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REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

Julia Bandeira / Especial para o Metrópoles

Na sexta-feira (11), a reportagem do Metrópoles foi até o local e verificou que a situação se agravou desde a última inspeção do TCDF: até fezes compõem o cenário do teatro declarado Patrimônio Mundial pela Unesco em 1987.

Ciente da situação, a Secretaria de Cultura do governo de Ibaneis Rocha (MDB) estuda fatiar a reforma e entregar a primeira parte em 21 de abril deste ano. Existe um projeto desenvolvido pelo arquiteto Ismael Solé, especializado nesse tipo de ação, que prevê a intervenção por etapas.A primeira fase, que contempla a Sala Martins Penna – com capacidade para 400 lugares – e toda a parte elétrica da edificação, está orçada em R$ 43 milhões. Essa etapa da obra já obteve autorização para captar recursos utilizando a Lei Rouanet.O governador Ibaneis e o secretário de Cultura, Adão Cândido, têm feito esforços para garantir a captação desse montante junto a patrocinadores a fim de entregar a obra no prazo que estipularam. Até o momento, o GDF angariou R$ 12 milhões.Em novembro, logo após ser eleito governador do DF, com 69,79% dos votos, Ibaneis Rocha se reuniu com o novo presidente da Caixa Econômica Federal, Nelson Antônio de Sousa, e conseguiu R$ 12 milhões pela Lei Rouanet. “A reforma do Teatro Nacional é prioridade do Governo do Distrito Federal no que diz respeito à gestão de patrimônio”, informou a Secretaria de Cultura.Por outro lado, mesmo com as expectativas de recuperação do espaço com recursos públicos, as equipes da Secretaria de Cultura analisam a possibilidade de incluir o Teatro Nacional no plano de concessões por meio de parcerias público-privadas (PPPs) lançado pelo novo governo. A ideia é viabilizar a segunda fase da obra, estimada em R$ 150 milhões.

Veja fotos de como está o Teatro Nacional por dentro:

Em janeiro de 2014, o Teatro Nacional foi fechado por recomendação do Corpo de Bombeiros e do Ministério Público por não atender a normas de acessibilidade e segurança vigentes. No mesmo ano, a Secretaria de Cultura realizou licitação e posterior contratação do projeto executivo de reforma. Nos anos seguintes, a crise econômica do país e, em especial, a constatação de uma delicada situação financeira do Distrito Federal, tornaram inviável a realização da obra como um empreendimento único que demandaria a execução do valor integral previsto no projeto. Nesse contexto, avaliou-se que a melhor alternativa seria a adequação do projeto executivo de forma a permitir a realização da obra em etapas, gradualmente, de acordo com a disponibilidade de recursos financeiros. Tal encaminhamento permitiria que, em uma primeira etapa, fosse reaberta a Sala Martins Penna e, em fase posterior, as salas Alberto Nepomuceno e Villa-Lobos e o Espaço Dercy Gonçalves. Mas a obra não se concretizou.

metropoles.

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