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REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

Quase todas as mulheres têm algo em comum: mais de uma coisa acontecendo na cabeça ao mesmo tempo. E não estamos falando de pensamentos quase simultâneos como “Não posso esquecer de colocar a meia na bolsa da academia” junto de “Preciso guardar a marmita na geladeira do escritório assim que chegar lá”. O assunto aqui são as diferentes texturas de um mesmo cabelo.

Esqueça a história ultrapassada de que seus fios são oleosos ou secos, lisos ou enrolados… O mais provável é que eles mereçam muitos adjetivos de uma só vez e você vai precisar ter jogo de cintura para lidar com essa múltipla personalidade. Até porque a genética não é o único fator que influencia o shape indeciso das mechas – o que você faz com elas também conta muito. “As altas temperaturas do secador e da chapinha, por exemplo, podem mudar o DNA da fibra capilar”, explica a tricologista Marcela Buchaim, do Studio Tez, em São Paulo.

Quem leva uma vida fitness está ainda mais suscetível ao cabelo meio lá, meio cá por causa do combo “prender + suar + lavar + secar” que, além de agredir os fios, afeta a saúde do couro cabeludo. “O acúmulo de resíduos do suor (como o cloreto de sódio) obstrui os folículos, contribui para o ressecamento e o surgimento de frizz”, diz Marcela. Tudo isso faz com que o visual que acompanhou você no dia da matrícula na academia seja diferente do momento da renovação do plano. A boa notícia é que, com os cuidados certos e uma dose de compreensão – sim, é preciso entender que seus fios têm personalidade própria –, você vai aprender a se dar bem com as diferentes características que seu cabelo apresenta. Viva a diversidade!

1. Raiz oleosa + pontas secas

O erro principal de quem convive com o combo clássico do cabelo misto é encarar o chuveiro todo santo dia. “Quanto mais lavagens, mais as glândulas sebáceas entendem que precisam produzir óleo”, diz o tricologista Valcinir Bedin, presidente da Sociedade Brasileira do Cabelo. Mais: a água quente estimula a produção de gordura e abre as escamas do fio, dificultando a absorção de ativos importantes para a manutenção da hidratação do comprimento.

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A solução? Xampu de controle de oleosidade para lavar a cabeça dia sim, dia não. “De preferência, com tensoativos de origem vegetal ou livres de sulfato de sódio”, diz o hairstylist Cleiton Guedes, do salão 1838, em São Paulo. Se sentir necessidade de amenizar a oleosidade no intervalo, vá de xampu seco (Shampoo Seco Original, Batiste, R$ 32*). A cada duas semanas, aplique uma máscara nutritiva, como a Masque Magistral Nutritive, Kérastase, R$ 227*, da orelha para baixo.

2. Couro cabeludo com caspa + pontas secas

Conviver com pontos brancos é mais comum do que você imagina porque os gatilhos deles são diversos. Além da ação dos fungos, fatores como couro cabeludo sensibilizado pela química, raiz muito oleosa, ressecamento por lavagens frequentes e uso errado de produtos favorecem a descamação. O pior é que todos os hábitos que originam a caspa também estão relacionados a um cabelo seco e opaco. “Xampu muito adstringente, água quente no banho e secador muito próximo das mechas ressecam o comprimento”, diz Rodrigo Cintra, hairstylist do programa Esquadrão da Moda, do SBT.

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Troque seu xampu por uma opção menos agressiva, com pouco sulfato e sem parabeno (Shampoo Baixo Poo + Nutrição, Tresemmé, R$ 8*) ou específico para caspa. A água do banho deve ser morna (se finalizar com uma ducha fria, melhor ainda), e o condicionador e a máscara nas pontas são essenciais.

Outra dica: espere pelo menos 24 horas até a próxima lavagem. Para neutralizar o pH do couro e das mechas, uma vez por semana borrife uma mistura de 2 colheres de sopa de vinagre de maçã com 250 ml de água (o mix também garante brilho). Se for de secador, mantenha o aparelho a pelo menos 15 cm da cabeça e lance mão de um CC cream (CC Cream 12 em 1, Vizcaya, R$ 53*). “Ele protege o cabelo e evita que resseque”, diz Rodrigo.

