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Estabelecimentos foram interditados pela Sefaz-PE em ação que tem o objetivo de combater o roubo e furto de cargas – FOTO: DIVULGAÇÃO/SEFAZ

“Chama muito a atenção o número de grandes polígonos de alertas de desmatamento, com áreas de 3 mil, 4 mil e até 5 mil hectares derrubadas nos últimos 12 meses”, afirma Rômulo Batista, porta-voz de Amazônia do Greenpeace Brasil, explicando que o fato mostra que a devastação amazônica é um esquema organizado, e não

“Os dados do Inpe indicam que o Brasil fracassou no cumprimento de sua lei de clima, cuja meta para 2020 era limitar o desmatamento na Amazônia a no máximo 3.925 km2. Isso também nos desvia da rota do Acordo de Paris, o que criará uma série de dificuldades comerciais para o Brasil no período crítico de recuperação econômica no pós-pandemia”, analisa o secretário-executivo do Observatório do Clima, Márcio Astrini.

(ATUALIZAÇÃO: Após esta reportagem ser publicada, o Inpe acrescentou o dia 31 de julho em seu balanço, aumentando os dados de julho. Os números foram alterados no título e no texto às 10h20, horário de Brasília).

Alertas do Deter x Taxa do Prodes

Os dados de áreas sob alerta de desmatamento são fornecidos em registros diários pelo Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter), que monitora a região por meio de imagem de satélites. Ele não aponta o consolidado do desmate, mas sim áreas com marcas de devastação que precisam ser fiscalizadas pelo Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente). Já a taxa oficial anual de desmatamento na Amazônia é calculada considerando todo o período de seca, que vai de agosto de um ano a julho do ano seguinte. Desta forma, é possível detectar o acumulado de destruição da floresta levando em conta os ciclos de chuva e seca, desmatamento e queimadas. Ela é apresentada em relatório do Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal por Satélite (Prodes), também do Inpe. Os dados são divulgados na metade do segundo semestre de cada ano.

Temporada de recorde e tendências

Para o vice-presidente Hamilton Mourão, o dado de julho aponta uma “reversão de tendência”. “Ainda é começo, a gente tem que prosseguir até chegar nas metas que nós temos que é colocar o desmatamento dentro do mínimo aceitável”, disse Mourão. Já os especialistas ouvidos pelo G1 avaliam que não é possível celebrar avanços.

“Claramente o desmatamento está fora de controle no Brasil. Desde o início do governo Bolsonaro, temos um aumento de cerca de 30% nos alertas de desmatamento todo mês. E isso se dá devido à prevalência do crime ambiental na Amazônia”, diz Márcio Astrini.

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