas, os Municípios são processados pelas empresas por falta de pagamento e a população não recebe o serviço como deveria”, argumenta.

Por Estado, os Municípios de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro são os que possuem mais valores pendentes de pagamento, correspondendo a 23,3%. Mais de 90% dos RAPs destinados a Municípios se concentram em seis ministérios. Entre eles, os Ministérios da Educação, da Saúde e o da Integração Nacional somam mais de R$ 23,6 bilhões, ou seja, 79% do total.

A Confederação alerta para que os gestores fiquem atentos aos Restos a Pagar. Este é considerado um problema estrutural e preocupante. Os Municípios podem enfrentar problemas porque os recursos provenientes dos RAPs seguem um cronograma de execução política, com um volume muito maior de empenhos do que o valor equivalente em recursos reais para realizar efetivamente os pagamentos

     ”Vantagens indevidas dadas aos homens pelo seu favoritismo político é a prova

de corações corruptos e gananciosos, manipulados pelos demônios à serviço da traição à pátria.”

         Ser uma pessoa inculta é ser uma pessoa que não está por dentro das atualidades do mundo, é não se dedicar tanto em descobrir as resposta de muitas perguntas que tem no mundo. inculto é o contrario disso!! É por isto que o povão sofre sabendo e sobre sem saber.

       ” O Brasil tem um antigoverno mergulhado no descrédito do mundo civilizado”

“E assim vamos seguindo com políticos que determinam quem tem o poder,corruptos que perpetuam e sobrevive da ignorância do Povo.”

“Não pense como políticos corruptos. Estude, pesquise e compartilhe seus conhecimentos, certamente você será um grande cidadão de caráter e diferenciado!”
      Será inaugurado na próxima segunda feira(09), às 9:30 da manhã o novo Plano de Assistência Familiar “ANJOS”, que funcionará na CLIMED, localizada na rua Horácio José de Souza, de frente ao Banco do Brasil. Na organização do Dr. Marcelo Alves, médico renomado, especializado em Ortopedia e Traumatologia.

Túlio Gadêlha fala sobre repercussão de lágrimas (Foto: Reprodução)

Túlio Gadêlha, namorado de Fátima Bernardes e deputado, comentou as reações às lágrimas que verteu na última quarta-feira (4) durante uma reunião dos parlamentares na Câmara dos Deputados. O jovem, que desistiu da disputa da prefeitura de Recife, usou o seu Instagram para falar sobre a repercussão do choro, que estampou as chamadas de vários veículos de comunicação.“Estou assustado com a repercussão que as lágrimas de um homem podem alcançar. Queria aproveitar e informar que isso não é coisa de outro mundo. E que sim, homens choram. Agora, diferentemente da associação que fizeram, o motivo das lágrimas não tem a ver com a candidatura no Recife, mas com a disputa da liderança do bloco e minha decepção com meus colegas de bancada do PDT”, contou.”O fato é que havia conversado com 23 (vinte e três) dos meus colegas deputados e 21 (vinte e um) deles, me garantiram o voto. Mas no momento da votação, que se deu de forma aberta, não me contive porque alguns deles decidiram apresentar um voto diferente. Fizeram muitos elogios a mim, mas votaram em outro candidato. Dos 21 votos, tive 3 (três). Mas não guardo nenhuma, nenhuma mágoa. Entendo e sei que isso aconteceu porque o núcleo nacional do meu partido – as pessoas que definem a destinação de fundo eleitoral, de fundo partidário, a consolidação das alianças e definição das direções partidárias nos estados – escolheu outro nome, que aceitou disputar contra mim, naquele mesmo dia. Meus colegas de bancada não estão errados, errada está a legislação eleitoral que nos torna parte, e ao mesmo tempo, reféns dos nossos próprios partidos. A intervenção dos partidos naquilo que não for programático, é, e sempre será, um erro. Por mais homens que chorem, que expressem seus sentimentos e falem o que precisa ser dito. Ah, sobre o tema da candidatura, falarei na segunda-feira, em coletiva de imprensa, aqui no Recife.”

Túlio e Fátima mantêm um relacionamento à distância. Para Quem, os dois falaram sobre o segredo para um relacionamento saudável. “A gente conversa sobre o trabalho um do outro, sobre tudo o que acontece na nossa vida, como qualquer casal. Nos vemos umas duas, três vezes por mês. Quase todo fim de semana junto, é o que a gente consegue. Ele vem de Brasília e eu vou para Recife também. O nosso lar é onde estivermos juntos”, disse a apresentadora, que vive no Rio de Janeiro.

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