Dr. Antônio Segundo Neto

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REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

Brasília – Na casa de Regiane Souza, de 27 anos, todos os dias, um momento é reservado para as brincadeiras. A família, que mora em Pacatuba – a 68 quilômetros de Aracaju (SE) –, se reúne com os filhos, ao menos por uma hora, para brincar. Mas nem sempre foi assim. A nova rotina foi criada a partir do acompanhamento da filha mais nova, a Giovanna, de 2 anos, pelo Criança Feliz.

A mãe já percebe a diferença entre o desenvolvimento da pequena e dos dois filhos mais velhos. Ela conta que aplica, com empenho, todas as orientações que ouviu dos visitadores do programa.

“O Criança Feliz é um projeto maravilhoso porque nos esclarece sobre a melhor forma de interagir com os nossos filhos. Eu mesma não sabia o que era estimular a criança. Antigamente não tinha isso. Acho o programa muito importante para o desenvolvimento da Giovanna. Quando ela for para a escola, já vai estar bem esperta”, afirma. 

A filha da Regiane é uma das mais de 179 mil pessoas que já são acompanhadas pelo Criança Feliz em 1.730 em municípios de todas as regiões do país. Deste total, são 158 mil crianças e 21 mil gestantes.

Coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), o programa promove o desenvolvimento integral infantil por meio de visitas domiciliares semanais. Com o direcionamento dos visitadores, os pais são orientados sobre os estímulos adequados para o desenvolvimento físico, cognitivo e afetivo da criança. Ao todo, o Brasil já conta com 10 mil visitadores e 2.444 supervisores. Esses últimos têm a responsabilidade de preparar os visitadores para atender diretamente as famílias em suas casas e acompanham as ações do programa.

Novas adesões – O ministro do Desenvolvimento Social, Osmar Terra, destaca que o Criança Feliz está em uma fase de expansão. Em 2018, as visitas continuarão em uma escala maior. Um novo período para adesão ao programa está aberto até o dia 30 de junho.

A nova fase contempla aqueles municípios que já estavam aptos, mas não aderiram à primeira etapa ou não preenchiam os requisitos anteriormente. Mais 975 municípios já podem integrar as ações voltadas para o desenvolvimento infantil do governo federal.

Segundo o ministro, o governo federal espera que todas as crianças tenham acompanhamento regular e semanal em casa para desenvolver a inteligência, as competências e as habilidades.

 “Já temos 12 mil pessoas trabalhando no programa esse ano. Nossa meta é atingirmos a marca de 4 milhões de brasileiros acompanhadas em 2019. É uma política pública que veio para ficar, com uma força enorme e uma aceitação extraordinária da comunidade”.

Público – O Criança Feliz é voltado aos beneficiários do Bolsa Família, da gestação aos 3 anos, e as crianças de até 6 anos que recebem o Benefício de Prestação Continuada (BPC).  No caso de Regiane, a família é beneficiária do Bolsa. Todo mês, são os R$ 362 recebidos do programa que complementam a renda da casa e ajudam na aquisição de comida e remédios para as crianças. “Esse dinheiro me auxilia muito. Compro tudo para eles: fralda, leite e comida. Também pago a energia e o gás”, conta.

Capacitação – O passo inicial do Criança Feliz foi a formação dos visitadores. Durante as capacitações, multiplicadores, supervisores e visitadores aprenderam a trabalhar com técnicas de interação baseadas em uma metodologia desenvolvida pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e pela Organização Mundial da Saúde (OMS). O objetivo foi dar a melhor resposta às necessidades das famílias, respeitando a autonomia, os direitos e a cultura de cada uma delas.

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