3. Seco e opaco por cima + oleoso por baixo

Você treina sob o sol, chega em casa, lava a cabeça e depois ataca de secador? ALERTA! ALERTA! Alguém está trilhando o caminho exato para que as mechas entrem para esse grupo. “O sol e o vento do aparelho retiram a oleosidade natural da porção superior do cabelo, mas não da parte mais profunda”, diz Valcinir. A vida ao ar livre também contribui negativamente de outra maneira: raios UVoxidam a pigmentação natural (ou tintura) do fio, que ganha um aspecto desbotado e uma textura mais áspera.

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Crie o hábito de passar um leave-in com proteção solar, como o Huile Protectrice Phytoplage, Phyto Paris, R$ 180*, religiosamente antes de sair – assim como você faz com o filtro solar no rosto. Para controlar a oleosidade das áreas mais internas, utilize um xampu específico para o problema (Shampoo Controla a Oleosidade Siàge, Eudora, R$ 23*) a cada dois dias. Suavize o produto fazendo uma diluição em dois dedos de água antes de levar à cabeça e deixe agir no couro cabeludo por três minutos. 

4. Liso em alguns pontos + ondulações em outros

Drama da cabeleira muito agredida pela química, principalmente as que mudam a estrutura do fio, como a escova progressiva – ela pode adquirir vida própria e, em algumas partes, parecer lisa e seca; em outras, ondulada e cheia de frizz.

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Segundo Renata Souza, especialista em tratamentos capilares naturais do Spa Dios, em São Paulo, a pedida aqui é reparar os danos já instalados, proteger os fios para evitar futuros incômodos e definir o visual que mais combina com você. Por exemplo: para ficar 100% ondulada, aposte em um ativador de cachos (Ativador de Cachos Coco, Salon Line, R$ 15*) pós-banho como leave-in. Já se a ideia for entrar de vez para o time das lisas, use o secador 
na temperatura morna, posicionado de cima para baixo (direção das cutículas do fio) para já alinhar o penteado. Dica: passar 
uma escova estilo raquete (Smoothing Tool Full Paddle, Tangle Teezer, R$ 135*) nas partes com frizz ajuda a controlar o arrepiado. 

5. Raiz crespa + ponta alisada

Se você era adepta da escova progressiva e agora está tentando assumir a aparência natural,
 sabe quão difícil é passar pela transição capilar. Muitas cacheadas optam pelo corte big chop, mas, com os cuidados certos, não será preciso dizer adeus ao comprimento.

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O foco é tentar igualar a aparência das duas partes. Antes de entrar no banho, umedeça as mechas
 e aplique uma máscara rica em colágeno, queratina e aminoácidos (esses ativos hidratam e ajudam a repor a massa). Também vale incrementar o cosmético com algum óleo natural, como de abacate ou de coco (1 colher de chá para uma quantidade equivalente a uma noz de produto). Deixe agir, enxágue
 e vá direto para o condicionador.

“O xampu, de preferência quase sem sulfato (como o Low Poo Curly Wurly, R$ 30*, da Lola Cosmetics), é o passo seguinte, mas apenas na raiz, onde o fio já está mais forte e oleoso”, aconselha o hairstylist expert em crespos Wilson Eliodorio, de São Paulo. Para finalizar, espalhe um creme para pentear (Finalizador No Poo Low Poo, Bio Extratus, R$ 25*) e estimule o formato dos caracóis com a fitagem (alise e estique mecha a mecha com os dedos). “Outra tática é amassar a cabeleira com a mão em formato de concha, segurando por três segundos e soltando devagar”, indica Lucia Santana, porta-voz da rede de salões Beleza Natural. Em seguida, seque com um difusor. Entenda: Os cremes clareadores realmente tratam as olheiras? 

6. Raiz natural + pontas tingidas

Não tem como negar: um visual iluminado com luzes em volta do rosto muda o look de qualquer mulher. Mas quem adere à descoloração sabe que a química resseca muito o cabelo. “Para que o loiro apareça, é preciso abrir a cutícula do fio, o que também faz com que ele perca massa capilar e a camada lipídica, responsável pela emoliência”, diz Marcela Buchaim.

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Para conseguir um cabelo de sereia, seu melhor investimento são produtos que deixem as mechas saudáveis da raiz às pontas. As máscaras com pantenol e glicerina (como a Lumino Contrast, L’Oréal Professionnel,
R$ 136*) hidratam profundamente e fecham a cutícula aberta pela química. Passe apenas na parte com coloração, no mínimo, uma vez por semana.

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